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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Marina come do fruto da demonização da política

Nesses períodos que antecedem a campanha eleitoral, até mesmo argumentos de que a mídia não tem nada a ver com a demonização do PT começam a surgir em comentários de pessoas ditas “progressistas”. Percebe-se que a votação não será baseada em partidos, mas sim no candidato, pelo menos no caso de Dilma e Marina.
As chamadas jornadas de Junho de 2013 foram exaustivamente analisadas como descontentamento com a política e nesse vácuo oportunistas começou gerar o discurso de pairar acima da atividade mais básica de uma sociedade:  a Política.

Confira no Jornal GGN

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Banqueiros babam com disruptura de Marina

Saul Leblon  

Marina  Silva sentou-se à direita da santíssima trindade dos mercados. Em amigável  périplo pela mídia, a ex-senadora se declara uma convicta defensora do sacrossanto  ‘tripé’. Que vem a ser uma  espécie de enforcador  à distância. Sendo o pescoço, a sociedade. E os mercados, a mão que controla a correia.

A coleira dentada  permite que o dinheiro grosso submeta  governos, partidos  e demais instâncias sociais  a um comando de desempenho  monitorado por três variáveis.
  


Vejam mais no Editorial de CARTA MAIOR 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Vandalismo no Itamaraty foi liderado por marineiro

:
Um membro da Comissão Executiva Nacional da Rede Sustentabilidade foi um dos líderes dos atos de vandalismo que chocaram o País no dia 20 de junho, quando o Itamaraty foi depredado; seu nome é Pedro Piccolo Contesini; "Peço desculpas sinceras a todos os companheiros e companheiras da Rede. Reafirmo que continuarei sendo um “enredado” convicto, persistente e esperançoso", disse o vândalo fisgado pela rede da polícia. 


Vejam mais em 247

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Ironia de Marina Silva fica em 1989 , quando estamos em 2013



Em visita a Bahia na 5ª feira (ontem), para angariar apoios e assinaturas para a formação do partido dela, a REDE Sustentabilidade, a ex-senadora presidenciável Marina Silva volta a atacar: em entrevista, reclamou do que chamou de verdadeira “operação de guerra” para inviabilizar a criação de novos partidos.

"O grande medo das pessoas é de ideias novas, pessoas novas. Tem pessoas que devem estar assustadas com suas próprias sombras. O PT quando surgiu como ideia nova e inovadora, foi feito de tudo para inviabilizá-lo. O presidente Lula sabe quanto foi difícil. Nunca imaginei que o governo e o PT fossem se juntar com o que há de mais atrasado no Congresso Nacional para fazer conosco o mesmo que fizeram com eles", declarou.

Filosofou bonito, mas a ex-senadora sabe que não é nada disso. Marina está enganando ou tentando enganar. O projeto do deputado Edinho Araújo (PMDB-SP), aprovado na Câmara, mas com tramitação sustada no Senado por liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), não tem nada contra a criação de partidos.

Vejam mais no blog do ZÉ DIRCEU

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Mauro Santayana: Marina Silva e a desfeita ao Brasil

A senhora Marina Silva é um caso típico de como as virtudes enganam. Ela surgiu na vida pública brasileira como a pobre menina da floresta, que se torna ativa militante da causa ambiental, entra para a política ainda muito jovem, dentro do PT; é eleita senadora pelo Acre; torna-se Ministra, e chega a candidatar-se, sem êxito, à Presidência da República.

Por Mauro Santayana, em seu blog

Trata-se de uma biografia virtuosa. Marina é militante de uma causa vista como nobre, a da defesa da natureza. Mas não se pode dizer, com o mesmo reconhecimento, de que se trata de uma boa brasileira.

Marina é hoje, e é preciso dizer, uma patriota do mundo. Nenhum brasileiro, vivo ou morto, foi tão homenageado pelos mais poderosos governos estrangeiros e organizações não governamentais do que esta senhora, ainda relativamente jovem.     



Vejam o texto completo no PORTAL VERMELHO

sábado, 9 de outubro de 2010

NEUTRALIDADE TEM LADO DATAFOLHA: DILMA 54% X SERRA 46%

"51% dos eleitores de Marina já declaram voto em Serra --o que explica o avanço maior do tucano em relação ao 1º turno; 22% preferem Dilma e 18% estão na coluna dos indecisos. Possivelmente esses 18% representem o cacife eleitoral efetivo de Marina; a uma decisão sua, podem decidir a disputa entre a candidata de Lula e o representante da coalizão demotucana. Marina quer tempo para pensar. Enquanto pensa, a direita e a extrema direita avançam agressivamente com o dispositivo midiático e religioso a sua disposição. Marina pode optar pela neutralidade. A neutralidade não para o relógio da história. Com o estreitamento das diferenças, a neutralidade pode decidir a eleição a favor da direita. Mesmo sem escolher, Marina terá escolhido então um lado. Esse é o jogo, Marina; e o segundo tempo já está sendo jogado."

(Carta Maior; 10-10)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A BALA DE PRATA ERA VERDE. E AGORA, O QUE FARÃO OS AMBIENTALISTAS COM A MUNIÇÃO ACUMULADA?

"A direita brasileira raspou o fundo do tacho e chegou à seguinte conclusão: Marina é o último cartucho de Serra. [...] O movimento ambientalista brasileiro encontra-se diante de uma encruzilhada histórica: tem 26 dias para decidir se integra o campo de forças que lutam pela transformação do Brasil numa sociedade mais justa e sustentável, ou, ao contrário, como lamentavelmente sugere o comportamento de alguns de seus porta-vozes e lideranças lambuzadas com a atenção da mídia, se assume a condição subserviente de pé-de-palanque da direita e da extrema direita unidas no interior da coalizão demotucana. Chico Mendes por certo não hesitaria em escolher seu lado se na reta final de uma disputa política, como agora, tivesse objetivamente duas opções de poder: um governo amarrado em torno dos compromissos históricos de Dilma e Lula ou uma alarmante coalizão de interesses liderada pela não menos alarmante dupla Serra e Índio da Costa. Resta saber qual será a escolha de Marina Silva. A ver." [atualização do editorial de Carta Maior de 25-09)

(Carta Maior, 04-10)

Marina Silva e as novas florestas

Gilson Caroni Filho

O verdadeiro mestre não é somente o professor que sabe dar a aula com a lição na ponta da língua – é, sobretudo, aquele que sabe fazer discípulos. Quanto ao discípulo, é este mais do que o aluno que aproveita a lição na sala de aula. Na verdade, corresponde ao prolongamento do mestre, retendo-lhe o fascínio pelo resto da vida, como se o saber do professor continuasse a acompanhá-lo além do curso, alongando-lhe a presença. É tensa a relação entre o legado de Chico Mendes e os desvios de sua seguidora.

Cortejada pela grande imprensa como possibilidade de levar a eleição para o segundo turno, Marina parece bailar nas decisões hamletianas: faz que vai e volta do meio para trás como cantilena do Grande Sertão. Já não convida mais seu coração para dar batalha. Quando está madura a oportunidade de colocar o Brasil na trilha das aspirações populares, a "cabocla de tantas malárias e alergias" coloca-se como linha auxiliar de uma elite desprovida de projeto de consenso para o país.

Rifando sua biografia, tergiversa sobre questões caras ao campo democrático-popular do qual, até bem pouco tempo, foi militante expressiva. A mulher que apostava na organização do povo como único agente capaz de resolver seus próprios problemas, elegendo suas prioridades e lutando para atingi-las, deu lugar a uma "celebridade" que, pretextando buscar um novo espaço político, reproduz o discurso dos editoriais reacionários. Deixou de dar valor ao partido político, ao sindicato, aos movimentos populacionais, às ações associativas. Esqueceu que são essas as instâncias capazes de superar um modo de vida que não corresponde às expectativas reais dos seres humanos de verdade.

Vejam o texto completo em PRAVDA.RU

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

INPUTS /OUTPUTS

"Marina Silva está cada vez mais afiada na arte de dizer aquilo que a mídia demotucana programou para sair de sua boca. Nesse ambiente pavloviano de adestramento político, a candidata verde recebe contrapartidas correspondentes ao desempenho. Caso a caso, como recomenda a boa técnica de laboratório. Migalhas, em acertos menores. Menosprezo, nos erros maiores. Quinta-feira foi um dia bom. Marina disse em sabatina no jornal o Globo: ‘Lula defende Dilma, mas esquece os cidadãos’. Foi premiada no dia seguinte com uma dose extra de afagos na cabeça. Sua frase ganhou manchete de cinco colunas na 1º página do jornal, mais um bonus com foto de meia página logo abaixo. Um pouco demais, talvez. Mas estamos a vinte dias das eleições. O Datafolha desta sexta-feira reafirma que Dilma vence no 1º turno com 56% dos votos válidos; no Ibope, multiplicam-se os sinais de uma ventania que pode varrer candidatos demotucanos até em cargos e estados onde sua eleição parecia tranquila; caso de Cesar Maia, no Rio, ultrapassado por Lindberg e Crivella naquela que pode ser a mais eletrizante eleição para o Senado; ou de Beto Richa, no Paraná, cuja vantagem diante de Osmar Dias despencou à metade. Marina está sendo estimulada a caminhar mais rápido, no rumo planejado."


(Carta Maior e os rumos de quem saiu do PT em nome da ética; 11-09)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Do vermelho ao verde: quem são os amigos da Marina?

João Quartim de Moraes *

Muitos críticos intransigentes, na esquerda “lato sensu”, sobretudo os da corrente “ecológica”, que se escandalizaram quando Lula em 2002 convocou para candidato a vice em sua chapa um grande industrial mineiro, não parecem se incomodar tanto com o fato de que o vice de Marina Silva é presidente do trust transnacional Natura. Quando, por motivos respeitáveis, ela renunciou ao cargo de Ministro do governo Lula, os mesmos eco-intransigentes imaginaram que ela saía do governo pela esquerda. Alguns, abusando do direito de serem ingênuos, persistiram nessa opinião mesmo depois dela ter aderido ao PV e se lançado candidata à presidência por esse partido.

Marina tem um novo amigo verde, F. Gabeira, ex-guru dos bichos-grilos da orla guanabarina e adjacências nos anos oitenta, agora candidato do centro-direita ao governo do Rio de Janeiro. Poucos políticos têm seguido, mais do que Gabeira, uma trajetória tão coerentemente retilínea: começou na extrema-esquerda e vem garbosamente caminhando para a direita, passo a passo e sem nenhum desvio. Apoiado no Rio pela frente bicéfala da direita (PSDEMB), ele retribui com galhardia: mal aberta a campanha eleitoral oficial, compareceu em São Paulo a um ato político em apoio a José Serra. Longe de exibir aborrecimento, Marina justificou o sócio, dizendo que ele veio a São Paulo “colher propostas do PSDB para seu programa de governo”, coisa “perfeitamente natural”. “O Gabeira me apóia e os tucanos e os democratas (sic) apóiam o Gabeira”. Só que este queixou-se de que o partido de Serra não lhe estava repassando o prometido auxílio pecuniário. Quanta ingratidão!

Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

domingo, 2 de maio de 2010

Sexismo na política digital do twitter

[...]

Ao analisar a campanha, aliás pré-campanha, na medida em que oficialmente ela ainda não começou, fiz um exercício que não tem nenhum valor científico, mas que pode me ajudar a exemplificar a percepção que tive. Em pouquíssimos minutos com duas janelas abertas no TweetDeck (um programa para gerenciar a conta da rede social do twitter) eu li microposts (é assim que chamamos as mensagens postadas no twitter) que recorrem ao sexismo para fazer campanha eleitoral difamatória.

A condição do gênero feminino, percepções sobre critérios de beleza ou feiúra, sobre sensualidade, ou supostos padrões de comportamento adequados às mulheres/damas foram recursos para diferentes twitteiros desqualificarem as candidatas. Selecionei alguns exemplos. [...]

Leitura completa do artigo de Conceição Oliveira no Viomundo AQUI.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Fracasso | Campanha de Marina nao consegue arrecadar mais que 2,500 na web

"Fracassou de forma retumbante uma das mais badaladas iniciativas que tentavam juntar eleiçoes e internet. Dois meses depois de lançar campanha pioneira de arrecadaçao de recursos pela rede, o PV de Marina Silva arrecadou míseros R$ 2,500. O dinheiro nao cobre sequer o salário de um dos 6 funcionários que cuidam das páginas do partido e da pré-candidata à Presidência da República na web".

Leia mais no Blue Bus.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Globo já começa a querer manipular Marina Silva

Altino Machado, jornalista do Acre, diz em seu blog:

Direto de minhas fontes na imprensa:

Orientações específicas da direção do jornal O Globo para a cobertura da campanha de Marina Silva: mantê-la presa ao tema ambiental, destacar todas as declarações que a contraponham a Lula e a Dilma, apresentá-la como uma candidata idealista, dar destaque a declarações de militantes e aprofundar a ruptura com o PT.


Vejam mais no blog dos Amigos do Presidente Lula

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Marina sai do PT sem deixar claras suas pretensões políticas

A senadora e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, anunciou nesta quarta-feira (19) sua desfiliação do PT, partido ao qual esteve ligada por quase 30 anos. A senadora acreana diz que ainda não tomou a decisão de se filiar a um novo partido, mas é de conhecimento público que sua saída do PT tem como objetivo filiar-se ao PV para disputar a presidência da República em 2010.

Marina Silva

Marina Silva sai do PT para ser candidata pelo PV

O desligamento do PT, que já estava sendo preparado há quase um mês, foi anunciado pela própria senadora durante coletiva de imprensa na Comissão de Meio Ambiente. Marina também enviou uma carta ao presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, oficializando sua saída do partido. Na carta, a senadora justifica a desfiliação dizendo que "é o momento não mais de continuar fazendo o embate para convencer o partido político do qual fiz parte por quase trinta anos, mas sim o do encontro com os diferentes setores da sociedade dispostos a se assumir, inteira e claramente, como agentes da luta por um Brasil justo e sustentável, a fazer prosperar a mudança de valores e paradigmas que sinalizará um novo padrão de desenvolvimento para o País".


Vejam mais no Vermelho

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Voto de Ayres Britto é elogiado entre defensores da Raposa Serra do Sol

Brasília - A senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PT-AC) afirmou, logo após o fim da sessão de julgamento sobre a demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol no Supremo Tribunal Federal (STF), que se emocionou em muitos momentos durante a leitura do voto do relator da ação, ministro Carlos Ayres Britto.

LEIA AQUI.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Marina, morena

Marina Silva concedeu entrevista. Afirmou que não foi consultada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a escolha de Mangabeira para coordenar o Programa Amazônia Sustentável (PAS). Rebateu, também, as críticas do presidente que declarou, na semana passada, que ela não era indicada para assumir o PAS porque não é uma pessoa isenta. – Se ser isenta é a capacidade de mediar o seu ponto de vista de forma legítima e democrática com o outro, eu me considero uma pessoa isenta. Mas tenho meu ponto de vista. Leia no JB.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Carlos Minc, um "ecologista de Ipanema" no MMA

No dia 20 de novembro de 1988, um mês antes de ser assassinado, o seringueiro Chico Mendes participou, no Rio de Janeiro, da manifestação "Salve a Amazônia", organizada pelo Partido Verde. Naquele ano, o acreano de Xapuri costumava usar uma camiseta do PV, que ganhou da atriz Lucélia Santos, com a palavra "Legalize", em defesa do uso da maconha.

No vídeo abaixo, Chico Mendes conversa com o militante Alfredo Sirkis, a quem fez revelações sobre as ameaças de morte que sofria no Acre. Mas existem outras cenas interessantes: leia e veja no Blog do Altino - Acre, que acompanha de perto as questões da floresta.

Marina Silva:

Caro presidente Lula,

Venho, por meio desta, comunicar minha decisão em caráter pessoal e irrevogável, de deixar a honrosa função de Ministra de Estado do Meio Ambiente, a mim confiada por V. Excia desde janeiro de 2003. Esta difícil decisão, Sr. Presidente, decorre das dificuldades que tenho enfrentado há algum tempo para dar prosseguimento à agenda ambiental federal. Leia a carta de demissão completa no blog do Júlio Garcia. (Dica do Dialógico.)

terça-feira, 13 de maio de 2008

Saída de ministra afeta imagem do Brasil, diz professor da LSE

Na opinião do professor da London School of Economics (LSE) Anthony Hall, a saída de Marina Silva do Ministério
do Meio Ambiente afeta a imagem que o mundo tem do Brasil no que
diz respeito às questões ambientais. Marina simbolizava prioridade dada
ao meio ambiente, diz especialista.

Ler mais em:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/05/080513_marinarepercute_ac.shtml