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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Pela primeira vez, Firefox ultrapassa Internet Explorer na Europa



O browser Firefox superou o Internet Explorer na liderança do mercado europeu de programas de navegação pela Internet, na primeira vez em que o aplicativo da Microsoft perdeu o topo do setor em um grande mercado, afirma uma empresa de pesquisa.
Em dezembro, o browser de código aberto ficou com 38,1 por cento do mercado europeu, enquanto a fatia do IE recuou a 37,5 por cento. O Chrome viu sua participação crescer de 5,1 para 14,6 por cento na comparação anual.
"Isso parece estar acontecendo porque o Chrome está roubando mercado do IE enquanto o Firefox está mantendo sua fatia", disse Aodhan Cullen, presidente-executivo da StatCounter, em comunicado.

Continue lendo a notícia da Reuters, no UOL Tecnologia. 

sábado, 27 de novembro de 2010

A Novell retém os direitos sobre o UNIX

www.imatica.org

À luz dos rumores que apontavam a uma possível venda dos direitos de copyright que a Novell tem sobre o UNIX a Microsoft, produto da aquisição da primeira parte da Attachmate, a companhia adquirida pretende deixar claro que a propriedade intelectual vendida não é a correspondente aos direitos do UNIX. O mundo Linux pode respirar tranquilo. No anúncio da venda da Novell a Attachmate, uma só frase conseguiu gerar uma ampla polêmica: “A Novell tambiém anuncia que chegou a um acordo definitivo para a venda de certa propriedade intelectual [sem especificar exatamente qual] a CPTN Holdings LLC, um consórcio de companhias tecnológicas organizado pela Microsoft Corporation”.

A indefinição sobre a que propriedade se referia, sabendo que a Novell é possuidora de certos direitos de copyright sobre o código fonte do sistema UNIX depois dos processos contra a SCO, atemorizou os "linuxers" de que tais direitos podiam chegar a cair em mãos da Microsoft, permitindo à companhia de Redmon atacar legalmente a fabricantes como a Red Hat, Oracle ou, inclusive, a Google (não esqueçamos que o Android está baseado no GNU/Linux), o qual semearia dúvidas entre os possíveis clientes de soluções baseadas no sistema do pinguim e na comunidade em geral.

Vejam mais detalhes em REBELIÓN.ORG

domingo, 14 de novembro de 2010

Linux-2.6.36-libre: tornando Software Livre a Isca Livre do Linux

Ciberespaço, 8 de novembro de 2010—Linux não ficou mais Livre entre o anúncio do Linux-2.6.33-libre, em março passado, e o presente anúncio, que marca o lançamento do Linux-2.6.36-libre. Linux agora contém mais Software não-Livre, e mais drivers em seu cerne (Core) Livre que requerem, para funcionar, Software não-Livre distribuído separadamente. A boa nova é que defensores do Open Source se uniram ao Movimento Software Livre em denunciar a prática da Isca Livre, ou Open Core.
http://www.fsfla.org/anuncio/2010-03-Linux-2.6.33-libre
http://linux-libre.fsfla.org/pub/linux-libre/releases/LATEST-2.6.36.0/

Simon Phipps, diretor da OSI, escreve “Open Core é Ruim para Você”, “é uma tramóia com liberdade de software”, “é bait-and-switch, empacotando o mesmo lock-in de sempre com a bandeira do open source e esperando que você não perceba.” Bait-and-switch, ou iscar-e-trocar, é uma fraude comercial em que um produto é anunciado para atrair clientes e vender outro ao invés do anunciado.


Vejam mais detalhes em FSF-AMÉRICA LATINA

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Opinião: Não é Oracle contra Apache, é Oracle contra open source

A Apache está atualmente entre a cruz e a espada. Ela não pode obter a certificação de compatibilidade Java para seu Java de código aberto, Harmony. A Oracle, tal como fez antes a Sun, não vai permitir a execução dos testes de certificação. Sem isso, a Apache não pode afirmar que o Harmony é mesmo Java, para efeitos legais.

Para complicar ainda mais, a IBM, que tinha sido a maior apoiadora do Harmony, largou o projeto para alinhar-se ao OpenJDK da Oracle.

O que uma fundação de open source pode fazer? Ela pode tentar forçar a Oracle a cooperar, usando seu assento no Comitê Executivo do Java Community Process (JCP) – o grupo que, em teoria, comanda o Java – para votar contra a aprovação do Java 7, isso quando ele for apresentado para aprovação.

Por si mesma, a Apache não pode bloqueá-lo, mas ela tem conversado com outros membros do JCP para também votar contra, num protesto à recusa da Oracle de permitir que a Apache certifique o Harmony.


O texto completo está no IDGNow!


Marcadores: "java", "Apache", "servidor web", "Oracle", "Apache Software Foundation",


quarta-feira, 19 de maio de 2010

A quem serve realmente o servidor?

Richard Stallman
GNU Operating System

Na internet, o software proprietário não é o único modo de perder a liberdade. O software como serviço como serviço é outra forma de entregar a alguém poder sobre nossos dados.

Antecedentes: Como nossa liberdade é arrebatada pelo software proprietário

A tecnologia digital pode dar-nos liberdade; mas também pode retira-la de nós. A primeira ameaça para o controle que temos sobre nossos dados vem do software proprietário: os programas que os usuarios não podem controlar porque seu dono os controla (uma empresa como Apple ou Microsoft). O titular pode se aproveitar deste poder desigual inserindo elementos maliciosos como programas espiões, portas traseiras ("back doors") ou Gerenciamento de Restrições Digitais (DRM, Digital Restrictions Management) (aquela que na propaganda denominam «Digital Rights Management», Gerenciamento de Direitos Digitais).

A solução para este problema é desenvolver software livre e rechaçar o software livre significa que nós, como usuarios, gozamos de quatro liberdades essenciais: (1) manejar o programa como desejemos, (2) analisar e modificar o código fonte para que faça o que queiramos, (3) redistribuir copias fieis do programa original e (4) redistribuir copias das versões modificadas. (Veja a definição de software livre.)

Com o software livre nós, os usuarios, recuperamos o controle sob nossos dados. O software propietario segue existindo, mas podemos elimina-lo de nossa vida, e muitos já o fizeram. Todavia, agora eleva-se sobre nossos dados uma nova ameaça. O software como serviço. Pelo bem de nossa liberdade, também devemos rechaça-lo.

Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Apple adquire Mandriva

Atenta aos avanços da rival Canonical, que a cada nova versão se aproxima mais do visual e comportamento do Mac OS X, a Apple adquiriu, por € 3,14, a distribuição francesa Mandriva, buscando uma maneira de participar do mercado dos netbooks sem canibalizar os demais mercados em que já atua com o seu próprio sistema operacional.

Continue lendo no BR-Linux.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

E se o sistema operacional mais usado fosse o Linux?

Eu compreendo o indivíduo que declarou ter problemas em passar do Windows para o Linux


Senti o mesmo ao experimentar o Windows. Decidi experimentá-lo, depois de alguns amigos que o usam a toda a hora me dizerem que era ótimo.

Fui até ao site da Microsoft para baixá-lo mas não estava lá disponível.

Fiquei frustrado porque não consegui descobrir como se baixava o mesmo. Por fim tive que perguntar a um amigo e ele disse-me que tinha de o comprar.

Fui até o carro, fui até à Staples e pedi a um dos vendedores uma cópia do Windows. Ele perguntou-me qual, eu disse-lhe: “Quero a mais completa, por favor” e ele respondeu: “São ?599, por favor…”. Soltei um palavrão e voltei para casa de mãos abanando.

Continua no Invasão.com.br .

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Lei pode dificultar o uso de software livre em lan houses de Joinville-SC

Uma lei para LAN houses em vigor na cidade de Joinville, em Santa Catarina, vem recebendo críticas de adeptos ao software livre, como o Partido Pirata do Brasil, defensor dos códigos abertos. Apesar de ser de 2005, a lei tornou-se polêmica novamente nesta semana, quando o partido publicou em seu blog a declaração de que ela proíbe o uso de software livre nas LAN houses.

Anteriormente, este blog havia reproduzido a informação sobre a proibição no título do post, mas o texto foi alterado.

A lei está em vigor desde março 2005 e o Partido Pirata do Brasil resolveu fazer mais um apelo aos adeptos do software livre para derrubarem o Artigo.

Segundo consta no Artigo 5 do Projeto de Lei Complementar 183/2005, “os softwares (programas e sistema operacional) necessários para o funcionamento das lan house devem obrigatoriamente conter o número do registro, bem como a nota fiscal comprovando a legalidade na sua aquisição”.

Do Gigablog do UOL Tecnologia.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Exército francês se alinha à Mozilla contra a Microsoft

Um novo programa de email revelado pela Mozilla esta semana contém código proveniente de uma fonte incomum, as forças armadas francesas, que decidiram que o produto de fonte aberta era mais seguro que o Outlook, oferecido pela Microsoft.

A história de como o governo francês se envolveu com o movimento do software de código aberto começou seis anos atrás. As forças armadas francesas escolheram o software de fonte aberta depois de um debate interno no governo que começou em 2003 e culminou em uma diretiva promulgada em 6 de novembro de 2007 que dispunha que as agências do governo "procurassem a máxima independência tecnológica e comercial".

Os militares descobriram que o projeto de fonte aberta adotado pela Mozilla permitia que a França instalasse extensões de segurança, enquanto o software fechado e exclusivo da Microsoft não admitia alterações.

O texto da Reuters está no UOL Tecnologia.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Governo gaúcho rejeita ação de grupo que apóia software livre e faz pregão

O Governo do Rio Grande do Sul indeferiu o pedido de impugnação de edital enviado pela Associação SoftwareLivre.org (ASL) no pregão eletrônico que registrou o preço dos laptops que serão financiados para professores da rede pública estadual.

Texto completo no IDGNow!, via BR-Linux.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

ASL e BrOffice.org questionam licitação dirigida para Microsoft no Executivo gaúcho

A Associação Software Livre (ASL), com apoio da BrOffice.org, entrou dia 11/11 (quarta), com pedido de impugnação do Edital 589/CECOM/2009 na Central de Compras do governo do Estado do Rio Grande do Sul, órgão da Secretaria de Administração e Recursos Humanos. O Edital prevê a realização de um pregão eletrônico para aquisição de notebooks dentro do Programa Professor Digital, projeto desenvolvido pela Secretaria de Educação do Estado em parceria com o Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) e que atende professores da rede estadual.

A proposta do convênio é intermediar a aquisição dos computadores pelos professores oferecendo a compra por meio de financiamento no Banrisul. Segundo o edital, as organizações que participarem do pregão precisam oferecer máquinas com configurações específicas, como por exemplo: processador de núcleo duplo arquitetura x86, controlador de vídeo padrão XGA integrado, sistema operacional MS Windows 7 Home Basic PPP em português do Brasil pré-instalado ou superior e Office Pro Plus 2007.

O principal argumento da Associação para questionar o pregão é baseado na Lei nº 8.666 que regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, e institui normas para licitações e contratos da Administração Pública, em todos os níveis. De acordo com o texto da Lei, é vedada a realização de licitação que determine "marcas, características e especificações exclusivas" para os objetos que serão adquiridos. A partir disso, a ASL questiona a necessidade de aquisição de computadores com MS Windows 7 e MS Office.

Continua no saite da Associação de Software Livre, via RS Urgente.


quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Windows 7 pecados

Windows 7 pecados: A questão contra a Microsoft e o software proprietário é uma nova campanha da Free Software Foundation (FSF).

Ela alerta contra o principal defeito dos sistemas operacionais Windows -- são software proprietário -- e suas conseqüências. Não é permitido que usuários compartilhem ou modifiquem o software Windows, nem que examinem como ele funciona por dentro.

A campanha lista sete abusos que a Microsoft comete contra usuários de computadores através de seus sistemas operacionais proprietários:

1. Envenenamento da educação
2. Invasão de privacidade
3. Comportamento monopolista
4. Aprisionamento tecnológico
5. Abuso de padrões
6. Imposição de Gerenciamento Digital de Restrições
(DRM)
7. Ameaça à segurança do usuário

Mais informações sobre cada um dos sete pecados e sobre como escapar deles em windows7sins.org. Lá é possível inscrever-se para receber notícias da campanha e alertas para ajudar a elevar a conscientização sobre os abusos da Microsoft, os problemas com Windows 7, e a importância do software livre!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

A Microsoft domina São Paulo

O Secretário de Educação Paulo Renato não se emenda. Na sua gestão como MInistro da Educação tentou enfiar licenças do Office em todas as universidades públicas, a partir de um acordo guarda-chuva com a notória TBA de Brasília.

Os reitores resistiram, já que havia a oferta da Sun, de Openoffice de graça, e da Lotus, do SmartSuite mais uma licença do Notes por R$ 5,00 por cabeça. Disseram isso ao Secretário Geral do Ministério, em uma reunião tumultuada. A resposta do Secretário era a de que o Ministério tinha um acordo guarda-chuva com a TBA e, por isso, as licenças sairiam de graça - para as Universidades, não para o MEC. A proposta da TBA era de R$ 200,00 por sistema, sem sequer enviar o CD de instalação: bastaria os reitores comunicarem a identificação do aparelho que tinha o programa pirata.

Confira o "post" no blog do Luís Nassif.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

MS teria lançado driver GPL para o kernel Linux para corrigir uma violação prévia da licença

Um leitor discreto enviou o link para esta nota do OSNews sobre a história dos bastidores. Segundo ela, um engenheiro da Vyatta havia notado que a Microsoft incluíra em seu Hyper-V um driver licenciado sob a GPL, linkado estaticamente aos binários proprietários dela, violando assim a licença do driver.

O engenheiro, que não queria agitar muito as águas, entrou em contato com Greg Kroah-Hartman, do Linux Driver Project e também da Novell, por acreditar que os laços entre Novell e MS dariam a ele a oportunidade de falar com as pessoas certas sobre isso. Algum tempo passou, e a Microsoft acabou lançando o conjunto todo sob a GPL, encerrando a violação e ganhando notícias em todos os cantos (e sem menção ao episódio).

A nota completa no BR-Linux.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Minas Gerais é a mais nova aquisição do Google

O governo de Minas Gerais fechou uma parceria com o Google para doutrinar estudantes da rede pública do estado no uso de softwares proprietários.

O trato é simples: o Google entra com softwares que já estão disponíveis gratuitamente na Internet para qualquer interessado e o governo de Minas mantém os estudantes da rede pública longe de softwares livres, doutrinando nossos jovens desde cedo para o uso de softwares proprietários.

O que o Google ganha com a parceria: milhares de consumidores de seus serviços, com significativa ampliação de mercado.

O que Minas Gerais ganha com a parceria: NADA, pois os softwares já se encontram disponíveis gratuitamente na Internet.

O que Minas Gerais PERDE com a parceria:
LEIA NO BLOGUE DE TÚLIO VIANNA

terça-feira, 26 de maio de 2009

Site remove ferramenta gratuita para download de vídeo por ameaça da Adobe

Portal Sourceforge remove página de rtmpdump depois de receber carta da fabricante do Flash.

A página da ferramenta rtmpdump, que permite gravar transmissões de vídeo em Flash para o computador, foi removida do portal Sourceforge depois que a Adobe ameaçou o serviço legalmente. Segundo o site The H
Security
, o rtmpdump utiliza o protocolo Real-Time Messaging (RTMP) para gravar qualquer tipo de transmissão de conteúdo em Flash, até mesmo as criptografadas.

Continue lendo no Geek.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Pirataria NÃO gera R$ 1,6 Bilhão de Prejuízo

Obviamente, caso o MS Windows Vista custasse no camelô R$ 400, e não os usuais R$ 10, os camelôs teriam vendido tanto assim? Pois para cada software pirata de R$ 10 vendido nas ruas a ABES contabiliza o preço cheio do software. E ninguém prefere ficar na pirataria só porque acha mais prático, e sim porque é consideravelmente mais barato.

Confira o texto completo no Doses Diárias.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Office online funcionará nas plataformas Mac, iPhone e Linux

São Paulo - Blog da Microsoft informa que serviço online será compatível com o Safari e Firefox e irá funcionar independente de plataforma.

O Microsoft Office Web Applications, serviço online da Microsoft, vai funcionar em outras plataformas além do Windows. Qualquer plataforma com um navegador compatível será capaz de rodar pacote de produtividade na web, de acordo com o blog da companhia.

O Office Online irá rodar em browsers como Safari e Firefox. Desse modo, será possível usar o serviço também no iPhone e em sistemas Linux com Firefox. "Não importa qual sistema operacional esteja em uso, desde que você use um browser compatível", diz o blog.

Mais no IDG Now! .