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domingo, 15 de maio de 2011

Professor da Universidade de Nova York contesta ligações entre Chávez e Farc

Redação Carta Capital

O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, em inglês), produziu um estudo difundido na terça-feira 10 sobre as supostas relações entre a Venezuela e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farcs). O dossiê intitulado Os documentos das Farc: Venezuela, Equador e o arquivo secreto de Raúl Reyes diz basear-se em dados armazenados em computadores de líderes da guerrilha apreendidos após um ataque em solo equatoriano em 2008. A credibilidade do IISS foi contestada, ainda no dia 10, pelo professor de História da Universidade de Nova York, Greg Grandin. Em artigo publicado no The Guardian, de co-autoria de Miguel Tinker Salas, ele ressaltou que entre os especialistas do instituto britânico figuram ex-assessores do governo de George W. Bush e de Tony Blair. Na prática, são especialistas que atestaram a existência de armas de destruição em massa no Iraque, a razão utilizada por norte-americanos e britânicos para depor Saddam Hussein.

“Em outras palavras, algumas das pessoas que manipularam o povo norte-americano e do Reino Unido para invadir o Iraque agora querem que acreditemos em suas ‘revelações’ sobre a Venezuela, o Equador e as Farc”, escreve Grandin. “A política dos Estados Unidos, ao longo da maior parte do governo Uribe (2002-2010), pareceu determinada a provocar tensão entre Colômbia e Venezuela. Agora, (…) promotores dessa política estão novamente buscando criar problemas, desta vez por meio do IISS”, conclui.

Vejam o artigo completo em PATRIA LATINA

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Lazaro Barredo: A relação dos Bin Laden com os Estados Unidos tem sido maior do que se supõe

LÁZARO BARREDO MEDINA – O nome Bin Laden tem sido demonizado, foi até agora o "cocô" do século XXI. Só sua menção causou pavor na sociedade ianque, foi usado para fomentar a "síndrome do mêdo" e justificar as mais retrógradas e anti-democráticas ações nos Estados Unidos.

Mas a família Bin Laden teve e tem muito mais vínculos com os Estados Unidos do que se supõe.

Entre 1981 e 1988, pelo menos 15 indivíduos de distintas nacionalidades, entre eles o próprio diretor da CIA, William Casey, morreram em circunstancias pouco usuais: acidentes aéreos, explosões, virus estranhos que derivarm em cancer fulminante; infartos repentinos ou simplesmente assassinados. Oito mais sofreram atentados e um, o ex-conselheiro de Segurança Nacional Roberto McFarlane, tentou suicidar-se.

Todos tinham em comum ter estado estreitamente vinculados ao Irã-contras que comprometia a administração de Ronald Reagan e ao seu então vicd-presidente, George Bush pai, em um grande escândalo político, pois atuaram com absoluta violação da lei que impedia a assistência financeira aos "contra" nicaraguenses e, especialmente, à venda de armas ao Irã, inimigo declarado dos Estados Unidos.

Para Washington, os contra nicaragüenses, como depois os mujahedins do Afganistão, eram “combatentes da liberdade”.

Um desses personagens que morreu de maneira estranha vinculado a esses fatos foi o xeque Salem bin Laden, ao explodir seu avião no Texas em 1988, o que se diz é que foi pouco depois de fechar uns negócios petroleiros que a familia Bush tinha interesses.

Vejam o texto completo (espanhol) em CONTRAINJERENCIA

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Informação que sustentou guerra no Iraque desmentida por informador

Em entrevista ao jornalThe Guardian, Rafid Ahmed Alwan al-Janabi, a quem os serviços secretos norte-americanos denominaram “Curveball”, assumiu, pela primeira vez, que as informações relativas à existência de um programa de produção de armas de destruição massiva no Iraque eram falsas.

Segundo Rafid al-Janabi veio esclarecer, os agentes do serviço secreto alemão BND deram-lhe “a hipótese de fabricar uma versão da história que podia levar à queda do regime”, e que ele e os seus filhos estavam “orgulhosos” por terem “sido a razão que deu ao Iraque a hipótese de ter uma democracia”.

Vejam mais detalhes em ESQUERDA.NET

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Vista de perto, a Itália de 2009 dá medo.

Franco Berardi (Bifo), 14/2/2009

(Msg distribuída por e-mail, Lista Rekombinant, orig. adiante.
Tradução do Coletivo de Tradutores Attraverso. Distribuição autorizada.)

Franco Berardi (mais conhecido pelo apelido, Bifo), 60, é filósofo, escritor e agitador cultural italiano

Após conduzir um ataque insano contra os trabalhadores, depois de ter levado a termo a criminosa operação Alitalia com a ajuda da oposição de Sua Majestade, após haver tentado (e parcialmente realizado) um ataque mortal contra o que resta da escola Pública, agora – com o pacote de segurança – o governo Berlusconi toma decididamente o caminho da violência autoritária.

O que podemos imaginar nesse momento? Podemos imaginar que esse governo dure por mais quatro anos devastando para sempre qualquer esperança de vida civil. Ou podemos imaginar que a situação se precipite em direção ao banho de sangue, à guerra civil inter-étnica, à catástrofe civil dolorosa. Que outra coisa se pode imaginar?

Se olhamos a situação de perto, se experimentamos olhá-la de Roma, ou de Milão – onde a EXPO 2015 virou pretexto para fechar todos os locais de encontro livre dos trabalhadores precários e da cultura dissidente, como os grupos paramilitares fascistas de 1922 fecharam as associações sindicais operárias – não há esperança.

Mas não é de perto que se deve olhar o que acontece na Itália hoje, nem de Roma, nem de Milão. Tentemos mudar o nosso ponto de observação e olhar a Itália de fora, a partir do mundo. Então compreenderemos melhor e nos livraremos da angústia.

Vejam o texto completo (e o original) na NovaE

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Con una carta abierta, Michael Moore denuncia "un golpe" detrás del plan de salvataje

En el mensaje, que fue subido hoy a su página web, el documentalista afirma que se está cometiendo el mayor robo de la historia de los Estados Unidos. Denuncia que, antes de dejar la Casa Blanca, Bush y sus allegados están saqueando cada dólar que pueden del Tesoro norteamericano.

El documentalista Michael Moore, que en los últimos años no ha ahorrado críticas contra George W. Bush, publicó hoy en su página web una carta sobre la crisis financiera que atraviesa los Estados Unidos en la que denuncia que el plan de salvataje acordado ayer en el Congreso constituye un verdadero "golpe" para saquear el Tesoro norteamericano.

Moore dice que aunque en esta oportunidad no se estén usando armas, están tomando de rehenes a 300 millones de personas, en referencia a la población estadounidense. Y advierte que pese a lo que digan, o a las palabras atemorizadoras que utilicen, su único objetivo es mantener y acrecentar su fortuna.

Vejam mais no EL CLARÍN

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Pacote Bush-Paulson: quando os gângsteres parecem escoteiros


Quando a administração Bush tenta enfiar pela goela do Congresso um pacote de salvamento de US$ 1 trilhão, ela começa a parecer com o coronel Sanders (da famosa rede americana KFC de frango frito) garantindo ao público que merece toda confiança para tomar conta dos galináceos. Se não fosse tão sério, haveria nisso tudo algo de cômico.

Por Sam Webb, presidente do Partido Comunista dos Estados Unidos*

Aqui temos a Casa Branca, que dissipou trilhões de dólares em oito anos, e seu pivô, Hank Paulson, vindo de 38 anos de jogatina no sistema financeiro a serviço do Goldman Sachs... insistindo para que os líderes do Congresso entreguem-lhes um trilhão, sem debate e sem amarras.

Neste drama da vida real, Bush e Paulson fazem John Dillinger, o legendário gângster e assaltante de bancos do tempo da Depressão, parecer um escoteiro.

Nada a ver com o socialismo

Isso não é "socialismo para os ricos", como alguns sugeriram. Medidas socialistas iriam evidentemente sanear e estabilizar o sistema financeiro para que ele seja seguro. Mas um governo de orientação socialista também colocaria tanto os bons como os maus ativos das partes responsáveis (bancos comerciais e de investimento, fundos de ações e hedge funds) nas mãos de uma autoridade democraticamente regida. Transformaria o Federal Reserve (ou Fed, o banco central dos Estados Unidos), que durante a era Greenspan foi um dos principais arquitetos e chefes de torcida das bolhas econômicas (a da alta tecnologia, a das bolsas e, em sua última versão, a imobiliária) em uma instituição sob controle público. Conduziria os responsáveis aos tribunais e em caso de condenação os puniria devidamente.


Vejam o texto completo no Vermelho