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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Como as pessoas envolvidas no vazamento da Lista de Furnas foram caladas

Em Minas Gerais, uma das formas de entender o que representaram os doze anos do governo de Aécio Neves – sete dele mesmo e cinco de Antonio Anastasia – é conhecer a trajetória do publicitário Marco Aurélio Carone.
Em 2002, Carone se candidatou a governador pelo minúsculo PSDC, mas sua missão, segundo ele conta, não era chegar ao Palácio da Liberdade, mas defender Aécio no enfrentamento com o ex-governador Newton Cardoso, também candidato.
Aécio ganhou e, pela atuação de Carone, o partido dele foi recompensado pelo caixa de campanha de Aécio, e o próprio candidato, alguns anos depois, vendeu o título de seu jornal, Diário de Minas, o mais antigo do Estado, para um grupo ligado a Aécio Neves.

Continue lendo no Diário do Centro do Mundo

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

MG: deputado petista insinua que revista foi usada por tucanos


O deputado estadual Rogério Correia (PT-MG) afirmou em nota nesta segunda-feira que a matéria de capa publicada pela revista Veja no último sábado levanta suspeitas de que a publicação tenha sido utilizada pelos tucanos como instrumento de ataque ao PT. A reportagem revelou o conteúdo de gravações telefônicas realizadas pela Polícia Federal com autorização da Justiça que comprovariam que o PT falsificou documentos com o intuito de denegrir adversários e enganar ministros do Supremo Tribunal Federal no caso do mensalão. Segundo a revista, a legenda em Minas Gerais, com o apoio da cúpula nacional, se aliou ao estelionatário Nilton Monteiro para realizar fraudes na Lista de Furnas, documento que acusava políticos da oposição de desvios em estatais no ano 2002.
A veiculação da matéria, diz Correia, "levanta suspeita e gera críticas de que a mesma foi utilizada pelos tucanos como instrumento para execução de uma velha estratégia política: 'A melhor defesa é o ataque'". Ele censura a revista por novamente colocar em dúvida a Lista de Furnas, já que, segundo o deputado, ela foi "periciada e considerada autêntica pela Polícia Federal".

Texto continua no Terra

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Justiça confirma "Lista de Furnas" e absolve seu divulgador

Enfrentando máquina montada para desacreditar "Lista de Furnas", Justiça confirma sua autenticidade, absolve divulgador e condena deputado.

“Lista de Furnas”. Único documento que comprova como funciona o esquema de corrupção no Brasil entre financiadores e financiados no período eleitoral apareceu anos atrás no desenrolar da apuração do Mensalão e Valerioduto mineiro.

Na época a temida “Lista de Furnas” caiu como uma bomba nas redações dos principais veículos de comunicação do País.


Vejam mais em NOVO JORNAL



quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Notícias de Minas no Novo Jornal

Polícia Federal intima Aécio Neves

Aécio terá que se explicar à Polícia Federal
Divulgação

Governador Aécio Neves
Na quinta-feira (30/07), a assessoria do Palácio da Liberdade distribuiu nota informando que o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Luiz Fernando Corrêa, acompanhado de outros membros da direção da instituição, estiveram no Palácio para agradecer o apoio recebido do governo de Minas nas operações que a Polícia Federal realiza em parceria com as forças de segurança do Estado.


Quem é o autor da Lista de Furnas?

Depois de anos, Polícia Federal descobre documento em papel timbrado do governo de Minas que originou a Lista de Furnas
Ilustração

Após anos de investigações e acusações contra Dimas Toledo, pela confecção da Lista de Furnas, ocasião em que o ex-dirigente da empresa foi praticamente execrado, aparece o documento que deu origem à Lista de Furnas, atribuída ao mesmo.

É inacreditável, pois se trata de um ofício em papel timbrado do governo de Minas, assinado pelo Secretário de Governo Danilo de Castro e encaminhado a Dimas Toledo.

O documento relaciona os beneficiários da campanha do governador Aécio Neves, assim como os doadores.

A certeza da impunidade era tão grande que a lista da “corrupção” foi feita em papel timbrado do governo de Minas.(Veja no link abaixo)

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Mensalão tucano: A Lista de Furnas

O deputado estadual Padre João (PT-MG) lembra que, além do caixa dois que ocorreu em 1998, nas eleições de 2002, em que os candidatos eram os tucanos José Serra (para presidente), Geraldo Alckmin (para governador de São Paulo) e Aécio Neves (para governador de Minas Gerais), o esquema se manteve com a chamada Lista de Furnas, “com o caixa dois superando o valor de R$ 25 milhões somente para os cargos majoritários”, diz ele.


Texto do Brasil de Fato, encontrado no Leituras e Opiniões do Luis Favre.