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domingo, 27 de setembro de 2015

Corte Internacional de Haia reconhece reivindicação boliviana de acesso ao mar

A Corte Internacional de Justiça (CIJ) de Haia reconheceu, nessa quinta-feira, que a Bolívia pode reivindicar ao Chile o acesso soberano ao Oceano Pacífico. O tribunal rejeitou recurso impetrado pelo Chile, que argumentou a falta de competência da Corte para julgar o caso e reclamou que fossem mantidos os termos do Tratado de Paz e Limites de 1904. O acordo pôs fim ao conflito inciaido em 1879, quando forças chilenas ocuparam o território de 120 mil km² até o mar. 


Leia mais no Correio do Povo


Leia também: - Chile rejeita negociar com a Bolívia após decisão de Haia. 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Mostra fotográfica resgata história da ditadura na América Latina

Para resgatar a história da resistência ao terrorismo na América Latina será inaugurada nesta quinta-feira a exposição “Movimento de Justiça e Direitos Humanos: onde a esperança se refugiou”, às 18h, na Usina do Gasômetro (João Goulart, 551), em Porto Alegre. A exposição fotográfica fica aberta para visitação até 5 de maio com entrada franca.


Confira no Correio do Povo.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Militarizando o Atlântico Sul a partir das Malvinas

COLÔMBIA SE UNE COMO ALIADO DA OTAN EM SUA AMEAÇA NUCLEAR CONTRA A AMÉRICA DO SUL

Cronicon.net


Enquanto o governo da presidenta argentina Cristina Fernández de Kirchner vem denunciando à comunidade internacional que a Grã Bretanha com o decidido respaldo da OTAN estabeleceu uma base militar nas Ilhas Malvinas (Mount Pleasent) ao sul do continente, da qual são operados aviões de caças supersônicos, submarinos atômicos, assim como foi instalado um arsenal de armas atômicas, a Colômbia é o único país latinoamericano a se unir a essa associação militar que está sob as rédeas do controle dos EEUU.
Com efeito, o governo colombiano enviou a sua vice-ministra de Defesa, Diana Quintero à reunião da OTAN realizada na cidade de Monterrey no Estado da Califórnia, entre 28 e 1° de março.
   
Segundo as informações da imprensa, a Colômbia é a única nação latinoamericana que esteve presente nesta reunião da OTAN. Este país andino segue de cabo a rabo os ditados de Washington  e não sai do libreto dos estrategas do Pentágono e do Departamento de Estado, e o qual está destinado a consolidar-se como a Israel da América do Sul, como bem assinalou o politólogo argentino Atilio Boron.  
Cabe anotar que os relatórios oficiais dão ênfase na "honra" pela Colômbia ter sido o único país da América Latina a ser convidado a participar deste encontro denominado "Construindo Integridade" que reuniu representantes de 138 países.  

  
Vejam a tradução completa no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

domingo, 29 de julho de 2012

Cientistas estudam semelhanças geológicas entre África e América do Sul

Após 5 anos de estudos, pesquisadores do Brasil, Estados Unidos, Africa do Sul, Austrália, Alemanha, França, Portugal, Uruguai e Argentina desvendaram as semelhanças geológicas entre os continentes africano e sul-americano. Eles pesquisaram a correlação dos terrenos que formam a parte oeste da África com o leste da América do Sul.

Segundo o professor da Universidade de São Paulo (USP) Miguel Basei, coordenador do estudo no Brasil, foi possível definir inúmeros locais do oeste da África que, ao redor de 500 milhões de anos atrás, estavam unidos a seus congêneres sul-americanos. “São terrenos que que eram contínuos, mas foram separados quando da abertura do oceano Atlântico. Essa identificação foi um dos pontos centrais de nossa pesquisa”, declarou Basei. 

Vejam mais no JORNAL DO BRASIL

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O golpe no Paraguai serve aos Estados Unidos


17. O ingresso da Venezuela no Mercosul teria quatro consequências: dificultar a “remoção” do Presidente Chávez através de um golpe de Estado; impedir a eventual reincorporação da Venezuela e de seu enorme potencial econômico e energético à economia americana; fortalecer o Mercosul e torná-lo ainda mais atraente à adesão dos demais países da América do Sul; dificultar o projeto americano permanente de criação de uma área de livre comércio na América Latina, agora pela eventual “fusão” dos acordos bilaterais de comércio, de que o acordo da Aliança do Pacifico é um exemplo.
18. Assim, a recusa do Senado paraguaio em aprovar o ingresso da Venezuela no Mercosul tornou-se questão estratégica fundamental para a política norte americana na América do Sul.
19. Os líderes políticos do Partido Colorado, que esteve no poder no Paraguai durante sessenta anos, até a eleição de Lugo, e os do Partido Liberal, que participava do governo Lugo, certamente avaliaram que as sanções contra o Paraguai em decorrência do impedimento de Lugo, seriam principalmente políticas, e não econômicas, limitando-se a não poder o Paraguai participar de reuniões de Presidentes e de Ministros do bloco.
Feita esta avaliação, desfecharam o golpe. Primeiro, o Partido Liberal deixou o governo e aliou-se aos Colorados e à União Nacional dos Cidadãos Éticos – UNACE e aprovaram, a toque de caixa, em uma sessão, uma resolução que consagrou um rito super-sumário de “impeachment”.
Assim, ignoraram o Artigo 17 da Constituição paraguaia que determina que “no processo penal, ou em qualquer outro do qual possa derivar pena ou sanção, toda pessoa tem direito a dispor das cópias, meios e prazos indispensáveis para apresentação de sua defesa, e a poder oferecer, praticar, controlar e impugnar provas”, e o artigo 16 que afirma que o direito de defesa das pessoas é inviolável.


Vale conferir os 26 (VINTE SEIS!) pontos do embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, reproduzidos no blog do Juremir Machado da Silva

sábado, 23 de junho de 2012

Contrabando ideológico do Paraguai

Ao contrário de Lugo, Collor não foi deposto. Renunciou. Lugo tinha apoio popular, a tal ponto que um dos motivos para a pressa dos golpistas era impedir a chegada de seus aliados a Assunção. É trágico: para dar um golpe contra o povo, correram de populares.
As acusações contra Collor não foram histórias que cairam  céu contra um presidente fraco que, por falta de apoio parlamentar, foi despachado para casa.
Collor enfrentou um processo democrático, onde teve direito a ampla defesa.
Não tivemos nada disso contra Lugo. Não há um fiapo de prova de suas responsabilidades pelas 17 mortes num conflito agrária, que criou a comoção que ajudou os golpistas a criar um ambiente favorável a derrubá-lo.
Os outros quatro episódios são acusações vagas e genéricas. Em nenhum deles a culpa de Lugo está demonstrada. Sequer é descrita. Estamos falando aqui de um arranjo político, uma oportunidade. Lugo era um presidente incômodo, com ideias de esquerda – bastante moderadas, por sinal – e seus adversários não quiseram perder uma chance de livrar-se dele.
É o poder oligárquico em sua expressão extrema, anti-democrática e absoluta – tão poderoso que pode cumprir um simulacro de democracia para pervertê-la.


Confira a coluna de Paulo Moreira Leite sobre o golpe no Paraguai

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Argentina reafirma seus direitos de soberania sobre as Malvinas

A chancelaria argentina emitiu um comunicado, na noite de segunda-feira, onde assinala que o governo de Cristina Fernández de Kirchner “reafirma mais uma vez os imprescritíveis direitos de soberania da Argentina sobre as Ilhas Malvinas, Georgias do Sul e Sandwich do Sul, e os espaços marítimos circundantes, que são parte integrante de seu território nacional”. A declaração foi divulgada no momento em seu que se completam 179 anos desde que as Ilhas Malvinas foram ocupadas por forças britânicas (em 3 de janeiro de 1833).




Confira na Agência Carta Maior

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Reino Unido prepara plano de defesa para proteger Malvinas

O Reino Unido trabalha com a possibilidade de iniciar um novo conflito bélico com a Argentina para "defender" as ilhas Malvinas, no Atlântico Sul, em meio aos crescentes pedidos de militares para deslocar um submarino nuclear para a região, segundo informou hoje o jornal inglês Daily Mail.




A notícia da ANSA está disponível no UOL

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Governo do Paraguai oficializa ingresso na Unasul


O ministro de Relações Exteriores do Paraguai, Jorge Lara Castro, viaja nesta quinta-feira (15/09) para a capital do Equador, Quito, a fim de entregar o documento que ratifica o tratado constitutivo da Unasul (União das Nações Sul-americanas).
O texto será entregue pelo chanceler paraguaio à sede do Ministério de Relações Exteriores equatoriano durante uma cerimônia que será realizada às 15h locais (17h no horário de Brasília).


Continue lendo no Opera Mundi

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Técnicos brasileiros e da Unasul discutem detalhes de projeto para integração de rede digital

Técnicos do governo brasileiro e da Unasul (União de Nações Sul-Americanas), que reúne 12 países, discutem nesta quarta-feira (31/08) no Rio de Janeiro os últimos detalhes do projeto para integrar o continente num sistema de banda larga por meio de rede de fibra óptica. A reunião é fechada à imprensa.

A proposta que partiu das autoridades brasileiras pode significar um barateamento do serviço para o consumidor. Segundo o Ministério das Comunicações, um dos fatores que encarecem a banda larga hoje é a distância percorrida no tráfego de dados. Para se ter um exemplo, na situação atual, as informações enviadas por uma pessoa que está no Peru para uma empresa brasileira passam pelas redes que atravessam o Oceano Pacífico, chegam aos Estados Unidos, percorrem os cabos do Atlântico para, só então, chegarem ao Brasil. 





Continue lendo no Opera Mundi

domingo, 31 de julho de 2011

Brasil e América do Sul já se preparam para calote na dívida dos EUA

Impasse sobre dívida dos Estados Unidos deixa América do Sul em alerta. Países temem invasão de dólares de especulador em fuga dos EUA, com conseqüências desastrosas para indústrias locais. No Brasil, governo se deu superpoderes para supervisionar especulação. No continente, ministros da economia vão discutir proteção conjunta em duas reuniões em agosto. Problemas econômicos globais foram o tema principal de encontro da presidenta Dilma Rousseff com a colega argentina, Cristina Kirchner, nesta sexta-feira (29/07). Dilma criticou "imobilismo político" dos EUA frente à iminente crise da dívida.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Derrota dos EUA: vitória de Humala desfaz aliança do Pacífico

Ollanta Humala foi eleito presidente do Peru em 5 de junho de 2011. O único verdadeiro derrotado nestas eleições foram os Estados Unidos, cuja embaixadora, Rose Likins, mal conseguiu disfarçar o fato de ter feito campanha pela adversária de Humala no segundo turno, Keiko Fujimori. Que estava em jogo nestas cruciais eleições latino-americanas?




Confira o texto de Immanuel Wallerstein, na Agência Carta Maior

sábado, 5 de março de 2011

Revista chilena Punto Final califica como mala noticia próxima visita de Obama

La anunciada gira del presidente estadounidense, Barack Obama, por Latinoamérica oculta intereses que perjudican a los países de la región, advirtió hoy aquí la revista chilena Punto Final.

A Estados Unidos le inquietan las posibilidades de consolidación en América Latina de procesos antimperialistas -como el de Venezuela- que desafían y debilitan su dominación, alertó la publicación sobre la verdadera intención del próximo viaje de Obama a Chile, Brasil y El Salvador.

Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Com Dilma, EUA continuarão sem "policial" na América do Sul, diz Tariq Ali

A América do Sul é hoje a região mais independente do poder americano e a vitória do PT na eleição presidencial brasileira indica que os EUA continuarão sem contar com um "policial" que possa agir por eles nesta parte do mundo, diz o escritor paquistanês Tariq Ali.
Um dos editores da revista britânica "New Left Review" e colaborador da "London Review of Books", Ali é conhecido pela militância contra as intervenções externas americanas e veio ao Rio para participar de conferência com sindicalistas e ativistas de favelas sobre imprensa alternativa.
Seu penúltimo livro, "O Duelo", sobre a relação EUA-Paquistão, acaba de ser publicado no Brasil pela editora Record. Outra obra, "O Poder das Barricadas", sobre sua experiência nos anos 60, está sendo lançada pela Boitempo. No exterior, ele recém-lançou "Obama Syndrome", em que destaca as continuidades entre o ocupante da Casa Branca e seu antecessor, George W. Bush. "Só mudou a música ambiente."

Continue lendo e confira a entrevista de Tariq Ali na Folha.com


Marcadores: "Tariq Ali"

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Chávez ameaça cortar envio de petróleo aos Estados Unidos

Em meio à crise com a Colômbia, o presidente da Venezuela Hugo Chávez disse neste domingo ter cancelado sua viagem a Cuba diante do que classificou de "possibilidades como nunca nos últimos anos" de uma agressão armada contra o seu país.

Caso o suposto ataque se concretize, ele ameaçou cortar o envio de petróleo aos Estados Unidos, considerado por ele, "o grande culpado".

"Avaliando informações de inteligência (...) a possibilidade de uma agressão armada contra território venezuelano, tem uma probabilidade como nunca teve nesses anos", afirmou Chávez, ao anunciar o cancelamento da viagem a Cuba, prevista para este domingo.


Continue lendo na BBC Brasil.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Uma possibilidade: Quatro sul-americanos no final da Copa.

Pela primeira vez, a América do Sul ocupa a metade das oito vagas das quartas-de-final de uma Copa do Mundo. Mais: as circunstâncias nos colocaram de tal forma que existe a possibilidade de que Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai participem de semifinais exclusivas, com múltiplas possibilidades de guerras e provocações fronteiriças, pois, excetuando-se o Uruguai e o Paraguai, todos são vizinhos. Só para conferir que não estamos delirando, as semifinais poderão ocorrer assim: Brasil (vencendo a Holanda) x Uruguai (vencendo Gana) e Argentina (vencendo a Alemanha) x Paraguai (vencendo a Espanha).


Nenhuma tensão bélica existe entre os países, mas nosso continente já registrou uma página curiosíssima: a da Guerra do Futebol (ou Guerra das 100 Horas, sem trocadilho) entre Honduras e El Salvador. Em junho de 1969, uma série de três partidas decidiria uma vaga à primeira Copa do México. A tensão degenerou numa guerra em que morreram mais de seis mil pessoas em quatro dias de conflito. Leia o artigo de Milton Ribeiro no jornal Sul21.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Venezuela celebra bicentenário da independência

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, celebrou nesta segunda-feira o bicentenário da independência do país com uma série de eventos na capital, Caracas.

A comemoração teve início diante do túmulo de Simón Bolívar, onde Chávez depositou flores no Panteão Nacional, incluiu uma grande parada militar e civil, com diferentes grupos da sociedade venezuelana como estudantes, indígenas e esportistas, e terminará com uma cúpula extraordinária da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba).

Também participaram das celebrações o líder cubano, Raúl Castro, a presidente da Argentina, Cristina Kircher, da Bolívia, Evo Morales, da Nicarágua, Daniel Ortega, e da República Dominicana, Leonel Fernández.

Continua na BBC Brasil.


Marcadores: "independência", "independência da América Latina"


sábado, 13 de fevereiro de 2010

Uruguai (e Argentina) na estratégia imperial

Na América Latina, como em todas as partes, a estratégia imperial não foi traçada de uma vez para sempre, questão que seria impossível por causa das permantentes mudanças de relação de forças que se produem em cada área país da rtegião. Tampouco há um "centro" imperial, no sentido de um reduzido espaço donde um grupo também reduzido de pessoas desenha objetivos e taticas para alcança-los. Na medida que o império esteja conformado por duas logicas diferente, mas convergentes (territoriais e capitalistas, contrôle territoria e fluxos de capital), resulta impossível qualquer planificação férrea e centralizada. De modo que vamos compreendendo las estratégias do imperio a medida que se vão desdobrando.

(...)
Enquanto nos anos 90 a prioridade do impérioera o Consenso de Washington, com os anos a prioridade passou a ser a contenção do Brasil quando se acelera a decadência estadunidense. Nessa estratégia, alguns paises sulamericanos converteram-se em peças chaves, seja por sua capacidade de gerar instabilidade (conflitos Colômbia-Venezuela e Colômbia-Equador) para instalar bases militares formando um cerco sobre o Brasil (Colômbia, Peru e Paraguai) ou para instalar uma cunha entre os principais aliados estrategicos. Esse papel de "Estado tampão" entre Argentina e Brasil foi desenhado há quase dois seculos pela diplomacia britanica quando criou o n cerco sobre Brasil (Colombia, Perú y Paraguay) o para instalar una cuña entre los dos principales aliados estratégicos. Ese papel de Estado tapón entre Argentina y Brasil fue diseñado hace casi dos siglos por la diplomacia británica cuando criou o estado uruguaio.

Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG


(Nota: o trecho em destaque é de responsabilidade deste editor.)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Equador e Bolívia são casos de sucesso no meio da crise global

Evo Morales, presidente da Bolívia, e Rafael Correa, presidente do EquadorDe acordo com a sabedoria convencional transmitida diariamente na imprensa económica, os países em desenvolvimento deveriam se desdobrar para agradar às corporações multinacionais, seguir a política macroeconómica neoliberal e fazer o máximo para atingir um grau de investimento elevado e, assim, atrair capital estrangeiro.

Vejam mais em ESQUERDA.NET