quinta-feira, 25 de julho de 2013
O que é necessário para vender a fotografia mais cara da história?
Confira no Gizmodo Brasil.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Mercado reage diferente com empregos nos EUA e no Brasil
Em abril foram criados 196 mil empregos no Brasil contra 165 mil nos Estados Unidos
Vejam mais no JORNAL DO BRASIL
sábado, 2 de fevereiro de 2013
EUA querem barrar negócio de US$ 20 bi entre cervejarias
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Google e Amazon passam a vender livros no Brasil; leitor Kindle vai custar R$ 299
domingo, 25 de setembro de 2011
O colapso neoliberal – Volume II
Estreou esta semana na tevê a cabo Wall Street – o dinheiro não dorme, uma produção da Fox (argh!) dirigida por Oliver Stone. Não querendo dar release de Stone (mas já dando), um tremendo diretor com um pensamento de esquerda, cuja filmografia inclui obras antológicas como Platoon (86), o primeiro Wall Street (87), Nascido a 4 de julho (89), Assassinos por natureza (94), JFK (91), Nixon (95), Um domingo qualquer (99), inexplicavelmente pontuadas por abordagens equivocadas, como o recente W (2008) , uma biografia estupidamente “psicologizada” de George W. Bush, que deixa do lado de fora o mais importante, omitindo suas motivações e ações, cujas nefastas consequências mudaram o rumo da história recente, reduzindo-o a um “garotinho inseguro cujo único propósito seria agradar o Grande Bush Pai”. Como se em meio aos tsunamis do 11 de setembro ou a ascensão do Capitalismo do Desastre e seu cortejo de guerras limpas e sujas, Stone “optasse” pelos “laços da família Bush”.
Vejam o texto completo em CONGRESSO EM FOCO
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
O Brasil não é um negócio - O mercado quer que a Petrobras seja o que a Vale foi
Vejam o texto completo em GRUPO BEATRICE
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Chegamos ao "beco sem saída" do capitalismo
Vejam o texto completo (castelhano) em AMERICA LATINA EM MOVIMENTO
sexta-feira, 18 de março de 2011
LEAP prevê colapso global do mercado de títulos do Tesouro dos EUA
(Chico Villela) O Laboratório Europeu de Antecipação Política –LEAP 2020 acaba de lançar seu boletim número 53, em que prevê a aceleração do colapso do mercado de títulos do Tesouro dos EUA a partir do segundo semestre deste ano. O LEAP há tempos vem antecipando eventos-chave econômicos, políticos e sociais mundiais com elevada margem de acerto.
A questão reside tanto na iminente venda de grandes lotes quanto na redução da capacidade de compra dos grandes detentores da dívida em títulos dos EUA, da ordem de 4,4 trilhões de dólares. China (20%), Reino Unido,Japão e países produtores de petróleo do Golfo Pérsico detêm a maior parte dos títulos.
Vejam o texto completo em NOVAE
domingo, 13 de março de 2011
Cavalo de pau na economia?
"Taxa de crescimento do país deslizou de 7,5% ao ano para 3,5% neste início de 2011. BC recua e já admite encurtar ciclo de alta dos juros. Mas rentistas criticam moderação do banco e exigem novas altas da Selic com base nas 'expectativas de alta dos preços'. Episódio expõe fragilidade da metodologia que torna a política monetária (leia-se a sociedade) refém das 'expectativas dos mercados': "Esse sistema de coleta semanal de expectativas junto ao "mercado" dá margem para a criação de um clima de "terrorismo inflacionário" no qual a deterioração dos índices de inflação de curto-prazo (causados por fatores como aumento dos preços das commodities internacionais, sazonalidade dos índices e etc) gera uma piora constante das expectativas de inflação ..., criando uma atmosfera de "descontrole inflacionário" a qual leva a uma pressão política por um imediato (e rápido) ajuste da taxa de juros" (José Luis Oreiro, especial para Carta Maior, nesta pág.)
(Carta Maior; 2º feira, 14/03/2011)
terça-feira, 1 de março de 2011
APRENDIZES DE MADOFF, GANANCIA INFECCIOSA & LAISSEZ FAIRE
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Moody's admite que contribuiu para crise financeira
Ex-analistas da agência disseram ter sido pressionados para melhorar a avaliação de certos produtos financeiros
O presidente da agência de classificação de risco Moody's, Raymond McDaniel, admitiu hoje os erros de seu sistema de análise, que contribuiu para a crise financeira por ter dado boas qualificações a títulos hipotecários de má qualidade. Em um comunicado apresentado à comissão de investigação sobre a crise financeira internacional criada pelo Governo e pelo Congresso americanos, McDaniel confessou que o nível de precisão das avaliações da companhia "foi profundamente desalentador".
"A Moody's certamente não está satisfeita", afirmou McDaniel, em um testemunho por escrito apresentado à comissão, que realizou uma audiência em Nova York. Na audiência, ex-analistas da companhia disseram ter sido pressionados pela gerência da agência para melhorar a avaliação de certos produtos financeiros em benefício de seus emissores, que são os que pagam pelos serviços da Moody's. Além da Moody's, as agências de classificação de risco Standard & Poor's e Fitch, principais do mundo, atribuíram avaliações de alta qualidade a títulos imobiliários que acabaram por conter hipotecas subprime. [Segue no iG AQUI.]
#moody's
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
A aliança BC-mercado para garfar o Tesouro
Mais no blog do Luís Nassif.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
A morte do neoliberalismo?
O mito do mercado – pintado pelas mais altas sumidades da teoria económica neoclássica como o portador da eficiência distributiva (allocative) e a fonte de dinamismo competitivo e inovador – foi na realidade um dispositivo ideológico para esconder os interesses reais de poderosos oligopólios corporativos. A consolidação do domínio de classe envolveu a redistribuição gradual da riqueza através de cortes fiscais, privatização e desregulamentação, dos receptores de salários comuns para os escalões mais altos de accionistas ricos e seus aliados subalternos da classe corporativa. Sem considerar os encarregados dos seus partidos políticos, o estado neoliberal implacavelmente buscou a visão distópica de um império informal da livre empresa (Arrighi, 1978). A lenga-lenga do comércio livre e do impulso para mercados de trabalho desregulamentados acompanhou estas panacéias neoliberais, enquanto privatizações por atacado proporcionaram um terreno fértil na reprodução expandida do capital para os sectores antigamente de propriedade estatal e regulados (isto é, transportes, educação, serviços públicos, infraestrutura social e serviços, recursos naturais, etc). Estes processos de "acumulação por despojamento" foram retratados por Harvey de forma incisiva: "Se os principais feitos de neoliberalismo foram redistributivos ao invés de produtivos, então é preciso encontrar caminhos para transferir activos e redistribuir riqueza e rendimento da massa da população rumo às classes superiores ou dos países vulneráveis para os mais ricos (isto é, acumulação por despojamento)" (Harvey, 2006: 43).
sábado, 25 de abril de 2009
Leituras do Manifesto Comunista fazem sucesso na Alemanha
Segundo um artigo publicado no semanário Freitag, o actor alemão Rolf Becker tem-se dedicado à iniciativa de realizar sessões de leitura públicas do "Manifesto do Partido Comunista", escrito por Karl Marx e Friedrich Engels em 1848. Cada sessão de leitura demora cerca de duas horas, durante os quais Becker transmite ao público partes do conteúdo do texto.(...)
Vejam o texto completo em Esquerda.Net
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Marcio Pochmann: Mudança de paradigma
Vejam mais no Portal da Fundação Perseu Abramo
sábado, 17 de janeiro de 2009
O enfrentamento cultural do neoliberalismo
“Cabe-nos o desafio de recuperar a vida como valor central de todas as nossas relações sociais. Faz parte do enfrentamento de um grave problema de ordem ética e moral imposta a partir da hegemonia do pensamento liberal e neoliberal, que nos legou uma sociedade em que as mercadorias perdem a referência de sua razão social e vivem por si, alimentadas por uma cultura imediatista e hedonista. Tudo, inclusive o corpo, é mercadoria e se banaliza.” Esse é um trecho do artigo “A desigualdade é violenta” de autoria do companheiro Patrus Ananias, Ministro do Desenvolvimento Social.
“A medida dos custos da poluição prejudicial à saúde depende dos rendimentos perdidos por causa da morbidez e mortalidade acentuadas. Deste ponto de vista, determinada quantidade de poluição prejudicial à saúde deveria ser realizada no país com custos mais baixos, isto é, no país com os salários mais baixos”. Declaração atribuída a Lawrence Summers, um “especialista” do Banco Mundial
De um lado a lógica da mercantilização de todas as relações autorizando um estapafúrdio “especialista” a defender que se polua mais em países cujos salários são mais baixos, o que se justificaria por uma suposta relação custo/benefício onde a morte e a doença não passam de fatores de ponderação de risco para os investimentos. De outro lado, um pensamento que pretende instaurar a Vida, não só a humana, no centro gerador de sentido e como eixo orientador da ação do Estado.
Vejam mais no Portal do PT
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Toda crise tem sete fases.
Fase 2. Sim, temos um problema mas tudo está sob controle.
Fase 3. O problema é grave mas medidas corretivas já foram tomadas.
Fase 4. O problema é muito grave mas as medidas emergenciais surtirão efeito.
Fase 5. Pânico geral e salve-se quem puder.
Fase 6. Comissões de inquérito e caça aos culpados.
Fase 7. Identificação e prisão dos inocentes.
Os Estados Unidos e a Europa estão na fase 5. Brasil, China e Índia estão na Fase 3. Precisamos nos proteger contra a possibilidade de chegarmos na Fase 5, quando basta um entrevistado na televisão afirmar “que esta crise é igual ou pior que a de 1929”, como vários já falaram, ou escrever no jornal “as conseqüências da crise chegaram definitivamente no Brasil”, como já foi publicado, e gerar pânico por aqui.
Não, a crise ainda não chegou no Brasil, ainda estamos na Fase 3 e mesmo se crescermos 0% este ano, o que ninguém prevê, toda empresa irá vender a mesma coisa no ano que vem. Sua promoção pode estar em risco mas não o seu emprego.
Leia todo o artigo de Stephen Kanitz, aqui. (Dica do Luciano Rodrigues)
sábado, 1 de novembro de 2008
Denise L. Gentil e Gilberto Maringoni: O que o caos pode nos ensinar?
Estamos no olho do furacão. Como um vendaval descontrolado, a crise arrasta negócios, governos e países a situações-limite, quebrando parâmetros até ontem tidos como imutáveis. O mercado, onde está o mercado que a tudo regula e enquadra? Que fim levou a mão invisível e sua insuperável sabedoria na alocação de investimentos?
A liberdade absoluta de movimentação de capitais e a desregulamentação financeira, elevadas à categoria de valores democráticos ao longo das últimas duas décadas, impossibilitam qualquer avaliação objetiva sobre as dimensões ou mesmo o ritmo do desastre.
Apressadamente, alguns analistas difundem a idéia de que as intervenções dos bancos centrais de vários países, injetando dinheiro em instituições financeiras em vias de quebrar, representariam o fim das chamadas teses neoliberais, que se baseiam na absoluta superioridade do mercado como organizador sistêmico. A volta do Estado interventor garantiria, assim, o fim de uma era.
Na verdade, não é esta a essência do modelo, embora seja uma de suas pedras de toque. Ou seja, sua contradição principal não se dá entre liberalismo e intervencionismo ou aquela estabelecida entre mercado e Estado, mas na absoluta subordinação do público ao privado. Entenda-se privado, no momento atual, como todas as formas de capital, sob a hegemonia de sua vertente financeira. E pode-se também entender como público o espaço dos interesses coletivos.
O que se assiste em diversas economias do mundo - EUA à frente - é, na verdade, o setor público - do Tesouro, mantido pela população - atuando como garantidor último dos interesses privados. É o que deve estar no cerne da discussão sobre o socorro de mais de US$ 3 trilhões, realizados por governos de todo o planeta, a bancos e agentes financeiros. Não se está estatizando nada, o que ocorre é a privatização da riqueza pública em favor da especulação financeira. A clássica socialização dos prejuízos, marca histórica de qualquer sociedade capitalista.
Vejam o texto completo no Portal da Fundação Perseu Abramo e aproveitem para ler também:
1. Paul Singer: A relação entre as finanças e a economia da produção e do consumo
2. Bernardo Kucinski: A conta da crise já chegou aos trabalhadores