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quinta-feira, 16 de julho de 2015

“Nunca vi uma vergonha tamanha na história do Congresso”, diz Randolfe

Embora tenham sidos aprovados diversos requerimentos para a quebra de sigilos bancários de empresários poderosos, a CPI do HSBC resolveu voltar atrás. Isso despertou a fúria do vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que diz estar avaliando seu futuro na CPI e a própria existência do grupo. Mesmo depois de o Supremo Tribunal Federal ter dado sinal verde para as quebras, os senadores resolveram não fazê-lo.
“O que aconteceu foi o sepultamento de uma CPI da forma mais escandalosa que poderia ser vista”, diz Randolfe. “Só pode ser isso, num jogo de compadres reveem a quebra de sigilo anterior. Ou seja, não querem investigar, querem o sepultamento da comissão”, critica ele. “Nunca vi uma vergonha tamanha na história do Congresso Nacional”, acrescentou o senador.

Confira no IG (via DCM). 

sábado, 18 de abril de 2015

Ato contra PL da terceirização balança Câmara, que adia votações

Na noite desta quarta-feira (22), o balanço foi de milhares de trabalhadores que foram às ruas de todo o país, desde o início do dia, contra a aprovação do Projeto de Lei que prevê o aumento da terceirização. Convocada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), outras sindicais, movimentos, associações e partidos apoiaram e levaram os manifestantes à ocupar as ruas em ao menos 21 estados brasileiros. Ainda que sem impacto simbólico em repercussão midiática, o barulho chegou ao Congresso e a Câmara dos Deputados adiou em uma semana a discussão das emendas.
 
A CUT chegou a pedir que todos os trabalhadores deixassem seus postos no dia de ontem para aumentar a paralisação. “Para que continuemos a ter dignidade nos nosso trabalhos e não permitir que eles tirem nosso direitos”, conclamou o presidente da Central, Vagner Freitas.
 
No estado de São Paulo, diversas fábricas foram paralisadas. Embraer, General Motors, Honda, Toyota, Mercedez-Bens, Volks tiveram suas atividades interrrompidas pela manhã. 
 
Operários metalúrgicos, petroleiros, bancários, funcionalismo público, estudantes, e movimentos sociais e populares, reuniram-se também na avenida Paulista, em frente ao prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). 


Confira no Jornal GGN

segunda-feira, 23 de março de 2015

Para atender financiadores de campanha, Cunha ameaça a existência do SUS

Uma proposta de emenda à constituição de autoria do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se aprovada, poderá significar o mais duro golpe contra uma das maiores conquistas civilizatórias da sociedade brasileira no século XX: o Sistema Único de Saúde (SUS), universal e gratuito, criado para atender aos brasileiros, sem distinção de classe ou categoria profissional. Trata-se da PEC 451/2014, que obriga as empresas a pagarem planos de saúde privados para todos os seus empregados. E, consequentemente, desobriga o Estado a investir para que o SUS garanta atendimento de saúde de qualidade para todos.  

Reconhecido como um dos principais lobistas das empresas de telecomunicações no Congresso após sua atuação veemente contra a aprovação do novo Marco Civil da Internet, Cunha é também um dos mais legítimos representantes dos planos de saúde que, só nas últimas eleições, distribuíram R$ 52 milhões em doações para 131 candidaturas de 23 partidos, em todos os níveis. O presidente da Câmara foi o que recebeu o terceiro maior “incentivo”: R$ 250 mil, repassados à sua campanha pelo Saúde Bradesco.  


Leia mais na Agência Carta Maior, via Jornal GGN

terça-feira, 18 de novembro de 2014

A receita de Eduardo Cunha para virar heroi da mídia

Eduardo Cunha, candidato à presidência da Câmara, descobriu uma coisa aos 56 anos: basta ser contra o governo para virar um herói da mídia.
Cunha concede entrevistas, nestes últimos tempos, como se fosse um supercraque da Champions League.
Ele é um personagem ubíquo em jornais, revistas e sites das grandes empresas jornalísticas.
Bater em Dilma e no governo opera um milagre da transformação em seu perfil como personagem da mídia.
Cunha agora aparece dando sermões sobre corrupção – ele que no A a Z da malandragem preenche virtualmente todas as letras.
É que ele passou a ser amigo da imprensa.

Continue lendo no Diário do Centro do Mundo

domingo, 12 de outubro de 2014

Líder, PT perde 18% dos votos para deputado federal; PSDB ultrapassa PMDB

O PT, campeão de votos para deputado federal, teve uma queda de 18,3% nas eleições deste ano em comparação com o pleito de 2010, segundo levantamento feito pelo G1 com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Há quatro anos, a sigla recebeu 16,6 milhões de votos, número que inclui os nominais e na legenda nos 26 estados e no Distrito Federal. Em 2014, foram 13,5 milhões.


Leia mais no G1, com infográficos

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Brasil elege o Congresso mais conservador desde 1964

Apesar das manifestações de junho de 2013 — carregadas com o simbolismo de um movimento popular por renovação política e avanço nos direitos sociais —, o resultado das urnas revelou uma guinada em outra direção. Parlamentares conservadores se consolidaram como maioria na eleição da Câmara, de acordo com levantamento do Diap, o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar.
O aumento de militares, religiosos, ruralistas e outros segmentos mais identificados com o conservadorismo refletem, segundo o diretor do Diap, Antônio Augusto Queiroz, esse novo status. “O novo Congresso é, seguramente, o mais conservador do período pós-1964. As pessoas não sabem o que fazem as instituições e se você não tem esse domínio, é trágico”, afirma.
Ele acredita que a tensão criada pelo debate de pautas como a legalização do casamento gay e a descriminalização do aborto deve se acirrar no Congresso, agora com menos influência de mediadores tradicionais, que não conseguiram se reeleger. “No caso da Câmara, muitos dos parlamentares que cuidavam da articulação [para evitar tensões] não estarão na próxima legislatura. Algo como 40% da ‘elite’ do Congresso não estará na próxima legislatura, seja porque não conseguiu se reeleger ou disputou outros cargos. Houve uma guinada muito grande na direção do conservadorismo”, diz.


Confira no Pragmatismo Político

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Congresso anula sessão que depôs João Goulart em 1964

O Congresso Nacional aprovou na madrugada desta quinta-feira o projeto de resolução (PRN 4/13) dos senadores Pedro Simon (PMDB-RS) e Randolfe Rodrigues (Psol-AP) que anula a sessão do Congresso de 2 de abril de 1964, que declarou vaga a Presidência da República no mandato do presidente João Goulart, o Jango.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, avaliou que a votação é a “oportunidade histórica de reparar uma mancha na História do País”. Ele ressaltou que a sessão foi acompanhada pelo filho do ex-presidente, João Vicente Goulart. Os dois autores da proposição ressaltaram a ilegalidade em que a sessão se baseou: declarou a presidência vaga mesmo depois que João Goulart enviou ao Congresso um documento dizendo que estava no País e no exercício do cargo.


Confira no Correio do Povo.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Indígenas protestam contra mudança na demarcação de terras

Na semana em que a Constituição de 1988 completa 25 anos, índios de várias regiões do Brasil promovem nesta terça-feira em Brasília uma manifestação para defender os direitos que lhes foram assegurados pela Carta e protestar contra propostas no Congresso que os afetam.

A passeata, que segundo organizadores deverá agregar mais de mil líderes indígenas, além de quilombolas e apoiadores, integra uma série de atos em vários pontos do país promovidos pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

O principal alvo do grupo é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215. Defendida por parlamentares ruralistas, a PEC alteraria o processo de demarcação de terras indígenas.


Confira a notícia da BBC Brasil, disponível no UOL

terça-feira, 24 de setembro de 2013

O Congresso Nacional tem medo do deputado Bolsonaro

Bolsonaro defende a tortura. Por mais de uma vez ofendeu colegas, usou expressões racistas e homofóbicas. O Congresso parece ter, ou tem mesmo medo de Bolsonaro.
 
Bolsonaro surge na cena pública em outubro de 1987, numa reportagem. Então a revista Veja revelou que ele e outro militar planejavam explodir bombas em quartéis do Rio de Janeiro, e na adutora do Rio Gandú.
 
A ação se daria na luta por melhores salários para os militares – daí nasce a base de votos do agora deputado. Bolsonaro foi processado. Ele negou tudo, foi absolvido pelo Tribunal Militar, mas havia cometido um erro.
 
A revista publicou um croqui, desenhado pelo próprio Bolsonaro, com a bomba que seria colocada na adutora.


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Câmara dos Deputados rejeita PEC 37

O plenário da Câmara dos Deputados rejeitou na noite desta terça-feira a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, que vetava o poder de investigação do Ministério Público. Ao todo, 430 deputados votaram contra a PEC e nove a favor e duas abstenções. O texto agora será arquivado.


Confira no Correio do Povo

Royalties do petróleo serão divididos entre educação e saúde

A Câmara dos Deputados aprovou já na madrugada desta quarta-feira o projeto de lei do Executivo que destina 75% dos recursos dos royalties do petróleo para a educação pública, com prioridade para a educação básica, e 25% para a saúde. O governo queria que todos os recursos fossem destinados à educação. Mas, para a aprovação do projeto, as lideranças partidárias fizeram um acordo destinando parte dos recursos para a saúde.

O texto aprovado estabelece que será obrigatória a aplicação dos recursos dos royalties na educação e na saúde pela União, estados e municípios. A proposta também determina que 50% dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal sejam aplicados na educação até que se atinja o percentual de 10% do Produto Interno Bruto (PIB).


Leia mais no Correio do Povo

sábado, 23 de março de 2013

Sem acordo, CPI do Trabalho Escravo da Câmara encerra trabalhos sem relatório

Ivan Richard e Iolando Lourenço
Repórteres da Agência Brasil
 
Brasília – O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Trabalho Escravo, deputado Claudio Puty (PT-PA), acusou hoje (22) os parlamentares da bancada ruralista de tentarem usar o colegiado para flexibilizar a legislação que trata do trabalho escravo. Já os ruralistas argumentam que Puty encerrou os trabalhos de forma “arbitrária” e “intransigente”.
Como os deputados ligados ao agronegócio eram maioria na comissão, Puty, com o apoio do relator da comissão, Walter Feldman (PSDB-SP), preferiu encerrar os trabalhos da CPI sem votar o relatório final para evitar a aprovação de um relatório paralelo que seria apresentado pelos ruralistas. Dos 28 membros, 20 tinham ligação com o setor produtivo.
“A bancada ruralista ocupou dois terços do corpo da CPI com uma pauta que me parece absolutamente descabida para aquela comissão: flexibilizar leis que protegem o trabalhador rural, propor diminuição da fiscalização do trabalho no campo e alterar o conceito de trabalho escravo”, criticou o petista  


Vejam mais na AGÊNCIA BRASIL

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Na surdina, Congresso pode dar um golpe nos trabalhadores


Para atender à determinação do Supremo Tribunal Federal, de que o veto de Dilma Rousseff à alteração das regras de distribuição de royalties do petróleo só possa ser analisado após a análise de outros 3 mil vetos, o Congresso está desenterrando alguns esqueletos. Alguns com cara de bem feia.
Há parlamentares que, na surdina, estão se articulando para que um dos vetos presidencial, em especial, seja derrubado: o que trata da chamada Emenda 3.
A emenda, que integrou o projeto que criou a Super Receita, propõe que auditores fiscais federais não possam apontar vínculos empregatícios entre empregados e patrões, mesmo quando forem encontradas irregularidades. Apenas a Justiça do Trabalho, de acordo com o texto, é que estaria autorizada a resolver esses casos. Na prática, a nova legislação tiraria o poder da fiscalização do governo, o que dificultaria o combate ao tráfico de pessoas, ao trabalho escravo, ao trabalho infantil e a terceirizações ilegais que burlam direitos do trabalhador.
Originalmente, a emenda foi proposta atendendo à solicitação de empresas de comunicação e de entretenimento que contratam funcionários por meio de pessoas jurídicas, conhecidas como “empresas de uma pessoa só”. O problema é o efeito colateral que isso pode criar para o restante da sociedade.
O Congresso Nacional aprovou a emenda, mas o então presidente Lula a vetou em março de 2007. Na época, trabalhadores foram às ruas para apoiar o veto – milhares de metalúrgicos fizeram passeatas na região do ABC, metroviários cruzaram os braços e bancários protestaram na capital paulista. Com as manifestações, a medida foi posta em compasso de espera, uma vez que assustaram deputados e senadores favoráveis à medida. Agora, como parte da discussão sobre o pacote de vetos, reapareceram articulações, contando com a breve memória do brasileiro e com a dificuldade de analisar atentamente uma única matéria quando são milhares os vetos discutidos ao mesmo tempo.

O texto completo está no blog do Sakamoto

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Lewandowski dá prazo de 5 dias para Congresso se manifestar sobre FPE

O presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, deu nesta terça (22) cinco dias para que o Congresso Nacional se manifeste sobre o motivo de não ter aprovado dentro do prazo estipulado pelo tribunal novos critérios de divisão do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

(...)

Em 2010, o Supremo determinou que o Congresso votasse uma nova regra até 31 de dezembro de 2012, o que não aconteceu. Desde 1989, o critério de distribuição dos recursos foi sempre o mesmo: 85% do montante do fundo vão para estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e 15% para os estados do Sul e do Sudeste. A parcela que cabe a cada estado obedece a um coeficiente que leva em conta tamanho do território, renda per capita e o tamanho da população. O STF julgou o critério inconstitucional por considerar que os dados econômicos e sociais que dão base para a distribuição dos recursos estão desatualizados.



Confira o texto completo no G1

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Um bode no Congresso


As denúncias contra o deputado Henrique Alves podem ser as mais importantes deste século, mas ocorrem numa hora curiosa.


Leia a coluna de Paulo Moreira Leite, agora na IstoÉ. 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Marco Maia: 'Não vou cumprir decisão que cassa mandatos'


O gaúcho Marco Maia (PT), presidente da Câmara, afirma que não cumprirá uma provável decisão do Supremo Tribunal Federal pela cassação dos mandatos dos deputados João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar da Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT), condenados no mensalão.
Ele afirma que perda de mandato é prerrogativa do Congresso e faz um diagnóstico preocupante sobre o impasse envolvendo Judiciário e Legislativo: diz que o país está “muito próximo” de uma crise institucional.
“Espero que o Supremo tome uma decisão olhando para a Constituição e para o equilíbrio entre os poderes”, diz.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Entre o lobby e a liberdade

Há cerca de dois meses, escrevemos que o Marco Civil da Internet, a principal proposta de estabelecimento de direitos civis na rede, estava na marca do pênalti (ver “Marco Civil na marca do pênalti“), pronto para ser cobrado. Prestes a ser tento comemorado pela sociedade brasileira. No entanto, dois lobbies econômicos muito poderosos conseguiram, além de alterar o ótimo texto do projeto de lei, impedir sua votação: o lobby da indústria autoral e o das empresas de telecomunicações. Na última quarta-feira (7/11), mesmo com a bola no pés, Governo e deputados não cobraram o pênalti. E, se tivessem cobrado, seria um chutão pra lua.


Confira no Observatório da Imprensa

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Tiririca: pior não ficou


Durante a campanha de 2010, o candidato Tiririca virou símbolo do que de pior poderia existir na política brasileira. Embora o Brasil esteja acostumado a eleger tipos inacreditáveis e nefastos, o palhaço foi execrado. Havia quem defendesse a proibição de sua candidatura, em um atentado direto à democracia, que pressupõe o direito de votar e ser votado. Por causa dessa comoção (não se vê o mesmo em relação a Paulo Maluf ou José Sarney), Tiririca foi obrigado a fazer testes para aprovar não ser analfabeto.
Eleito, Tiririca não se mostrou um desastre. Ao contrário. O primeiro palhaço a chegar à Câmara pelo voto popular acaba de ser indicado como um dos 25 melhores deputados do ano no Prêmio Congresso em Foco. A indicação é feita por jornalistas que cobrem o Legislativo em Brasília. Outra etapa, o voto de internautas, vai decidir quem é o melhor deputado do País.


Confira na CartaCapital

quarta-feira, 14 de março de 2012

Vitória? Projeto do 'SOPA brasileiro' foi retirado pelo autor


Nem deu tempo de virar polêmica por aqui: depois de algumas reclamações na internet e em alguns jornais, sem tanta atenção como em casos anteriores, aquele projeto do "SOPA brasileiro" proposto neste mês foi retirado pelo próprio autor.
página do PL 3336 de 2012 no site da Câmara dos Deputados lista o status atual. Felizmente o autor (deputado Deputado Federal Walter Feldman do PSDB/SP) solicitou a retirada do mesmo, comentando publicamente no seu Twitter.

segunda-feira, 12 de março de 2012

SOPA brasileiro: projeto de lei prevê bloqueio de sites por DNS e IP


As ideias absurdas dos projetos SOPA e PIPA podem ter sido relaxadas a nível internacional, mas um deputado brasileiro propôs algo bem parecido por aqui. E é para se preocupar, já que conhecemos bem nossos políticos...
O PL 3336/2012 foi apresentado no dia 6 pelo deputado Walter Feldman, do PSDB. As similaridades dele com o SOPA e PIPA são muitas, vale a pena ficar atento e protestar, levando o assunto a um debate mais amplo. Se aprovado na sua forma atual, muita coisa poderá ficar pior em termos de liberdade de expressão aqui no Brasil.
Resumindo muito, o projeto "dispõe sobre a proteção dos direitos de propriedade intelectual e dos direitos autorais na Internet". Ele tenta regulamentar da pior forma possível, colocando o controle num grupo onde por meio de denúncias sites inteiros poderão ser bloqueados.

Confira no Hardware.com.br