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sábado, 31 de março de 2012

Jornadas longas e perigosas: O relatório completo de trabalho na Foxconn


Fair Labor Association, um grupo que está sempre atento aos direitos dos trabalhadores, foi contratada pela Apple para inspecionar sua operação na Foxconn — que esteve sob uma chuva de críticas recentemente. Então, o que eles encontraram? Horas trabalhadas ilegalmente, pagamento legal, sindicatos corruptos e perigo.
Mesmo a Apple tendo pago pelo estudo, as descobertas — que alcançam mais de 35 mil funcionários anônimos da Foxconn ao longo do curso de 3 mil horas — são independentes e bastante condenatórias.


Confira no Gizmodo.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Presidente da Foxconn chama seus mais de um milhão de funcionários de "animais"


Terry Gou é o presidente da Hon Hai Precision, a dona da Foxconn. Ele também é um cara bem insensível. Na festa de fim de ano da empresa no Taipei Zoo, ele disse: “eu fico com dor de cabeça em pensar em como gerir um milhão de animais”. QUE ENGRAÇADO CARA!
A Foxconn realmente tem um milhão de funcionários em suas gigantescas fábricas/cidades/guetos, onde eles fabricam 40% de todos os gadgets que temos no mundo, incluindo iPhones, iPads, Xboxes e qualquer coisa da Sony. Segundo uma matéria recente do NYT, essas fábricas também consomem “uma média de três toneladas de carne de porco e 13 toneladas de arroz por dia” para o “um milhão de animais”.

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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Empregado da Foxconn descreve a sua vida oprimida dentro das fábricas

Mesmo que você nunca tenha ouvido falar na Foxconn, você com certeza conhece os produtos que ela monta. Grandes e adoradas marcas do hardware, como Apple e Nintendo, confiam nas suas linhas de produção para fazer os gadgets mais desejados do mundo.

Recentemente, o suposto suicídio de Sun Danyong por causa de um iPhone extraviado expôs as práticas brutais da empresa.

Agora um empregado parece ter escrito um relato do que é trabalhar na Foxconn, fazendo horas extras eternas e ganhando um total de US$ 220 por mês. O relato foi publicado no China Labor Watch e, desnecessário dizer, soa mais como um campo de internamento do que uma linha de produção comum:

Confira no Gizmodo Brasil.