Esquenta em Santiago a discussão sobre a autuação, pela Brigada Militar local, do deputado estadual Marco Peixoto (PP), que teria sido flagrado dirigindo em alta velocidade em perímetro urbano.
O jornalista santiaguense Júlio Prates, que neste imbróglio tenta preservar sua fontes, afirma que recebeu um comunicado de um major da BM local solicitando informações e negando versões paralelas que correm à boca pequena na cidade natal de Caio Fernando Abreu.
Ainda segundo o referido major, afirma Júlio, "A velocidade do carro, quando da detectação pelo radar móvel, não era de 124 km/hora e, sim, 110 Km/hora".
"Que bom que o deputado não trafegava a 124 km/hora e sim a 110 km/hora", pondera Júlio. "A sociedade ficaria muito feliz com essa informação e a verdade seria reposta no seu devido lugar. Todos iriam ver que o deputado é homem prudente e zeloso", finaliza o jornalista.
Via La Vieja Bruja.
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terça-feira, 4 de dezembro de 2007
sábado, 1 de dezembro de 2007
Carteiraço
Segundo informa o jornalista santiaguense Júlio Prates, o deputado estadual Marco Peixoto (PP), que no último processo eleitoral "teve vazada a informação de que - ao longo de quatro anos de mandato na Assembléia Legislativa - não havia apresentado sequer um projeto-de-lei", foi autuado pela Brigada Militar de Santiago, RS, na última sexta-feira, 23, dirigindo em alta velocidade em perímetro urbano.
Marco Peixoto teria sido flagrado pelos radares da BM a 124 km/h. Como se vê, a velocidade do deputado em vias públicas parece ser inversamente proporcional ao seu desempenho como parlamentar.
Ainda segundo Prates, o referido representante do povo teria se recusado a apresentar documentos sob o olímpico argumento de que seria deputado e que, por tal motivo, "não devia explicações a brigadianos".
Via La Vieja Bruja.
Marco Peixoto teria sido flagrado pelos radares da BM a 124 km/h. Como se vê, a velocidade do deputado em vias públicas parece ser inversamente proporcional ao seu desempenho como parlamentar.
Ainda segundo Prates, o referido representante do povo teria se recusado a apresentar documentos sob o olímpico argumento de que seria deputado e que, por tal motivo, "não devia explicações a brigadianos".
Via La Vieja Bruja.
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