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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Quem diria! O Instituto Ethos financiado pela Siemens e pela Alstom...



Quem diria! A ONG Transparência emprestando seu nome para o tucanato. Antes condenava previamente sem respeitar a presunção de inocência e as decisões judiciais. Fazia, simultânea e apressadamente o papel de policia, procurador e juiz, alinhada numa parceria com o que há de pior na mídia.

Agora com os tucanos, e irmanada com o Instituto Ethos, faz parte de uma comissão paralela, denominada pelo governador tucano Geraldo Alckmin, que a criou ontem, de Movimento TranSParência, para acompanhar as investigações das denúncias de formação de cartéis em licitações de trens e metrô no Estado nos governos Mário Covas (1995-2001), Geraldo Alckmin (2001/2002 - 2003-2006, e agora) e José Serra (2007-2010). 


Visto no blog do ZÉ DIRCEU

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Andréa Neves: A Dama de R$ 2 Bilhões de Reais

Sem divulgar os beneficiados nem obedecer a qualquer regra, Andréa distribuiu verba de publicidade capaz de construir outra Cidade Administrativa 

 
Até então acusada pela censura, que vem desde 2003 ocorrendo sobre a imprensa mineira e nacional, evitando que notícias desfavoráveis a imagem de seu irmão, Aécio Neves, sejam publicadas, Andréa é dona de um comportamento considerado por seus críticos como inadequado para função que exerce devido seu temperamento. Andréa Neves vem colhendo críticas por controlar com mão de ferro a distribuição das verbas de publicidade do Governo de Minas.
Segundo defensores da liberdade de imprensa, a distribuição de verba por Andréa Neves tem objetivado apenas à subserviência editorial. Embora jornalista por formação, não é bem vista pela categoria que a identifica como fonte de perseguição sobre seus colegas. A ela é atribuída a queda e demissão de diversos editores e jornalistas após a posse de Aécio no governo de Minas Gerais. Em 2003, o Portal CMI Brasil publicou a seguinte matéria;

Vejam mais no NOVOJORNAL

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

CPI DA PRIVATARIA: AS SIRENES DO SILÊNCIO

"Passados 11 dias desde o lançamento de 'A privataria Tucana', de Amaury Ribeiro Jr,os colunistas de política da Folha --Clóvis Rossi, Fernando Rodrigues, Catanhede e Lo Prete--  mantém um pacto de silêncio e cumplicidade em relação às denúncias de corrupção ali reunidas. A omissão coletiva e deliberada diante do documento político mais explosivo dos últimos anos lança uma suspeita de parcialidade sobre tudo o que já escreveram ou possam escrever sobre o tema que agora evitam. Há casos em que o silêncio jornalístico grita mais do que as sirenes que pretende abafar. Esse é um deles. Como explicarão aos seus leitores a criação de uma CPI, cuja motivação lhes foi sonegada até o último minuto, a exemplo do que fez a Globo na campanha das 'Diretas Já' ,em 1984? Nesta 4ª feira,  o deputado Protógenes Queiróz protocolou o pedido de abertura de CPI sobre o tema, com 185 assinaturas. Reabrir a discussão sobre a alienação do patrimônio público, mas sobretudo, arguir as condições em que isso se deu, que restrições impôs à macroeconomic ado desenvolvimento e a quem beneficiou--  depende agora do PT e da base aliada do governo. Um bom começo seria indagar  os motivos que levaram 19 mandatados pelo PT a não assinarem o requerimento da CPI. Para facilitar o debate entre eles e seus eleitores, publicamos a lista com seus nomes e respectivos endereços eletrônicos no 'Blog das Frases'."
 

(Carta Maior;5ª feira; 22/12/ 2011)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Empresa da filha do José Serra cresceu 50.000 vezes em apenas 42 dias

Quarta-feira 25, maio 2011

Em primeira mão no blog Os Amigos do Brasil em 25/05/2011 às 23:40 -

A imprensa brasileira que divulgou o dossiê Palocci, noticiando que seu patrimônio aumentou 20 vezes em 4 anos, o que dirá do aumento vertiginoso de 50.000 vezes da empresa da filha de José Serra (PSDB/SP) em 42 dias?

Verônica Allende Serra, filha de José Serra, era sócia da empresa DECIDIR.COM BRASIL, já conhecida de outras reportagens.

A empresa teve seu capital multiplicado por 50.000 (cinquenta mil vezes)… repetindo para você ter certeza do que está lendo: 50 MIL VEZES!

E isso em apenas 42 dias.

A empresa foi criada no dia 8 de fevereiro de 2000, com capital de R$ 100,00 (cem reais).

Quem quiser ver mais detalhes (e documentação) acesse o blog OS AMIGOS DO BRASIL

domingo, 31 de outubro de 2010

Um ninho tucano cheio de negócios

O ex-genro de FHC foi quem levou a Varig a entrar em recuperação judicial e negociou os ativos dela

Claudio Magnavita , Jornal do Brasil

Nos embates eleitorais do 2º turno está faltando uma palavra: genro. Parece ter sido ela extirpada do dicionário do candidato do PSDB. Em dois casos, a palavra pode ter efeito nefasto. José Serra acusa o atual governo de aparelhar as agências reguladoras e esquece de dizer que foi o então genro do presidente Fernando Henrique Cardoso o primeiro escolhido para presidir a Agência Nacional de Petróleo (ANP). David Zylbersztajn foi o interlocutor do setor do petróleo no governo FHC e depois se transformou no grande broker da área petrolífera, promovendo a quebra do monopólio da Petrobras e planejando o esquartejamento da empresa, que recebeu um X para que se tornasse menos dolorosa a partilha. A Petrobras só não migrou para grupos empresariais ligados a Zylbersztajn porque houve um acidente de percurso: a derrota do candidato da situação, Serra, na disputa da Presidência com Lula em 2002.

Vejam mais detalhes no JORNAL DO BRASIL




quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A folha corrida de José Serra: 17 processos na Justiça

A folha corrida de processos que José Serra responde foi apresentada por ele mesmo ao TSE (por imposição da lei, senão a candidatura é impugnada).

Dilma também apresentou, e as certidões dela nada consta, ou seja, ela não tem nenhum processo.

Serra tem 17 processos, sendo pelo menos 4 por corrupção (Improbidade Administrativa):

No TRF1 (Justiça Federal do Distrito Federal):

1) Processo nº 2000.34.00.033429-7 (Improbidade Administrativa)
2) Processo nº 2002.34.00.007485-9 (Ação Popular, atos administrativos)
3) Processo nº 2009.34.00.030112-0 (Improbidade Administrativa)
4) Processo nº 94.00.11899-6 (Improbidade Administrativa)
5) Processo nº 2003.34.00.039140-7 (Improbidade Administrativa)

No TRF3 (Justiça Federal de São Paulo):

6) Processo nº 2005.03.00.091802-3 e Processo nº 2006.03.00.105675-0 (parecem ser sobre a mesma coisa) - Agravo de Instrumento


Vejam o restante da relação (com as cópias dos documentos) no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Auditoria mostra que tucanos desviaram R$ 400 milhões do SUS

O dinheiro deveria ter sido usado para garantir remédios de graça para 40 milhões de cidadãos do estado de São Paulo, mas desapareceu na contabilidade dos governos do PSDB nos últimos 10 anos. Por recomendação dos auditores, com base na lei, o governo paulista terá que explicar onde foram parar essas verbas do SUS e, em seguida, ressarcir a União pelo prejuízo. Quando assumir, pela terceira vez, o governo de São Paulo em 1º de janeiro de 2011, o tucano Geraldo Alckmin terá que prestar contas desse sumiço. O artigo é de Leandro Fortes, da Carta Capital.

domingo, 24 de outubro de 2010

Record notícia depoimento do Amaury - Globo e Folha abafam corrupção de Serra



Record noticiou o conteúdo do depoimento do jornalista Amaury Ribeiro Júnior.

A Globo (TV e jornal) e a Folha de São Paulo, escondem a notícia, abafando e protegendo José Serra de três escândalos de corrupção:
- a montagem de um grupo de espionagem política;
- negociatas nas privatizações;
- calúnia e injúria ao tentar culpar Dilma por dossiês produzidos por tucanos;

Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Paulo Preto: novas denúncias revelam mar de lama no governo Serra


A bancada do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo concedeu entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (13) para revelar novas suspeitas de casos de corrupção envolvendo o chamado "homem-bomba" do PSDB, o engenheiro Paulo Vieira de Souza, também conhecido como Paulo Preto. Integrande do grupo do agora senador eleito Aloysio Nunes Ferreira, Preto era homem de confiança dos tucanos paulistas até que foi acusado de sumir com quatro milhões de reais do "caixa 2" da campanha de Serra.

As maracutais envolvendo o ex-presidente da Dersa, Paulo Preto, já eram bastante conhecidas nos bastidores do mundo político. Matérias da revista Veja (clique aqui para ler) e da revista IstoÉ (leia aqui) já tinham trazido à tona graves suspeitas sobre o engenheiro que ocupou cargos de grande importância no governo paulista na gestão do então governador José Serra (PSDB). Mas o nome de Paulo Preto foi jogado sob holofotes mais intensos depois que a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, durante o debate da Rede Bandeirantes, no último domingo (10), citou o desvio de R$ 4 milhões do caixa de campanha de José Serra. O dinheiro teria sido arrecadado por Paulo Preto junto a empreiteiras e depois sumido.


Vejam mais detalhe no PORTAL VERMELHO

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ninguém quer saber da declaração de renda do Gregório, casado com a prima do Serra

Se for para falar de Gregório Marim Preciado, assunto não falta, e a última coisa que vai interessar é a declaração de renda dele de 2009, feita por ele próprio, e obviamente ele não iria declarar coisas que não pode, que o embaraçasse perante o fisco. E isso demonstra o quanto é inverossímil o factóide do suposto dossiê que ninguém viu.

Ninguém precisa de mais nada que já não seja do conhecimento público. Basta refrescar a memória:

Gregório Marin Preciado é um espanhol naturalizado brasileiro, e casado com a prima de José Serra (PSDB/SP), Vicencia Talan Marin. Até aí tudo bem, não fossem os fatos:




Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Justiça confirma "Lista de Furnas" e absolve seu divulgador

Enfrentando máquina montada para desacreditar "Lista de Furnas", Justiça confirma sua autenticidade, absolve divulgador e condena deputado.

“Lista de Furnas”. Único documento que comprova como funciona o esquema de corrupção no Brasil entre financiadores e financiados no período eleitoral apareceu anos atrás no desenrolar da apuração do Mensalão e Valerioduto mineiro.

Na época a temida “Lista de Furnas” caiu como uma bomba nas redações dos principais veículos de comunicação do País.


Vejam mais em NOVO JORNAL



domingo, 20 de junho de 2010

Coragem, Folha! Ocultar provas da justiça é crime.

O jornal Folha de São Paulo volta com a ladainha de acusar quebra de sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira.

É tentativa de pautar o noticiário com Eduardo Jorge, retirando o foco do livro de Amaury Ribeiro Junior, onde mostra a sociedade, em uma empresa no exterior, da filha de José Serra (PSDB/SP) com a irmã de Daniel Dantas, e outros negócios dela e do marido (genro de Serra) envolvendo paraísos fiscais.


O PT (vilanizado pela estória de ficção da Folha) já representou na Polícia Federal, para abrir inquérito apurando esta suposta quebra do sigilo bancário e fiscal do Eduardo Jorge.

A Folha precisa ter coragem e colaborar com investigações, entregando os documentos que diz ter em mãos, para perícia da Polícia Federal. Isso nada tem a ver com revelar fontes.



Vejam o texto completo no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA antes que seja censurado

domingo, 6 de junho de 2010

Não é dossiê, é livro:Os porões da privataria

Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC.

Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três de seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, têm o que explicar ao Brasil.


Vejam mais (muito mais) no blog OS AMIGOS DA PRESIDENTE DILMA

sábado, 5 de junho de 2010

Reviravolta: Onézimo de Souza, da revista Veja, é da turma de arapongagem de Serra e Itagiba desde o Ministério da Saúde

Em primeira mão no blog Os Amigos do Presidente Lula em 05/06/2010 às 07:11hs

A revista Veja traz entrevista com um ex-delegado da Polícia Federal, Onézimo de Souza, que acusa de aloprado o jornalista Luiz Lanzetta, dono da empresa de que emprega os assessores da área de comunicação de Dilma e, acusou indiretamente, o ex-prefeito Fernando Pimentel.

O que a revista não conta é que Onézimo de Souza foi parceiro de Marcelo Itagiba, nos tempos de arapongagem no Ministério da Saúde de José Serra (PSDB/SP), o que muda completamente o cenário dos fatos.

Quando José Serra (PSDB/SP) era Ministro da Saúde do governo FHC, montou um serviço de inteligência na ANVISA, sob a gerência do então delegado da PF, Marcelo Itagiba (PSDB/SP).


Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sábado, 15 de maio de 2010

Serra em encontro com ex-presidente da ALSTOM

O ex-presidente da Alstom do Brasil na época em que a empresa é investigada por suposto pagamento de propinas para demo-tucanos paulistas, José Luiz Alquéres, promoveu encontro de empresários com José Serra (PSDB/SP) na Associação Comercial do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (foto acima).


Vejam também a foto do "Senhor Alstom" integrante do tal instituto Millenium no blog Os Amigos do Presidente Lula

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Por que tucanato entregou metrô de SP ao "bando da Linha Amarela"

As empresas Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e... Alstom constituem o consórcio Via Amarela. Cada uma dessas empresas, quando separada, já constitui historicamente uma grande dor de cabeça para quem se encarrega de fiscalizar a aplicação do dinheiro público. Especialmente no que se refere a sua relação com os políticos donos dos respectivos poderes. Imagine-se agindo em consórcio ou... em bando.

Ainda está pendente a responsabilização pelo desabamento da futura estação Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. O “buraco de Serra”, como ficou conhecido, matou sete pessoas e engoliu alguns veículos.

Ainda hoje, governo do estado e consórcio Via Amarela se engalfinham na produção de perícias e laudos. Cada qual a querer “tirar o seu da reta”. Do mesmo modo, até hoje não se resolveu o problema da obra da linha 4-Amarela que, desde maio de 2007, durante o governo Serra, já danificou e/ou afundou mais de 300 casas no bairro de Butantã, também na zona oeste da capital paulistana.

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Desvendada a rota do propinoduto da Alstom para tucanos

Em longa reportagem de Carta Capital desta semana (02.09), o jornalista Gilberto Nascimento traz o rastreamento mais completo já feito sobre o propinoduto alimentado pela Alstom - às vezes, associada a Siemens - para manter o esquema de corrupção que de 1998 até agora, segundo as denúncias, paga suborno a políticos do PSDB e a autoridades do governo tucano paulista.

Aos que imaginavam que as relações dessas multis com o tucanato paulista cessou anos atrás, quando surgiram as primeiras denúncias, a revista mostra o contrário. "O governo Serra mantém a mesma relação com a Alstom", assinala Carta Capital para, em outro ponto, mostrar o levantamento a que chegou.

"Os recursos destinados à Alstom - mostra o rastreamento - aumentaram entre os governos tucanos de Alckmin e Serra. Houve uma elevação no valor dos contratos de 34,5%. Na gestão de Alckmin, entre 2001 e 2006, eles totalizaram R$ 3,1 bilhões. Nos dois anos e meio de Serra, R$ 2,08 bilhões. Por mês, Alckmin destinou à empresa R$ 51 milhões e Serra, R$ 69,5 milhões."



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terça-feira, 7 de abril de 2009

Em Minas já se diz: “Olha o Tucanoduto de volta”

É inacreditável como as autoridades e dirigentes das estatais mineiras encontram-se à vontade para a prática de irregularidades. Minas Gerais realmente se transformou em Pasárgada, a terra onde sendo amigo do Rei tudo é possível.

Depois da investigação realizada pela Procuradoria Geral da República no ano 2000, onde se apurou o enorme esquema montado pelo Secretário da Presidência da República no período de FHC, Eduardo Jorge, para favorecer a empresa Montreal Informática, que mantinha diversos contratos com empresas do governo federal, inclusive com o Ministério da Justiça, sem qualquer licitação, os administradores públicos seriam mais cautelosos.



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sexta-feira, 25 de abril de 2008

A Casa da Dinda, da Irene, da Mãe Joana

O delegado de polícia Luiz Fernando Tubino afirmou, na CPI do Detran, que tem informações da Operação Rodin dando conta que o lobista tucano Lair Ferst (um dos principais acusados de pertencer à quadrilha) pagou R$ 400 mil da casa comprada pela governadora Yeda Crusius (PSDB) no final de 2006, logo após o segundo turno da campanha eleitoral. Segundo Tubino, a casa foi comprada do consultor Eduardo Laranja, dono da Self Engenharia, empresa que seria uma das maiores devedoras do Banrisul. Leia esta matéria e a cobertura no RS urgente.