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quinta-feira, 7 de março de 2013

Argentina não reconhece legalidade de referendo nas Malvinas

A legalidade do referendo que os moradores das ilhas Malvinas realizarão nos próximos dias 10 e 11 de março não conta com o reconhecimento da Argentina, que, apesar desta consulta popular, continuará com a reivindicação da soberania sobre este estratégico arquipélago sob dominação britânica.

Após o anúncio da convocação deste referendo, em junho do ano passado, que coincidiu com o 30º aniversário do início guerra pela soberania das ilhas, a Argentina insistiu que a consulta não será válida.

"Não tem nenhum valor legal, como aconteceu com um referendo que foi realizado em Gibraltar, que não foi reconhecido", disse recentemente o chanceler argentino, Héctor Timerman.

Para a Argentina, um referendo sobre autodeterminação não pode aplicar-se a uma população que não foi colonizada e sim "implantada" pelo Reino Unido nas ilhas já que os antigos habitantes foram expulsos.


Continue lendo no Opera Mundi.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Argentina denuncia presença de armamento nuclear nas Malvinas perante a ONU

A Argentina acusou nesta segunda-feira (25/02) o Reino Unido de transportar, em submarinos, armamento nuclear às Ilhas Malvinas e violar, assim, os tratados internacionais que estabelecem que esta zona deveria estar desnuclearizada.

"Nos encontramos em uma etapa precária de implementação do tratado de Tlatelolco, que proíbe completamente o armamento nuclear na América Latina e no Caribe. Esta precária implementação é desafiada pelo Reino Unido", manifestou o secretário de Relações Exteriores da Argentina perante a Conferência de Desarmamento da ONU, Eduardo Zuain.

Além disso, Zuain responsabilizou o Reino Unido de uma injustificada e desproporcional presença militar no Atlântico Sul, "que inclui deslocamentos de submarinos com capacidade de levar armamento nucleares na zona desnuclearizada".



Leia no Opera Mundi.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Após Malvinas, ditadura brasileira temia queda de Galtieri

Documentos da chancelaria brasileira dos anos 80 revelam os temores da ditadura de João Batista Figueiredo diante do fracasso de seus pares argentinos. Documentos mostram apreensão da ditadura com as Mães da Praça de Maio e o retorno dos "subversivos". Telegramas registram que embaixador em Londres, Roberto Campos, intercedeu para a liberação do repressor da ESMA, Alfredo Astiz, que foi deportado de Londres para a Argentina em um avião que fez escala no Rio de Janeiro, a bordo do qual viajaram diplomatas brasileiros. O artigo é de Dario Pignotti.    

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

El Reino Unido debería dar el ejemplo


El derecho a la libre autodeterminación de los pueblos es reconocido universalmente, pero sin que viole o contradiga el principio de integridad territorial de los países y las naciones.
El pretender que las Malvinas deban ser consideradas parte del Reino Unido por estar habitadas por ingleses –que hasta antes de 1982 ni siquiera tenían derechos ciudadanos plenos, asimilables a los de un habitante de Londres– tiene la misma consistencia legal y lógica que pretender que los habitantes del Barrio Chino de Belgrano, en Buenos Aires, quieran responder políticamente a Beijing o a Taiwan y no a la República Argentina. El derecho a la autodeterminación de los pueblos no fue inventado para grupos étnicos residiendo en un territorio determinado. Los malvinenses pueden seguir siendo ciudadanos ingleses, así como los del Barrio Chino de Buenos Aires seguir siendo chinos, ser respetados en sus culturas y valores, pero residen en un territorio soberano de la República Argentina. Inclusive se puede pensar en un estatuto especial, consensuado, pero que contemple, por sobre todo, la integridad territorial de la Argentina. La España moderna, democrática y del consenso consiguió estatutos autonómicos imaginativos e interesantes para vascos o catalanes, y mantuvo su unidad territorial y nacional.

O texto é do timorense José Ramos Horta, e está disponível no argentino Página 12.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Embargo imposto por Mercosul a Ilhas Malvinas preocupa Londres

Governo do Reino Unido protesta contra proibição de entrada de embarcações com bandeira das Ilhas Malvinas em portos do Mercosul. Londres ainda não sabe medir impacto concreto da medida punitiva.

Leia MAIS.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Argentina reafirma seus direitos de soberania sobre as Malvinas

A chancelaria argentina emitiu um comunicado, na noite de segunda-feira, onde assinala que o governo de Cristina Fernández de Kirchner “reafirma mais uma vez os imprescritíveis direitos de soberania da Argentina sobre as Ilhas Malvinas, Georgias do Sul e Sandwich do Sul, e os espaços marítimos circundantes, que são parte integrante de seu território nacional”. A declaração foi divulgada no momento em seu que se completam 179 anos desde que as Ilhas Malvinas foram ocupadas por forças britânicas (em 3 de janeiro de 1833).




Confira na Agência Carta Maior

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Reino Unido prepara plano de defesa para proteger Malvinas

O Reino Unido trabalha com a possibilidade de iniciar um novo conflito bélico com a Argentina para "defender" as ilhas Malvinas, no Atlântico Sul, em meio aos crescentes pedidos de militares para deslocar um submarino nuclear para a região, segundo informou hoje o jornal inglês Daily Mail.




A notícia da ANSA está disponível no UOL

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Britânicos pedem explicações ao Uruguai sobre proibição a navios das Malvinas

O embaixador do Reino unido no Uruguai, Patrick Mullee, pediu uma entrevista com o chanceler uruguaio, Luis Almagro. O objetivo da conversa é tratar da negativa à entrada de navios britânicos com bandeiras das Ilhas Malvinas no porto de Montevidéu. 

Porta-vozes da diplomacia britânica afirmaram em entrevista ao jornal uruguaio El País que está sendo discutida "de forma urgente com as autoridades uruguaias o significado" do anúncio feito ontem. 

A questão também é acompanhada pela embaixada da Espanha no Uruguai, uma vez que vários barcos pesqueiros que usam a bandeira das Ilhas Malvinas são de propriedade de empresários espanhóis.

Na quinta-feira, o presidente uruguaio, José Mujica, ordenou que se impedisse que embarcações pesqueiras britânicas vindas do arquipélago, cuja soberania é reivindicada pela Argentina, atracassem em seu país. Ele afirma cumprir acordo feito no ano passado durante encontro da Unasul (União das Nações Sul-americanas).




Cotinue lendo no Opera Mundi

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Rogério Cerqueira Leite: Genéricos e outros mistérios

Como consequência da Guerra das Malvinas, quando a Argentina, por ter abdicado da produção própria de fármacos, ficou desabastecida de medicamentos, o governo militar brasileiro aprovou um programa, por mim proposto, de desenvolvimento dos princípios ativos (fármacos) dos 350 remédios constituintes da farmácia básica nacional.

* Por Rogério Cezar de Cerqueira Leite

Estimava-se que, em dez anos, seria possível desenvolver, por engenharia reversa, pelo menos 90% desses produtos. De fato, em pouco mais de três anos, cerca de 80 processos já haviam sido desenvolvidos e 20 produtos já estavam sendo produzidos e comercializados por empresas brasileiras.

O sucesso inicial desse projeto permitiu que fosse iniciada por mim, nesta Folha, uma campanha de esclarecimento sobre medicamentos genéricos, o que não teria sentido sem a produção própria de fármacos.

Precipitadamente, o governo Itamar Franco tentou lançar a produção de genéricos. O poderoso cartel de multinacionais de medicamentos se insurgiu. Ameaçou-nos de desabastecimento, de verdadeira guerra. Derrotou e humilhou o Ministério da Saúde.

Poucos anos depois, esse cartel não somente cedeu prazerosamente ao ministro José Serra, então na pasta da Saúde, como até fez dele seu "homem do ano".

Seria o costumeiro charme do ministro? Seu sorriso cândido? Senão, qual o mistério?



Vejam mais detalhes (inclusive sobre o "mistério") no PORTAL VERMELHO

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Argentina solicita à ONU expansão de seu território até as Malvinas

O governo da Argentina solicitou formalmente à Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira, a ampliação de seu território marítimo em 1,7 milhão de quilômetros quadrados, em uma tentativa de aumentar o limite de 4,8 milhões de quilômetros quadrados de leito e subsolo oceânicos que já pertencem ao país, informou o Ministério das Relações Exteriores argentino.

O território requisitado pelo país inclui as ilhas Malvinas (Falkland, para a Grã-Bretanha), Georgia e Sandwich do Sul, pelas quais a Argentina mantém uma disputa com os britânicos por mais de 170 anos.

Notícia completa, vejam só, na BBC Brasil.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Thatcher vê vitória nas Malvinas como inspiração para invasores do Iraque e Afeganistão

Trecho:
clipped from www.guardian.co.uk
British forces in Iraq and Afghanistan should draw inspiration from victory in the Falklands, Baroness Thatcher said today in a rare public message.
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