terça-feira, 7 de agosto de 2018
Um império genocida
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Marcada por ditaduras, Guatemala vê genocida no banco dos réus
Um dos mais sanguinários dos muito sanguinários generais
ditadores que assolaram a Guatemala, Efraín Ríos Montt, está sentado no
banco dos réus, acusado de genocídio e crimes contra a humanidade, entre
outras selvagerias menores.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Foi Clinton que propôs aniquilar cinco mil muçulmanos em Srebrenica
No Tribunal de Haia reiniciou-se o processo do general sérvio Ratko Mladic, acusado de genocídio de muçulmanos na cidade de Srebrenica, situada na Bósnia-Herzegovina, em julho de 1995. A dirigente do Centro de Estudos da Crise nos Balcãs junto do Instituto de Pesquisas Eslavas, Elena Guskova, volta a afirmar não ter havido algum facto comprovado do genocídio.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Iminente golpe de estado na Síria - A OTAN prepara uma vasta operação de intoxicação
terça-feira, 8 de maio de 2012
Namibia, primeiro genocídio do século XX?
Uma história que poderia ter saído do armário há algumas semanas, se o Parlamento alemão não houvesse decidido -após um debate de apenas meia hora-, opor-se ao reconhecimento como genocídio a matança sistemática que fez contra diversas tribos da atual Namíbia no início do século XX.
Genocídio? Sim, provavelmente essa seria a melhor maneira de defini-lo, tal como afirma a expert do Museu de Etnologia de Colônia, Larissa Förster: "Foi claramente uma ordem para eliminar as pessoas pertencentes a um grupo étnico específico e somente porque formavam parte deste grupo".
O Executivo, por outro lado, negou a maior e aceitou somente uma mera "responsabilidade histórica e moral pela Namíbia". E mais, em 2004, o governo alemão desautorizou as palavras de seu ministro de Auxílio ao Desenvolvimento.
Vejam o texto original em EL PAÍS ou uma tradução livre em NEBULOSA.DE.ÓRION
sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
A Líbia, a esquerda europeia e o retorno do imperialismo humanitário
terça-feira, 1 de março de 2011
Guatemala, revelado o plano secreto de exterminio dos anos 80

O que é o Plano Sofía?
A revista “QUITANDO EL AGUA AL PEZ, Plan de Operaciones Sofía”, coordenada pela Fundação Madrid Paz e Solidariedade de CCOO, revela o plano militar gerado em 1982 pelo Alto Comando do Exército guatemalteco para o exterminio de sua população indígena camponesa, como parte da estratégia contra-insurgente do presidente Efraín Ríos Montt. No plano aparecem ordens e relatórios militares assinados por aqueles que executaram a missão genocida, exterminar o povo maia para, teoricamente, combater a guerrilha.
Vejam mais detalhes e o documento para download (PDF) em NODO50
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Alerta Genocídio! - Denúncia de assassinato de 22 ativistas de Direitos Humanos nos 75 dias de Governo Santos. Colômbia
Pelo menos 22 ativistas, um jornalista e um juiz foram assassinados durante os primeiros 75 dias do governo colombiano de Juan Manuel Santos, segundo um informe de grupos pró-direitos humanos apresentado hoje em Washington.
O Grupo Interdisciplinario por los Derechos Humanos (GIDH) e outras organizações expuseram perante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) o documento , que se baseia nos dados de uma plataforma que reune cerca de 200 organizações pró-direitos humanos, na Coordenação Colômbia-Europa-Estados Unidos (CCEEEU).Vejam mais detalhes em KAOSENLARED.NET
terça-feira, 12 de outubro de 2010
O maior genocidio da história. Reflexões sobre o 12 de outubro
(...)
Atualmente se calcula que 90% da população americana desapareceu nesse choque de civilizações, 70 milhões de mortos. É certo que as epidemias causaram uma boa parte da mortandade; mas também é certo que a redução dos povos originarios do americano à escravidão, mediante a prática da encomienda, debilitou espiritualmente e corporalmente aos aborígenes com castigos e penalidades, impondo-lhes o trabalho até a extenuação. També é certo que houve uma legislação protetora dos indios, mas sem efeito nem aplicação, foi puro papel molhado para salvar a cara da monarquia espanhola. A conquista de um território tão vasto como o continente americano foi um prolongado ato terrorista na qual uma matilha de lobos avançou sobre um rebanho de cordeiros.
Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET
domingo, 12 de setembro de 2010
11-S: Um milhão e meio de mortos iraquianos te contemplam
Em 2007, a agência de sondagens britânica Opinion Research Business apresentou os resultados de uma investigação realizada em conjunto com o Independent Institute for Administration and Civil Society Studies (IIACSS) de Iraq.
Os resultados foram arrepiantes: Um milhão e duzentas mil pessoas haviam perecido no Iraque desde março de 2003, quando os Estados Unidos invadiu um país que nada teve a ver com o 11-S. Atualmente, as vítimas superam o milhão e meio.
Esse genocídio é responsabilidade única e exclusiva de Washington, pois se a invasão não tivesse ocorrido, essas pessoas estariam vivas. Honrarão alquma vez esses mortos como fazem todos os anos com os do 11-S? Temo que não. Para o imperialismo existem mortos bons e mortos maus (ou invisíveis), da mesma maneira que existem terroristas bons e terroristas maus.
Blog del autor: http://jmalvarezblog.blogspot.com/ ]
Vejam também em REBELIÓN.ORG
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Faluja: anatomia de uma atrocidade
Vejam o texto completo em REBELION.ORG
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Há 48 anos, EUA oficializavam bloqueio total a Cuba
Em 3 de fevereiro de 1962, um ano após a ruptura unilateral de relações diplomáticas com Cuba, o presidente John Kennedy dos Estados Unidos assina o decreto que oficializa o embargo total do comércio com a ilha. Todas as transações comerciais, diplomáticas e aéreas entre o país caribenho e os outros países do continente foram rompidas - com exceção do México.
Por Max Altamn, em Opera Mundi
O bloqueio foi compartilhado pelos aliados ocidentais dos EUA. Na prática, Cuba se encontrava isolada desde 19 de outubro de 1960, quando foi decretado o embargo de todo tipo de mercadoria destinada à ilha. A partir de 1992, Cuba passou a apresentar todos os anos na Assembleia Geral da ONU uma resolução exigindo o fim imediato do bloqueio. Apesar de as resoluções serem anualmente aprovadas pela quase unanimidade dos países com exceção de EUA, Israel e Palau, até hoje foram todas em vão.Vejam mais no PORTAL VERMELHO
domingo, 28 de junho de 2009
Bajo el cañón de Israel
Tomamos el colegio y detuvimos a cualquier persona entre los 17 y los 50 años. Todos vinieron maniatados y con los ojos vendados. Cuando pedían ir al servicio, los soldados los llevaban y los golpeaban sin ninguna razón que justificara esas palizas. Muchos fueron detenidos para recabar información para los servicios de seguridad, no porque hubieran hecho algo. En general, a la gente se la mantuvo sentada durante 10 horas al sol. Se les daba agua de vez en cuando. Los soldados pasan 10 horas de pie, aburridos, así que golpean a la gente. Tal vez es su única satisfacción". Vejam mais em EL PAIS.COM
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Peru: matar os cidadãos com serenidade e firmeza
Leia e veja mais no Diário Gauche.
domingo, 31 de maio de 2009
RIAA e Obama: Aborto contra futuros competidores
Leia o texto em inglês do Blog Pirate
domingo, 22 de março de 2009
A proliferação do ódio
Alain Gresh, para Le Monde Diplomatique
sábado, 7 de fevereiro de 2009
"El gas sería peligroso para los que sacaban cadáveres"
Extracto de la entrevista de la televisión sueca al obispo Richard Williamson, rehabilitado por Ratzinger La entrevista de la televisión pública sueca (STV) fue realizada por los periodistas Ali Fegan y Lars- Göran Svensson. Ha recibido miles de visitas en YouTube.Pregunta. Obispo Williamson, ¿son éstas sus palabras?: "No hubo ningún judío que muriera en las cámaras de gas, son todo mentiras, mentiras, mentiras". ¿Son éstas sus palabras?
Respuesta. Sí, creo que está citando algo que dije en Canadá hace muchos años. Creo que las pruebas históricas están seriamente, enormemente, en contra de que se gaseara deliberadamente a seis millones de judíos en las cámaras de gas, como política deliberada de Adolf Hitler.
Vejam mais no ELPAIS.COM
domingo, 25 de janeiro de 2009
Alarme pelo uso de novas armas letais contra Gaza
Artigo de Erin Cunningham da IPS.
Gaza, 23/01/2009 - Mona Al-Ashkar, de 18 anos, não soube de imediato que a primeira explosão na escola da Organização das Nações Unidas em Beit Lahiya, na Faixa de Gaza, havia amputado a sua perna esquerda. Primeiro houve fumo, depois o caos. Mais tarde a dor e a falta de fé apoderaram-se dela, quando se deu conta de que o seu membro fora totalmente cortado. Mona é uma entre os 5.500 feridos que impressionaram os médicos palestinianos e internacionais pelo tipo de armamento usado na Operação Chumbo Fundido, que durante três semanas Israel atacou Gaza. Organizações de direitos humanos com a Amnistia Internacional acusam Israel de crimes de guerra.
Vejam o texto completo no Esquerda.Net
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
As coisas que se vêem de Haia

Quem é o responsável pelas mortes e pela destruição? O teste público, moral e judicial será aplicado aos três estadistas israelitas que enviaram o exército para a guerra contra uma população indefesa que não tinha sequer um local para se refugiar, uma guerra que é talvez a única na História contra uma faixa de terra encerrada por uma vedação.
Por Gideon Levy, publicado originalmente no Haaretz
Quando os canhões finalmente se tornarem silenciosos, chegará a altura para questionar e investigar. As nuvens de fumo em forma de cogumelo e a poeira desaparecerão num céu escuro; o fervor, a desensibilização serão para sempre esquecidos e talvez possamos ter uma imagem clara de Gaza em todo o seu horror. Veremos então o âmbito das mortes e da destruição, os cemitérios devastados e hospitais sobrelotados, os milhares de feridos e os mentalmente instáveis, as casas destruídas que permanecem depois desta guerra.
As perguntas que pedem para ser feitas, o mais cautelosamente possível, são sobre quem é o culpado e quem é o responsável. É provável que a excessiva vontade do Mundo em perdoar Israel volte a surgir nesta altura. Os pilotos e os artilheiros, as tripulações dos tanques e os soldados de infantaria, os generais e os milhares que embarcaram nesta guerra com a sua parte de zelo, aprenderão os resultados da natureza malvada e indiscriminada dos seus ataques militares. Talvez não paguem preço nenhum. Foram para a guerra, mas foram outros que os enviaram.
Vejam mais no Esquerda.Net
