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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Morales defende investigação internacional sobre suposto complô

O presidente boliviano, Evo Morales, disse nesta quarta-feira à BBC que é a favor de uma investigação internacional sobre o suposto complô para assassiná-lo.

Três estrangeiros - um irlandês, um romeno e um homem com nacionalidades boliviana e húngara - acusados de envolvimento no suposto plano foram mortos em uma operação da polícia boliviana na cidade de Santa Cruz no dia 16 de abril.

Continue lendo na BBC Brasil.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Terroristas tenían intención de declarar independencia en Santa Cruz

La televisión húngara transmitió una entrevista inédita con Eduardo Rózsa Flores, uno de los terroristas abatidos el pasado 16 de abril en Bolivia, en la que él revela que la principal razón de su presencia en la nación sudamericana era para declarar la independencia de la provincia de Santa Cruz del resto del territorio boliviano.

“Estamos preparados para declarar en pocos meses la independencia y crear un nuevo país”, reconoció Rózsa Flores en la entrevista divulgada el martes en Hungría y reseñada por la cadena informativa BBC Mundo.

La entrevista por el canal estatal húngaro MTV fue concedida en septiembre de 2008 al periodista Andras Kepes. Rózsa Flores le dijo a Kepes, de acuerdo a BBC, que sus declaraciones sólo se podían transmitir si “le pasaba algo”.

Notícia completa na Agência Bolivariana de Notícias.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

América Latina: Evo Morales no fio da navalha

América Latina: Evo Morales no fio da navalha

Franz Chávez

La paz , 07/12/2007 (IPS) - O presidente da Bolívia, Evo Morales, pretende convocar um referendo sobre a continuidade de seu governo, iniciado há 22 meses, e desafia os nove prefeitos (governadores de departamentos), cinco deles tenazes opositores, a fazerem o mesmo.



O anúncio de Morales, que interrompeu noticiários e transmissões de futebol na quarta-feira à noite, sacudiu o tabuleiro político boliviano. Nesse momento, três prefeitos se preparavam para regressar de Washington, após acusarem o presidente na Organização dos Estados Americanos por promover uma nova constituição apenas com apoio oficialista, bem como pela morte de três pessoas em choques entre manifestantes e policiais em Sucre, sede da Assembléia Constituinte, no dia 24 de novembro.



O silêncio, seguido de surpresa e incredulidade, dominaram a oposição após o anúncio do mandatário, enquanto se agravava uma greve de fome em Santa Cruz de la Sierra, com cerca de 150 pessoas jejuando, e nas de Trinidade e Tarija. Nessas cidades se concentram os grupos contrários à corrente indigenista encabeçada pelo presidente, a qual promove a recuperação dos recursos naturais, como o petróleo e o abundante gás natural. O mecanismo proposto por Morales “é uma forma democrática e pacífica de resolver um conflito”, disse o analista Carlos Cordero ao avaliar o difícil momento pelo qual passa o governo, surgido do movimento de plantadores de coca e apoiado por setores camponeses e classes médias urbanas.



Com a recusa de cinco prefeitos em dialogar e a pressão para obrigar Morales a deixar em suspenso a constituição aprovada – com os opositores membros da Assembléia Constituinte ausentes – no dia 24 de novembro, o presidente se antecipou à estratégia de descrédito e desgaste de sua popularidade por parte de seus adversários. O texto definitivo, “em detalhe”, deve ser examinado por essa assembléia antes do próximo dia 14, data-limite fixada pelo Congresso. Mas, os incidentes em Sucre obrigam a buscar uma nova sede para as deliberações, que poderia ser uma localidade do Chapare, onde o governo conta com amplo apoio, no departamento de Cochabamba.



Enquanto se teme um choque de conseqüências imprevisíveis em Santa Cruz de la Sierra entre grupos conservadores e setores sindicais e populares que apóiam Morales, o presidente aposta em ganhar a opinião de uma maioria da população sem militância partidária que, até agora, observa os acontecimentos com cautela. O governo, que tem o apoio internacional dos presidentes Hugo Chávez, da Venezuela, e Fidel Castro, de Cuba, propõe uma revolução democrática e cultural. O objetivo de sua reforma constitucional é recuperar para os povos indígenas direitos e terras, preservar para o Estado boliviano riquezas naturais do país e garantir a participação popular nas decisões governamentais.

O texto IPS Brasil, e continua . Mas foi visto na Periferia do Império.