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sexta-feira, 27 de março de 2015

Redução no número de filhos é maior entre 20% mais pobres, IBGE


Nos últimos dez anos, o número de filhos por família no Brasil caiu 10,7%. Entre os 20% mais pobres, a queda registrada no mesmo período foi 15,7%. A maior redução foi identificada entre os 20% mais pobres que vivem na Região Nordeste: 26,4%.


Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e têm como base as edições de 2003 a 2013 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Confira no Correio do Povo

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Brasil tem mais de 202 milhões de habitantes, aponta IBGE

O Brasil tem uma população de 202.768.562 habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicados nesta quinta-feira no Diário Oficial da União. O estado mais populoso, São Paulo, tem 44,03 milhões de habitantes. Já no estado menos populoso, Roraima, vivem 496,9 mil pessoas.


Confira no Correio do Povo.

sábado, 28 de setembro de 2013

População brasileira chega a 196,9 milhões de pessoas, aponta IBGE

A população brasileira cresceu 0,8% no ano passado, chegando a 196,9 milhões de pessoas. É o que informa a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um aumento de 1,6 milhão de pessoas.


Confira no Correio do Povo

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes, segundo IBGE

A população estimada do Brasil é 201.032.714 habitantes, pelos dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes a junho deste ano. De acordo com o levantamento, há 7.085.828 habitantes a mais do que o registrado em julho de 2012. Os dados foram publicados nesta quinta-feira no Diário Oficial da União.


Confira no Correio do Povo.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Cai o número de mães na faixa etária de 15 a 19 anos e mais mulheres dão à luz entre 30 e 34 anos, aponta IBGE


No Brasil, entre 2001 e 2011, o número de mães com idades entre 15 e 19 anos caiu, enquanto o de mães de 30 a 34 anos aumentou, aponta pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta segunda-feira (17). A pesquisa é baseada em estatísticas do registro civil, que computa nascimentos, óbitos, casamentos e divórcios.
A explicação está no declínio das taxas de fecundidade de um modo geral em todas as faixas etárias da população e no adiamento da maternidade, principalmente no caso de mulheres com maior escolaridade.

Continue lendo no UOL Notícias

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

IBGE: com fecundidade baixa, Brasil vai se tornando país de idosos


Dados do Censo 2010 divulgados pelo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam que a taxa de fecundidade no País (número de filhos por mulher), de 1,9 filho, está abaixo da taxa de reposição da população - de 2,1 filhos por brasileira. Têm mais filhos mulheres do Norte e Nordeste, além de pretas e pardas, pobres e menos instruídas.
O dado consolida a trajetória de queda da fecundidade, a partir da década de 1970 e influencia o perfil etário da população: o Brasil tende a ser tornar um país de idosos. O número de filhos por mulher chegou a 6,28 em 1960, antes de cair para 2,38, em 2000. Atualmente, com 193 milhões de pessoas, o Brasil é um país jovem, cuja população cresceu 1,7% na última década.


Leia mais no Terra.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Ciência: uma paixão nacional?

Pesquisa mostra que o brasileiro se interessa mais por temas científicos do que por esporte. Enquete também revela postura otimista da população diante da ciência, mas demonstra grande desconhecimento sobre a produção nacional na área.

Nem esporte nem política. O brasileiro se interessa mesmo é por meio ambiente e saúde. É o que indica a pesquisa de percepção pública promovida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) envolvendo mais de 2 mil pessoas, entrevistadas em meados de 2010 em diversas partes do país.


Vejam mais em CIÊNCIA HOJE-SBPC

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Envelhecimento da população mundial cria problemas na previdência?

Não é fantasmagórica a sensação de que “ter população” é alguma coisa que incomoda ao pensamento econômico. Eustáquio lembrou da idéia de oportunidade. Ora, pessoas são problemas, justamente quando não vistas como oportunidades de boa sociabilidade. Além do que, se civilização é o cuidado com os mais fracos, por que não lembrar constantemente que diminuir a concepção social do Estado é uma idéia, dentre outras coisas, incivilizada?




Confira em O Pensador Selvagem

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

População brasileira deve atingir 206,8 milhões em 2030, diz levantamento

A população brasileira deve atingir o pico em 2030, somando 206,8 milhões de pessoas. A partir de então, a expectativa é que comece a diminuir em números absolutos, e em 2040 seja de 204,7 milhões. A conclusão faz parte de um estudo apresentado hoje pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), com base nos dados da Pnad/IBGE --Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

De acordo com a análise, a desaceleração do ritmo de crescimento populacional, tendência verificada no país desde a década de 1970, pode ser explicada pela redução da mortalidade acompanhada pela queda na fecundidade.


Continua lendo na Folha.com .

sábado, 4 de setembro de 2010

Desafios para uma São Paulo global

Dias atrás estive em São Paulo para participar do I Seminário Paradiplomacia das Cidades. Dei palestra sobre “Cidade, Democracia e Relações Internacionais: desafios para uma São Paulo global”. Meu ponto principal: as mudanças na demografia e as demandas econômicas do Brasil aumentam a necessidade de imigrantes para o mercado de trabalho, e o país precisa desenvolver instituições e políticas públicas para lidar com a nova população, numa perspectiva de afirmação de direitos e combate às discriminações.

O texto continua no Todos os Fogos o Fogo.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Pesquisa: brasileiro está mais alto (e mais obeso)

A população brasileira está ficando mais alta, mas sofre risco de aumento da obesidade, aponta a pesquisa Saúde Brasil 2008. Divulgado ontem pelo Ministério da Saúde, o estudo mostrou que as mulheres ganharam 3,3 cm em 14 anos - quase duas vezes mais que os homens, passando de uma média de 1,55m, em 1989, para 1,58m, em 2003. Os homens, no período, aumentaram 1,9 cm na altura, atingindo média de 1,70m em 2003, contra 1,68m em 1989. Segundo a pesquisa, o aumento da altura do brasileiro reflete a queda da taxa de desnutrição, especialmente entre as crianças (80% entre 1974 e 2007). Os números, porém, ainda estão abaixo do padrão mundial, diz o documento.

Na medida que o brasileiro vê a desnutrição diminuir, o problema da obesidade tem se tornado uma questão cada vez mais preocupante. Segundo a pesquisa do Ministério da Saúde, a tendência de crescimento é maior entre os meninos de 10 a 19 anos. Esse grupo apresentou o maior risco de obesidade, com um aumento de 82,2% do Índice de Massa Corpórea (IMC) em 29 anos. As meninas de 10 a 19 anos tiveram um aumento do IMC de 70,3%, apontando para uma tendência à estabilidade. O consumo de alimentos industrializados, com mais gordura e açúcar, e o sedentarismo são apontados como as principais causas do aumento do risco de obesidade na população brasileira.

CORREIO DO POVO

sábado, 17 de maio de 2008

Soberania Comunicacional é um Desafio da América Latina

A honestidade informativa não pode guardar relação com a estupidez política.
Não se falta à ética transmitindo a verdade como ela é e não como o público desejaria ou está acostumado a vê-la, lê-la e ouvi-la.
Não é desonesto ter uma visão parcial em favor dos explorados entanto a informação seja veraz. Faz parte da democracia ter uma visão crítica deste sistema e de qualquer outro que regule ou ordene a sociedade.
Não precisamos estar dando prova da nossa honestidade oferecendo duas versões, quando uma delas, geralmente a da oligarquia, está prenhe de mentiras, interesses fraudulentos e é proferida por bandos de delinqüentes que têm se apoderado deste continente faz mais de 500 anos.
Não é possível entender como uma falta de democracia e ataque à liberdade de expressão o retiro das concessões daquelas emissoras que, usando as ondas de domínio público, se dedicam a perpetrar toda a desinformação e ataques à maioria da população em benefício de interesses oligárquicos, racistas, sectários, apátridas e transnacionais.
Continue AQUI.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Mais uma mentira de Yeda, os pobres pagam a conta

A governadora do RS, Yeda Crusius, está anunciando um corte linear (ou seja, um corte cego, burro, sem distinguir o fundamental do superficial) de 30% no custeio de cada secretaria do RS. Com isso, os serviços públicos do RS perderão qualidade. Por falta de serviços de saúde, gaúchos morrerão. Por falta de segurança, gaúchos morrerão. Por falta de educação, gaúchos não levarão o estado adiante.

Em campanha, a governadora prometeu melhorar os serviços à população. Ou seja, mais uma mentira. Além do sadismo. Além do horror ao povo típico do PSDB.

Ao mesmo tempo, a governadora pretende anistiar dívidas do ICMS de um pequeno grupo de empresas. É o velho amor à oligarquia e à (c)elite br(o)nca típicos do PSDB.