sábado, 23 de março de 2013
IMPUNIDADE - Pará, terra sangrenta
sexta-feira, 8 de março de 2013
MPF investiga concessão de lote à esposa de acusado de mandar matar extrativistas
Leia na CartaCapital.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Brasil-Impunidade: Chacina de Praia Alta Piranheira(PA)
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Brasil: Feliz Natal, Adão Pretto
O Natal vai ser muito diferente esse ano para a agricultora Josélia dos Santos, 44 anos, e seus 13 filhos. Nascida no alto sertão sergipano, dona Josélia se criou no campo e nunca saiu da região onde vive. “Sou da roça, é o que sei fazer e me orgulho disso”, diz, sem esconder a emoção daquele dia 11 de dezembro de 2009. Ali ela sorria um sorriso há mais de nove anos contido pela realidade.Apesar da tradição camponesa, dona Josélia nunca teve liberdade de acesso a terra. Ela e uma centena de outras famílias de trabalhadores rurais tinham motivos de sobra para estarem excitados naquela tarde de sexta-feira, na fazenda Guia, 2,4 mil hectares, localizada entre os municípios de Nossa Senhora da Glória e Nossa Senhora Aparecida, a pouco mais de 120 km de Aracaju. Era ali o fim de uma trajetória dura contra o latifúndio.
Vejam mais em KAOSENLARED.NET
sábado, 10 de outubro de 2009
Incra: fazenda de laranja ocupada pelo MST pertence à União
São Paulo - O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tem certeza de que são propriedade da União os cerca de 2 mil hectares utilizados pela empresa Cutrale para produção de laranja em Borebi (SP). A afirmação foi feita pelo superintendente do órgão em São Paulo, Raimundo Pires Silva, em entrevista à Agência Brasil.
A fazenda foi ocupada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no último dia 28. Os manifestantes permaneceram até a última quarta-feira (7) e, durante o tempo em que estiveram no local, destruíram parte da lavoura de laranja. O MST afirmou que o ato pretendia denunciar a suposta grilagem de terras.
Segundo o superintendente do Incra, estudos garantem que as terras fazem parte de uma área de 40 mil hectares adquirida pela União em 1909 com a intenção de fazer assentamentos. Pires Silva contou que “não se sabe como” parte das terras foi registrada em cartório em nome de particulares. Desse modo, os terrenos passaram a ser negociados legalmente.
Vejam mais na AGENCIA BRASIL
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Nota do MST
Esclarecimento sobre a ocupação do MST em Iaras (SP), enviado ao blog
Sucocítrico Cutrale usa terras griladas em São Paulo
Vejam mais no blog Os Amigos do Presidente Lula
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
MST ocupa o INCRA em POA - o que eles têm a dizer?
Ouviu.
Publica, agora.
Em nenhum outro lugar você vai ouvir isso.
Assista!
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Avança desapropriação inédita de terra por interesse social
Juiz confirmou a concessão de posse da Fazenda Cabaceiras ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Fiscalização flagrou trabalho escravo por três vezes na área que pertencia à família Mutran.
Vejam mais no Vermelho
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Entrevista de João Pedro Stédile, coordenador nacional do MST (Movimento dos Sem-Terra), ao portal "Globo Amazônia"
Durante esta semana, integrantes do MST estão acampados na sede do Incra de Belém exigindo uma mudança da política de reforma agrária na Amazônia. Qual é a proposta do MST para essa mudança?
Não existe uma política de desenvolvimento agrário ou fundiário para a Amazônia. Os governos, seja estadual ou federal, estão aplicando a fórmula tão simples quanto medíocre de apenas distribuir terras públicas em projetos de colonização. Não há uma política efetiva nem planejamento. Os governos federal e estaduais optaram pela distribuição de terras publicas porque não precisam enfrentar o latifúndio e o agronegócio. Dessa forma, não têm desgaste econômico de fazer a Reforma Agrária nem político com o enfrentamento da bancada ruralista. Por outro lado, se transformam em estatísticas boas para propaganda. Ou seja, são iniciativas oportunistas do governo. Um exemplo: apenas a superintendência do Incra em Santarém teria "assentado" para efeito de propaganda mais de 50 mil famílias. Esse número é superior aos seis anos de assentamentos do Governo Lula somando todos os estados da região sul e sudeste.
Vejam mais na Agência de Notícias Nova Colômbia
quarta-feira, 12 de março de 2008
Incra é proibido de fazer vistoria em fazenda
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
INCRA, Desmatamento e Assentamento
Ambientalistas denunciaram o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) por facilitar a atuação de empresas madeireiras em áreas de assentamentos rurais na região de Santarém, no Pará. Levantamentos de campo e documentos comprovam que o órgão estimula o estabelecimento de parcerias entre madeireiras e supostas associações de assentados, em um esquema que prejudica a floresta amazônica e milhares de famílias de trabalhadores rurais sem-terra. Isso levou o Ministério Público Federal no Pará a pedir o cancelamento de 99 assentamentos criados na região em 2005 e 2006. A denúncia foi transmitida neste domingo pelo Fantástico, programa da Rede Globo de Televisão.
* Amazon forest sold off in housing scam, claims Greenpeace
* Globo em xeque: Incra contesta 'Época' e 'Fantástico'
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) divulgou nota, na última segunda-feira (20/08), rebatendo informações divulgadas no final de semana pela revista Época e pelo Fantástico, da Rede Globo, sobre assentamentos na Amazônia.
* Assentamentos na Amazônia, o Ministério do Desenvolvimento Agrário esclarece
domingo, 5 de agosto de 2007
Greve no Incra permanece e metas estão comprometidas
Verena Glass - Carta Maior
domingo, 17 de junho de 2007
A chaga do latifúndio
Órgãos como o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) não estão no mundo para, com suas políticas públicas, "agradar" ou "inquietar" movimentos ou segmentos sociais, quaisquer que eles sejam. Eles são o que são a fim de, no caso específico do INCRA, cumprir uma função social de relevância e interesse público insofismáveis, a saber, a promoção da justiça social no campo através da realização da reforma agrária. O latifúndio improdutivo é uma das maiores chagas da história de nosso país, herança de um passado de exploração da mão-de-obra nativa, negra e imigrante que, com seu peso, ainda nos dias atuais nos assombra.
Você já se deu conta de que a organização mais radicalmente anticapitalista da sociedade brasileira, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), é um movimento que pede apenas a democratização do capital terra? Incrível, não é? Eu, por exemplo, fico espantado toda vez que alguém acusa o MST de ser contra a propriedade privada. Eles são tão a favor da propriedade privada que a querem para todo mundo.
O MST é o mais importante movimento social do Brasil porque tem representatividade e questiona na base o maior problema nacional: a desigualdade recorde de renda. Pois o que está na raiz da sociedade mais injusta do mundo é maior concentração de propriedade no mundo.
