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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Seis mitos sobre o comunismo que ocorrem no capitalismo



A visão tópica de um 'comunismo opressivo' e um 'capitalismo livre' arraigada na consciência comum não reflete a realidade, já que muitos ou quase todos os 'pecados' atribuídos ao comunismo são inseparáveis do sistema capitalista.

Assim opina em seu artigo no portal Salon.com o blogueiro Jesse Myerson, que elaborou uma lista das afirmações errôneas mais comuns sobre os dois sistemas cujo antagonismo marcou o século XX e gerou muitos mitos históricos.

Texto original em RT. Tradução livre em NEBULOSA.DE.ÓRION

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Eu, robô Pioneiro da ficção científica, A Guerra das Salamandras antevê um mundo dominado pela globalização e consumo

Roberto de Sousa Causo
Publicada originalmente em 1936, A Guerra das Salamandras (Vàlka s Mloky) é uma obra de gênio, que captura muito do clima social e político do período do entreguerras. Seu autor, o tcheco Karel Čapek (1890-1938), é famoso por ter criado a palavra “robô” na peça R.U.R., de 1920, encenada pela primeira vez no Brasil em 2010, com direção de Leonel Moura.
Os robôs de Čapek, porém, são seres produzidos artificialmente e dotados de componentes orgânicos, conceito que a ficção científica firmaria mais tarde como “androide”. “Robô” veio do neologismo tcheco “robota”, sugerido a Karel por seu irmão Josef, e significa “trabalhador em regime de servidão”. Os androides da empresa norte-americana que os produzem são símbolos da exploração do trabalho, e a peça termina com uma destrutiva e malfadada revolta dos seres artificiais. 

Vejam o texto completo na REVISTA CULT

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Bonito, cheiroso e intoxicado!



Já falamos nesse Zumo sobre o The Story of Stuff, um interessante documentário online que faz uma feroz crítica ao consumismo e seus efeitos danosos ao nosso planeta. Agora a história se repete com o The Story of Cosmetics, que questiona o uso de susbtâncias químicas tóxicas na formulação de cosméticos e produtos de higiene do dia a dia.

Esse novo vídeo em flash foi ao ar no último dia 21 de julho e foi criado e dirigido por Annie Leonard que, com seu estilo simples e direto, fala sobre o uso de produtos químicos reconhecidamente tóxicos pela indústria de cosméticos, aparentemente mais interessados nos lucros do que no bem estar de seus consumidores.

Para quem não sabe, nos anos 1930 a indústria química tinha o mesmo prestígio da eletrônica nos dias de hoje. Isso porque dela saíam produtos milagrosos para a época, e que foram capazes de mudar a vida no nosso planeta (literalmente falando). Bons exemplos são o gás freon/CFC (1929) e o DDT (1939), considerado na época um pesticida eficiente, barato e até considerado seguro para o ser humano, ao ponto de ter existido nos anos 1940~50 um drinque chamado Mickey Slim — uma mistura de Gin com DDT que alguns alegam ter o mesmo efeito pirante do absinto.


Continue lendo no Zumo Blog.

terça-feira, 6 de julho de 2010

VINHO SANGUE DE PASSARINHO

O Nordeste do Estado de Minas Gerais, na bacia do Rio São Francisco, região pobre, possui ótimas terras para cultivo de fruticultura, o que vem sendo feito ultimamente. Ganha expressão econômica na região, com reflexos sociais, o cultivo de uvas de mesa, principalmente as do tipo Rubi e Itália. São produtos de ótima qualidade e boa apresentação.

Quando você, leitor, puser um belo cacho de uva sobre o prato e começar a saboreá-lo, apreciando tão belas excelências de sabor e perfume, marcantes características dos produtos da região, deverá saber que alguns passarinhos morreram em holocausto para que você pudesse usufruir desse sublime momento de prazer.

O custo de produção dessas uvas é um pouco mais elevado naquela região porque figuram investimentos dos fazendeiros em compras de espingardas, cartuchos e ordenados dos atiradores. A contratação de caçadores de passarinhos é necessária para que se possa preservar a incolumidade dos cachos de uva. Leia no PORTAL ECODEBATE.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Os mercados assaltam a educação

A Universidade de Middlesex, em Inglaterra, decidiu fechar o curso de Filosofia e encontrou forte oposição de alunos, pessoal e outros cidadãos. Tariq Ali juntou-se ao protesto a 15 de Maio, com esta intervenção junto ao edifício ocupado.

Kentucky Fried Educação: Os mercados assaltam a educação

“Queridos amigos, fiquei muito emocionado quando soube que vocês tinham ocupado este edifício, porque vivemos num tempo em que qualquer protesto contra o que fazem os ricos e poderosos, seja no mundo da política, da economia ou da academia, é mal encarado.

Aos que decidem que é importante protestar para tratar de endireitar o que está torto, ou para lutar pela justiça, costuma dizer-se-lhes que nunca chegarão a parte alguma. Se isto fosse assim, no passado, ninguém teria conquistado o direito ao voto. Na História, se tivesse sido assim, as mulheres continuariam sem direito ao voto.

Cada uma, cada uma das lutas que se conduziu permitiu melhorar os direitos democráticos das pessoas. Enquanto que os poderes existentes se obstinam, temos de continuar a luta.

Vejam mais em ESQUERDA.NET

terça-feira, 18 de maio de 2010

O império do consumo

Eduardo Galeano

O sistema fala em nome de todos, dirige a todos as suas ordens imperiosas de consumo, difunde entre todos a febre compradora; mas sem remédio: para quase todos esta aventura começa e termina no écran do televisor. A maioria, que se endivida para ter coisas, termina por ter nada mais que dívidas para pagar dívidas as quais geram novas dívidas, e acaba a consumir fantasias que por vezes materializa delinquindo.

Os donos do mundo usam o mundo como se fosse descartável: uma mercadoria de vida efémera, que se esgota como se esgotam, pouco depois de nascer, as imagens disparadas pela metralhadora da televisão e as modas e os ídolos que a publicidade lança, sem tréguas, no mercado. Mas para que outro mundo vamos mudar-nos?

Vejam o texto completo em RESISTIR.INFO

terça-feira, 16 de junho de 2009

El imperio del consumo y sus consecuencias en la vida cotidiana

escrito por Eduardo Galeano
Una civilización, que confunde la cantidad con la calidad, confunde la gordura con la buena alimentación.

(...)

Los dueños del mundo usan al mundo como si fuera descartable: una mercancía de vida efímera, que se agota como se agotan, a poco de nacer, las imágenes que dispara la ametralladora de la televisión y las modas y los ídolos que la publicidad lanza, sin tregua, al mercado. Pero, ¿a qué otro mundo vamos a mudarnos? ¿Estamos todos obligados a creernos el cuento de que Dios ha vendido el planeta a unas cuantas empresas, porque estando de mal humor decidió privatizar el universo? La sociedad de consumo es una trampa cazabobos. Los que tienen la manija simulan ignorarlo, pero cualquiera que tenga ojos en la cara puede ver que la gran mayoría de la gente consume poco, poquito y nada necesariamente, para garantizar la existencia de la poca naturaleza que nos queda. La injusticia social no es un error a corregir, ni un defecto a superar: Es una necesidad esencial. No hay naturaleza capaz de alimentar a un shopping center del tamaño del planeta.

Vejam o texto completo em Resumen Latinoamericano