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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Greve Geral - Ação e Solidariedade


Cartaz da greve geral (Ação e Solidariedade) programada para 14 de novembro em Portugal, Espanha e Grécia.

Vejam aqui (em castelhano) a omissão e o discurso venal da mídia empresarial espanhola em relação ao protesto dos cidadãos.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Pussy Riot e o perigo que alguns não viram


Berna (Suiça) - Meus amigos já me alertaram - "você tem instinto suicida e mete seu dedo com frequência em vespeiros". Nada mais normal que ser picado. Mas o que vou fazer, se é instinto, não posso me conter.

Fiquei preocupado ao ler um artigo de Paul Craig Roberts sobre o recente caso das meninas do Pussy Riot (foto), circulando já traduzido na mídia alternativa. O nome do grupo pode ferir a sensibilidade de alguns, mas é isso mesmo, Pussy é xoxota ou vagina ou, como se traduziu, está certo, pode ser Agito das Bucetas.

Para quem não sabe, essas meninas agitadas foram numa igreja ortodoxa e cantaram em outro tom e ritmo uma ladaínha anti-presidente russo Putin. Foram presas, processadas e agora condenadas a dois anos de trabalhos forçados.

Pois bem, não vou entrar no mérito dessa história, se deviam ou não ousar criticar o presidente Putin numa igreja.O que me interessa nesta coluna é se religião virou tabu e se não se pode mais brincar no meio do incenso e das velas sem o risco de tomar um pesada pena de prisão.

Meu colega do Institut for Political Economy diz o seguinte no seu texto -

"Meu coração está com as três mulheres da banda russa Agito das Bucetas [orig. Pussy Riot] – que foram brutalmente manipuladas e usadas por ONGs pagas por Washington infiltradas na Rússia. A banda Agito das Bucetas foi mandada cometer crime, enviada em missão absolutamente ilegal. O pique das moças é admirável. Mas é triste a facilidade com que se deixaram enganar e manipular".
  

Vejam o texto completo em DIRETO DA REDAÇÃO

sexta-feira, 2 de março de 2012

Uma imagem suja da política

“A Dama de Ferro”, retrato de Margaret Thatcher, destina-se a um público que não se interessa absolutamente por política. 



Por Bruno Carmelo, do Discurso-Imagem.


A Dama de Ferro é o típico filme de forma sem fundo. Para representar Margaret Thatcher, personalidade facilmente reconhecível mas de quem se conhece pouco, a diretora deste drama teve que nivelar por baixo: falar da personalidade política sem falar de política, ou seja, destacar as intenções sem julgar as ações.


Vejam o texto completo em OUTRASPALAVRAS.NET

sábado, 9 de abril de 2011

A OTAN assegura que não há solução militar para a crise da Líbia

O secretário geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen, tem destacado que "não há solução militar" ao conflito na Líbia, que necessita "uma solução política". Rasmussen fez estas declaraões em uma entrevista para o semanário alemão Der Spiegel, que será publicado na segunda-feira.

"Pode-se ganhar a guerra sem o envio de tropas de terra?", pergunta o jornalista a Rasmussen, que contesta assim: "A resposta honesta a esta pergunta é que não há solução militar r para este conflito. Necessitamos uma solução política, e o povo líbio deve trabalhar nesta direção. "Sem dúvida," acrescenta Rasmussen, "na última instância será a ONU quem deverá ajudar a Líbia a encontrar uma solução política para esta crise".


Vejam mais detalhes em EL PAÍS.COM

segunda-feira, 7 de março de 2011

Politizar o software livre

Ciudad CCS

A construção de uma sociedade socialista requer fundamentalmente da proposição de modelos constituidos pelo conhecimento teórico e empírico, adaptados à realidade e provenientes da realidade. No tecido social, as relações sociais de produção definem implicitamente o modelo ideológico estabelecido, projetando, de alguma forma, suas políticas e valores. Por exemplo, se em nossa sociedade a especulação é uma atividade normal, socialmente aceita, e admitida em todos os nossos intercambios comerciais, então as novas gerações herdarão e reproduzirão estes valores, sem necessidade de um plano de formação capitalista.

O capitalismo e seu modelo, que muda segundo seus interesses, prevalece fundamentalmente porque todavia hegemoniza as relações sociais de produção na sociedade. Daí, a necessidade de ensaiar novos modelos que transformem essas relações.

Vejam o texto completo em REBELION.ORG

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Artistas e intelectuais organizam manifesto pró-Dilma

Um grupo de artistas e intelectuais liderados por Leonardo Boff, Chico Buarque, Emir Sader e Eric Nepumuceno está articulando adesões a um manifesto de apoio político à petista.

O documento será entregue à candidata na próxima segunda-feira (18), em um ato político organizado pelo grupo no Teatro Oi Casagrande, no Leblon, zona sul da capital fluminense, às 20h.

Vejam mais detalhes, o manifesto e alguns assinantes em ADITAL

sábado, 18 de setembro de 2010

Em resposta a Aécio Neves

O ex-governador Aécio Neves trocou a entrevista coletiva que seus assessores anunciaram, por um comunicado no qual desmentiu, longe das interrogações dos jornalistas, que vai sair do PSDB conforme reportagem que publiquei na edição da revista CartaCapital que está nas bancas.

Eu afirmei: “Há duas semanas, em um jantar no Rio de Janeiro, o ex-governador Aécio Neves se empolgou ao falar da necessidade de reformas políticas no Brasil e, para sustentar os argumentos que desenvolvia junto a um grupo restrito de amigos, ele anunciou: “Eu vou sair do PSDB”.

Aécio desmentiu: “Essa informação não tem qualquer fundamento. É mais uma especulação infundada, sem qualquer relação com a realidade, a exemplo dos mesmos boatos que, ano passado, davam como certa minha saída do PSDB. O PSDB é minha casa e, não apenas vou permanecer nele, como estou lutando para dar ao partido uma bela vitória em Minas”, diz a nota distribuída na sexta-feira, 17.

O ex-governador não negou, no entanto, o jantar. E me surpreende que o anfitrião, Alexandre Accioly, um dos maiores empreendedores da área de entretenimento no Rio de Janeiro, tenha entrado em cena para dizer que o apartamento dele é em Ipanema e não em Copacabana, como indiquei, e que o jantar foi há mais de dois meses e não em duas semanas como informei.
Confesso que errei. Mas o meu erro termina aí. Aécio desmentiu a afirmação, mas, não desmentiu o encontro.


A resposta continua no sítio da revista CartaCapital.

domingo, 6 de junho de 2010

Semana das Mulheres no Poder

Curso de Capacitação

Acontece entre os meses de junho e julho o 2º Curso de Capacitação Político-Feminista para Lideranças Mulheres - LIDFEM 2010. O objetivo é qualificar e aperfeiçoar os conhecimentos de mulheres líderes, no sentido da construção do protagonismo,
capacitando-as para fazer o enfrentamento político necessário nos espaços sociais de articulação para as eleições de 2008, sobretudo nos espaços institucionalizados e formais da política, em especial do âmbito do Poder Legislativo. Pretende-se realizar tal capacitação sob um viés crítico-feminista, em áreas consideradas relevantes, como Direitos Humanos, Movimentos Sociais e Cidadania, Relações de Gênero, Sistema político e Partidário Brasileiro, Leis Eleitorais etc, para que possam atuar como agentes multiplicadoras de Justiça e de promoção e combate às desigualdades sociais, e em especial às desigualdades de gênero, informando e orientando os setores mais empobrecidos e menos informados em questões da cidadania, Justiça e do controle democrático e participativo. O curso acontece entre os dias 29/06 e 04/07, no Balneário Rio de Pedras (Itabirito, RMBH), e oferece 130 vagas para mulheres filiadas a todos os partidos políticos e também oriundas de movimentos sociais do Estado. As vagas serão preenchidas a partir de um processo seletivo. É uma promoção do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre as Mulheres (NEPEM), o Centro do Interesse Feminista e de Gênero (CIFG) e o Departamento de Ciência Política (DCP) da UFMG, em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).

Confira todas as informações para inscrições LIDFEM 2010

Vejam mais (muito mais) em MAIS MULHERES NO PODER

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O império retoma o ataque

Escrito por Wladimir Pomar

Segundo notícias recentes, porta-vozes do sistema financeiro internacional estão alertando seus acionistas de que o mercado de ações brasileiro estaria formando uma bolha, a economia do Brasil estaria aquecida e o real supervalorizado. Em outras palavras, parece estar findando a lua de mel entre o sistema financeiro internacional e a política de crescimento do governo brasileiro, embora tal sistema tenha sido um dos que mais lucraram nos últimos anos.

O desconfiômetro deve nos conduzir a uma análise mais cuidadosa do assunto, de modo a descobrir se há razões reais para o alerta, ou se se trata de jogada política, tendo em vista possíveis mudanças na política monetária brasileira. O Banco Central se apressou a tranqüilizar o sistema financeiro internacional, afirmando que o Brasil pode adotar medidas que impeçam um crescimento superior a 2% ao ano, desde que retire os incentivos fiscais e aumente a taxa Selic, a taxa básica de juros.

Ou seja, o Banco Central, numa penada, mudou toda a perspectiva de crescimento do país. Por um lado, avisou ao governo que a política monetária deve manter tranqüilos os acionistas dos bancos internacionais. Por outro, informou aos empresários que não devem investir na ampliação de sua capacidade produtiva. Primeiro, porque isso pode causar fricções com o sistema financeiro internacional. E depois porque vale mais a pena aplicar no jogo de ações da bolsa de valores, que lhe garante um rentismo certo.

Vejam mais em CORREIO DA CIDADANIA

domingo, 2 de maio de 2010

Sexismo na política digital do twitter

[...]

Ao analisar a campanha, aliás pré-campanha, na medida em que oficialmente ela ainda não começou, fiz um exercício que não tem nenhum valor científico, mas que pode me ajudar a exemplificar a percepção que tive. Em pouquíssimos minutos com duas janelas abertas no TweetDeck (um programa para gerenciar a conta da rede social do twitter) eu li microposts (é assim que chamamos as mensagens postadas no twitter) que recorrem ao sexismo para fazer campanha eleitoral difamatória.

A condição do gênero feminino, percepções sobre critérios de beleza ou feiúra, sobre sensualidade, ou supostos padrões de comportamento adequados às mulheres/damas foram recursos para diferentes twitteiros desqualificarem as candidatas. Selecionei alguns exemplos. [...]

Leitura completa do artigo de Conceição Oliveira no Viomundo AQUI.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Os Dez Mandamentos

Os Mandamentos abaixo elencados têm um denominador comum: todos já foram experimentados e estão sendo aplicados em diversas regiões do mundo, setores ou instâncias de atividade. São iniciativas que deram certo, e cuja generalização, com as devidas adaptações e flexibilidade em função da diversidade planetária, é hoje viável. O artigo é de Ladislau Dowbor.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Opinião e política segundo Aristóteles

Por Mauro Santayana

Há, em um de seus estudos sobre a política (Ética a Nicomaco), afirmação de Aristóteles que causa espanto no primeiro momento: a amizade é mais importante do que a justiça, porque onde houver amizade, a justiça já está feita. Ao contrário de seus predecessores, o grande filósofo não deixava a inteligência solta: amestrava-a com rigorosa lógica. A amizade, ou solidariedade, na melhor tradução contemporânea, é a própria razão da vida social. Só a solidariedade pode promover a isonomia, a equalização (isasthenai) das pessoas, normalmente desiguais. Dessa igualdade, que a solidariedade estabelece, se nutrem a teoria e a prática da República.

A coisa pública não é apenas o conjunto de bens materiais, mas, também, das ideias e sentimentos comuns, a que chamávamos pátria. O que serve de continente à solidariedade é a consciência de que o bem, objetivo da ética política, só pode ser obtido nessa troca de confiança mútua. Fonte: JB. Continue a leitura aqui.

SER POLÍTICO


Existe um argumento frequentemente invocado até por autoridades esclarecidas para condenar ou minimizar determinada iniciativa, seja ela reivindicatória, contestatória ou pró ativa. Trata-se de classificar tais atitudes como políticas, atribuindo à palavra um tom pejorativo, que retiraria das manifestações toda a legitimidade que reivindicam.
Vejam o texto completo em Direto da Redação

sábado, 28 de março de 2009

Programa habitacional: a mão visível do Estado

Pode-se dizer que, no capitalismo, o problema do déficit habitacional é algo sem solução. É a lógica da escassez como condição para que um bem tenha um preço acima do seu valor. Essa constatação faz do programa habitacional anunciado pelo governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva uma ação política de significado ainda incalculável.

Por Osvaldo Bertolino

Além dos benefícios sociais, é preciso considerar o potencial de dinamismo que o programa representa para toda a cadeia produtiva — desde produtores de materiais de construção até lojas de móveis — e para o conjunto da economia. A expectativa é de que finalmente o país passe a ter uma política habitacional — até agora o que nós tínhamos era um mosaico com medidas isoladas e paliativas.

Vejam mais no Vermelho