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domingo, 19 de junho de 2011

A DISPUTA NAS RUAS DO MUNDO: BENS PÚBLICOS X PRIVATIZAÇÃO


Dezenas de milhares de estudantes, professores e funcionários de escolas saíram às ruas esta semana no Chile para protestar contra a crescente privatização da educação no país. Na Europa, outras dezenas de milhares de jovens, trabalhadores de diversos setores e desempregados estão nas ruas na Grécia, na Espanha, na República Tcheca e em outros países contra os planos de austeridade do FMI e do Banco Central europeu que representam maior arrocho para os assalariados, privatização de empresas e serviços públicos e impunidade para os responsáveis pela crise. Por todo o mundo, cresce a resistência à ofensiva do grande capital que quer resolver a crise econômico-financeira iniciada em 2008, transferindo os custos, mais uma vez, para os bolsos de quem vive do trabalho. A Carta Maior destaca essa situação neste fim de semana, sugerindo a leitura de alguns artigos e reportagens de dois Especiais, Desordem Financeira e As Ruas do Mundo, que ajudam a entender o atual cenário internacional e seus possíveis impactos na América Latina e no Brasil.

(Carta Maior; Domingo,19/06/ 2011)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Os documentos do empréstimo do Banco Mundial: a perenização do governo Yeda

É inacreditável o disposto nos documentos que lastreiam o empréstimo do Rio Grande do Sul com o Banco Mundial. Com a leitura, comprovamos que o contrato não só é péssimo para as finanças como aniquila a soberania do Estado

A intenção de perenizar o atual governo é nítida, pois todas as políticas públicas, das receitas próprias às despesas, ficarão sob o controle direto do Banco. Isto impõe aos futuros governadores a obrigação de seguir, por trinta anos, os rumos traçados.

Os pretendentes a Governador já podem saber o que terão que fazer e a quem deverão obedecer.

Continua no RS Urgente.


segunda-feira, 29 de junho de 2009

Em dez anos, Brasil não avançou em combate à corrupção, diz Bird

Em dez anos de medição, os indicadores brasileiros de combate à corrupção não tiveram "mudança significativa", de acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Mundial.

Embora tenha havido uma leve melhora nas estatísticas entre 2007 e 2008, a pequena variação dentro da margem de erro significou que este avanço foi "estatisticamente insignificante", de acordo com o critério do banco.

Mais no UOL Notícias.

domingo, 19 de abril de 2009

A intervenção do Banco Mundial do Rio Grande do Sul

Este artigo exemplifica o conceito de intervenção “econômica” condicionando a soberania da política. Se trata do pedido de antecipação da segunda parcela do empréstimo do Banco Mundial, através do Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento (BIRD), para o estado do Rio Grande do Sul (RS). Para liberar o recurso, o economista senegalês Makhtar Diop, representante do órgão, exige “reformas”.

Veja o artigo no Estratégia e Análise.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

AMÉRICA LATINA DESCONHECIDA

A América Latina é um continente em efervescência. Diariamente ocorrem fatos relevantes, praticamente ignorados pela mídia hegemônica. Há uns 20 anos nos países ricos, e mesmo na periferia, os jornais e noticiários de TV só se interessavam pelo continente latino-americano a partir de um fato com dez mortos. O tempo passou e com raras exceções a filosofia não se alterou, embora a região hoje seja um manancial informativo que daria tranqüilamente para editar uma ou mais páginas diárias, isso, claro, se houvesse vontade política.

Para se ter uma idéia, vale o exemplo da Bolívia, onde, além da greve de fome em favor de um regime eleitoral prevendo eleição em dezembro e que o presidente Evo Morales participou, está sendo inaugurada uma universidade indígena localizada em Chimoré. Outras duas, a de Warisata e Macharetí estão a postos, inclusive participaram de teleconferência no dia da inauguração. Os estudantes em Chimoré terão aulas em língua quechua e em Macharetí, em guarani.



Vejam o texto completo em Direto da Redação

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Criado para reconstruir a Europa após a 2ª Guerra Mundial, o banco tenta interferir politicamente no Brasil



(...)
O esquema já está montado para financiar. Novojornal buscou no trabalho de Rui Nogueira a fundamentação do esquema montado pelo Banco Mundial a partir de Minas, na procura da reconquista do poder financeiro nacional.

O estreito relacionamento do atual governador de Minas com o Fundo Monetário Internacional é praticamente genético, remonta a época do governo JK, quando seu avô Tancredo Neves foi vice-presidente da carteira de redesconto do Banco do Brasil, transformando-a no atual Banco Central do Brasil.

A famosa divergência de Tancredo com José Maria de Alckmin, que desaguou em sua derrota ao governo mineiro no início da década de 60, foi devido ao rompimento com o Fundo Monetário Internacional pelo governo de Juscelino, comandado pelo Ministro da Fazenda Alckmin, contrariando Tancredo.


Vejam o texto completo no Novo Jornal