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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Bancada ruralista rejeita e critica homenagem à Chico Mendes na Câmara


Grupo classificou como ‘infeliz' a escolha do nome do seringueiro para o plenário onde funciona a Comissão da Amazônia e que sua história ‘é uma farsa’
15/10/2013
da Redação
A bancada ruralista se recusou a dar o nome de Chico Mendes ao plenário onde funciona a Comissão da Amazônia, na Câmara dos Deputados. Os representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária, que fazem parte da comissão, criticam duramente a homenagem. Alegam que o nome do líder seringueiro é uma ‘infeliz escolha’ e que a história de Mendes ‘é uma farsa’.  

Vejam mais em BRASIL DE FATO

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Justiça absolve acusado de mandar matar casal de extrativistas no Pará

Cerca de dois anos após o assassinato dos extrativistas José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, em Nova Ipixuna, no Pará, o julgamento do caso foi concluído. Nesta quinta-feira 4, os jurados absolveram José Rodrigues Moreira, acusado de ser o mandante do crime, por falta de provas. O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri de Marabá. As informações são do Twitter do jornalista Felipe Milanez, colaborador de CartaCapital. 


Confira na CartaCapital.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Três acusados pela morte de casal extrativista são levados a júri no Pará


Três acusados de terem participado do assassinato do casal de trabalhadores ruraisJosé Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva vão a júri popular nesta quarta-feira, no Fórum de Marabá (PA), a cerca de 600 km da capital paraense, Belém.
A expectativa da Justiça Estadual é que o julgamento de José Rodrigues Moreira, Lindonjonson Silva Rocha e Alberto Lopes do Nascimento seja concluído em dois dias.

Confira no IG.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Homicídios no campo crescem 24% em relação a 2011

Com nove mortes por disputa de terra, Rondônia foi o estado com maior número de assassinatos. De acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), em 2012, houve 36 homicídios em conflitos agrários no país.
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No ano passado, houve 36 homicídios em conflitos agrários no país. De acordo com um balanço preliminar da Comissão Pastoral da Terra (CPT), o número representa um crescimento de 24% em relação a 2011, que registrou 29 casos. 


Vejam em RADIOAGÊNCIA NP

sábado, 23 de março de 2013

IMPUNIDADE - Pará, terra sangrenta

“Fazemos o que queremos, quando queremos”
Há fatos que valem por rios de tinta, milhares de imagens ou infinidade de bytes. Revelam a verdadeira cara de uma pessoa ou grupo social. No Norte, no estado do Pará, há apenas duas semanas, a autoridade local do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) concedeu terra aos mandantes do assassinato, em maio de 2011, de José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, um casal de extrativistas e lutadores pela terra e pela ecologia.
José Rodrigues Moreira, principal acusado de ser o mandante da morte dos dois assentados e também pilares da resistência contra o avanço das empresas madeireiras na floresta amazônica, estava inscrito no INCRA como aspirante a colono, assim como sua esposa, Antônia Nery de Souza. Uma parceria de fato.  
 
Vejam mais em REL-UITA
 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Outra militante do MST é executada em Campos dos Goytacazes

Onze dias depois do assassinato do militante Cícero Guedes, 48 anos, do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), outra trabalhadora rural ativista sem-terra foi executada: Regina dos Santos Pinho, 56 anos, no assentamento Zumbi dos Palmares, em em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, mesma cidade onde o corpo de Cícero foi encontrado.

Sem contato com a vizinhança desde domingo (3), seu corpo foi encontrado seminu, em sua casa, com um lenço vermelho amarrado no pescoço, na quarta-feira (6).

“É um crime bárbaro. Queremos ressaltar o nível de barbaridade deste assassinato e que as motivações sejam elucidadas. Em princípio, não vemos relação direta com a luta pela terra e com o assassinato de Cícero. Mas não podemos descartar nada e nem afirmar nada”, afirmou a dirigente do MST, Marina dos Santos.



Vejam mais no PORTAL VERMELHO

sábado, 26 de janeiro de 2013

Líder do MST é assassinado a tiros em Campos (RJ)

O corpo de Cícero Guedes dos Santos, 47, líder de um assentamento rural do MST (Movimento Sem-Terra) em Campos, cidade do norte fluminense, foi encontrado na manhã deste sábado (26) próximo a uma usina desativada onde os trabalhadores rurais ocuparam as terras, na localidade de Martins Lage. Cícero era coordenador do MST no município.

Segundo trabalhadores que estão acampados na região, Guedes dos Santos saiu da usina na tarde desta sexta-feira (25) e não foi mais visto desde então. O corpo foi encontrado com vários disparos na cabeça e nas costas. A perícia da Polícia Civil não encontrou cápsulas de bala no local do crime, mas ao retirar o corpo, os bombeiros encontraram uma munição de pistola calibre 40.


Confira no UOL Notícias

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Brasil-Impunidade: Chacina de Praia Alta Piranheira(PA)

José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo Silva,extrativistas, foram assassinados em 24 de maio de 2011, no interior do Projeto de Assentamento Praia Alta Piranheira, no sudeste do Pará.

O juiz Murilo Lemos Simão, da Vara do Tribunal de Júri de Marabá, marcou para o próximo dia 03 de abril, o julgamento dos acusados do assassinato do casal de extrativistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo Silva, crime ocorrido no dia 24 de maio de 2011, no interior do Projeto de Assentamento Praia Alta Piranheira, município do Nova Ipixuna, sudeste do Pará. O tribunal do júri ocorrerá no fórum de Justiça de Marabá.   

Visto em KAOSENLARED.NET

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Secretaria identifica cerca de 1.200 camponeses mortos e desaparecidos entre 1961 e 1988


Relatório apresentado na quarta-feira (26) pela Secretaria de Direitos Humanos à CEMDP (Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos) identifica 1.196 casos de trabalhadores rurais assassinados ou desaparecidos por razão ideológica e disputa fundiária no campo, entre setembro de 1961 e outubro de 1988, período indicado pela Lei nº 9.140/1995 – a primeira lei a reconhecer que pessoas foram assassinadas pela ditadura militar (1964-1985).
Apesar do número expressivo (3,5 vezes acima do total de reconhecidos oficialmente como mortos por perseguição política) apenas 51 casos foram analisados pela CEMDP e desses 29 tiveram a causa da morte relacionada à questão política. “Ficando excluídos 1.145 casos de camponeses e seus apoiadores mortos ou desaparecidos”, grande parte porque não teve “acesso nem reconhecimento aos direitos da Justiça de Transição”, descreve o relatório.
(...)
De acordo com o estudo, há mortes durante o regime militar e também durante o regime civil. Quatro pessoas foram assassinadas antes do golpe de abril de 1964; 756 foram mortas durante a ditadura (sendo 432 na abertura política após 1979); e 436 após março de 1985, já na transição civil (governo Sarney). Segundo o documento, o aumento da violência no campo a partir da distensão e ao longo da chamada Nova República tem a ver com a organização política dos trabalhadores rurais.

Confira no UOL Notícias.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Primeiro queimaram sua casa, depois tiraram sua vida. Como a traballhadora Dinhana Nink entrou na mira do crime organizado na Amazônia


Dinhana Nink, 27 anos, foi uma das pessoas mais corajosas que entrevistei nos 8 dias que passei investigando a violência no sul do Amazonas para a Agência Pública. Entre tantas histórias sobre pistoleiros que saqueiam, agridem e matam quem se opõe ao corte das árvores, ela foi uma das poucas entrevistadas que me recebeu de cabeça erguida e não teve medo de mostrar o rosto:
- Bote meu nome aí, eu vou falar sim. Eles mandaram calar a boca, mas eu não calo.
Mas não há recompensa para a coragem na Amazônia. Dinhana foi morta com uma bala no peito na madrugada da última sexta, dia 30. (...)


Continue lendo no Jezebel

domingo, 18 de setembro de 2011

Polícia prende no Pará irmãos acusados de assassinar casal extrativista


Os irmãos José Rodrigues e Lindon Jonhson, acusados do assassinato do casal de extrativistas José Cláudio e Maria do Espírito Santo Ribeiro da Silva, no dia 24 de maio deste ano, em Nova Ipixuna (PA), foram presos neste domingo (18) numa área de mata fechada a 52 quilômetros do município de Novo Repartimento, no sudeste do Pará.
A Secretaria de Segurança Pública do Pará informou que José Rodrigues e Lindon Jonhson estavam escondidos num barraco no meio do matagal. Armados, ainda tentaram fugir quando a área foi cercada pelos policiais.

Continue lendo no Blog da Amazônia

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Pará, terra de ninguém

Sempre presente na lista dos estados que mais devastam a região amazônica, loteado por grileiros e no cerne de assassinatos em massa de líderes locais, o Pará parece se esforçar para manter o estigma de terra sem lei, uma versão faroeste brasileira. Nos últimos 25 anos, 621 pessoas foram mortas no local em conflitos no campo. Porém, apenas 24 responsáveis pelos crimes acabaram presos, segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), organização ligada à Igreja Católica. Um panorama que permanece igual em 2011, com seis militantes camponeses “eliminados”, o último deles em 25 de agosto.




Leia o texto completo na CartaCapital

sábado, 27 de agosto de 2011

‘Tememos ser os próximos a morrer’

‘Tememos ser os próximos a morrer’

“Essa morte nada mais é do que a permissão para assassinar, o direito de uma classe exercer a violência sobre a outra via eliminação física”. É assim que a liderança do MST no Sul do Pará, Charles Trocati, define o assassinato do agricultor Valdemar Oliveira Barbosa, 56, na manhã desta quinta-feira 25, em Marabá, em conversa com o site de CartaCapital, por telefone.
De acordo com nota divulgada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), Barbosa, que era sócio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e líder de ocupações de terras na região, foi morto a tiros por dois pistoleiros que trafegavam em uma moto.


Continue lendo na CartaCapital.

Sobre crimes relacionados à posse da terra no Pará, leia também: - Famílias sofrem novas ameaças

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Outro agricultor é assassinado


O agricultor Valdemar Oliveira Barbosa, 56, foi assassinado à tiros na manhã desta quinta-feira 25, em Marabá, no interior do Pará. Conhecido como Piauí, ele também era sócio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e líder de ocupações de terras na região.
De acordo com a nota divulgada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), o assassinato foi cometido por dois pistoleiros que trafegavam em uma moto. Segundo a Agência Pará de notícias do governo do estado, a Polícia Civil já iniciou as investigações do assassinato do agricultor.

Mais na CartaCapital

domingo, 24 de julho de 2011

Continua o massacre de camponeses em Honduras

A Frente Nacional de Resistência Popular denunciou que foi assassinado o dirigente camponês Julián Alvarenga, do Movimiento Unificado Campesino.

A vítima era dirigente da empresa camponesa la Isla UNO, do assentamento camponês la Nueva Marañones.

Encontra-se também à beira da morte, gravemente ferido, o camponês Santos Dubon, que o acompanhava numa motocicleta, os tiros foram disparados a partir de um veículo em frente ao mercado municipal da cidade de Tocoa, de onde supostamente comprariam alguns alimentos.

Neste mesmo assentamento assassinaram no fim da semana anterior os dirigentes Luis Alonzo Ortiz e Constantino Morales, enquanto isso toda a diretoria das 14 empresas está ameaçada de morte.

Aparentemente estão pagando com a vida os que não aceitam as imposições do governo por que não assinaram o recente convênio de solução para o conflito agrário do Aguan.  

Vejam o texto original em LibreRed.net

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Juiz está beneficiando matadores de casal extrativista no Pará, diz CPT


A Comissão Pastoral da Terra (CPT) criticou, em nota divulgada na última terça-feira (19), o juiz Murilo Lemos Simão, da 4ª Vara Penal da comarca de Marabá, que por duas vezes rejeitou os pedidos de prisão contra os três homens apontados pela Polícia Civil como os responsáveis pelas mortes do casal de extrativistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo Silva em 24 de maio.
Quase dois meses após os crimes, que tiveram repercussão internacional, ninguém foi preso. Ontem, a Polícia Civil divulgou o nome dos supostos envolvidos nos crimes. Segundo a polícia, o mandante do assassinato foi José Rodrigues Moreira, 42, e os executores foram Lindonjonson Silva Rocha (irmão de Moreira), 29, e Alberto Lopes do Nascimento, 29, conhecido como “Neguinho”.

Continua no UOL Notícias

quarta-feira, 22 de junho de 2011

'Ele disse que ia me matar bem devagar', diz agricultora jurada de morte na Amazônia

As ameaças contra Nilcilene já vinham ocorrendo desde o ano passado e entram nas estatísticas da Pastoral, que registram um recrudescimento da violência agrária em 2010.
De acordo com o levantamento, 34 agricultores ou ambientalistas foram assassinados no ano passado, um número 30% maior que em 2009, quando foram registradas 26 mortes no campo. Em 2008 foram 28 assassinatos.
A região Norte é a mais violenta nesses casos, já que em 2010 concentrou 21 desses crimes. Apenas no Pará houve 18 mortes, número 100% maior que as nove de um ano antes.
Em segundo lugar está a região Nordeste, onde 12 pessoas foram mortas no campo no ano passado.


Confira a notícia da BBC Brasil no UOL.

Pará registrou 219 mortes no campo nos últimos dez anos, com apenas quatro condenações

Nos últimos dez anos, o Pará registrou 219 homicídios no campo, mas houve apenas quatro condenações em consequência desses crimes. Em 37 casos, não houve sequer instauração de inquérito para investigar as mortes. As informações são do procurador do Tribunal Regional Federal da 1º Região José Marques Teixeira, que participa de audiência pública sobre violência no campo na Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa do Senado.


O texto da Agência Brasil continua está disponível no UOL

terça-feira, 14 de junho de 2011

PA: Polícia atribui 5ª morte a "desavenças entre assentados"

A Polícia Ciivil do Pará creditou, nesta terça-feira (14), a morte do trabalhador rural Obede Loyla Souza a questões pessoais, afirmando que a causa mais provável é "uma desavença interna entre assentados". A versão - divulgada em nota oficial do governo do Pará antes de qualquer investigação - contrasta com a da Comissão Pastoral da Terra (CPT), segundo a qual Souza estava envolvido em embates com madeireiros.

"Ainda não é possível afirmar a motivação do crime, mas a causa mais provável é uma desavença interna entre acampados na área", diz o texto do governo. Já a Pastoral, que reúne dados sobre mortos e ameaçados no campo em todo o País, cita pessoas próximas a Souza, que testemunharam que ele fazia denúncias de extração ilegal de madeira na região.

Este é o quinto homicídio no campo registrado no Estado em menos de um mês.(...)


Continue lendo no Terra Magazine

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Cachorro espera na porta de casa por volta de extrativistas mortos no Pará

O cachorro Bleik permanece no mesmo local à espera de seus donos desde 24 de maio. O vira-latas criado sem coleira em meio à vegetação nativa do Pará era o fiel escudeiro do extrativista José Claudio Silva, que foi morto nesta data em uma emboscada ao lado da mulher Maria do Espírito Santo, em Nova Ipixuna (PA).

Bleik não sai da varanda da sede da fazenda no assentamento Praialta Piranheira, onde vivia o casal antes de ser assassinado. O cachorro tem preferência por um lugar na casa, perto da farda camuflada do extrativista, que ainda permanece pendurada em um gancho na varanda lateral do imóvel.

O texto continua no G1 (com vídeo)