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quinta-feira, 10 de março de 2016

Aécio Neves, o mais citado

Aécio Neves lidera citações mundiais no twitter desde ontem.
Ele já foi citado cinco vezes por delatores na Lava-Jato.
Ele está na parte da delação de Delcídio Amaral cujo conteúdo integral não vaza.
Aécio é o campeão de citações.
E nada de investigação.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

O público e o privado na lista completa dos ‘empréstimos’ de aeronaves de Minas por Aécio

O uso que Aécio fez dos dois jatos, um Citation e um Learjet, um helicóptero Dauphin e um turboélice King Air pertencentes ao estado é um caso de estudo em matéria de patrimonialismo.
Foram 1430 viagens ao todo, 110 com pouso ou decolagem do famoso aeroporto de Cláudio, construído nas terras do tio Múcio Toletino, que ficou com a chave por um bom tempo.
Pelo menos 198 vezes ele não estava a bordo. Um decreto de 2005 estabelece que esse equipamento destina-se “ao transporte do governador, vice-governador, secretários de Estado, ao presidente da Assembleia Legislativa e outras autoridades públicas” e serve “para desempenho de atividades próprias dos serviços públicos”. A linha entre o interesse público e o privado é tênue.
Parte desses empréstimos de aeronave foi objeto de matéria da Folha do início de novembro. Parte.
Luciano Huck, companheiro de Aécio presente nas horas incertas como a “festa da vitória” em 2014, foi a Tiradentes em agosto de 2004. Alguns dias depois, com Sandy, Junior e o empresário da dupla, rumou para Santa Bárbara. Estavam gravando um quadro para o programa.

Confira o texto completo no Diário do Centro do Mundo

terça-feira, 10 de novembro de 2015

O que passou pela cabeça de Roberto Civita ao usar um avião pago pelos cidadãos mineiros?


Roberto Civita teria sido um excelente embaixador da Abril, uma posição em que poderia usar as virtudes que lhe faltavam como editor.
Jornalistas, dizia ele, têm uma vantagem sobre todas as demais atividades. Podem saciar sua curiosidade sem parecerem fofoqueiros: é o jornalismo que as leva a fazer perguntas e mais perguntas, muitas delas indiscretas.
Até por causa disso, jamais deixei de perguntar nada a RC. Nos últimos anos dele, perguntei várias vezes como ele deixara a Veja chegar ao abismo editorial em que hoje está atolada.
Cheguei a cunhar uma expressão em 2006: a Veja se “mainardizara”. Tornara-se uma extensão do então colunista Diogo Mainardi.
Curioso notar, quase dez anos depois, que a imprensa como um todo se mainardizou, na fúria persecutória e desonesta contra Lula.
Tudo isso posto, eu perguntaria a Roberto Civita, hoje, se não lhe ocorreu que era uma indecência viajar no avião de Minas Gerais , com a mulher Maria Antônia, por convite de Aécio.
Milton Friedman, o brilhante economista conservador, tinha uma frase muito citada na mídia brasileira: “Não há almoço grátis.” Jornalistas da Folha dizem que era o motto de Octavio Frias, o velho.
Também não existe vôo grátis. Alguém paga, e no caso era o contribuinte mineiro. A gasolina, o piloto, a manutenção, tudo isso foi bancado, na viagem de RC e sua mulher, pelo cidadão de Minas.
É parte da cultura da plutocracia brasileira: nós podemos tudo.


Confira o texto de Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

Aécio cedeu avião de Minas até a Roberto Civita

Registros do Gabinete Militar de Minas Gerais mostram que durante o governo do tucano Aécio Neves (2003-2010) aeronaves do Estado foram cedidas para deslocamentos de políticos, celebridades, empresários e outras pessoas de fora da administração pública a pedido do então governador mineiro.

Este trecho de notícia é original da Folha de São Paulo, mas foi vista no Diário do Centro do Mundo


Confira também: - A farra dos aviões é um aperitivo do Aécio faria se eleito presidente.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Por que Aécio e FHC não sugerem a renúncia de Cunha?

Tudo isto posto, somos ainda obrigados a ouvir a Dupla Dinâmica recomendando a Dilma que renuncie.
Não vou nem dizer que a proposta poderia valer para eles dois, pelo mal que estão fazendo à democracia.
Há um ano eles dois importunam os brasileiros com seu golpismo intolerável.
Mas vou adiante.
Já que falam tanto em renúncia, por que eles não endereçam a pergunta ao maior símbolo da corrupção nacional, Eduardo Cunha, o homem que conseguiu colocar até Jesus em seus trambiques.
Cada dia que passa sem que nada aconteça com Cunha diante das assombrosas revelações suíças é uma bofetada na cara dos brasileiros.
Por que Aécio e FHC não sugerem a ele que renuncie?
Por um único motivo: pertencem ao mesmo grupo, os três.
FHC, Aécio e Cunha representam a plutocracia tentando, mais uma vez, tomar de assalto a democracia.

Cunha, o impeachment e a hipocrisia de Aécio Neves


Em uma tentativa de justificar a negativa do PSDB a acompanhar o pedido de investigação contra Eduardo Cunha no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, o presidente da sigla e candidato presidencial derrotado nas últimas eleições, Aécio Neves, deu mais uma prova de sua hipocrisia, comparando a atitude dos tucanos com relação a Cunha com a negativa do PSOL a apoiar o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Como se fosse a mesma coisa, ele disse que, assim como o PSDB não assinou a representação do PSOL contra Cunha, o PSOL não assinou os pedidos de impedimento da presidenta.
Alguém deveria explicar ao ex-candidato que Cunha está formalmente denunciado pela Procuradoria General da República, com provas robustas, pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão ilegal de divisas. Também foi acusado por delatores da operação lava-jato de ter recebido uma propina de 5 milhões de reais e a justiça suíça informou à justiça brasileira que tem contas secretas nesse país com movimentações de dezenas de milhões, irrigadas por transferências de lobistas ligados a empresas com contratos suspeitos da Petrobrás. Alguém deveria avisar ao senhor Aécio que Cunha mentiu em depoimento dado numa CPI, afirmando que não possuía contas no exterior. Alguém deveria lembrar a Neves que não é a primeira vez que Cunha se envolve em escândalos de corrupção: é assim desde o primeiro cargo que ocupou no Estado, durante o governo Collor, como colaborador de PC Farias.
E alguém deveria explicar ao senhor Aécio que a presidenta Dilma, independentemente da minha opinião sobre seu governo, que acho muito ruim, ou sobre seu programa econômico, que é exatamente o do PSDB (Aécio deveria estar feliz!), não foi acusada de crime algum. Não existe acusação e muito menos provas de que a presidenta tenha participado de qualquer ato de corrupção ou tenha se enriquecido de forma ilícita. E não há, até agora, na opinião do PSOL, motivos constitucionais para o impeachment.
Deputado Jean Wyllys
Vice-líder do PSOL na Câmara

Confira o texto no Jornal GGN

sábado, 3 de outubro de 2015

Como classificar o silêncio de Aécio e FHC sobre Cunha?

Sabe o silêncio que Cunha fez quando Chico Alencar perguntou a ele na Câmara se tinha mesmo contas na Suíça?
Como poderíamos classificá-lo?
Cínico. Cafajeste. Culpado. Canalha. Indecente. Patético. Debochado.
Bem, é só ir ao dicionário em busca de palavras negativas e você vai ver que cada uma delas caberá ao silêncio de Cunha diante de Chico Alencar.
Você verá, também, que cada um dos adjetivos vale, igualmente, para o silêncio de FHC, Aécio e Serra sobre o escândalo das contas de Cunha na Suíça.
É um silêncio particularmente revelador este dos tucanos porque mostra a natureza da sua pregação anticorrupção.
Como os golpistas de 1954 e 1964, que tanto usaram o “mar de lama” para derrubar governos democraticamente eleitos pelo povo, o que menos interessa aos tucanos hoje é acabar com a corrupção.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Nova empresa aérea, a Air Écio, fará trecho Belo Horizonte-Rio-Búzios

Apesar da crise, existe um setor que não para de crescer. O anúncio de mais uma companhia aérea no mercado agitou o cenário da aviação nacional. Sediada em Cláudio-MG, a Air Écio entra em atividade cobrindo os trechos Belo Horizonte-Rio, Belo Horizonte-Búzios e Belo Horizonte-Angra dos Reis.
O comandante e dono da Air Écio já fez o trecho pelo menos umas 124 vezes para garantir a qualidade e o bom atendimento aos passageiros que optarem pela companhia. A empresa promete também ser competitiva nos preços já que o combustível, os aviões e a tripulação já foram pagas pelo contribuinte.

Reprodução do Sensacionalista

Onde estão as explicações de Aécio sobre a farra aérea?

Aécio é o real vampiro da política nacional. Ele simplesmente não suporta a luz do sol.
Por luz do sol, entenda-se o seguinte: ser fiscalizado.
Em seus anos no governo de Minas, ele simplesmente eliminou a fiscalização. Estava tudo dominado.
E então ele fez coisas como o uso torrencial e privado do avião oficial de Minas, como se soube hoje.
Apenas para o Rio, foram 127 voos, a maior parte perto do final de semana. Num Carnaval, o avião foi usado para levar Aécio a Florianópolis, onde morava sua então namorada e atual mulher, Letícia.
Quer dizer: os contribuintes mineiros financiaram o namoro carnavalesco de seu festeiro governador.

Continue lendo no Diário do Centro do Mundo.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Como as pessoas envolvidas no vazamento da Lista de Furnas foram caladas

Em Minas Gerais, uma das formas de entender o que representaram os doze anos do governo de Aécio Neves – sete dele mesmo e cinco de Antonio Anastasia – é conhecer a trajetória do publicitário Marco Aurélio Carone.
Em 2002, Carone se candidatou a governador pelo minúsculo PSDC, mas sua missão, segundo ele conta, não era chegar ao Palácio da Liberdade, mas defender Aécio no enfrentamento com o ex-governador Newton Cardoso, também candidato.
Aécio ganhou e, pela atuação de Carone, o partido dele foi recompensado pelo caixa de campanha de Aécio, e o próprio candidato, alguns anos depois, vendeu o título de seu jornal, Diário de Minas, o mais antigo do Estado, para um grupo ligado a Aécio Neves.

Continue lendo no Diário do Centro do Mundo

domingo, 6 de setembro de 2015

Como o tio de Aécio foi beneficiado pela construção do aeroporto de Cláudio

Cheia de dedos, a Folha de S. Paulo deste sábado (5) revela que o tio-avô de Aécio Neves (PSDB), o ex-prefeito Múcio Tolentino, 90, usará parte do dinheiro que receberá de indenização do Estado de Minas Gerais para pagar um processo sofrido por ter usado indevidamente recursos do Estado de Minas Gerais. O caso está relacionado à construção do aeroporto de Cláudio, episódio que veio a público somente na eleição presidencial do ano passado.


Confira no Jornal GGN

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Doleiro Youssef diz que Aécio recebeu dinheiro de corrupção de Furnas

O doleiro Alberto Youssef afirmou nesta terça-feira durante depoimento à CPI da Petrobras que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu dinheiro de corrupção envolvendo Furnas, subsidiária da Eletrobras.
"Eu confirmo (que Aécio recebeu dinheiro de corrupção) por conta do que eu escutava do deputado José Janene, que era meu compadre e eu era operador dele", disse o doleiro.

Aécio não pôde ser imediatamente contatado para comentar o assunto.

Reprodução da Reuters

Zé Simão: “É verdade que o Aécio perdeu nas urnas e ganhou em Furnas?”

Aécio virou piada. Em seu facebook, Zé Simão perguntou: “É verdade que o Aécio perdeu nas urnas e ganhou em Furnas?”


Reprodução do Diário do Centro do Mundo

domingo, 9 de agosto de 2015

MP pede arquivamento de investigação sobre aeroporto de Cláudio

A investigação sobre as obras que ocorreram no aeroporto de Cláudio, que, antes da desapropriação, pertencia à família do senador Aécio Neves (PSDB), recebeu um pedido de arquivamento do Ministério Público de Minas Gerais. A informação foi divulgada pelo portal "G1".
 
Segundo o portal, os promotores Maria Elmira Evangelina do Amaral Dick, Fernanda Karan Monteiro, Tatiana Pereira e José Carlos Fernandes Júnior concluíram que não foram constatados superfaturamento no valor da obra e nem favorecimento à família do ex-governador.


Confira em O Tempo, via DCM.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Por que não vazou antes o que Youssef disse de Aécio?

O caráter seletivamente canalha dos vazamentos da Lava Jato ficou claro ontem com a revelação de que Aécio tinha sido citado pelo doleiro Youssef.
Não só Aécio, a rigor, mas a família Neves. Também uma irmã – não nomeada, mas que só pode ser Andrea, braço direito dele – foi citada.
Youssef vinculou os irmãos Neves a propinas da célebre Lista de Furnas – uma hidrelétrica estatal que alegadamente abasteceu copiosamente figurões do PSDB nos tempos em que o partido estava no poder.
A existência da lista tem sido objeto de controvérsia. É inegável que as palavras de Youssef, se não bastaram para Janot recomendar que Aécio fosse investigado, reforçam a hipótese de que a lista é genuína.
Como ponderou um jornalista, você pode avaliar a gravidade do caso com a seguinte pergunta: o que teria ocorrido se o vazamento surgisse na campanha eleitoral?
Bem, é uma pergunta sobretudo retórica. Todo vazamento que implicava o PT, e por consequência Dilma e Lula, era recebido com fanfarra nas redações das grandes empresas jornalísticas.
É difícil acreditar que alguma delas desse acolhida a qualquer coisa que pudesse atrapalhar Aécio.
Da mesma forma, o intuito dos responsáveis pelos vazamentos – presumivelmente os policiais federais sob o comando do juiz Sérgio Moro – era ver Aécio na presidência.

Continue lendo no Diário do Centro do Mundo

Janot livra Aécio de inquérito na Lava Jato e Aécio se sente "homenageado"


O Procurador-geral da República entendeu que não existem elementos que justifiquem investigar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, citado em delação do doleiro Alberto Youssef.
A lista de Janot, enviada no começo da noite de ontem, terça-feira, ao Supremo Tribunal Federal (STF) pede o arquivamento de investigação envolvendo o senador por Minas Gerais e candidato derrotado à presidência da República nas últimas eleições.
O nome do tucano veio à baila no depoimento do doleiro Alberto Youssef, mas a Procuradoria entendeu que as informações ali contidas não são suficientes para que ele seja investigado, por isso sugeriu ao ministro Teori Zavascki o arquivamento da denúncia. No entanto, ainda não se sabe o teor da citação envolvendo o tucano ou mesmo se ele recebeu propina.
A solicitação de Janot corre sob sigilo de Justiça e será analisada pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF.

Leia mais no Jornal GGN

Youssef liga Aécio a esquema de propinas de Furnas

Em delação premiada à qual o Estado teve acesso, o delator Youssef afirmou que Aécio teria recebido dinheiro fruto de propina de Furnas, estatal do setor elétrico, por meio “de sua irmã”, sem citar nomes ou detalhes. Aécio tem duas irmãs, Angela e Andrea – a última trabalhou no governo mineiro e na campanha eleitoral de 2014.
O termo de colaboração número 20, que registra confissão do doleiro feita no fim do ano passado, tem como “tema principal: Furnas e o recebimento de propina pelo Partido Progressista e pelo PSDB”. Além de Aécio, são citados o ex-deputado do PP José Janene, morto em 2009, e um executivo da empresa Bauruense.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Ganhar eleição, não ganha, mas censurar é com ele: a nova investida de Aécio sobre o Twitter

Aécio volta a atacar numa área em que é especialista: a intimidação. A Justiça de São Paulo determinou a quebra dos sigilos cadastrais de 20 usuários do Twitter que teriam vinculado seu nome a crimes como o uso de drogas.
Com a decisão, seus advogados poderão processar cada um deles. É o desdobramento de um pedido feito ainda durante a campanha, quando requisitou-se o cadastro de 66 perfis da rede, entre eles o DCM.
A equipe jurídica do candidato acabou chegando, num primeiro momento, a 55. Foi então determinado que o Twitter repassasse os dados para o tribunal, com a ressalva de que nada fosse entregue aos advogados de Aécio até a análise do conteúdo. Trinta e cinco foram isentados pelo magistrado. As duas dezenas de “acusados” estão aqui.

sábado, 22 de novembro de 2014

O Senado procura Aécio Neves, o homem que propôs uma oposição “incansável”

Um espectro não ronda a política brasileira: o espectro do comparecimento de Aécio Neves ao trabalho.
O senador mineiro prometeu, terminada a eleição, fazer uma “oposição incansável, inquebrantável e intransigente” ao governo.
Da tribuna, fez um discurso empolgado, com apartes ridículos de sicofantas como o colega Magno Malta.
“Ainda que por uma pequena margem, o desejo da maioria dos brasileiros foi que nos mantivéssemos na oposição, e é isso que faremos. Vamos fiscalizar, cobrar, denunciar”, disse. “Nosso projeto para o Brasil continua mais vivo do que nunca”. Falou por 30 minutos para um plenário e galerias lotados.
Passados vinte dias, Aécio virtualmente desapareceu. Não foi ao Senado nem na semana em que estourou a Operação Lava Jato para tirar sua casquinha do episódio.
No registro de presença, ele deu WO em seis das onze sessões. A desculpa de sua assessoria de imprensa é de que tirou uns dias para descansar depois da campanha. Ele já havia feito a mesma coisa logo após o pleito.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Aécio Neves esconde que votou contra a valorização do salário mínimo

Aécio Neves contou uma mentira em seu programa eleitoral exibido na tarde do último sábado (11). O presidenciável tucano disse que apoiou a atual política que garante um aumento real do salário mínimo e disse que a medida foi criada pelo Congresso Nacional.
Na verdade, a regra do aumento real do salário mínimo foi criada no governo Lula, em 2006, em um pacto firmado com todas as centrais sindicais. Em seu primeiro ano de mandato, em 2011, Dilma Rousseff enviou ao Congresso Nacional uma proposta para manter a política de valorização salarial até 2014. Aécio Neves e todo o seu partido, o PSDB, votaram contra. Perderam, mas votaram contra. Além disso, Aécio e o PSDB entraram no STF alegando que a regra era inconstitucional. Perderam também no STF.

Confira no Pragmatismo Político