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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Onde estão as explicações de Aécio sobre a farra aérea?

Aécio é o real vampiro da política nacional. Ele simplesmente não suporta a luz do sol.
Por luz do sol, entenda-se o seguinte: ser fiscalizado.
Em seus anos no governo de Minas, ele simplesmente eliminou a fiscalização. Estava tudo dominado.
E então ele fez coisas como o uso torrencial e privado do avião oficial de Minas, como se soube hoje.
Apenas para o Rio, foram 127 voos, a maior parte perto do final de semana. Num Carnaval, o avião foi usado para levar Aécio a Florianópolis, onde morava sua então namorada e atual mulher, Letícia.
Quer dizer: os contribuintes mineiros financiaram o namoro carnavalesco de seu festeiro governador.

Continue lendo no Diário do Centro do Mundo.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Como as pessoas envolvidas no vazamento da Lista de Furnas foram caladas

Em Minas Gerais, uma das formas de entender o que representaram os doze anos do governo de Aécio Neves – sete dele mesmo e cinco de Antonio Anastasia – é conhecer a trajetória do publicitário Marco Aurélio Carone.
Em 2002, Carone se candidatou a governador pelo minúsculo PSDC, mas sua missão, segundo ele conta, não era chegar ao Palácio da Liberdade, mas defender Aécio no enfrentamento com o ex-governador Newton Cardoso, também candidato.
Aécio ganhou e, pela atuação de Carone, o partido dele foi recompensado pelo caixa de campanha de Aécio, e o próprio candidato, alguns anos depois, vendeu o título de seu jornal, Diário de Minas, o mais antigo do Estado, para um grupo ligado a Aécio Neves.

Continue lendo no Diário do Centro do Mundo

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

A democracia particular de Aécio Neves

O que realmente me preocupa com relação a Aécio Neves – e que já me inspirou, aí, sim, a escrever sobre sua candidatura – é sua gestão em Minas Gerais, estado no qual nasci, cresci e ainda resido. Eu me preocupo, por exemplo, com o fato de MG ser, entre os 26 estados e o Distrito Federal, apenas o 24o. em termos de gastos com Educação num balanço publicado em 2011 (Aécio deixou o governo ao fim de 2010). Eu me preocupo que sejamos também o 24o. estado nos gastos com Saúde. Eu me preocupo com o fato de a dívida pública de MG ser a 2a. maior e uma das mais caras do país. Eu me preocupo com os 4,3 bilhões de reais desviados da Saúde em MG, seja Aécio Neves réu na ação ou não (era o governador, afinal). Eu me preocupo com o aeroporto em Cláudio e outras questões relacionadas a ele (inclusive a possibilidade de ser rota para o tráfico). Eu me preocupo com o fato de haver um jornalista preso em MG há meses, sendo que seus advogados enfrentaram dificuldades para ter acesso ao processo e que a justificativa da juíza para mantê-lo na cadeia tenha sido (pasmem) a possibilidade de que ele viesse a publicar mentiras em seu jornal (uma justificativa ao melhor estilo Minority Report). E, não menos importante, me preocupa muito os relatos constantes de tentativas frequentes de censura ou retaliação a jornalistas que ousam criticar o ex-governador (e, ao final deste post, incluirei um doc produzido por um canal estrangeiro sobre o assunto e que, numa comprovação de que desconhece o conceito de “ironia”, Aécio tentou censurar).

Confira no Jornal GGN

terça-feira, 23 de novembro de 2010

MP processa governo Aécio Neves por prender ilegamente e humilhar quilombolas, favorecendo fazendeiros

"... os quilombolas foram mantidos ilegalmente presos e algemados, de pé, na porta do quartel da Polícia Militar em Porteirinha, em pleno centro da cidade, ... ficando ali expostos por mais de 03 horas ao opróbrio público, qual escravos fujões recém-capturados pelo capitão-do-mato..."

O texto acima não é um extraído de um romance de ficção do Século XIX. Faz parte da ação civil ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Fundação Cultural Palmares, pedindo que o Estado de Minas Gerais seja condenado a pagar indenização por danos morais coletivos em virtude de arbitrariedades cometidas pela Polícia Militar mineira contra três comunidades quilombolas: Povo Gorutubano, Brejo dos Crioulos e Lapinha.
(...)
Várias testemunhas contaram que, enquanto estavam ali, os fazendeiros que disputam terras com os quilombolas, passavam por eles a todo instante, fazendo escárnio, chacotas, proferindo palavras de ofensa e humilhação.

Para o procurador da República, “o que mais choca nos relatos é que, em pleno século XXI, cidadãos brasileiros foram tratados de fato como escravos rebeldes. A única diferença é que as grossas correntes foram substituídas por algemas. Mas a exposição pública, a humilhação, o desrespeito à dignidade humana, estavam todos lá”.

Vejam o texto completo no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sexta-feira, 19 de março de 2010

Arsênico: Verdes mineiros são Laranjas?

Acaba de ser licenciado pela SUPRAM NOR a maior barragem de veneno do mundo. Rejeitos de arsênico depositado a céu aberto em Paracatu

Literalmente passamos vergonha. Em encontro com um de nossos parceiros em diversos projetos relativos à liberdade de imprensa na América Latina, Novojornal é questionado em público sobre o silêncio da imprensa mineira em relação a crimes ambientais praticados no estado.

Em seguida, é exibido um vídeo que está disponível no YouTube.

Pelo visto, assessores do governador mineiro dedicam-se a acompanhar apenas o que é veiculado em Minas Gerais e no Brasil. Relatório fundamentado no vídeo “Brasil 2020: I"m in; Tô dentro!” deve ser distribuído para imprensa internacional até o final do mês de março.

Vejam o texto completo e vários videos a respeito do assunto na mesma página do NOVO JORNAL


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Criado para reconstruir a Europa após a 2ª Guerra Mundial, o banco tenta interferir politicamente no Brasil



(...)
O esquema já está montado para financiar. Novojornal buscou no trabalho de Rui Nogueira a fundamentação do esquema montado pelo Banco Mundial a partir de Minas, na procura da reconquista do poder financeiro nacional.

O estreito relacionamento do atual governador de Minas com o Fundo Monetário Internacional é praticamente genético, remonta a época do governo JK, quando seu avô Tancredo Neves foi vice-presidente da carteira de redesconto do Banco do Brasil, transformando-a no atual Banco Central do Brasil.

A famosa divergência de Tancredo com José Maria de Alckmin, que desaguou em sua derrota ao governo mineiro no início da década de 60, foi devido ao rompimento com o Fundo Monetário Internacional pelo governo de Juscelino, comandado pelo Ministro da Fazenda Alckmin, contrariando Tancredo.


Vejam o texto completo no Novo Jornal

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Enquanto comemora-se a posse de um presidente negro nos EUA, elite governamental mineira pratica impunemente o racismo

Na última sexta feira (16), enquanto o mundo inteiro preparava-se para a posse do primeiro presidente negro eleito nos Estados Unidos, comemorando o avanço e amadurecimento de uma sociedade que já foi considerada uma das mais racistas do mundo, em Belo Horizonte, capital mineira, uma funcionária do primeiro escalão do governo praticava impunemente o racismo.

O segurança Antonio Carlos de Lima, funcionário de uma loja na região da Savassi, área nobre da capital, ao cumprir seu dever solicitando à secretária do vice-governador de Minas Marcela Amorim Brant, filha do ex-deputado federal Roberto Brant, para que não estacionasse seu veículo em local proibido, de uso exclusivo da loja, recebeu como resposta diversas ofensas, em clara prática de preconceito racial. "Seu crioulo, seu macaco, ja dei queixa de você lá dentro da loja".

Chamada, a Polícia Militar compareceu ao local colhendo depoimentos e o testemunho de quem presenciara o fato, encaminhando a secretária do vice-governador e o segurança para a delegacia.


Vejam mais no Novo Jornal

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Trabalhadores da educaçao em MG em greve

Contra as políticas neoliberais do governo Aécio Neves, por melhores condições de trabalho, atendimento médico e pela implementação imediata do Piso Nacional dos Professores, os trabalhadores em educação de Minas Gerais estão paralisados desde o dia 28 de agosto.

A greve por tempo indeterminado foi aprovada em assembléia no dia 2 de julho e desde então a categoria vem tentando negociar com o governo. Sem serem atendidos, mais de duas mil lideranças realizaram uma nova assembléia na última quinta-feira, no pátio da Assembléia Legislativa, em Belo Horizonte, reafirmando a determinação da categoria.

A coordenadora-geral do Sindicato Único dos trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), Inez Camargos, lembrou que "o Sindicato tenta, há muito, a negociação com o governo. Desde 2007, nossa pauta de reivindicações está protocolada. O que a categoria exige do governo é negociação, de fato, e não respostas evasivas para nossas demandas".


Vejam o texto completo na Revista Fórum.

Resgatando o Novojornal - 1

Drogas institucionalizadas

Tudo tem um limite. Em Minas Gerais este limite já passou. Ou as forças que pretendem ver este Estado forte e capaz de se desenvolver de maneira honesta e duradoura reagem ou a criminalidade, seja ela através da corrupção política, do super faturamento de obras ou até mesmo do tráfico de drogas, liberado abertamente nas altas rodas por orientação direta do Palácio da Liberdade, tomarão conta.


Não estamos convocando as forças dos Poderes oficiais: Executivo, Legislativo e Judiciário. Estes, pouco ligam para os desmandos, igualmente, o que querem é levar vantagem.

Chegamos ao ponto do governador Aécio Cunha, ao se deslocar em aeronave do governo mineiro, levar consigo doses de diversos narcóticos para atenderem às suas necessidades. Isto tem sido de maneira omissa presenciado por autoridades civis e militares que o acompanham, que caso não permitam, o governador entra em crise de abstinência.

Mais no Eu Quero Falar. O Novojornal é aquele saite mineiro que foi fechado pelo Ministério Público Estadual de Minas.