
Nunca trabalhei no governo de Israel, tampouco servi no Exército israelense ou mesmo fui presa no Líbano. Ao chegar em Israel, tive sim vontade de ingressar nas Forças Armadas para compreender melhor, por dentro, o funcionamento desta complexa máquina de guerra, mas desisti e resolvi continuar fazendo jornalismo, que é o que faço melhor.
Quem pensa muda. E, como podem ler neste link, também sempre admiti ter vergonha de determinadas posições que tive no passado. A vivência diária do conflito me fez abrir os olhos e ampliar minha percepção acerca dos fatos e do significado do sentimento de humanismo.
A nota completa, no blog dela, n'O Globo online. A foto, com a equipe de trabalho, veio do álbum pessoal dela no Flickr. Um dos membros da equipe se chama Tariq.
