O homem mais idoso que sobreviveu aos campos de concentração nazistas, o austríaco Leopold Engleitner, faleceu no dia 21 de abril aos 107 anos, informou nesta quinta-feira o jornal austríaco Salzburger Nachrichten.
(...)
Engleitner, nascido no dia 23 de julho de 1905 perto de Salzburgo, foi internado sucessivamente nos campos de concentração de Buchenwald, Niederhagen e Ravensbruck por ter se negado a integrar as fileiras das Forças Armadas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial por razões religiosas.
A vida de Leopold Engleitner, que era Testemunha de Jeová, foi registrada em uma biografia publicada em 1999, "Ungebrochener Wille" ("Uma vontade de ferro"), e em um documentário.
Confira a notícia da AFP, no UOL.
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Congressista compara com Auschwitz campo de refugiados sustentado pelos EEUU no Iraque
Em
8 de abril de 2011, o exército iraquiano atacou com tanques, veículos
blindados e artilharia o acampamento de Ashraf, cujos residentes estavam
desarmados. Morreram 36 pessoas e várias centenas de residentes
acabaram feridos. As forças de ocupação dos EEUU se abstiveram de
intervir para deter o derramamento de sangue.
Vejam em CUBADEBATE ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION
terça-feira, 8 de maio de 2012
Namibia, primeiro genocídio do século XX?
Mulheres escravas na Alemanha do Sudoeste Africano,
em meados de 1904.
Desde 2006, uma pequena rua nos arredores de Munique, denominada “Herero Straße, a rua dos Herero”,nome
que provavelmente não signifique nada para seus habitantes, nem para o
resto de seus concidadãos, e muito menos aos leitores espanhois que lêem
estas linhas. Mas tal denominação esconde uma triste, violenta e,
sobretudo, história oculta.Uma história que poderia ter saído do armário há algumas semanas, se o Parlamento alemão não houvesse decidido -após um debate de apenas meia hora-, opor-se ao reconhecimento como genocídio a matança sistemática que fez contra diversas tribos da atual Namíbia no início do século XX.
Genocídio? Sim, provavelmente essa seria a melhor maneira de defini-lo, tal como afirma a expert do Museu de Etnologia de Colônia, Larissa Förster: "Foi claramente uma ordem para eliminar as pessoas pertencentes a um grupo étnico específico e somente porque formavam parte deste grupo".
O Executivo, por outro lado, negou a maior e aceitou somente uma mera "responsabilidade histórica e moral pela Namíbia". E mais, em 2004, o governo alemão desautorizou as palavras de seu ministro de Auxílio ao Desenvolvimento.
Vejam o texto original em EL PAÍS ou uma tradução livre em NEBULOSA.DE.ÓRION
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Videogame coloca jogador no papel de um prisioneiro em Guantánamo
A inglesa T-Enterprises está desenvolvendo um videogame em que o jogador é um prisioneiro de Guantanamo Bay. Ele tem que fugir e matar um bando de mercenários que comprou a prisao do Governo americano. É parcialmente inspirado nas experiências de Moazzam Begg, que esteve preso em Guantanamo, diz notícia do Gawker. A desenvolvedora rebate as criticas ao jogo com um argumento diplomático - diz que "os unicos que morrem sao os mercenários", e nao os soldados americanos.
Notícia do BlueBus.
Notícia do BlueBus.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Mensagem encontrada em Auschwitz
Trabalhadores da construção civil do sul da Polónia descobriram uma mensagem escrita por prisioneiros da era nazista num campo de concentração de Auschwitz.
Auschwitz era o maior dos campos de concentração estabelecidos na Polonia Nazista durante a II grande guerra. Acredita-se que aproximadamente 1.1 milhões de pessoas, principalmente judeus europeus, foram assassinados no acampamento.
A nota, escrita a lápis em um pedaço de papel áspero, foi enrolada e colocada em um frasco e escondida em um muro de cimento do edifício.
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