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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Polícia agride manifestantes e jornalistas no aniversário do Occupy Wall Street

No aniversário de dois meses de existência, o Occupy Wall Street cercou a célebre rua que dá nome ao movimento popular nesta quinta-feira (17/11) e impediu parcialmente a entrada de funcionários dos prédios da região e da Bolsa de Valores de Nova York. Como na terça-feira (15/11), jornalistas também foram alvo da ação da polícia.

De acordo com a polícia, 75 pessoas foram presas em manifestações ao redor da cidade, programadas para acontecer em Manhattan e em outros pontos de Nova York. Cidades como Baltimore, Los Angeles e Oakland também se juntaram à ação, que se tornou global com a adesão de indignados na Itália, Espanha Grécia e outros países.


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Leia também a respeito desse assunto: - Os novos soldados do capitalismo

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Após ação policial, movimento Occupy Wall Street retorna ao Parque Zucotti e promete resistir

– De quem é esse parque?

– É nosso!

Os gritos em torno do parque Zuccotti, em Nova York, tinham como alvo dezenas de policiais que ocupavam a área, centro das manifestações dos “indignados” de Wall Street. Nesta terça-feira (15/11), a polícia da maior metrópole do mundo, por ordem do prefeito Michael Bloomberg, invadiu o acampamento do movimento, que já se espalhou por cerca de 200 cidades do planeta. No entanto, à noite, centenas de manifestantes retornaram ao Parque Zuccotti, no centro financeiro de Nova York.


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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Sindicatos de Nova York se unem aos 'indignados' de Wall Street

Quinze sindicatos de trabalhadores de Nova York se uniram nesta quarta-feira (05/10) ao movimento "Occupy Wall Street" (Ocupe Wall Street), manifestação que começou em 17 de setembro e que protesta contra o que considera as injustiças do sistema financeiro americano.

Agora, somam-se aos indignados de Wall Street, que ocupam o sul de Manhattan, sindicatos como o Transport Workers Union (TWU), que agrupa trabalhadores de empresas de ônibus, metrô e de companhias aéreas de todo país, e a United Federation of Teacher, que representa os professores de escolas públicas de Nova York. 





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domingo, 25 de setembro de 2011

Os 99% que ocuparam Wall Street

Amy Goodman

Se dois mil ativistas do movimento conservador Tea party se manifestaram em Wall Street, provavelmente haveria a mesma quantidade de jornalistas cobrindo o acontecimento. Duas mil pessoas ocuparam de fato Wall Street no sábado. Não levavam cartazes do Tea party, nem a bandeira de Gadsden com a serpente em espiral junto à ameaça “Não te metas comigo”. Mas sua mensagem era clara: “Somos os 99% da população que não toleram mais a cobiça e a corrupção do 1% restante”, diziam. Ali estava uma maioria de jovens protestando contra a especulação praticamente incontrolável de Wall Street, que provocou a crise financeira mundial.


Vejam o texto completo em ESTRATÉGIA & ANÁLISE

domingo, 11 de setembro de 2011

Escândalo: uma elite secreta de 9 banqueiros domina as finanças globais segundo o New York Times

LA JORNADA / APORREA – Vou me referir a um velho tema de quase 13 anos da época da candidatura de Bill Clinton, que fez um acordo "secreto" com as "mãos invisíveis" e muito vistas da plutocracia oligárquica-oligopólica dos banqueiros de Wall Street (Nicholas D. Kristof y Edward Wyatt, NYT 15, 16, 17 y 18/2/99)

Fica exposto o sequestro tanto da “democracia” como da “política” e da “economia” subjugadas pelas forças do inexistente “mercado financeiro”, manipuladas por um punhado de banqueiros, que manobram na opacidade absoluta.  

Vejam em  CONTRAINJERENCIA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

UMA 2º FEIRA COMO MANDA O FIGURINO NEOLIBERAL: AO SABOR DOS MERCADOS 'AUTORREGULÁVEIS'

O  anúncio de que o Banco Central europeu compraria títulos da dívida pública espanhola e italiana reverteu a espiral de juros que os investidores vinham impondo a Roma e Madrid. Mas no meio da manhã da 2º feira Angela Merkel acionou o lança chamas germânico: a dama de ferro avisou que não haveria recursos adicionais para acudir economias  incendiadas pelos interesses autorreguláveis dos mercados em crise mundial. A reticência da dama-de-ferro a uma ofensiva estatal anti-crise atiçou as labaredas da incerteza que alimentam fugas e ataques de capitais. Mais que isso deu aos mercados financeiros nova evidência de que o dinheiro  é Rei. Manda e desmanda porque a Política resignou-se ao papel de  vassala que lhe coube no enredo do neoliberalismo. Países e lideranças apequenaram-se ao longo de décadas de submissão à agenda dos mercados. Agora revelam seu despreparo, tropeçam e emitem sinais contraditórios. Obama fala em confinaça nos EUA: em seguida Wall Street desaba mais de 5%. A única certeza é a falta de quaquer certeza, exceto uma: a economia capitalista não volta ao trilho do crescimento sem uma ação estatal coordenada e contundente. A agonia pode demorar anos em lenta espiral declinante porque faltam os atores principais desse enredo: líderes e partidos progressistas.  Quem tem dinheiro em ações e depende de  lucros para obter dividendos se acautela e  dispara ordens de vendas;  poucos se dispõem a aceitar o convite para a compra. Bolsas despencaram em todo o mundo nesta 2º feira. Caiu a ficha: a crise dos mercados financeiros desregulados requer ação política forte para devolver as manadas ao piquete. Ninguém se apresenta para botar sela e bridão no dinheiro chucro.E ele continua a distribuir coices urbi et orbi.
 

(Carta Maior; 3º feira, 09/08/ 2011)

sábado, 14 de maio de 2011

Marcha contra Wall Street reúne milhares em Nova York

Cerca de 10 mil pessoas participaram, quinta-feira, de um protesto nas imediações do coração do mundo financiero: a Bolsa de Valores de Nova York. Os manifestantes marcharam pelas ruas da cidade para exigir que os bancos e os empresarios ricos paguem os custos da crise econômica que eles causaram, e não os trabalhadores que enfrentam uma onda de demissões e um ataque político em nível nacional contra seus direitos trabalhistas.Um grupo de professores que participou da manifestação garantiu: “esta é a última vez que nos comportamos bem; na próxima, tomaremos a cidade”. O artigo é de David Brooks, do La Jornada.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Conto de Natal – Maria e José na Palestina em 2010

por James Petras

Os tempos eram duros para José e Maria. A bolha imobiliária explodira. O desemprego aumentava entre trabalhadores da construção civil. Não havia trabalho, nem mesmo para um carpinteiro qualificado. Os colonatos ainda estavam a ser construídos, financiados principalmente pelo dinheiro judeu da América, contribuições de especuladores de Wall Street e donos de antros de jogo.

"Bem", pensou José, "temos algumas ovelhas e oliveiras e Maria cria galinhas". Mas José preocupava-se, "queijo e azeitonas não chegam para alimentar um rapaz em crescimento. Maria vai dar à luz o nosso filho um dia destes". Os seus sonhos profetizavam um rapaz robusto a trabalhar ao seu lado… multiplicando pães e peixes.

Os colonos desprezavam José. Este raramente ia à sinagoga, e nas festividades chegava tarde para fugir à dízima. A sua modesta casa estava situada numa ravina próxima, com água duma ribeira que corria o ano inteiro. Era mesmo um local de eleição para a expansão dos colonatos. Por isso quando José se atrasou no pagamento do imposto predial, os colonos apropriaram-se da casa dele, despejaram José e Maria à força e ofereceram-lhes bilhetes só de ida para Jerusalém.

Vejam o conto completo em PATRIA LATINA

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Fraude de Bernard Madoff põe europeus em alerta

GENEBRA - A aristocracia das finanças mundiais está em pânico. A revelação da fraude de Bernard Madoff e de seu hedge fund repercute na Europa e alguns países já temem que os efeitos sejam mais prejudiciais do que a quebra do Lehman Brothers para algumas fortunas. França, Inglaterra, Espanha e Suíça foram os mais atingidos. Para o jornal britânico The Times, a fraude pode se consolidar como "a maior da história do setor financeiro". Fontes nos bancos na Europa revelaram ao Estado que grandes fortunas que tinham aplicações no esquema passaram o fim de semana tentando saber quanto perderam.
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A maior vítima é o grupo americano Fairfiled Greenwich, que administrava recursos de milionários americanos. As perdas seriam de US$ 7,8 bilhões. Mas na Europa, o impacto está sendo substancial. Apenas em Genebra, jornais locais estimam que o prejuízo para bancos e empresas de gestão de fortunas chegue a US$ 5 bilhões. Entidades como Union Bancaire Privêe e o Neue Privat Bank de Zurique estão entre as vítimas. Já o respeitável Banque Bénédict Hentsch afirma que tinha recursos de US$ 47 milhões aplicados no esquema fraudulento.

LEIA MAIS AQUI.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Rechazaron el plan de salvataje de Bush y cayeron todos los mercados

La Cámara de Representantes de los Estados Unidos se negó a aprobar el proyecto de rescate financiero diseñado por la Casa Blanca y consensuado por los líderes de ambos partidos, que preveía gastar 700.000 millones de dólares de dinero público para salvar a las entidades bancarias en quiebra. Wall Street cae en picada, el Merval de la bolsa porteña baja 8,03% y San Pablo interrumpió su operación por media hora.

CRÍTICA DIGITAL.

terça-feira, 18 de março de 2008

Entenda porque ninguém confia em ninguém em Wall Street

Reproduzo, abaixo, o press release oficial da Bear Stearns, uma das empresas mais tradicionais de Wall Street, quando trocou de presidente, no dia 8 de janeiro deste ano. Quem escreveu foi algum assessor ou assessora de imprensa, daí o tom hagiográfico sobre os executivos. Destaco alguns trechos para demonstrar claramente porque ninguém acredita em ninguém no mercado financeiro: New York, New York • January 8, 2008 A Bear Stearns Companhias Inc. (NYSE:BSC) anunciou hoje que James E. Cayne informou à board de diretores seu desejo de deixar o posto de chief executive officer imediatamente. Embora o sr. Cayne vá se aposentar da firma, continuará como presidente do board de diretores e será sucedido no cargo de chief executive officer pelo presidente da Bear Stearns, Alan D. Schwartz. 'Jimmy tem muito do que se orgulhar - sob a liderança dele a Bear Stearns cresceu substancialmente nos últimos 15 anos,... Leia aqui o restante da matéria!


Texto completo no Vi o Mundo.