quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
EXCLUSIVO: como a Globo conseguiu renovar a concessão apesar de dever ao Fisco
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Governo investiga sociedade de filho de FHC na rádio Disney
Matéria publicado hoje na Folha
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
QUANDO SE ROMPE O DIQUE
Por Kenneth Li
NOVA YORK (Reuters) - Quatro importantes redes de TV norte-americanas pediram a um tribunal dos Estados Unidos para proibir o serviço de vídeos online FilmOn.com de oferecer na Web e no iPad da Apple canais gratuitos de TV.
A FilmOn.com, que se define como primeira rede mundial de TV de alta definição via Internet, foi lançada em setembro de 2010, com investimento do bilionário empresário britânico Alki David, e recentemente ofereceu 1 milhão de dólares de prêmio a uma pessoa disposta a tirar a roupa de surpresa diante do presidente norte-americano Barack Obama.
Leia MAIS.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
TV aberta x TV paga - Conclusão
Entretanto, algumas coisas começaram a mudar a partir da estabilidade econômica que o Brasil vem experimentando desde 2002. As classes C e D também querem TV paga. Com esta nova demanda pela TV por assinatura, o mercado vem se agitando e novamente políticas de comunicação estão sendo forjadas para regular o setor, visto que a Lei do Cabo de 1995 encontra-se defasada. Dentre as principais questões que trata a nova lei, que ainda não foi aprovada, encontra-se a permissão para que empresas de Telecomunicações também atuem como operadoras de TV por assinatura. Isto será um duro golpe para as emissoras de TV aberta.
Atualmente, o Brasil conta com cerca de 8 milhões de assinantes de TV por assinatura. Estimativa do banco BTG Pactual, apresentada no Congresso ABTA 2010, prevê que a penetração do mercado de TV paga salte dos atuais 15% para 40% até 2014, alcançando 18 milhões de assinantes. Na melhor das hipóteses, executivos do banco acreditam que esta penetração atinja 26 milhões de assinantes ou 45%. Acredita-se que haja um mercado de 26 milhões de lares entre as classes A, B e C com potencial para a TV paga.
Isto seria uma revolução no mercado de brasileiro. Estes são números que a TV Globo possui. Apesar de sua audiência estar caindo consideravelmente desde 2000, ela ainda possui 46%, em média, da audiência brasileira. Tendo que dividir essa audiência com outras operadoras, a verba publicitária também será dividida. Até que ponto uma empresa de comunicação pode perder anunciantes até que isto não comprometa sua qualidade artística e técnica?
Confira o texto completo no blog do Luís Nassif.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
TV aberta x TV paga - histórico parte 1
Confira o texto no blog do Luís Nassif.
Atualização: Clique aqui para ver a segunda parte.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Rádio Digital fica para o próximo governo
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Rádio digital no Brasil
No prazo de aproximadamente dois meses, o presidente Lula deverá decidir qual sistema será implantado no país
Brasília – O Ministério das Comunicações publicou portaria em que cria o Sistema Brasileiro de Rádio Digital e decidiu que o padrão tecnológico a ser adotado no país terá que contemplar com eficiência as transmissões em ondas médias e frequência modulada. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 31 de março.
Confira no blog do Luís Nassif.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Rádio digital: quando termina esta novela?
Mais a respeito no Planet Tech.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
EUA revogaram 141 concessões de TV e rádio; ninguém reclamou
Ernesto Carmona
04/05/2007
A Administração Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês), um órgão do governo dos Estados Unidos, fechou 141 concessionárias de rádio e TV entre 1934 e 1987. Em 40 desses casos, a FCC nem esperou que acabasse o prazo da concessão. Os dados foram levantados por Ernesto Carmona, presidente do Colégio de Jornalistas do Chile, no artigo intitulado Salvador Allende se revolve em sua tumba: senadores socialistas comparam Chávez a Pinochet. Carmona polemiza valentemente com o moderado partido da presidente Michelle Bachelet. Mas o principal valor do artigo está no levantamento sobre concessões não renovadas, em diferentes países. Graças a ele, fica evidenciado a que ponto a mídia dominante, no Brasil e alhures, é capaz de usar uma política de dois pesos e duas medidas, ao cobrir a não renovação da concessão da RCTV venezuelana.
Vejam mais em Grito dos Excluídos Continental
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Diosdado Cabello explica en la AN el uso del espacio radioeléctrico en Venezuela
Al dar una visión general de cómo está el sector de telecomunicaciones, Cabello dejó claro que el Estado continuará luchando por eliminar el latifundio radioeléctrico en el país.
A principios de junio se solicitó la actualización de datos ante Conatel a quienes se le han dado concesiones de medios para el uso del espacio radioeléctrico.
Cabello ilustró, a manera de ejemplo, que del total de concesiones a emisoras AM, el 53% pasó por Conatel y el 47% no lo hizo; de las FM, 281 emisoras, para un 65%, pasó por Conatel, y 150 no pasaron.
“El que no esté al día con Conatel, su concesión no será renovada y el Estado recuperará nuevos espacios radioeléctricos para el pueblo”, señaló.
Texto completo no Aporrea. Seguindo a dica de um comentário.
Governo Chávez pretende tirar 154 estações de rádio do ar na Venezuela
O governo de Hugo Chávez, presidente da Venezuela, continua a investir contra as empresas privadas de mídia. Na última quinta-feira (09/07), o ministro das Obras Públicas, Disodado Cabello, anunciou que o governo pretende tirar 154 estações de rádio FM do ar, passando o controle das emissoras para o setor público.
Cabello é um dos responsáveis pela vigilância da rádio e TV na Venezuela. Além das estações FM, o ministro anunciou o reforço no controle à televisão via cabo e satélite. Recentemente Cabello declarou o controle do governo sobre 86 estações de rádios AM.
Texto (pequeno) no Comunique-se.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Jogada ensaiada
Hoje, a radiodifusão dos canais abertos está sendo feita em simulcast, isto é, os canais analógicos e digitais coexistem e estão sendo emitidos pelas antenas das emissoras, só que cada um em uma faixa diferente do espectro eletromagnético. A razão disso é que é preciso que as pessoas vão se adaptando aos poucos à nova transmissão digital, comprando os set-up boxes que permitem a recepção da TV digital em seus aparelhos velhos ou comprando logo novos televisores que já têm a eletrônica para a recepção digital embutida. Esse, evidentemente, é um processo longo, que se espera termine em 2016 no Brasil, quando haverá o que se chama de switch-off _ os canais analógicos serão “apagados” e só haverá a transmissão digital.
Na grande maioria dos países que estão fazendo a transmissão para o digital, a faixa de espectro onde era transmitido o canal analógico, depois do switch-off, volta para o governo, que faz uma redistribuição desse espectro para outros usos com maior valor social. Em vários países, inclusive os EUA, esse espectro foi leiloado, trazendo um bom dinheiro para os cofres públicos.
O que as radiodifusoras brasileiras estão dizendo é que querem continuar com seu latifúndio de espectro. Não querem devolver a faixa onde hoje é transmitido o analógico. Isso, é claro, “em nome do público”.
Confira o texto completo n’O Hermenauta.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
TV digital completa um ano no Brasil, mas somente 0,5% da população tem acesso
Mais no UOL Tecnologia.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Site revela mapa do controle da mídia no País
A Rede Globo controla quantos canais de televisão? O senador e ex-Presidente da República Fernando Collor de Mello é proprietário de quantos veículos de comunicação? Essas e outras informações podem ser encontradas no site Donos da Mídia, que disponibiliza a maior base de dados do mercado de comunicação do País.
“Isso sempre foi um arquivo fechado. Os veículos de comunicação não informavam o público sobre o seu próprio mercado”, diz o coordenador do projeto, James Görgen.
Mais no Comunique-se.
quinta-feira, 27 de março de 2008
As migalhas da TV por assinatura
As migalhas da TV por assinatura
Nelson Hoineff
O deputado Jorge Bittar (PT-RJ) tem uma granada nas mãos. Deve lançá-la na Comissão de Ciência e Tecnologia no próximo dia 2 de abril. Ela pode demolir o arcaico modelo de TV por assinatura que vem sendo praticado desde 1992 no Brasil. Mas, se hesitar demais, o modelo continuará sendo o mesmo - e o deputado ainda poderá ficar sem alguns dedos.
O projeto de lei (PL) 29/2007, do qual Bittar é relator, trata do mercado de produção, programação, empacotamento e distribuição de conteúdo pelas TVs por assinatura. Nos últimos cinco meses, vários substitutivos foram agregados ao projeto. Os mais revolucionários dizem respeito a um sistema de cotas para a produção brasileira de caráter independente.
Não há nada de surpreendente aí, exceto a possibilidade de se corrigir uma distorção grosseira que existe neste mercado desde que ele se implantou no país. É uma herança que vem da televisão aberta - um setor que reage historicamente à regulamentação como se tal coisa implicasse em interferência ou censura - e por isso não desfruta apenas da liberdade que deveria ter, mas de uma impunidade negada a quase todos os outros ramos de atividade.
O texto continua no Observatório da Imprensa.
sábado, 1 de dezembro de 2007
41% da televisão privada é garantido por dinheiro público
Ao todo, estas prefeituras detêm 3.270 retransmissoras, das quais 95% estão conectadas às empresas privadas de mídia televisiva do País, especialmente a TV Globo. As retransmissoras são estações de TV de abrangência local que reproduzem a programação das grandes empresas nacionais de mídia. Na prática, o que ocorre com isso é que os poderes públicos municipais estão usando infra-estrutura e dinheiro da sociedade para uma atividade empresarial privada.
Alguns exemplos encontrados pela pesquisa mostram como as grandes cadeias de mídia dependem das prefeituras para chegar ao país inteiro. Globo, Record, Bandeirantes, SBT e Rede TV! têm 41% em média de sua abrangência nacional garantidos por esta estrutura pública. A pesquisa fez uma comparação com as empresas públicas de comunicação. A TV Cultura de São Paulo e a Radiobrás têm 10% de sua abrangência nacional garantidos por prefeituras.
Para James Göergen, da Epcom, trata-se de uma situação de “exploração semi-privada das estruturas públicas”.
Continue lendo no Diário Gauche.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Quem vai cassar a concessão da CNT?
Quem vai cassar a concessão da CNT?
Antonio Brasil (*)
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, deve ter razão: a TV brasileira é certamente uma das melhores do mundo. Mas se você ainda tiver dúvidas, recomendo assistir à “novíssima” programação da “nova” rede CNT.
Para quem não conhece, não lembra ou adoraria esquecer, a Central Nacional de Televisão, CNT, era, até algumas semanas, a TVJB, Prêmio Brasil 2007 para a pior TV brasileira. Mas também já foi a rede OM e rede...CNT.
Aqui no Rio, o famigerado canal 9 também já foi TV Continental, TV Record, TV Copacabana e TV Corcovado. Mudaram os nomes, os donos e os “interesses” políticos, mas o que realmente interessa para o público, a programação, continua sendo a mesma: muito, muito ruim. Hoje, sem dúvida, a CNT conseguiu o impossível: é a pior rede de TV brasileira de todos os tempos.
Crer no amanhã
Esta semana, resolvi conferir a “novíssima” programação do que restou da rede CNT. Após o fracasso do “arrendamento” da rede para o grupo CBM, Companhia Brasileira de Multimídia, do polêmico empresário Nelson Tanure, o que já era ruim conseguiu ficar “inacreditável”.
Pude assistir a programas religiosos de “nível internacional” como “Cristo vive”, “Vitória em Cristo” e “Igreja Nazareno”. Mas para demonstrar o ecletismo e a liberdade religiosa também assisti ao “Despertar Espírita”. Incrível!
Mas nem tudo eram novidades na CNT. Pegos meio de surpresa com o fracasso previsível e anunciado do nebuloso negócio de “arrendamento” de uma rede de TV, uma concessão pública, alguns programas eram...repetições.
Tem programa jovem, um tal de “Whoohoo’ – não me perguntem o que significa, é algo meio indescritível, o ‘Sabbá Show”: versão piorada e tresloucada do Amaury Junior. Também pude assistir a uma maratona de velhos musicais como o Agnaldo Rayol Show. Imperdível!
Esses velhos programas da CNT são tão ruins que não deveriam e não poderiam ser exibidos e, ainda menos, repetidos. São programas tão ruins que se tivéssemos “controle de qualidade”, deveriam ser proibidos. Televisão pode fazer muito mal a saúde.
Outros programas, no entanto, lançam um pequeno sinal de esperança para o público. Cito alguns exemplos como “Criatividade sem limite”, “Desfrutando a vida diária (sic)”, “Salto Quântico” – é sério, “Salto Quântico”, “Transforme o seu mundo” (minha sugestão: mude de canal ou desligue a TV) ou o melhor, o mais irônico de todos os novos programas da CNT: “Posso crer no amanhã”. Posso mesmo?
Qualquer governo
Todos os programas da CNT são muito, muito ruins. A única dificuldade é escolher o pior.
Mas o verdadeiro problema é saber de quem é a responsabilidade pelo conteúdo das redes de TV brasileiras? Afinal, quem vai cassar a concessão de uma rede de TV tão ruim como a CNT?
Continua no Comunique-se.
Cristóvam Buarque aprovou, sem ressalvas, renovação da rádio do usineiro de João Lyra
Pois o relator do processo da renovação da concessão da Rádio Paraíso foi o senador Cristóvam Buarque (PDT-DF), hoje um dos mais ferrenhos opositores de Calheiros. Na época, Cristóvam disse que estava tudo certo com a concessão e seu parecer foi aprovado por unanimidade na Comissão de Educação do Senado, tendo passado também pela Câmara (em duas comissões). Agora, Cristóvam tem indicado que votará pela cassação de Renan com base em um processo que ele mesmo aprovou sem ressalvas. Como diriam os filósofos de botequim, o mundo gira, a Lusitana roda...
Do Blog Entrelinhas.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Concessões, transparência
[...] a Campanha Nacional por Democracia e Transparência de Rádio e TV [...] pretende pressionar o poder público para a convocação de uma Conferência Nacional de Comunicação, pelo fim da renovação automática das concessões e pela participação da sociedade civil no ato de outorga e renovação.
sábado, 13 de outubro de 2007
Deputados com concessões não querem transparência, diz pesquisador
O pesquisador Venício Lima, da Universidade de Brasília (UnB), declarou que o Congresso Nacional não tem interesse em revisar os critérios de concessão e renovação de emissoras porque muitos parlamentares são donos ou sócios de empresas de rádio e TV. Em 2004, Lima publicou um estudo que indicava que 16 integrantes da subcomissão da Câmara dos Deputados, responsável por conceder e renovar concessões, constavam como sócios ou diretores de 37 emissoras.
“As concessões de radiodifusão, a partir da primeira concessão, são quase todas automaticamente transformadas em propriedade”, explicou o pesquisador, que ressalta não haver meios legais de interromper o processo. "A área não tem sido regulada nas últimas décadas".
Texto completo no Comunique-se.