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domingo, 14 de outubro de 2012

Cerra, Ruçomano & houtras hecatombes

Só por puro masoquismo o eleitor paulistano reelegeria Cerra no segundo turno.
Porquanto Ruçomano – a outra hecatombe alucinógena – foi afastada, graças possivelmente a alguma espécie de iluminação à beira do abismo que acometeu unanimemente todos os candidatos a prefeito em Sampa, fazendo de Ruçomano não só o alvo comum de todos os ataques, como rigorosamente de tiro ao alvo. Mas foi por pouco, dada a votação (tipo 22%) relativamente expressiva da abantesma em pauta. 

Voltando ao Cerra, repito: só por puro masoquismo o eleitor paulista reelegeria o nosso vampirinho de plantão pro segundo turno, configurando algo como “o Retorno do Ressentido”, parafraseando malandramente Lacan, sem contar a Antecipação do Esquecimento (uma vez que já não se trata de Falta de Memória Política), tão comum ao homo otarius paulistano, classe média-média e média-alta, conformado após duas décadas de gestões tucano-demoníacas, cujo julgamento eleitoral vai mixando, sem mais aquela, política, religião & mensalão.   

Vejam mais em CONGRESSO EM FOCO

sábado, 6 de novembro de 2010

Depois da eleição....Moradores da favela em SP apanham da polícia

O prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (DEM), segurou a remoção de pessoas de cerca de 200 barracos na favela de Paraisópolis (zona sul de SP) para não atrapalhar a campanha do candidato aliado José Serra(PSDB), mas ontem, Kassab mandou jogar os moradores na rua e foi marcada por um tumulto no início da tarde de ontem.

Policiais jogaram bombas de gás lacrimogênio nos moradores, para evitar tumulto, segundo guardas-civis municipais que estavam no local.


Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

terça-feira, 31 de agosto de 2010

UM MARTELO AGALOPADO PARA SERRA

terça-feira (31), aspas para José Serra: "... Não há nada a ser inaugurado [por Lula] em Paraisópolis [...]O investimento federal em Paraisópolis foi insignificante. O grosso de tudo que foi feito lá vem do Estado e do município"

terça-feira (31), aspas para o Estadão: "... durante a entrega de apartamentos populares para moradores da favela de Paraisópolis, na capital paulista, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta terça-feira elogios à qualidade das unidades habitacionais .... Lula foi ovacionado pelas pessoas que aguardavam sua chegada, com uma hora de atraso. Ele foi recebido com gritos de "Lula, guerreiro, do povo brasileiro", "Lula, cadê você? eu vim aqui só para te ver" e "olê, olê, olê, olá, Lula, Lula". Já o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e o governador do Estado, Alberto Goldman (PSDB), foram recebidos por vaias [...] ao fim de seu discurso, Lula passou o microfone para moradores da região, que fizeram um poema e uma canção para o presidente[ ...]A canção, na cadência de um repente, foi cantada assim: "... Tu és muito competente/ Dilma vai ser lá na frente/ E você vem novamente."


Veja em
Carta Maior

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Uma semana após enchente, prefeito estuda o que vai fazer

Vocês devem se lembrar das cenas toda vez que chovia forte na cidade: gravadores e microfones enfiados em suas bocas, elas eram seguidas pelas câmaras por onde andavam para ver os estragos provocados pelas enchentes.

Os repórteres queriam saber: “E agora, prefeita? O que a Prefeitura vai fazer? Como a situação chegou a este ponto? Que providências foram tomadas para evitar estes problemas?”

No tempo das prefeitas Luiza Erundina e Marta Suplicy, os repórteres eram implacáveis, marcavam corpo a corpo, cobravam o poder público, como é sua função.

Lembrei-me destas cenas antigas quando li hoje no jornal que “Prefeitura estuda usar bombas para drenar a água”, uma semana depois da enchente que deixou alagados vários bairros da zona leste, às margens do rio Tietê.


Vejam mais no BALAIO DO KOTSCHO

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Kassab paga propaganda no exterior para Serra. Dinheiro do cofre público

Nota publicada na revista Época revela que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) pagou, com dinheiro da Prefeitura de São Paulo, informe publicitário na revista Foreign Affars, publicação mantida por um grupo privado de Nova Iorque que trata da política externa dos Estados Unidos.

Vejam o texto completo em Os Amigos da Presidente Dilma

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Mensalão: como a mídia ajuda Kassab

Ao explicar sua tática no debate no domingo (19) na TV Record, o prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM) disse que perguntou à candidata Marta Suplicy se ela tinha se afastado da “turma do mensalão” porque a ex-prefeita insistiu em ligar seu nome ao de Celso Pitta. “Ela tem lembrado insistentemente que eu participei do governo Pitta. Participei, votei no Pitta, como mais de 4 milhões de eleitores. E depois me afastei. E apenas consultei se ela tinha se afastado da turma do mensalão. E é evidente que não, todos sabem”, vociferou.

Por Osvaldo Bertolino, no blog O Outro Lado da Notícia

Há uma diferença continental entre uma coisa e outra. Kassab e Pitta são farinha do mesmo saco, gente sem princípio, sem ética e sem moral. Eles fazem parte de uma corrente política com certa força na cidade de São Paulo que encontra eco num setor minoritário da população que se acha melhor, mais limpo, mais culto, mais inteligente e mais esperto do que o restante dos brasileiros. É a famosa “classe média” paulistana que, como no dito popular, come mortadela como se fosse peru. Kassab, como se sabe, foi recrutado pelo tucanato e passa por um processo de reciclagem para se parecer mais com a turma de FHC, Alckmin e Serra.

No fundo, como se verifica pela predominância do PSDB em São Paulo, o que existe é a ocupação do espaço que outrora foi de Adhemar de Barros e Maluf pelo tucanato. Na outra margem está a candidatura de Marta Suplicy. Kassab tenta atingi-la com a história do “mensalão” porque sabe que este é o assunto preferido da tal “classe média” paulistana para atacar o governo Lula e seus aliados.


Vejam mais no Vermelho

sábado, 11 de outubro de 2008

Kassab e o futuro tenebroso para São Paulo

"Os propagandistas de Gilberto Kassab tentam esvaziar os debates sobre a sucessão paulistana, alimentando a histeria antipetista e evitando temas incômodos. Mas a possível reeleição do prefeito acarretará conseqüências gravíssimas, que precisam ser denunciadas enquanto alguma reviravolta ainda parece viável". Por Guilherme Scalzilli.

"Kassab é instrumento de um golpe eleitoral engendrado por José Serra. Em apenas dois anos, o governador apoderou-se de duas gigantescas máquinas administrativas, povoando-as de correligionários comprometidos com seu projeto presidencial. E esse delírio hegemônico, realizado com a truculência característica do personagem, tende a perpetuar-se para além de 2010.

Alguém ponderará que a manobra tem respaldo popular. Mentira: Serra está enganando os eleitores. Primeiro renunciou à Prefeitura, rompendo compromisso de campanha. Depois “permitiu” que seus protegidos tucanos trabalhassem para uma candidatura adversária. Agora, alia-se a inimigos históricos do próprio PSDB.


Vejam mais no Vermelho


quarta-feira, 30 de julho de 2008

AMB inclui nome de Gilberto Kassab na criticada "lista suja"

O prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM), foi incluído nesta terça-feira (29) na apelidada "lista suja" da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), que contém os candidatos com ações em andamento na Justiça. Kassab responde por improbidade administrativa.



Vejam mais no VermelhoOnline.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Folha, quem te viu, quem te vê...

O que vai abaixo é uma grande sacada do blogueiro Luís Favre. Vale a pena ler na íntegra, embora longo. Em resumo, é o seguinte: a ponte inaugurada pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM), iniciada na gestão Marta Suplicy (PT), foi condenada e espinafrada em editorial pela Folha de S. Paulo, na época em que Marta apresentou o projeto. O mundo gira, a lusitana roda: anos depois, a mesmíssima ponte ganhou o nome de Octávio Frias de Oliveira e mereceu todos os aplausos do jornal. Como se vê, coerência é tudo!

Ponte da Marta: recordar e viver

José Serra e Gilberto Kassab batizaram a ponte estaiada com o nome do dono e falecido fundador da Folha de São Paulo, Octavio Frias. Uma bela e justa homenagem a um jornalista respeitado. Como lembrou sua filha “Uma ponte é sempre a promessa de um encontro, de uma reunião, de uma convergência. Nesse sentido, o batismo dessa obra é uma homenagem apropriada para quem conheceu Octavio Frias de Oliveira. Meu pai era um homem de diálogo, que gostava de aproximar as pessoas umas das outras, que gostava de promover a reunião de pontos de vista diferentes. Ele próprio foi a ponte do que muitas pessoas eram para o que viriam a ser”.

Confira a coerência da Folha de São Paulo, no blog Entrelinhas.

domingo, 28 de outubro de 2007

Gilberto Kassab limita distribuição de gratuitos

A distribuição de jornais gratuitos em cruzamentos e semáforos está proibida na cidade de São Paulo. Em outros pontos, as publicações podem ser distribuídas, desde que contenham 80% de “matérias jornalísticas”. A Lei 14.517, publicada no Diário Oficial de 17/10, crias as limitações, segundo pedido do prefeito Gilberto Kassab.

A lei atinge diretamente os diários gratuitos distribuídos na cidade. O Publimetro está estudando a medida e não quis se pronunciar. Os diretores do Destak estavam em reunião fora e não puderam ser ouvidos. Os dois jornais têm mais de 80% de conteúdo editorial.


Texto completo no Comunique-se. Aguarda-se manifestação da Sociedade Interamericana de Imprensa.