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terça-feira, 2 de abril de 2013

Militares investigaram Lula mesmo 11 anos após fim do Deops

Principal líder da esquerda brasileira no final da ditadura militar (1964-1985), o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva era frequentemente citado - e vigiado - nos documentos do Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Deops-SP), que controlava e reprimia movimentos políticos e sociais contrários ao regime. Na última segunda-feira, o Arquivo Público de São Paulo liberou a consulta pública, pela internet, de milhares de fichas digitalizadas e prontuários do departamento, produzidos entre 1923 e 1983. Lula aparece em ao menos 50 registros e, mesmo com a extinção do Deops, em 1983, foi investigado clandestinamente até 1994.


Confira no Terra

terça-feira, 12 de março de 2013

#RevoltadoBusão: Militantes de partidos políticos e movimentos sociais são investigados pela polícia potiguar

O RN parece viver tempos sombrios.  Como nos dias da ditadura, militantes políticos - de partidos e movimentos sociais - são investigados e monitorados pela Polícia devido à sua ação pública.
No contexto da investigação sobre a queima de ônibus durante a #RevoltadoBusao em setembro passado, eu e outros companheiros fomos elevados à categoria de investigados pela Polícia - ainda que não esteja exatamente claro qual crime a nós é atribuído, a não ser a cobertura ou a participação nos eventos.
 
 
Continue lendo no blog do Daniel Dantas.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Documento levanta suspeita de relação da Fiesp e consulado dos EUA com repressão

Ivan Seixas: “Quando torturavam no terceiro andar, o prédio inteiro ouvia e a redondeza também” (Foto: Fora do Eixo/Lino Bocchini)
Documento levanta suspeita de relação da Fiesp e consulado dos EUA com repressão São Paulo – Como qualquer repartição pública, o prédio do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), no centro de São Paulo, conservava seu registro de entrada e saída de funcionários e pessoas de fora. Mas o entra-e-sai nos anos 1970, período agudo da ditadura, tinha peculiaridades. Algumas pessoas chegavam no final do dia e só saíam na manhã seguinte. O fato é particularmente preocupante quando se lembra das atividades noturnas do local: interrogatórios e torturas. No próximo dia 18, a Comissão da Verdade de São Paulo realizará uma audiência pública, na Assembleia Legislativa, para tratar de “indícios de relações” entre membros da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do consulado dos Estados Unidos com órgãos de repressão. A Rede Brasil Atual teve acesso a alguns dos documentos obtidos pela comissão, encontrados no Arquivo Público do Estado.  

Vejam mais em REDE BRASIL ATUAL

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

'Folha de S. Paulo': o delator desmente; o jornal esconde


A Folha voltou à carga na edição desta 5ª feira. Não para admitir que no dia anterior induzira seus leitores a enxergar no ex-ministro José Dirceu um dos responsáveis pelo esquema de corrupção investigado na Operação Porto Seguro.

Não, o que o jornal tenta agora é produzir fiapos de verdade que justifiquem a manipulação desavergonhada.

Foi o que fez em 2009 também quando passou meses tentando provar que era verdadeira uma ficha falsa do DOPS sobre a então ministra Dilma Rousseff. A fraude, publicada como documento na 1ª página do jornal, em 5 de abril daquele ano, já era parte da campanha eleitoral do eterno candidato derrotado dos Frias à Presidência, José Serra.

Desta vez, o jornal foi à fonte para entrevistar o delator da Operação Porto Seguro, Cyonil Borges.No pingue pongue de 768 palavras publicado na edição de hoje, 29-11 (leia ao final desse texto: 'Não sou santo, mas não sou corrupto, diz delator do esquema'), o diário pergunta se o nome do ministro foi mencionado nos contatos que manteve com o esquema de corrupção dos irmãos Vieira.

A resposta de Cyonil: " O nome do ex-ministro, pelo que tudo indica, foi usado pelo Paulo (Vieira)." 

Vejam mais em CARTA MAIOR(Blog das Frases)

segunda-feira, 5 de março de 2012

As bombásticas revelações de Míster DOPS

Por Marina Amaral, da Agência Pública | Imagem: Rubem Grilo 



Um agente da repressão pós-64 fala (muito) à repórter 
Marina Amaral: torturas, assassinatos, intimidades com
 mídia, os bancos, a CIA…


Aos 80 anos, José Paulo Bonchristiano conserva o porte imponente dos tempos em que era o “doutor Paulo”, delegado do Departamento de Ordem Política e Social de São Paulo, “o melhor departamento de polícia da América Latina”, não se cansa de repetir.“O DOPS era um órgão de inteligência policial, fazíamos o levantamento de todo e qualquer cidadão que tivesse alguma coisa contra o governo, chegamos a ter fichas de 200 mil pessoas durante a revolução”, diz, referindo-se ao golpe militar de 1964, que deu origem aos 20 anos de ditadura no Brasil. 

Vejam o texto completo em OUTRAS PALAVRAS

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Minhas histórias com o delegado Tuma

O delegado Romeu Tuma foi uma das pessoas mais educadas que conheci em minha carreira profissional. Mas também um dos grandes enigmas. Sempre foi o bom policial, em contraposição ao delegado Fleury, o mau.


Continue lendo no blog do Luís Nassif.


Marcadores: "Tuma", "Romeu Tuma",

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Editorial II: AS CONTRADIÇÕES

Por Geraldo Elísio

"Quem é bom é livre, ainda que seja escravo. Quem é mau é escravo, ainda que seja livre." – Santo Agostinho

Encontrei um amigo que me honra com a leitura deste espaço. Ele me fez uma solicitação: “Na medida do possível narre alguns fatos interessantes sobre o golpe de 64 e que ainda não vieram a público.” Vamos lá.

Os delegados do temido Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) durante os anos de chumbo eram David Hazan e Thacyr Omar de Menezes Sai – que a esquerda gostava de gravar CIA – amigo de Dan Mitrione, justiçado no Uruguai pelos guerrilheiros Tupamaros. Hazan era mais ameno, enquanto “o Chinês” era um verdadeiro brutamonte.

Vejam o conteúdo integral desse editorial em NOVO JORNAL


sábado, 8 de agosto de 2009

Anistia: exposição e debate sobre a Oban em São Paulo

No dia 8/8/, sábado, o Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e pelo Memorial da Resistência de São Paulo promovem o debate 40 Anos da criação da Operação Bandeirante - Repressão clandestina transformada em rotina e inauguram a exposição A luta pela Anistia - 1964 - ?, para debater sobre a organização que atuou durante o regime militar. Considerado um dos órgãos de repressão mais violentos da Ditadura Militar no Brasil, a Operação Bandeirante (OBAN), foi criada pelo II Exército em São Paulo, no mês de julho de 1969. Foi um centro integrador das forças que reprimiram os que resistiam ao regime ilegal e ilegítimo dos militares que deram o Golpe em 1964, instalado na Rua Tutóia, onde atualmente funciona o 36° Distrito Policial da cidade.


Vejam o informe completo no Portal da Fundação Perseu Abramo

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Ossada encontrada em cemitério de SP é de preso político da ditadura

Um exame de DNA comprovou que uma ossada localizada no cemitério de Perus, na Zona Norte de São Paulo, é de Miguel Sabat Nuet, que foi preso político na época da ditadura militar no Brasil.

A notícia completa no G1.