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terça-feira, 30 de abril de 2013

Imprensa não cumpre papel fundamental de discutir o crime, avaliam advogados

No Brasil, as causas dos crimes não são discutidas e parte dessa falha é da imprensa. É o que afirmam os especialistas e advogados criminais, Antônio Cláudio Mariz e Theodomiro Dias Neto. Os profissionais falaram sobre o assunto durante o seminário "O Crime e a Notícia", realizado nessa quinta-feira, 25. Para ambos, há necessidade e desafio de construir conteúdo que explique com profundidade as questões de segurança pública.
Ao abrir a discussão, Mariz disse que estudar os fatores que geram o crime nunca foi a preocupação. "Não se discute o crime e aí eu coloco a imprensa, que tem papel fundamental na conversa e não cumpre". Para ele, não basta cobrar segurança e policiais nas ruas, é necessário encarar os fatores desencadeadores e explicar o fenômeno da criminalidade. O advogado ressalta que o país enfrenta sério problema, que é a violência sem causa. "Hoje, o crime vem do nada e sem motivo. Mas estamos mais preocupados em nos proteger individualmente do que coletivamente. Neste ponto, a imprensa precisa nos ajudar", disse.


Leia mais no Comunique-se.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Redução da maioridade é equívoco jurídico e político


Cada vez que a imprensa noticia um crime do qual tenha participado adolescente, voltam à tona apoios a propostas oportunistas para a redução da maioridade penal.
 
O sensacionalismo seduz, mas não responde à lógica: o fato de os adultos já serem processados criminalmente não tem evitado que pratiquem crimes. Por que isso aconteceria com os adolescentes?
 
A ideia de que a criminalidade está vinculada a uma espécie de “sensação da impunidade” jamais se demonstrou, tanto mais que a prática de crimes tem crescido junto com a encarcerização. 
 
A tese oculta uma importante variável: o fator altamente criminógeno do ambiente prisional, que é ainda maior quando se trata de jovens em crescimento.



Leia mais no blog do Marcelo Semer

quinta-feira, 4 de março de 2010

Venezuela proíbe venda de games violentos e armas de brinquedo

Entrou em vigor nesta quarta-feira na Venezuela uma nova lei que proíbe a venda e a importação de videogames violentos, armas de brinquedo e outros artigos semelhantes que façam alusão a guerras ou qualquer outro ato de violência.

A medida é uma tentativa de diminuir o ambiente de criminalidade no país.

Continua na BBC Brasil.


quarta-feira, 15 de julho de 2009

Pesquisa vai mostrar redução da criminalidade em áreas que receberam o Pronasci

Brasília - Ao assinar hoje (14) convênio de adesão de mais 11 municípios ao Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), o ministro da Justiça, Tarso Genro, anunciou que uma pesquisa realizada pela Fundação Getulio Vargas, a ser divulgada em breve, mostrará a eficácia das ações do Pronasci no combate à criminalidade em regiões violentas.

"A fundação já nos passou dados preliminares e os resultados são altamente positivos. Melhorou a sensação de segurança das comunidades e houve redução das taxas de criminalidade”, afirmou Tarso. “No bairro de Santo Amaro, em Recife, onde o Pronasci já está sendo aplicado há um ano aproximadamente, tivemos uma queda de 74% da criminalidade na região”, exemplificou.


Vejam mais na Agência Brasil

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Polícia do México prende representante da Interpol no país

Um juiz no México ordenou a prisão do mais alto representante da Interpol (agência policial internacional) no país como parte de uma investigação sobre supostas ligações entre as autoridades e poderosos cartéis de narcotraficantes, denominada "Operação Limpeza".

Ricardo Gutiérrez Vargas foi colocado sob prisão domiciliar, onde pode ser mantido por até 40 dias enquanto as alegações contra ele são investigadas.

O caso contra Gutiérrez Vargas foi levantado depois de informações obtidas pela promotoria com a prisão, em janeiro, de Alfredo Beltrán Leyva, um dos líderes do cartel de Sinaloa.

Notícia completa na BBC Brasil.


segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Advertem sobre causas da insegurança no México

México, 7 set (Prensa Latina) Para combater a insegurança no México é necessário olhar para as causas de fundo que a geram como a desigualdade, a pobreza extrema e a decomposição do tecido social, coincidiram especialistas nesta capital.


O problema da criminalidade não se resolve com um endurecimento da legislação penal, opinou o pesquisador em Ciências Penais Julio César Kala, que considerou que o principal é variar as condições sociais no país e melhorar o nível de vida da população.


Durante um foro sobre política criminosa e prevenção do delito, o também especialista na matéria Luis González Plascencia chamou a instaurar um modelo de justiça que não se caracterize predominantemente como punitivo.


Vejam mais na Prensa Latina - Agencia Informativa Latino Americana S.A..