O jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano, reabilitou nesta semana o filme do diretor italiano Pier Paolo Pasolini, "O Evangelho segundo São Mateus". A obra, que estreou há 50 anos, no Festival de Veneza, foi alvo de censura, na ocasião, por seu estilo "pouco sagrado", com um Jesus demasiado humano.
Leia mais no Correio do Povo.
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quinta-feira, 24 de julho de 2014
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
EUA podem ter espionado o papa Francisco, diz revista
As escutas telefônicas feitas pelos americanos também teriam visado ao Vaticano e ao Papa, afirmou a revista Panorama, pertencente ao grupo Berlusconi. Dos 46 milhões interceptações na Itália, várias ligações do Vaticano estariam envolvidas, segundo a publicação, que não fornece fontes no artigo da revista que chegará às bancas na quinta-feira, mas que foi antecipado para a imprensa.
De acordo com o site Cryptome, 46 milhões de conversas telefônicas foram interceptadas na Itália durante um mês, mas esta informação foi desmentida pelos serviços secretos italianos.
Leia mais no Terra.
segunda-feira, 18 de março de 2013
O jornal que incomoda fardas e batinas
Na manhã seguinte ao anúncio de um Papa argentino, o jornal ‘Página 12’ sacudiu Buenos Aires com a manchete: ‘!Dios, Mio!’
Na 6ª feira, dois dias depois, como relata o correspondente de Carta Maior, Eduardo Febbro, direto do Vaticano, o porta-voz da Santa Sé reclamou do que classificaria como ‘acusações caluniosas e difamatórias’ envolvendo o passado do Sumo Pontífice.
Em seguida atribui-as a ‘elementos da esquerda anticlerical’.
Alvo: o ‘Página 12’ .
Vejam mais em CARTA MAIOR-Blog das Frases
Na 6ª feira, dois dias depois, como relata o correspondente de Carta Maior, Eduardo Febbro, direto do Vaticano, o porta-voz da Santa Sé reclamou do que classificaria como ‘acusações caluniosas e difamatórias’ envolvendo o passado do Sumo Pontífice.
Em seguida atribui-as a ‘elementos da esquerda anticlerical’.
Alvo: o ‘Página 12’ .
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Ali Agca acusa o secretário de Estado do Vaticano de orquestrar o atentado contra João Paulo II
O autor do ataque ao Papa em 1981 assegura que um cardeal lhe deu a ordem de executar ao Sumo Potíficie.Mehmet Ali Agca, autor do atentado contra o papa João Paulo II em 13 de maio de 1981, acusou nesta terça-feira o próprio Vaticano de estar por trás do falido magnicídio. Em declarações exclusivas à televisão pública turca TRT , Agca culpou ao então secretário de Estado do Vaticano, Agustino Casaroli, de ter sido o cérebro que supostamente orquestrou o assassinato do Papa. O Santo Padre foi ferido de gravidade por três disparos na mão, no abdômen e em um braço quando viajava em um veículo aberto na Praça de São Pedro do Vaticano. "Definitivamente, o governo do Vaticano esteve por trás de da tentativa de assassinato (do Papa). O cardeal Agustino Casaroli, o segundo homem do Vaticano, decidiu isto", declarou Agca em referência ao primeiro ministro do Estado do Vaticano.
Vejam mais detalhes em EL PAIS.COM
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Laicidade ameaçada, democracia desprezada: Acordo Brasil-Vaticano, artigo de Roseli Fischmann
“Ratificar o acordo significará o Congresso Nacional alçar a Igreja Católica, por meio de um acordo internacional, a um patamar oficialmente diferenciado das demais religiões, denominações e formas de não-crer ou descrer”
Roseli Fischmann é professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da USP, onde é coordenadora da área Filosofia e Educação. Artigo escrito para o “JC e-mail”:
As concordatas entre o Vaticano, ou mais apropriadamente, a Santa Sé e governantes de países ocorreram em diferentes momentos da história, sendo marca de processos políticos arcaicos de união da esfera religiosa com a esfera estatal, avessa ao princípio da laicidade, característica dos Estados democráticos modernos.
Dentre os exemplos mais recentes, a primeira metade do século XX registra concordatas que a Santa Sé assinou com Salazar, Mussolini e Hitler, cada qual quando se iniciava à frente de regime totalitário, de conseqüências nefastas conhecidas por todos.
Vejam o texto completo no Jornal da Ciência(SBPC)
Roseli Fischmann é professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da USP, onde é coordenadora da área Filosofia e Educação. Artigo escrito para o “JC e-mail”:
As concordatas entre o Vaticano, ou mais apropriadamente, a Santa Sé e governantes de países ocorreram em diferentes momentos da história, sendo marca de processos políticos arcaicos de união da esfera religiosa com a esfera estatal, avessa ao princípio da laicidade, característica dos Estados democráticos modernos.
Dentre os exemplos mais recentes, a primeira metade do século XX registra concordatas que a Santa Sé assinou com Salazar, Mussolini e Hitler, cada qual quando se iniciava à frente de regime totalitário, de conseqüências nefastas conhecidas por todos.
Vejam o texto completo no Jornal da Ciência(SBPC)
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