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sábado, 18 de fevereiro de 2012

O Universo é relativístico e quântico mas nosso cérebro é newtoniano

Vivemos num universo relativista e quântico que compreendemos com dificuldade apesar de que segundo revela um estudo da Universidade de Missouri as crianças vem ao mundo com conhecimento intuitivo da física.

O cérebro newtoniano

A literatura científica revisada pelo estudo indica que a física intuitiva ocorre desde os dois meses após o nascimento, a idade mínima na qual é possível fazer testes. Nessa idade os bebês mostram uma compreensão de que os objetos que não se sujeitam caem e de que as coisas que se ocultam não deixam de existir. Aos 5 meses tem a expectativa de que as substancias que não são coesas como a areia e a água não são sólidas. E aos 10 meses elegem dentre dois grupos aquele que tem mais comida.
Vejam o original em ALT1040 ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Diálogos sobre o tempo

Ana Freitas* e Mario Novello** //
Este trabalho consiste em um diálogo entre a artista plástica Ana Freitas e o cosmólogo Mario Novello, na tentativa de produzir uma imagem que represente e seja fiel ao conceito de espaço-tempo da física moderna. O que salta aos olhos é  a dificuldade de se encontrar uma imagem capaz de simbolizar no imaginário do artista um conceito científico.

Vejam mais em COSMOS E CONTEXTO

domingo, 18 de dezembro de 2011

Instituto de Cosmologia Relatividade e Astrofísica lança revista eletrônica de cosmologia e cultura.


Mistura de ciências
A revista eletrônica será mensal e abordará a cosmologia e a cultura.
Cultura e cosmologia são os principais temas da nova revista Cosmos e Contexto, publicação eletrônica que está sendo lançada hoje (15/12) pelo Instituto de Cosmologia Relatividade e Astrofísica (ICRA) do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF).

Vejam mais em CIÊNCIA HOJE-SBPC

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O futuro do tempo

O imediatismo e a urgência são a marca do nosso tempo. A instabilidade e a precariedade do trabalho encurtam o tempo presente. Essa situação impede qualquer projeto de longo prazo, fazendo prever grande incerteza sobre o futuro. É preciso estruturar uma ética do futuro, uma ética do tempo que reabilita o futuro, mas também o passado e o presente

Jérôme Deauvieau - (01/03/2002)

Com a teoria da relatividade, de Einstein, a noção de tempo modificou-se: o conceito espaço-tempo substituiu as noções separadas de espaço e de tempo

Por que suscitar a questão do tempo, do futuro do tempo e dos futuros possíveis? Porque nossa sociedade vive sob a tirania do tempo. Como mostra Milan Kundera, ela “está imobilizada na estreita passarela do presente”.


Vejam o texto completo em LE MONDE DIPLOMATIQUE-biblioteca diplô

sábado, 2 de outubro de 2010

Relatividade com os pés (quase) no chão

Experimentos provam, com medidas e velocidades corriqueiras no nosso dia a dia, as teorias de Einstein.

Olhe bem o seu relógio. Observe o visor, sinta o andar dos ponteiros. Agora, suba em uma cadeira ou um degrau. Acredite: o tempo está passando mais rapidamente.

Assim funciona a teoria da relatividade geral de Einstein. Ela diz: quanto maior a gravidade, mais lentamente o tempo passa para um objeto (em relação a outro). Então a lógica se impõe: o objeto mais distante do solo – e que sofre menos força da gravidade, portanto – tem o seu tempo dilatado.


Qual é a novidade? Antes, a teoria de Einstein era explicada por experimentos com medidas e proporções pouco mundanas e de difícil entendimento nas escalas do nosso dia a dia. De modo geral, as provas científicas da relatividade envolviam medições espaciais pouco concretas ao entendimento comum – como a observação do pulsar de estrelas, ou do passar do tempo a bordo de superjatos.


Vejam mais detalhes em CIÊNCIA HOJE-SPBC

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Experimento suíço contradiz teoria de Albert Einstein

Carlos Orsi

SÃO PAULO - Emitindo pares de fótons - partículas de luz - ao longo de uma fibra óptica estendida entre as cidades suíças de Satingny e Jussy, cientistas do Grupo de Física Aplicada da Universidade de Genebra determinaram que um fóton chegando a um extremo da linha é capaz de reagir instantaneamente a uma manipulação realizada no parceiro que foi para o lado oposto, a 18 quilômetros de distância. Os pesquisadores calcularam que, se essa reação for resultado de uma comunicação entre as partículas, o sinal teria de viajar a, no mínimo, 10 mil vezes a velocidade da luz.


Texto completo na Tribuna da imprensa online.