Mostrando postagens com marcador Luís Fernando Veríssimo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Luís Fernando Veríssimo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Ainda sobre o deproma

Reconheço que não falo com muita clareza, mas definitivamente não, repito não, disse que antes de começar a escrever traçava uns miúdos, o que pode dar a entender que me preparo para o trabalho atacando sexualmente crianças portuguesas. O que eu disse foi que amiúde faço traços no papel, esperando que venha a inspiração. Também não sei de onde você tirou que só escrevo descalço e ouvindo Mozart.
Em outra pergunta, sobre o começo da minha carreira e as leituras que me influenciaram , onde está "corcundas libertários" deveria ser "concursos literários", e onde se lê "Frei Beto" deveria ser "Flaubert". Não me lembro exatamente o que disse sobre o Machado de Assis mas tenho certeza que não o chamei de "prótese motora". Talvez fosse algo como "protomoderno". Só saberíamos ao certo se você tivesse gravado!

Isto é parte de uma crônica de Luís Fernando Veríssimo, vista no Blog Entrelinhas.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Rebeldes

"Hitchens ainda não se arrependeu, mas a imprensa americana está reexaminando seu papel na grande mentira que levou ao desastre no Iraque. O caso de cumplicidade mais notório foi da repórter Judith Miller, que durante meses repetiu, nas páginas do New York Times, informações falsas, para justificar a invasão, do escroque Ahmed Chalabi. Mas toda a imprensa, com exceção de The Nation e similares, colaborou com a guerra dos neocons, acreditando demais ou discutindo de menos. Agora que a maioria do povo americano está contra Bush e a guerra, estão se autocriticando. Antes tarde, etc. No Brasil, talvez um dia a imprensa examine seu papel e suas cumplicidades na guerra em que também se engajou, nem sempre no lado da verdade. Talvez um dia."

O texto completo, do Luís Fernando Veríssimo, no Comunique-se.