Marco A. Gandásegui, h.
Alai
O presidente panamenho, Ricardo Martinelli, entrou em 28 de abril na Casa Branca para reunir-se com o mandatário norte-americano, Barack Obama. Juntos aparentemente anunciaram que o Executivo dos EEUU enviara ao Congresso o projeto de Tratado de Livre Comércio (TLC/TPC). O ex-presidente Bush nunca o havia enviado porque um Congresso controlado pelo Partido Democrata o rechaçaria. Quando Obama chegou à presidência não enviou o tratado com o Panamá pelas mesmas razões. Agora que o Congresso está em mãos do Partido Republicano, o presidente democrata envia o projeto com a certeza de que será aprovado.
A festa organizada por Martinelli em Washington é única por parte de um presidente panamenho. Para organizar festas a comitiva tem fama bem merecida. O numeroso grupo - que viajou em vários aviões - inclui a maior parte de seu Conselho de Gabinete, uma boa parte da bancada oficial na Assembléia e numerosas delegações empresariais. O Tratado cede aos EEUU direitos para introduzir todas as suas linhas de exportação sem pagar impostos e, além disso, inclui cláusulas que submetem à supervisão de Washington o “centro financeiro”. (Esta “última” conquista norteamericana beneficiará os bancos de duvidosa reputação do sul da Flórida). O Panamá só se beneficiará, segundo se anunciou, com um incremento de uns 20 por cento de sua cota de exportação de açúcar.
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
domingo, 2 de maio de 2010
Milhões de pessoas obrigadas a marchar em Cuba
Via-se em suas faces de alegria, em seus risos e canticos defendendo a Revolução de um extremo a outro da Ilha, nos meninos e meninas felizes, adolescentes, jovens brancos, negros, mestiços, nos de meia idade e também nos poucos milhares de pessoas mais velhas que ainda a custa de suas dores nos ossos ou de sua avançada idade não se permitiram o luxo de ver o acontecimento desde uma confortável poltrona frente à televisão, apesar de que assim poderiam apreciar melhor os detalhes, ao considerar esse privilégio uma ação imoral.
Às quatro da madrugada saí de minha casa para ir à Praça como faço sempre desde menino, junto a meu pai então, depois com meu filho nos braços e agora junto aos amigos e vizinhos, sem que ninguém do governo, do Partido ou da Segurança do Estado houvesse me forçado a mira de pistola, nem com ameaças grosseiras "a posteriori", simplesmente por esse sentimento de apoio à Revolução, ao socialismo, à pátria sempre ameaçada pelos inimigos reais, abutres imperiais ou subalternos desejosos a todo custo de destruir nossos sonhos de um amanhã e esta realidade de justiça social que todos compartilhamos, até aqueles fantoches e traidores que se alinham ao inimigo, não por convicções e principios, sim por contribuições que os permitam receber, como Judas modernos, a um punhado de moedas, ainda que a custa do sangue de seus irmãos devido a suas traições.
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terça-feira, 28 de abril de 2009
1º de maio passa a ser 'Dia do Trabalhador e da Trabalhadora'
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (10), projeto de lei (PLS 103/08) do senador Paulo Paim (PT-RS) que altera a denominação do ''Dia do Trabalho'', comemorado em 1º de maio. Paim afirma que essa data deve homenagear o trabalhador, e não o trabalho.
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