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domingo, 23 de outubro de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Libia, Viagra e a propaganda de guerra
Tanto Anistía Internacional como Human Rights Watch tem investigado a denúncia e não tem encontrado provas
A embaixadora dos EEUU na ONU acusou o governo líbio de estar fornecendo Viagra a seus soldados para realizar violações. Ela o fez em uma sessão a portas fechadas do Conselho de Segurança. Se o tema não fosse tão sério, daria para algumas anedotas (más). Na história da guerra, os soldados são geralmente jovens e eles não precisam de ajuda química para cometer esses atos.
Pelo menos, Susan Rice não fez como Colin Powell antes da invasão do Iraque. Não mostrou nem uma gravura e nem um pote de Viagra para sustentar suas afirmações. Se tivesse feito daria uma boa foto.
Antes dessa intervenção, e também depois, muitos meios de comunicação incluiram em suas informações essa denúncia. Desgraçadamente, cabe supor que tenha ocorrido violações, mas é algo muito diferente saber que tenham sido feitas de forma deliberada como parte de uma estratégia de guerra.
A denúncia concreta apareceu pela primeira vez numa entrevista a Al Jazeera com um médico. Não nenhuma prova que a sustentasse.
Tanto a Anistia Internacional como a Human Rights Watch tem feito investigações desta denúnicas e não tem encontrado provas. Suspeitam com razão que muitas delas procedem dos rebeldes, muito interessados em forçar a intervenção da OTAN a seu favor sem a qual não tinham muitas possibilidades de derrotar as tropas do governo.
Vejam o texto original (castelhano) em GUERRA ETERNA ou uma tradução livre em NEBULOSA.DE.ÓRION
A embaixadora dos EEUU na ONU acusou o governo líbio de estar fornecendo Viagra a seus soldados para realizar violações. Ela o fez em uma sessão a portas fechadas do Conselho de Segurança. Se o tema não fosse tão sério, daria para algumas anedotas (más). Na história da guerra, os soldados são geralmente jovens e eles não precisam de ajuda química para cometer esses atos.
Pelo menos, Susan Rice não fez como Colin Powell antes da invasão do Iraque. Não mostrou nem uma gravura e nem um pote de Viagra para sustentar suas afirmações. Se tivesse feito daria uma boa foto.
Antes dessa intervenção, e também depois, muitos meios de comunicação incluiram em suas informações essa denúncia. Desgraçadamente, cabe supor que tenha ocorrido violações, mas é algo muito diferente saber que tenham sido feitas de forma deliberada como parte de uma estratégia de guerra.
A denúncia concreta apareceu pela primeira vez numa entrevista a Al Jazeera com um médico. Não nenhuma prova que a sustentasse.
Tanto a Anistia Internacional como a Human Rights Watch tem feito investigações desta denúnicas e não tem encontrado provas. Suspeitam com razão que muitas delas procedem dos rebeldes, muito interessados em forçar a intervenção da OTAN a seu favor sem a qual não tinham muitas possibilidades de derrotar as tropas do governo.
Vejam o texto original (castelhano) em GUERRA ETERNA ou uma tradução livre em NEBULOSA.DE.ÓRION
domingo, 24 de abril de 2011
Pacifistas constatan que no hubo bombardeo en oeste de Libia por Ejército de Gaddafi
El grupo Civiles Británicos por la Paz en Libia y demás activistas de Francia, Alemania, Túnez e Italia constataron con evidencias que no existe un bombardeo por parte del Ejército de Muammar Al Gaddafi en el oeste del país, como lo denuncian medios internacionales. No obstante, sí dieron cuenta de los efectos de las bombas de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN).
El enviado especial de teleSUR a Trípoli, Rolando Segura, conversó con algunos de los miembros del grupo británico que realizaron investigaciones por varios días en diversos puntos de la zona oeste del país norteafricano.
Vejam mais detalhes em KAOSENLARED.NET
El enviado especial de teleSUR a Trípoli, Rolando Segura, conversó con algunos de los miembros del grupo británico que realizaron investigaciones por varios días en diversos puntos de la zona oeste del país norteafricano.
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sábado, 13 de junho de 2009
Gaddafi denuncia que la mujer recibe trato de “mueble” en el mundo árabe y musulmán
Moscú, 13 de junio, RIA Novosti. El líder libio y presidente de la Unión Africana (UA), Muammar Gaddafi, declaró que los hombres del mundo árabe y musulmán tratan a la mujer "como un mueble" y añadió que para cambiar esa situación es necesaria una "revolución femenina". "En el mundo árabe e islámico la mujer es como un mueble que se puede cambiar cuando quieras y nadie te preguntará por qué", aseveró la víspera el líder libio en Roma ante un auditorio predominantemente femenino.
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