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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

A recuperação do desastre neoliberal

Porque a Islândia e a Letónia não pagarão (nem poderão) as trapaças dos cleptocratas

Podem a Islândia e a Letónia pagar as dívidas externas assumidas por uma diminuta camada da sua população?

A União Europeia e o Fundo Monetário Internacional disseram-lhes para substituir dívidas privadas por obrigações públicas e para pagá-las elevando impostos, cortando nos gastos públicos e obrigando cidadãos a esgotarem as suas poupanças.
(...)
Trata-se de um conjunto de suposições e teoria económica lixo amadas por cleptocratas, vigaristas e neoliberais, pois isso lhes permite obterem muita, muita riqueza e então correrem ao governo afirmando que um acidente como o Katrina verificou-se o qual exige que eles sejam plenamente salvo ou do contrário a economia entrará em colapso sem os seus serviços interesseiros de busca da riqueza. Este misticismo do "mercado racional" é o que agora passa por ser ciência económica. E é em nome desta ciência lixo que responsáveis financeiros da UE e, na verdade, banqueiros centrais de todo o mundo são doutrinados com viseiras que na verdade lhes permitem achar que todo o colapso das suas teorias é "inesperado".


Vejam o artigo completo em RESISTIR.INFO

terça-feira, 23 de setembro de 2008

O resgate de todos os resgates: golpe de Estado cleptocrata nos EUA


O governo dos EUA mudou radicalmente o caráter do capitalismo norte-americano. Trata-se, nem mais nem menos, de um “golpe de Estado” a favor da classe que Franklin Delano Roosevelt chamava de “bancgsters”. O que aconteceu nas últimas semanas pode alterar o curso do século que começa de maneira irreversível. Estamos diante da maior e mais desigual transferência de riqueza desde que se presentearam terras aos barões das ferrovias na era da Guerra Civil. A análise é de Michael Hudson.


Ninguém esperava que o capitalismo industrial terminasse deste modo. Mais do que isso, ninguém sequer imaginou que ele evoluiria nesta direção. Suspeito que essa cegueira seja freqüente entre os futurólogos: a tendência natural é pensar sobre a forma ótima de crescimento e desenvolvimento das economias. Mas sempre parece surgir um caminho imprevisto e então a sociedade se vai por uma tangente.

Vejam o texto completo na Carta Maior.