Mostrando postagens com marcador Comissão de Direitos Humanos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comissão de Direitos Humanos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Um Feliciano piorado na Assembleia mineira

Enquanto o Congresso Nacional é submetido a um constrangimento diário desde a eleição do deputado Marcos Feliciano (PSC-SP), pastor evangélico de discurso homofóbico e racista, para o comando da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, um caso semelhante na forma, mas muito mais grave no conteúdo, permanece escondido na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Em 1º de fevereiro, o tucano Carlos Mosconi assumiu pela quarta vez consecutiva a presidência da Comissão de Saúde do Parlamento mineiro. Médico de formação, Mosconi é idealizador da MG Sul Transplantes, ONG que servia de central clandestina de receptação e distribuição de órgãos humanos em Poços de Caldas, no sul do estado. Segundo uma investigação da Polícia Federal, Mosconi chegou a encomendar um rim para o amigo de um prefeito da cidade mineira de Campanha.
Mosconi
Favor: Em carta, Mosconi pede um rim para um amigo do prefeito de Campanha. Valor: 8 mil reais. Foto: Juarez Rodrigues/ D. A Press

Em 19 de fevereiro, o juiz Narciso Alvarenga de Castro, da 1ª Vara Criminal de Poços de Caldas, condenou quatro médicos envolvidos no esquema de compra e venda de órgãos humanos, a chamada “Máfia dos Transplantes”. João Alberto Brandão, Celso Scafi, Cláudio Fernandes e Alexandre Zincone, todos da Irmandade Santa Casa, eram ligados à MG Sul Transplantes. Scafi era sócio de Mosconi em uma clínica da cidade. A ONG era responsável pela organização de uma lista de pacientes particulares que encomendavam e pagavam por órgãos retirados de pacientes ainda vivos. A quadrilha realizava os transplantes na Santa Casa, o que garantia, além do dinheiro tomado dos beneficiários da lista, recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) para o hospital. 

Vejam mais em CARTA CAPITAL

terça-feira, 2 de março de 2010

Cuba: o suicidio de um "dissidente"

Atilio Boron

O suposto "prisioneiro de consciência" não era tal; por isso nunca figurou na lista de "prisioneiros politicos" elaborada pela Comissão de Direitos Humanos da ONU

Fazendo uma mais festa de sua proverbial falta de escrupulos El País de Madrid informou em sua edição digital de 27 de fevereiro que "A dissidência cubana segue mobilizada pela morte do prisioneiro de consciência Orlando Zapata Tamayo." Afirmação tão veemente quanto falsa cuja intenção não é ooutra que a de levar água para o moinho da permanente campanha de ataques e agressões contra a Revolução Cubana e alimentar os prejuizos de uma grande parte dos leitores desse periódico que nem sempre tem tempo, possibilidade ou interesse em corroborar a veracidade das informações que lhes proporcionam os grandes meios de comunicação.

Felizmente, uma oportuna nota publicada pelo influente intelectual Enrique Ubieta Gómez permite lançar luz sobre este penoso episódio e desmontar a mentira urdida pelo periódico madrilenho. ( http://www.lahaine.org/index.php?p=43596 ). Nela se demonstra que o suposto "prisioneiro de consciência" não era tal; por isso nunca figurou na lista de "prisioneiros politicos" elaborada pela Comissão de Direitos Humanos da ONU em 2003, substituida por causa de seus serios vicios e sua manifesta arbitrariedade a serviço dos interesses dos Estados Unidos pelo Conselho de Direitos Humanos. Como é possível que um "prisioneiro de consciência" cuja identificação com o projeto político o levou a imolar-se a ponto de não trair seus ideais tenha passado despercebido ante os atentos olhos da Comissão?

Vejam mais em LA HAINE.ORG

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

O rescaldo do episódio do tiro pela culatra

Por Celso Lungaretti em 11/02/2010

O tiro disparado pelo general Maynard Marques de Santa Rosa contra a Comissão da Verdade saiu pela culatra: não atingiu o alvo e só vitimou o atirador inepto, que mirava alto e acabou acertando o próprio pé. O noticiário desta 5ª feira (11) nos permite entender melhor o porquê da escolha deste momento para a provocação do militar linha dura — ao qual, exatamente por suas trapalhadas, referi-me num texto anterior como o incrível general Brancaleone, fazendo blague com o filme clássico do diretor italiano Mario Monicelli, O Incrível Exército Brancaleone.

É que o Gen. Maynard está prestes a passar à reserva. Em data emblemática, o próximo dia 31 de março, ele vai concluir 12 anos de generalato e terá de trocar a farda pelo pijama.

Vejam o texto completo em CONSCIÊNCIA.NET

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Deputado ameaçado de morte continua sem proteção policial

O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), solicitou, nesta quinta-feira (12), ao ministro da Justiça, Tarso Genro, a pedido do PT, que a Policia Federal (PF) volte a dar proteção ao deputado Luiz Couto (PT-PB). A segurança pessoal do parlamentar era feita por agentes federais até junho do ano passado, mas foi suspensa sob alegação de que deveria ser feita pela Polícia Legislativa.

O deputado começou a receber ameaças de morte durante sua gestão como presidente da Comissão de Direitos Humanos, quando investigou e fez denúncias contra o narcotráfico e grupos de extermínio no Nordeste, além de revelar o envolvimento de políticos e empresários na exploração sexual de crianças e adolescentes.

Vejam mais no Vermelho