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domingo, 23 de setembro de 2012

EUA sabiam o que ocorria na ditadura argentina, diz autor de documentário sobre as Avós da Praça de Maio

Charlie Tuggle, professor da UNC, defende a abertura dos documentos da diplomacia norte-americana



A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, entrega às Avós da Praça de Maio prêmio de direitos humanos, em dezembro de 2010

É difícil pensar em alguém que não conheça o movimento argentino das Avós da Praça de Maio. Há 35 anos, a organização investiga o paradeiro de cerca de 500 bebês que foram apropriados ilegalmente durante a ditadura militar no país. Pois as abuelas, que recentemente encontraram o 106º neto, passaram despercebidas entre muitas pessoas nos Estados Unidos. Pior: a própria história dos abusos cometidos pelo regime militar argentino é desconhecida entre os norte-americanos. É o que relata Charlie Tuggle, professor de jornalismo da UNC (Universidade da Carolina do Norte - Chapel Hill) e produtor do documentário “Las abuelas de Plaza de Mayo – A busca por identidade”, recém-lançado no país. Segundo Tuggle, a reação ao filme pode ser resumida numa frase: as pessoas simplesmente não sabiam do ocorrido. “Os norte-americanos têm uma ideia muito vaga sobre isso. Somos mal informados sobre o que aconteceu, como isso nos afetou e como estávamos envolvidos”, diz.

Vejam mais em OPERA MUNDI

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Após Malvinas, ditadura brasileira temia queda de Galtieri

Documentos da chancelaria brasileira dos anos 80 revelam os temores da ditadura de João Batista Figueiredo diante do fracasso de seus pares argentinos. Documentos mostram apreensão da ditadura com as Mães da Praça de Maio e o retorno dos "subversivos". Telegramas registram que embaixador em Londres, Roberto Campos, intercedeu para a liberação do repressor da ESMA, Alfredo Astiz, que foi deportado de Londres para a Argentina em um avião que fez escala no Rio de Janeiro, a bordo do qual viajaram diplomatas brasileiros. O artigo é de Dario Pignotti.    

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

domingo, 25 de março de 2012

Como o sistema ferroviário da Argentina foi saqueado

A rede ferroviária estatal argentina tinha 40.000 km e nela trabalhavam 190.000 empregados. Era a mais extensa da América Latina e, de certo modo, a coluna vertebral de um país. A história do desmonte desse sistema começa nos anos 60, quando montadoras estadunidenses e o Banco Mundial impulsionaram o Plano Larkin para desarmar a rede ferroviária do país, chegando até a reforma do Estado dos anos 90, quando o neoliberal Carlos Menem desmontou o Estado, privatizando todo seu patrimônio. O artigo é de Francisco Luque. 

Vejam em CARTA MAIOR

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Kirchner denuncia donos de jornais por crimes durante a ditadura

O governo argentino da presidente Cristina Kirchner apresentou nesta terça (21) uma denúncia formal à Justiça contra os dirigentes dos jornais "Clarín" e "La Nación", maiores veículos impressos do país, por crimes contra a humanidade ocorridos supostamente em 1976.

Conforme a denúncia, os delitos de "homicídio, extorsão, privação ilegítima de liberdade, tortura e associação ilícita" foram cometidos pelos dirigentes dos jornais em cumplicidade com o último regime militar argentino (1976-1983) durante a negociação da empresa Papel Prensa.

Atualmente a fábrica produz 75% do papel-jornal consumido no país.
As ações da empresa que hoje pertencem aos jornais denunciados foram compradas na época da família Graiver, vítima da repressão estatal durante a ditadura.


Vejam o texto completo no PORTAL VERMELHO

segunda-feira, 17 de maio de 2010

SE JACTABA DE DIRIGIR "UN GRUPO DE SOLDADOS" - Fue detenido un periodista acusado de delitos de lesa humanidad

Abel César Scollo fue detenido por su supuesta participación en el secuestro y desaparición de al menos dos personas durante la última dictadura militar. La detención fue ordenada por el juez federal de San Nicolás, Carlos Villafuerte Ruzo, y se concretó este mediodía en la puerta de la emisora FM Tiempo que, el 21 de marzo pasado, fue incendiada por los manifestantes que repudiaban la muerte de dos adolescentes atropellados por una camioneta de la Dirección de Tránsito de Baradero.

Vejam mais em PÁGINA/12

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Justiça Alemã emite mandado contra ex-ditador argentino

A ordem de prisão do ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla foi emitida pela justiça alemã nesta segunda-feira.

Videla ocupou o cardo de presidente argentino entre 1976 e 1981, após um golpe de Estado que derrubou a presidente María Estela Martínez de Perón. O mandado internacional de captura foi emitida pela morte do estudante Rolf Stawowiok, em 1978.

Vejam mais em ESQUERDA.NET

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

GOVERNO DENUNCIA AMEAÇAS CONTRA CRISTINA KIRCHNER

BUENOS AIRES, 14 DEZ (ANSA) - O governo argentino denunciou hoje que a presidente Cristina Kirchner foi alvo de ameaças na última sexta-feira, que teriam supostas relações com o julgamento iniciado naquele mesmo dia contra repressores da ditadura argentina.
De acordo com o chefe de Gabinete da Presidência, Aníbal Fernández, as ameaças foram feitas por meio de interferências nas comunicações de um helicóptero da frota presidencial, e teriam o objetivo de amedrontar o governo no dia em que era iniciado o julgamento contra o ex-capitão Alfredo Astiz e outras 18 pessoas, acusadas de terem cometidos crimes durante o regime militar.


Vejam mais em ANSALATINA

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

La hora de la patota de la Armada


El Tribunal Oral Federal 5 juzgará desde hoy a Astiz, Acosta, Cavallo, Pernías y Rolón, entre otros acusados de la Marina y fuerzas de seguridad, por los crímenes de Rodolfo Walsh, las monjas francesas, las fundadoras de Madres y otras 79 víctimas.

Hoy, a las 10, en el subsuelo de Comodoro Py, un tribunal argentino comenzará a juzgar a diecisiete represores de la ESMA, símbolo universal del terrorismo de Estado. Quedan detrás un tercio de siglo de impunidad, las leyes del olvido de Raúl Alfonsín, los indultos de Carlos Menem, la resistencia de las corporaciones política, judicial, empresaria y eclesiástica, y también centenares de madres y padres que murieron sin llegar a conocer justicia para sus seres queridos.

“¿Sabe cuántos Astiz hubo en la Armada?”, preguntó a un periodista en 1985 el contraalmirante Horacio Mayorga. “Trescientos”, confesó. El Tribunal Oral Federal 5 juzgará al primer puñado: trece marinos, dos policías, un prefecto y un oficial del Ejército. La lista incluye al capitán Jorge Acosta, jefe de inteligencia del Grupo de Tareas 3.3, y al propio Alfredo Astiz, icono de la cobardía desde que su foto rendido en Malvinas permitió identificarlo como quien se infiltró entre las Madres para seleccionar a las mujeres que la Armada arrojaría con vida desde un avión en vuelo. También estarán los capitanes Antonio Pernías y Juan Carlos Rolón, detonantes involuntarios de la confesión de Alfredo Scilingo a mediados de los ’90; el comisario Ernesto Weber, que les enseñó a usar la picana eléctrica en nombre de la Policía Federal, y el vicealmirante Oscar Montes, ex canciller de la dictadura.

(Nota do editor: - abaixo, texto que acompanha a foto:
Los represores Alfredo Astiz, Jorge Acosta, Ricardo Cavallo y Adolfo Donda.)

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

General argentino é condenado à prisão perpétua por crime da ditadura


O general reformado argentino que chefiou uma notória prisão na época da última ditadura militar do país foi condenado à prisão perpétua por crimes contra a humanidade.

Santiago Omar Riveros, de 86 anos, era o comandante do quartel de Campo de Mayo, nos arredores de Buenos Aires, e foi considerado culpado por seu envolvimento na morte do ativista comunista Floreal Avellaneda, que foi torturado e morto aos 15 anos de idade.

O texto continua na BBC Brasil.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Hallan huesos humanos y un paredón de fusilamiento en lo que fue el "Pozo de Arana"

El Equipo Argentino de Antropología Forense (EAAF) confirmó hoy el hallazgo de restos humanos cremados en el predio donde funcionó el "Pozo de Arana", un centro de detención clandestino que operó durante la última dictadura militar.

En una conferencia de prensa realizada esta tarde, la secretaria de Derechos Humanos bonaerense, Sara Derotier de Cobacho, reveló que además de "más de diez mil fragmentos de huesos humanos calcinados" se encontró un paredón con huellas de haber sido usado para fusilamientos, ya que tenía mas de 200 impactos de balas.


Vejam mais no Clarín.com

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Condenados tres ex jefes de la Fuerza Aérea por violación de derechos humanos durante la dictadura argentina

Un tribunal argentino condenó a tres jefes retirados de la Fuerza Aérea por crímenes cometidos durante la dictadura en centros clandestinos de detención. Uno de los sentenciados, el coronel retirado Alberto Barda, ex jefe del Grupo de Defensa Antiaérea (GADA) de Mar del Plata, ha recibido una pena de cadena perpetua por crímenes de lesa humanidad, mientras que los ex brigadieres de la Fuerza Aérea Hipólito Mariani y César Comes recibieron 25 años de cárcel por los secuestros, torturas y desapariciones ocurridas en el centro conocido como Mansión Seré, desde el 24 de marzo de 1976 hasta igual fecha de 1978.


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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Ex-comandantes da ditadura argentina são condenados à prisão perpétua

A Justiça argentina condenou nesta quinta-feira, 28, à prisão perpétua o general da reserva Antonio Bussi, interventor na província de Tucumán durante a ditadura (1976-83), a qual chegou a governar também durante o período democrático, e seu chefe militar, o ex-general Luciano Menéndez, pelo assassinato de um senador.

Indiciados por centenas de crimes de lesa-humanidade, Bussi, de 82 anos, e Menéndez, de 81, foram julgados pelo seqüestro, tortura e assassinato do senador peronista Guillermo Vargas Aignasse, em um processo iniciado em 5 de agosto por um tribunal federal de Tucumán (norte).

O senador e físico com militância universitária tinha 33 anos quando foi seqüestrado de sua casa, em Tucumán, na madrugada do golpe de Estado de 24 de março de 1976, diante de sua mulher e dos dois filhos pequenos, cujos depoimentos foram ouvidos no tribunal.

Antes do anúncio do veredicto, de condenação aos militares, ambos os acusados remontaram à ditadura e às suas políticas de terrorismo de Estado, enquadrando-as em uma "guerra contra a subversão marxista".


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