quarta-feira, 31 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
A INSOLÊNCIA AMERICANA
Vejam mais no blog do MAURO SANTAYANA
sábado, 25 de agosto de 2012
Londres: um fotógrafo captura o plano de prisão de Assange
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Jornal britânico diz que Brasil é modelo de diplomacia e compara Lula a Franklin Roosevelt
O
Brasil “não apenas deve ter um assento permanente no Conselho de
Segurança das Nações Unidas, como também é a melhor razão para uma
reforma do órgão e para uma tentativa de tornar o sistema internacional
mais representativo”. É o que diz um elogioso editorial publicado nesta
segunda-feira (11/06), no qual o jornal britânico The Guardian sugere
uma maior valorização da diplomacia de Brasília e destaca a ascensão
econômica vivenciada pelo país ao longo dos últimos anos.quarta-feira, 4 de abril de 2012
Após Malvinas, ditadura brasileira temia queda de Galtieri
Documentos da chancelaria brasileira dos anos 80 revelam os temores da ditadura de João Batista Figueiredo diante do fracasso de seus pares argentinos. Documentos mostram apreensão da ditadura com as Mães da Praça de Maio e o retorno dos "subversivos". Telegramas registram que embaixador em Londres, Roberto Campos, intercedeu para a liberação do repressor da ESMA, Alfredo Astiz, que foi deportado de Londres para a Argentina em um avião que fez escala no Rio de Janeiro, a bordo do qual viajaram diplomatas brasileiros. O artigo é de Dario Pignotti.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
José Reinaldo Carvalho: Um retrocesso na política externa
Foi-se para sempre o famigerado complexo de vira-latas e o Brasil distinguiu-se no cenário internacional não mais pelas humilhações que sofria nem pelos gestos de subserviência com que governos anteriores favoreceram os potentados internacionais. Pertencem a uma era definitivamente pretérita frases como "O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil" (Juracy Magalhães), assim como gestos servis, como o de Otávio Mangabeira beijando a mão de Eisenhower ou um ex-chanceler obedecendo a ordens de tirar os sapatos emitidas por um meganha de aeroporto nos Estados Unidos.
Vejam o texto completo em PRAVDA.RU
terça-feira, 1 de novembro de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Os arquivos da ditadura que os militares brasileiros querem ocultar
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
Brasil terá a primeira embaixada ocidental construída pela Palestina
Pedro PeduzziRepórter da Agência Brasil
Brasília – O Brasil será o primeiro país ocidental onde a Palestina construirá uma embaixada. A pedra fundamental da obra, que deve ser iniciada ainda em 2011, foi lançada hoje (31) pelo presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, no Lote 46 do Setor de Embaixadas Norte, em Brasília.
De acordo com o embaixador palestino no Brasil, Ibrahim Al Zeben, a decisão de construir a embaixada se deve ao fato de o Brasil “ser um sócio muito importante” para seu país. “É a primeira vez que vamos construir uma embaixada no Ocidente e escolhemos o Brasil porque é um país que sempre se inseriu na questão palestina de forma muito positiva”, justificou o embaixador.
Vejam mais em AGÊNCIA BRASIL
Diplomatas britanicos questionaram Reagan como presidente dos EEUU
Como revelam ditos documentos, a diplomacia britanica mostrou preocupação ante o que denominaram "erros atrozes" cometidos supostamente por Reagan durante sua campanha eleitoral de 1980 à presidência ianque.
Entre eles há a sugestão de Reagan de que os EEUU deveriam responder à invasão soviética do Afeganistão impondo um novo bloqueio a Cuba.
Estes documentos governamentais tornaram-se públicos agora em virtude de uma lei que permite desclassificar documentos secretos guardados nos Arquivos Nacionais após 30 anos de sua emissão.
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
Wikealeaks: 250 milhões de documentos em uma memória portátil menor que um dedo
The Guardian relatou que todo o pacote de mais de 250 milhões de comentos chegou às mãos de um de seus repórteres em uma memória portátil USB não maior que um dedo, mas que algo tão pequeno tinha um conteúdo que "enviará ondas de choque através das chancelarias do mundo e desfecharia o que um oficial descreveu como um 'golpe épico' na diplomacia ianque". Os 1.6 gigabytes dos arquivos de texto revelavam uma história diplomática contemporânea sem precedentes. Ao que parece, todos foram baixados da Siprnet, rede cibernética de informação do Departamento de Defesa, e os militares ianques suspeitam que o vazamento foi realizado pelo soldado Bradley Manning, de 22 anos de idade.
Vejam mais detalhes em CUBADEBATE
terça-feira, 9 de novembro de 2010
A diplomacia generosa de Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia nesta terça-feira uma visita de dois dias a Moçambique, a última a um país africano durante seus oito anos de governo.
A programação do presidente em Maputo visa realçar a agenda positiva que o país tem buscado no continente africano sob Lula.
O presidente fará uma aula magna na Universidade Pedagógica de Moçambique, a primeira instituição estrangeira a fazer parte da Universidade Aberta do Brasil, que capacita professores por meio do ensino à distância.
Na quarta-feira, Lula visita as instalações do que será a primeira fábrica de antirretrovirais financiada com dinheiro público em toda a África, instalada com recursos e treinamento brasileiros em cooperação com Moçambique.
Em outras iniciativas, Brasil e Moçambique buscam desenvolver a capacidade agrícola da savana moçambicana através do ProSavana, um programa capitaneado pela Embrapa que, se der certo, pode virar um modelo a ser exportado para outras partes da África.Confira o texto completo no blog do Luís Nassif, reprodução da BBC.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Um novo mapa no mundo
Por Celso Amorim Há sete anos, quando se falava da necessidade de mudanças na geografia econômica mundial ou se dizia que o Brasil e outros países deveriam desempenhar um papel mais relevante na Organização Mundial do Comércio (OMC) ou integrar-se de modo permanente ao Conselho de Segurança na ONU, muitos reagiam com ceticismo. Desde então, o mundo e o Brasil mudaram numa velocidade acelerada e algumas supostas “verdades” do passado vão se rendendo ante a evidência dos fatos. As diferenças no ritmo de seu crescimento econômico em relação aos países desenvolvidos converteram os países em desenvolvimento em atores centrais da economia mundial.
Vejam o texto completo em REVISTA FÓRUM
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A geopolítica do crepúsculo
A política externa multilateralista do governo Lula, por afirmar interesses nacionais, amplia áreas de atrito com grandes potências. Por isso mesmo é alvo da "retórica do medo", por parte dos que advogam o retorno do alinhamento incondicional com os Estados Unidos, Europa e Japão.
Gilson Caroni Filho
Fala-se que a política externa de um país é a expressão de sua política interna, da dinâmica de forças sociais que expressam um projeto de inserção no cenário mundial. Se for assim, como devem ser vistas as críticas de setores neoliberais que, em sintonia com a retórica de britânicos e estadunidenses, classificam-na como desastrosa, “sem uma avaliação adequada de nossas possibilidades e reais interesses"? A questão é importante, pois revela que, em uma eventual vitória da oposição na eleição de outubro, o Brasil sofrerá um processo de continuidade nessa área. Um lamentável retorno a teses e conceitos de uma geopolítica de vice-reinado.As declarações de ex-chanceleres do governo FHC denunciam, com toda a clareza possível, a natureza e orientação da subalternidade planejada. Seríamos reduzidos a uma máquina de segurança mercadológica dos produtos exportáveis, relegando a meras cerimônias aspectos substantivos que, nos últimos oito anos, passaram a refletir um país democrático e maduro.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
Chávez veta designação de embaixador dos EUA na Venezuela
"Como você Obama poderia acreditar que eu aceitaria esse cavalheiro aqui? O melhor que você pode fazer é retirá-lo, Obama, não insista, lhe peço", disse Chávez ao condenar os questionamentos de Palmer sobre as forças armadas venezuelanas.
Notícia da AFP, disponível no UOL.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
APÓS REUNIÃO COM ORTEGA, LULA ANUNCIA REUNIÕES COM CHÁVEZ E SANTOS
"Pretendo conversar muito com o Chávez, muito com o Santos, porque eu acho que é um tempo de paz e não de guerra", disse Lula na tarde de hoje, segundo a agência Brasil.
"Temos interesse da Unasul [União das Nações Sul-Americanas] construir a paz. Temos que restabelecer a normalidade nas relações entre Venezuela e Colômbia porque são dois países importantes para nós na América do Sul", complementou o mandatário após o encontro.
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
Acordo abre caminho para o Prêmio Nobel
Vejam o texto em CARTA MAIOR
Não verás Lula nenhum
Leandro FortesEm linhas gerais, Luís Fernando Veríssimo disse, em artigo recente, que as gerações futuras de historiadores terão enorme dificuldade para compreender a razão de, no presente que se apresenta, um presidente da República tão popular como Luiz Inácio Lula da Silva ser alvo de uma campanha permanente de oposição e desconstrução por parte da mídia brasileira. Em suma, Veríssimo colocou em perspectiva histórica uma questão que, distante no tempo, contará com a vantagem de poder ser discutida a frio, mas nem por isso deixará de ser, talvez, o ponto de análise mais intrigante da vida política do Brasil da primeira década do século XXI.
A reação da velha mídia nativa ao acordo nuclear do Irã, costurado pelas diplomacias brasileira e turca chega a ser cômica, mas revela, antes de tudo, o despreparo da classe dirigente brasileira em interpretar o força histórica do momento e suas conseqüências para a consolidação daquilo que se anuncia, finalmente, como civilização brasileira. O claro ressentimento da velha guarda midiática com o sucesso de Lula e do ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, deixou de ser um fenômeno de ocasião, até então norteado por opções ideológicas, para descambar na inveja pura, quando não naquilo que sempre foi: um ódio de classe cada vez menos disfarçado, fruto de uma incompreensão histórica que só pode ser justificada pelo distanciamento dos donos da mídia em relação ao mundo real, e da disponibilidade quase infinita de seus jornalistas para fazer, literalmente, qualquer trabalho que lhe mandarem os chefes e patrões, na vã esperança de um dia ser igual a eles.
Vejam o texto completo no blog BRASÍLIA, EU VI

