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terça-feira, 14 de abril de 2015

Perto do fim da escravidão, 60% dos negros trazidos ao país eram crianças

Brasil e Portugal estão no topo de um ranking que não traz nenhum motivo de orgulho: os dois países são os maiores protagonistas do site Slave Voyages (em inglês, viagens escravas), onde estão catalogadas 29 mil travessias transatlânticas, que carregaram 9 milhões de escravos. No total, barcos com bandeira de Portugal/ Brasil chegaram a transportar 5,8 milhões de escravos. Em segundo lugar no número de escravos comercializados para a América, está o Reino Unido, com 3,3 milhões de escravos, especialmente com destino à Jamaica.


Continue lendo no UOL Notícias

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Escravas sexuais do Estado Islâmico tentam suicídio no Iraque

apturadas pelo grupo Estado Islâmico (EI) no Iraque, mulheres e meninas da minoria yazidi preferem se suicidar, ou tentar o suicídio, antes de serem transformadas em escravas sexuais dos jihadistas - denunciou a Anistia Internacional em nota divulgada nesta terça-feira.

A minoria yazidi, considerada herege pelos jihadistas do EI, é vítima das atrocidades cometidas por esses extremistas sunitas. Este ano, o EI se apoderou de amplas faixas de território no norte do Iraque, incluindo a região de Sinjar, povoada pelos yazidis.


Confira no Correio do Povo

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Seis mitos sobre o comunismo que ocorrem no capitalismo



A visão tópica de um 'comunismo opressivo' e um 'capitalismo livre' arraigada na consciência comum não reflete a realidade, já que muitos ou quase todos os 'pecados' atribuídos ao comunismo são inseparáveis do sistema capitalista.

Assim opina em seu artigo no portal Salon.com o blogueiro Jesse Myerson, que elaborou uma lista das afirmações errôneas mais comuns sobre os dois sistemas cujo antagonismo marcou o século XX e gerou muitos mitos históricos.

Texto original em RT. Tradução livre em NEBULOSA.DE.ÓRION

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Exposição traz fotos raras de um passado não tão distante: a escravatura no Brasil

Na escola, nos acostumamos a ver livros de História do Brasil ilustrados com pinturas de artistas como Rugendas e Debret, que retrataram o Brasil do século XIX. Uma das temáticas recorrentes no trabalho desses pintores eram os escravos, que não foram somente pintados, mas também fotografados. A fotografia encontrou campo no Brasil, uma vez que Dom Pedro II era um grande entusiasta dessa arte, o que possibilitou o espaço para que os fotógrafos, alguns deles patrocinados pela Coroa, registrassem uma das nossas mais tristes realidades da época: a escravatura.
Agora, uma parceria entre o Museu de Arte Contemporânea da USP e o Instituto Moreira Salles traz uma exposição com 74 fotografias que retrataram escravos. Tiradas entre 1860 e 1885, período de eclosão do movimento abolicionista, as fotografias (feitas em grande formato), possuem o mesmo tom idealizado das pinturas da época: boa parte das fotos mostra os escravos em poses cuidadosas orientadas pelos fotógrafos. O foco é estético e o objetivo não era exatamente denunciar um país que ainda mantinha o regime escravocrata quando todas as outras nações americanas já haviam libertado seus cativos, mas exibir a escravatura brasileira como mais um dos detalhes pitorescos de um imenso país tropical repleto de estranhezas e mistérios.

Leia mais, e veja as fotos, no Gizmodo Brasil

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Lei Áurea, 125 anos: a “reinvenção” do trabalho escravo no Brasil


A cada ano, milhares de trabalhadores pobres são recrutados para trabalhar em fazendas, carvoarias, canteiros de obras e oficinas de costura e, posteriormente, submetidos a condições degradantes de serviço ou impedidos de romper a relação com o empregador. Não raro, permanecem sem poder se desligar do empregador até que terminem a tarefa para a qual foram aliciados, sob ameaças que vão de torturas psicológicas a espancamentos e assassinatos. No Brasil, essa forma de exploração é chamada de trabalho análogo ao de escravo, escravidão contemporânea ou nova escravidão, prevista como crime no Código Penal (artigo 149), com pena de dois a oito anos de reclusão.
Sua natureza econômica difere da escravidão da Antiguidade clássica e daquela que aqui existia durante a Colônia e o Império, mas o tratamento desumano, a restrição à liberdade e o processo de “coisificação” são similares. O número de trabalhadores envolvidos é relativamente pequeno se comparado com a população economicamente ativa, porém não desprezível: de 1995 – quando o sistema de combate ao trabalho escravo contemporâneo foi criado pelo governo federal – até hoje, mais de 44 mil pessoas foram resgatadas dessa situação, de acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego.

Continue lendo no Blog do Sakamoto.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

PA: adolescente foge de boate e denuncia rede de tráfico humano


O Conselho Tutelar de Altamira, no sudoeste do Pará, recebeu uma denúncia envolvendo o tráfico de seres humanos nesta quarta-feira. Segundo o conselheiro Josivan Batista, uma adolescente procurou o órgão após ser mantida em cárcere privado em uma boate localizada em um canteiro de obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.
"Essa jovem, de 16 anos, estava há 3 dias na casa. Segundo ela, um grupo de mulheres foram aliciadas em Santa Catarina com a promessa de trabalhar em uma boate, onde ganhariam de R$ 10 mil a R$ 14 mil por semana, mas chegando aqui não foi bem isso o que aconteceu", disse o conselheiro.
Segundo a polícia, chegando ao Pará as mulheres já estavam devendo o valor da passagem para os traficantes. Presas, elas eram obrigadas a fazer programas para devolver o valor cobrado. Porém, como cada item - desde roupa até alimentação - eram cobrados, essa dívida acabava ficando cada vez mais alta.

Confira no Terra

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Lista Suja do Trabalho Escravo

A Organização Internacional do Trabalho, o Instituto Ethos e a ONG Repórter Brasil desenvolveram este sistema de busca facilitado com base no Cadastro de Empregadores da Portaria 540 de 15/10/2004 - a chamada lista suja divulgada pelo governo federal. Dessa forma, as empresas signatárias do Pacto Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo podem consultar se determinada propriedade estão na relação. A ferramenta é de grande importancia para que o setor empresarial cheque com rapidez quais fazendas devem ser suspensas das listas de fornecedores.

O acesso a esse banco de dados é livre e as informações são constantemente atualizadas com base nas informações fornecidas pela Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego. 

Veja a lista suja AQUI

Visto em REPÓRTER BRASIL

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Juíza quer censurar este blog por relatar decisão em caso de libertação de escravos 77

Estou sendo processado pela juíza Marli Lopes da Costa de Goes Nogueira, da Justiça do Trabalho do Distrito Federal, por conta de um post publicado aqui neste blog. 

O texto tratava de uma decisão da magistrada, atendendo a um pedido de liminar em mandado de segurança movido pela empresa Infinity Agrícola. Sua decisão suspendeu um resgate de trabalhadores que foram considerados em condição análoga à de escravos pelo Ministério do Trabalho e Emprego e o Ministério Público do Trabalho. As vítimas estavam em uma fazenda de cana no município de Naviraí, Estado do Mato Grosso do Sul e, entre eles, trabalhadores das etnias Guarani Kaiowá, Guarani Nhandeva e Terena. Posteriormente, o Tribunal Regional do Trabalho da 10a Região revisou a decisão da juíza, permitindo que as ações relacionadas à fiscalização continuassem. 

Vejam mais no blog do SAKAMOTO

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Uma imagem vale mais que mil palavras

Já foi dito com razão que a chamada "dissidência" cubana e seus chefes em Washington desejam que Cuba retroceda à situação anterior a 1959, na qual a Ilha era uma república neo-colonial com boa parte de seus habitantes sem acesso a serviços como a saúde e a educação e a maioria de suas terras e recursos naturais em mãos de ianques.
Mas esta fotografia de um dos personagens que os EEUU promovem como parte do futuro que quer construir em Cuba, evoca um passado ainda mais remoto.

Segundo denúncia no Blog de Yohandry, o senhor do celular que aparece nesta imagem, José Ferrer, será o personagem central de um documentário que estreará a Sección de Intereses de Estados Unidos em Havana(SINA) no mesmo espaço onde há poucos dias diplomatas ianques e contra-revolucionários cubanos tentavam apresentar como conduzirão Cuba no século XXI, através da tecnologia da informação e as telecomunicações, mas que na realidade se identifica com os tempos -anteriores a 1886- nos quais o regime colonial espanhol impunha aos cubanos negros a servidão escravista.
O único anacronismo é que o amo agora usa um celular.

José Daniel Ferrer.
O "dissidente" fala com seus patrões nos EEUU,
 à sombra de uma cena vergonhosa.  

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O dedo do Lula

A sociedade brasileira teve sempre a discriminação como um dos seus pilares. A escravidão, que desqualificava, ao mesmo tempo, os negros e o trabalho – atividade de uma raça considerada inferior – foi constitutiva do Brasil, como economia, como estratificação social e como ideologia.

Uma sociedade que nunca foi majoritariamente branca, teve sempre como ideologia dominante a da elite branca, Sempre presidiram o país, ocuparam os cargos mais importantes nas FFAA, nos bancos, nos ministérios, na direção das grandes empresas, na mídia, na direção dos clubes – em todos os lugares em que se concentra o poder na sociedade, estiveram sempre os brancos.

Vejam o texto completo no blog do EMIR

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Câmara aprova PEC do Trabalho Escravo com 360 votos favoráveis

A Câmara dos Deputados acaba de aprovar, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Trabalho Escravo por 360 votos favoráveis, 29 contrários e 25 abstenções. Com isso, a matéria volta ao Senado Federal para votações em dois turnos. 


Leia mais no Correio do Povo. O jornal provê a votação dos deputados federais do RS. 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Você aguenta uma jornada de 24 horas de trabalho?

Estava demorando para acontecer, mas o que é, provavelmente, a primeira libertação de escravos em colheitas mecanizadas do Brasil foi registrada no Estado de Goiás, município de Goiatuba. Ao todo, 39 pessoas que operavam máquinas para o corte da cana cumpriam jornadas de 24 horas ininterruptas, que, somadas às 3 horas do percurso até o local, totalizavam 27 horas de trabalho. Ou seja, isso não era exceção, como em um dia de fechamento ou final de prazo no escritório. Isso era o padrão do dia-a-dia.




Leia mais no Blog do Sakamoto

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Escravidão no cerne do capitalismo de ponta


O trabalho escravo rural no Brasil é uma das peças que constituem o desenvolvimento do capitalismo de ponta no país. Divulgado na terça-feira 26, um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) traçou um perfil dos trabalhadores e empregadores desse processo. Adonia Prado, pesquisadora Grupo de Estudo e Pesquisa Trabalho Escravo Contemporâneo da Universidade Federal do Rio de Janeiro e que participou do estudo, alerta que esse tipo de trabalho, abolido em 1888, faz parte da estrutura do capitalismo avançado e da produção de commoditties atuais.
“Ele é funcional a esse modo de produção globalizado altamente concetrador de renda”, explica Prado. Segundo a pesquisadora, essa exploração vem ganhando espaço no mundo todo e existe, em graus diferentes, em quase todos os países. São empreendimentos de ponta, diz ela, que produzem para exportação. Na cidade, o trabalho escravo também está ligado a grandes marcas, como foi o caso recente com a loja Zara, que comprava roupas de confecções ilegais e escravagistas. “Não é resquício de outros tempos”, diz ela.

Continue lendo na CartaCapital

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Eu, robô Pioneiro da ficção científica, A Guerra das Salamandras antevê um mundo dominado pela globalização e consumo

Roberto de Sousa Causo
Publicada originalmente em 1936, A Guerra das Salamandras (Vàlka s Mloky) é uma obra de gênio, que captura muito do clima social e político do período do entreguerras. Seu autor, o tcheco Karel Čapek (1890-1938), é famoso por ter criado a palavra “robô” na peça R.U.R., de 1920, encenada pela primeira vez no Brasil em 2010, com direção de Leonel Moura.
Os robôs de Čapek, porém, são seres produzidos artificialmente e dotados de componentes orgânicos, conceito que a ficção científica firmaria mais tarde como “androide”. “Robô” veio do neologismo tcheco “robota”, sugerido a Karel por seu irmão Josef, e significa “trabalhador em regime de servidão”. Os androides da empresa norte-americana que os produzem são símbolos da exploração do trabalho, e a peça termina com uma destrutiva e malfadada revolta dos seres artificiais. 

Vejam o texto completo na REVISTA CULT

domingo, 15 de agosto de 2010

Fazendeiro é flagrado pela sexta vez (!) com escravos

O mais importante não é a notícia a seguir, mas o que está por trás dela:

O governo federal libertou 45 trabalhadores rurais em situação análoga à de escravo na fazenda Zonga, em Bom Jardim (MA). Esta é a SEXTA vez em que isso acontece em terras sob controle do pecuarista Miguel de Souza Rezende – hoje com 77 anos de idade. Não perca a conta: nessa fazenda foram 52 libertados em 1996, 32 em 1997, 69 em 2001, 13 em 2003 e, agora em agosto de 2010, mais 45. Além de outras 65 pessoas na fazenda Pindaré, em João Lisboa (MA), também pertencente a ele, em 2003. O levantamento foi feito pela repórter Bianca Pyl, da Repórter Brasil.


Continue lendo no blog do Sakamoto.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Princesa Isabel sancionou a lei que pôs fim à escravidão

Em 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinou a lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil. "Áurea" quer dizer "de ouro" e a expressão refere-se ao caráter glorioso da lei que pôs fim a essa forma desumana de exploração do trabalho. Em território brasileiro, a escravidão vigorou por cerca de três séculos, do início da colonização à assinatura da lei Áurea. Apesar disso, ainda hoje, tanto no Brasil quanto em outros países do mundo, há formas de trabalho semelhantes à escravidão.

A sanção ou aprovação da lei foi, principalmente, o resultado da campanha abolicionista que se desenvolvia no Brasil desde a década de 1870, mas não se pode negar o empenho pessoal da princesa Isabel, então regente do Império do Brasil, para sua aprovação. Primeira senadora brasileira e primeira mulher a assumir uma chefia de Estado no continente americano, a princesa Isabel se revelou uma política liberal nas três vezes que exerceu a Regência do país.

O texto continua no UOL Educação.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Luiz Felipe Alencastro analisa a escravidão

Nenhum país foi tão escravista quanto o Brasil.

Dos 11 milhões de escravos vivos que chegaram às Américas, entre 1550 e 1886, 44% vieram para o Brasil, ou seja, 5 milhões.

Eles vieram sob tortura, trazidos por negreiros lusos e brasileiros e, depois, por traficantes brasileiros.

Vinham acorrentados, como descrevia Castro Alves, que sabia disso, porque o padrasto era negreiro.

Das 35 mil viagens através do Atlântico, nenhum barco africano esteve envolvido no tráfico.

Alô, alô, Senador DEM-óstenes (clique aqui para ler “DEM-óstenes põe a culpa nos africanos pela escravidão” )

No Século XIX, o Brasil foi a ÚNICA nação independente que traficava escravos.

A Lei estabeleceu que, em 1831, os negros que chegassem a uma praia brasileira eram considerados livres.

Porém, a Lei e as instituições fizeram vista grossa e foi possível re-escravizar por sequestro.

Era o sequestro de homens livres.

Assim, desde 1831, 760 mil negros e seus descendentes foram mantidos ilegalmente na escravidão, até 1888.

Eles não eram escravos.

Eram sequestrados.

Esse pacto entre sequestradores de homens livres para torná-los escravos e as instituições brasileiras é, segundo Alencastro, o “pecado original” da democracia brasileira.

O texto completo, com vídeo, no blog do Luis Nassif.


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Adolescentes eram escravos em fazenda de deputado

E quem foi eleito para proteger a dignidade do cidadão, acaba sendo exatamente seu algoz. Dessa vez, com o agravante dos nobres políticos também explorarem adolescentes em suas terras, jogando uma pá de cal no futuro do país. E eu fico me perguntando por que ainda me surpreendo com isso…

O deputado federal Urzeni Rocha (PSDB-RR) e o prefeito de Toledo (MG), Vicente Pereira De Souza Neto (PSDB) foram flagrados explorando mão-de-obra escrava em Roraima e Goiás, respectivamente. Ao todo, 47 pessoas foram libertadas de condições análogas à escravidão das propriedades dos políticos no último mês.(...)

Continua no blog do Sakamoto.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

“Escravos do pedágio” são libertados em São Paulo

Para quem acha que os pedágios das rodovias roubam os cidadãos, esta é de doer: a Procuradoria do Trabalho da 15ª Região encontrou 12 pessoas, entre pedreiros e ajudantes, escravizadas no município de Monte Mor (SP) na construção de uma praça de pedágio para a concessionária Rodovias do Tietê. Seguem alguns trechos da reportagem de Bianca Pyl, aqui da Repórter Brasil, sobre o assunto:

Contratadas para executar uma das fases, as vítimas chegaram às obras por meio de um esquema de sucessivas subcontratações, que envolve as empresas Jair Nunes da Silva Construções ME, Construtora House Capanema, Construtora Artin Ltda e a própria concessionária. No momento da fiscalização, os trabalhadores cozinhavam uma porção de feijão doada por um vizinho. A comida era preparada do lado de fora da casa utilizada como alojamento, em uma fogueira improvisada com tijolos. Eles estavam há dois dias sem se alimentar.

Continua no blog do Sakamoto.


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Usina é flagrada com escravos pela quarta vez

rês libertações nos últimos oito anos (em 2005, 1.003 foram resgatados da escravidão; em 2003, 272 foram libertados; e, em 2001, 76) não foram suficientes para que a Destilaria Araguaia – antiga Gameleira -, situada no município de Confresa (MT), mudasse a sua conduta. Operação do governo federal flagrou 55 pessoas submetidas à escravidão na usina sucroalcooleira, que já figurou na “lista suja” do trabalho escravo e está sob a responsabilidade do Grupo EQM – conglomerado econômico com forte influência na política, com sede em Pernambuco.

Continua no blog do Sakamoto.