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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O BRASIL, A ARGENTINA, OS ABUTRES E A "LIBERTAD".

(HD) - O Tribunal Internacional Sobre o Direito do Mar, de Hamburgo, decidiu, por unanimidade, que a fragata-escola Libertad, da Marinha de Guerra da Argentina, seja devolvida imediatamente ao governo daquele país. A retenção da nave, em 2 de outubro, foi um ato hostil que, fossem outras as circunstâncias, corresponderia a uma declaração de guerra. O governo de Gana se submeteu a uma ordem de um juiz de Nova Iorque, logo de um terceiro país sem jurisdição sobre Gana, nem sobre a Argentina.   

Vejam mais no blog do Mauro SANTAYANA 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Capitalismo americano: uma usina de pobres

  Existe um traço comum entre a rastejante recuperação norte-americana sob a batuta de Obama, a etapa aguda da crise que a antecedeu -- capitaneada por Bush Jr-- e, antes ainda, o período de apogeu que originou tudo, composto pelo desmonte regulatório nas mãos de Reagan (1981-1989), seguido da consolidação rentista, sob a batuta do democrata amigo de FHC, Bill Clinton (1993-2001).

O fio que interliga o enredo é a persistente disseminação da pobreza na maior potencia capitalista da terra, antes, durante e depois do colapso de 2008.

A caminho do quinto ano, a crise mantém os pobres no limbo dos renegados; ao contrário do que se viu nos anos 30, subordina seu resgate à salvação das finanças, como criticou a Presidenta Dilma Rousseff, na ONU, nesta 3ª feira.

A prioridade ortodoxa justifica jogar novas cargas ao mar e ofusca a questão política central dos dias que correm: turbinado organicamente pelas finanças, o capitalismo atravessou o Rubicão despindo-se de qualquer compromisso com o presente e o futuro da sociedade; nos EUA, bem antes da crise, em pleno ciclo de expansão dos lucros e da produtividade, a engrenagem passou a cuspir regressividade e pobreza, gerando uma massa crescente de renegados. A esses, como sentenciou Mitt Romney, o mercado não tem o que dizer.

Vejam mais no Blog das Frases (Carta Maior-26/09/2012)

domingo, 31 de julho de 2011

A MATEMÁTICA QUE ENCORAJA E AO MESMO TEMPO APAVORA.

Os democratas de Obama  tem 53 cadeiras no Senado norte-americano composto de 100 representantes do povo. Portanto, tem maioria: 50 votos  mais 3 .Pela Constituição, trata-se de  uma maioria insuficiente para aprovar projetos  de envergadura, como a elevação do endividamento fiscal que magnetiza as atenções do mundo e  requer o apoio de 60 senadores  para ser implementada. Obama precisa atrair mais sete votos republicanos para fechar a conta. O número, modesto, ao mesmo tempo em que encoraja a aposta num desfecho bem sucedido, desconcerta  pela fragilidade que escancara. O  Presidente da maior potencia capitalista da terra se arrasta de concessão em concessão rumo à autodissolução ideológica para atrair o irrisório apoio de sete  republicanos. Pior ainda, enfrenta dificuldades nas derradeiras horas que lhe restam no calendário: 43 dos 47 congressistas republicanos afirmaram em carta aberta, neste sábado, que não apoiarão o pleito de Obama. É assustador.
(Carta Maior; Domingo, 31/07/ 2011)
 

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Republicanos buscam ampliar porte de armas no Texas

Washington, 21 fev (Prensa Latina) A maioria republicana no Congresso do Texas impulsiona hoje um projeto que permitiria a estudantes universitários e professores portar armas de fogo nessas instalações, reportou hoje CNN.

Segundo a rede de notícias, os republicanos, que controlam ambas câmeras do legislativo estatal, respaldam essa iniciativa, bem como o governador Rick Perry, que freqüentemente porta uma arma.

Um regulamento similar debate o legislativo de Arizona, onde ademais se permitiria a qualquer cidadão carregar com uma arma em edifícios governamentais, nos ônibus públicos e nos festivais comunitários.


Vejam mais detalhes em PRENSA LATINA-Agencia Informativa Latinoamericana

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Carta de Michael Moore aos estudantes de Wisconsin

Milhares de servidores públicos unidos a grupos estudantis realizaram protestos sábado (19) em frente ao Capitólio do estado norte-americano do Winsconsin, na cidade de Madison. Foi o quinto dia de manifestações contra um projeto de lei apresentado pelo novo governador, o republicano Scott Walker. O objetivo do projeto é cortar gastos do orçamento estadual através da supressão de direitos trabalhistas em todo o Estado. O suposto equilíbrio das contas do Estado ocorreria com a anulação dos convênios coletivos com os funcionários públicos. Entusiasmado com a mobilização dos estudantes, o cineasta Michael Moore enviou uma carta aberta para eles pedindo que se rebelem. Segue a carta:


Vejam em CARTA MAIOR

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A história de dois comissários

Amy Goodman

O comissário Clarence Dupnik transformou-se no centro das atenções por vincular o massacre de Tucson ao clima político violento em que se encontram os EUA.

O massacre de Tucson, que deixou um saldo de seis mortos e catorze feridos, entre eles a congressista Gabrielle Giffords, concentrou repentinamente a atenção pública na figura do xerife local Clarence Dupnik. Dupnik é o comissário do Condado de Pima, que inclui Tucson, a segunda maior cidade do Arizona, há trinta anos. Antes disso, Dupnik foi polícia durante vinte anos. Ele transformou-se no centro das atenções por vincular o massacre de Tucson ao clima político violento em que se encontram os Estados Unidos, em particular no Arizona.

Imediatamente após a matança, o comissário Dupnik realizou uma conferência de imprensa: "A raiva, o ódio e o fanatismo que se passa neste país está a alcançar um nível horroroso. E lamentavelmente acho que o Arizona se converteu na sua capital. Nós tornámo-nos na Meca do preconceito e da intolerância".

Vejam o texto completo em DIÁRIO LIBERDADE

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A campanha permanente: como Obama perdeu o controle da Câmara

por Luiz Carlos Azenha

Não vou entrar no campo da opinião sobre os motivos que levaram Barack Obama a perder o controle da Câmara dos Deputados na eleição americana de 2010, comprometendo as chances de sua reeleição em 2012. Quem sabe mais tarde. No entanto, pretendo ressaltar alguns aspectos que, ainda que indireta e remotamente, nos dizem respeito.

Como vocês sabem, o voto nos Estados Unidos não é obrigatório.

De certa maneira, ganha o partido que consegue mobilizar o maior número de eleitores para ir às urnas.

Foi aí que Barack Obama perdeu. O analista de pesquisas Mark Penn escreveu, no Huffington Post: apenas 11% dos eleitores que compareceram para votar nos Estados Unidos tinham entre 18 e 29 anos de idade; em 2008, quando Obama se elegeu, foram 18%. O voto dos hispânicos e dos negros também caiu de forma dramática. E o conservadores compareceram em peso: foram 41% agora, contra 34% em 2008.

Vejam o texto completo no blog do AZENHA

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Para republicano, muro de Berlim é exemplo para fronteira com México

Um candidato republicano ao senado dos Estados Unidos assegurou, durante ato de campanha no Alasca (noroeste), que o muro que separou as duas Alemanhas durante a Guerra Fria pode servir de modelo para assegurar a fronteira com o México.

Joe Miller, candidato pelo Alasca, expressou sua ideia em ato de campanha para o senado nas eleições de metade de mandato em 2 de novembro, citou o jornal Anchorage Daily News.

Miller disse que quando ele servia o exército dos Estados Unidos, passou uma temporada em uma região estratégica da fronteira alemã, perto de Frankfurt.

"Foi quando ainda existia o muro entre as Alemanhas do oeste e do leste", disse, segundo áudio disponível na página na internet do jornal do Alasca.

"A Alemanha oriental era perfeitamente capaz de reduzir os movimentos", disse, antes de acrescentar: "obviamente havia outros elementos em jogo, mas nós temos a capacidade, como uma grande nação, de assegurar nossa fronteira".


Notícia da AFP, disponível no Terra.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Los republicanos no tienen interés en contaminar menos


El parlamentario republicano James Sensenbrenner dijo que viajará a Copenhague para manifestar que el Congreso de su país no apoyará los planes del presidente Barack Obama vinculados con la reducción de gases de efecto invernadero.

Sensenbrenner, de acuerdo a las declaraciones citadas por la emisora Fox News y que reproduce la agencia DPA, sostuvo que dejará claro a los líderes mundiales reunidos en Dinamarca que el Congreso estadounidense no apoyará una ley para la reducción de gases, hasta que termine lo que calificó de "fascismo científico".

Vejam mais em PAGINA/12

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A paranóia profunda

A atmosfera que se observa nas recentes manifestações de direita não surpreendem ninguém. Em 1964, o historiador Richard Hofstadter publicou um artigo chamado "O Estilo Paranoico na Política Americana", que poderia muito bem ter sido escrito nos dias atuais: norte-americanos na extrema direita, relata o autor, sentem que "o país fora tomado deles, ainda que continuem decididos a recuperá-lo e acabar de vez com a possibilidade de serem dominados pela subversão". Já ouviu isso antes?

Mas, mesmo que o estilo paranoico não seja nenhuma novidade, o papel dos republicanos parece ter se renovado.

Quando Hofstadter escreveu seu livro, a direita não se sentia representada porque os dois principais partidos do país a rejeitavam. Isso mudou com a ascensão de Ronald Reagan: os republicanos passaram a se eleger, em grande parte graças às concessões que abriram aos radicais de direita.

O texto de Paul Krugmann, do The New York Times, está disponível no Terra Magazine.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Obama ameaçado de morte pela extrema direita

As palavras duras dos republicanos contra a reforma da saúde estão inflamando os ânimos dos radicais de direita. Em manifestações surgem cartazes a apelar ao assassínio do presidente, comparando-o a Hitler. (...)
Poucos dias depois, em um debate em Maryland com um congressista democrata, um homem ergueu um cartaz onde se lia “Morte a Obama. Morte a Obama, Michelle e às duas estúpidas crianças”. Desde há semanas que uma onda de extremismo começou a varrer os Estados Unidos. O debate sobre a reforma da saúde estava aceso no Congresso. (...)
De acordo com o semanário britânico, as autoridades federais estão em alerta para impedir extremistas com planos de atentados.

Texto completo no OutroladodaNotícia

quarta-feira, 8 de julho de 2009

El IRI habló del golpe de Honduras meses antes

Funcionarios del Departamento de Estado han admitido que sabían que el golpe estaba en marcha pero Washington siguio financiando a los grupos involucrados en la ejecución del golpe.
El Instituto Republicano Internacional (IRI), considerado el brazo internacional del Partido Republicano de Estados Unidos, y uno de los cuatro “grupos claves” de la National Endowment for Democracy (NED, Fundación Nacional para la Democracia), parece que sabía del golpe de Estado en Honduras contra el Presidente Manuel Zelaya con meses de anticipación. El IRI es muy conocido por su papel en el golpe de Estado de abril de 2002 contra el presidente Hugo Chávez en Venezuela, y por la financiación y asesoramiento estratégico proporcionados a las principales organizaciones involucradas en el derrocamiento del presidente Jean Bertrand Aristide, de Haití, en 2004. En los dos casos, el IRI financió y/o entrenó y asesoró a los partidos políticos y grupos implicados en el derrocamiento violento y antidemocrático de los presidentes constitucionales.


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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Dick Cheney, al frente de una oposición 'ultra'

Más que una prueba de su prestigio, el protagonismo de Dick Cheney como principal azote del Gobierno de Barack Obama es el reflejo de la profunda crisis por la que atraviesa el Partido Republicano, incapaz de desprenderse de sus viejas lealtades y presentar un frente alternativo contra la popularidad del presidente.  
(...)  
"La decisión del Gobierno de suspender las políticas de seguridad de la era de George Bush significa que, en el futuro, no vamos a contar con los mismos instrumentos de protección que hemos tenido en los últimos ocho años", ha advertido el ex vice presidente, que defiende los métodos de interrogatorios denunciados como torturas por los actuales responsables políticos.   
  
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