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quarta-feira, 5 de junho de 2013

“Deus não morreu, ele se tornou dinheiro”

“Deus não morreu. Ele tornou-se Dinheiro”. Confira abaixo a excelente entrevista com Giorgio Agamben, um dos principais intelectuais de sua geração

“O capitalismo é uma religião, e a mais feroz, implacável e irracional religião que jamais existiu, porque não conhece nem redenção nem trégua. Ela celebra um culto ininterrupto cuja liturgia é o trabalho e cujo objeto é o dinheiro”, afirma Giorgio Agamben, em entrevista concedida a Peppe Salvà.

Giorgio Agamben é um dos maiores filósofos vivos. Amigo de Pasolini e de Heidegger, foi definido pelo Times e pelo Le Monde como uma das dez mais importantes cabeças pensantes do mundo. Pelo segundo ano consecutivo ele transcorreu um longo período de férias em Scicli, na Sicília, Itália, onde concedeu a entrevista.

Segundo ele, “a nova ordem do poder mundial funda-se sobre um modelo de governabilidade que se define como democrática, mas que nada tem a ver com o que este termo significava em Atenas”. Assim, “a tarefa que nos espera consiste em pensar integralmente, de cabo a cabo, aquilo que até agora havíamos definido com a expressão, de resto pouco clara em si mesma, “vida política”, afima Agamben. 

Vejam mais em PRAGMATISMO POLÍTICO

domingo, 17 de junho de 2012

Calma, palhaços: a vida é um circo

POR

 — Metade dos juízes acha que é Deus; a outra metade tem certeza disto.
Todos os presentes naquele respeitável recinto, exceto o magistrado, riram à beça do inusitado comentário feito pelo réu. A atitude seria mesmo muito risível, não fosse aquele um julgamento da maior relevância, envolvendo um palhaço de bufê para festas infantis que, supostamente, matara de susto uma velhota de oitenta e nove anos, ao estourar um balão de aniversário ao seu pé de ouvido.
— Mas aquela senhora nem escutava mesmo muito bem.
O juiz ficou mais rubro que a escarlate bandeira do MST e ameaçou retirar o acusado imediatamente do tribunal, caso ele se manifestasse novamente sem a sua devida autorização.  


Vejam o texto completo em BULA revista

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Deus não criou o Universo, assegura Stephen Hawkin

O cientista britânico explica em um livro que o Big Bang é uma consequencia inevitável das leis da física.

O cientista britânico Stephen Hawking afirma em seu novo livro, The Grand Design (O Magnífico Desenho), que o Big Bang foi um consequência inevitável das leis da física, que Deus não criou o Universo e que as teorias científicas mais atuais convertem em redundante a figura de um criador.O livro, do qual o periódico britânico The Times adianta hoje alguns trechos, assinala: "Dado que existe uma lei como a da gravidade, o Universo pode criar-se a si mesmo - e de fato o fez - do nada. A criação expontanea é a razão de que exista algo, que exista o Universo, que nós existamos". Por tanto, acrescenta, "não é necessário invocar a Deus" para que haja cosmos.



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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Dios habita en el cerebro

El Dios de Abraham era justo, inapelable, incorruptible, trascendente, omnisciente, omnipotente, omnipresente y omnibenevolente. El cristianismo antiguo se centró en la pericoresis o fusión de tres personas en una sola entidad divina. Para la vía negativa

de Maimónides sólo nos es dado discutir sobre lo que Dios no es. El Todo de los herméticos es más complicado que la suma de cuanto existe, y el Buda puso el énfasis en la liberación del sufrimiento en la tierra. Vista así, la religión tiene poco de universal.

Pero los experimentos han hecho aflorar una capa subyacente más simple. Por ejemplo, los psicólogos cuentan a grupos de voluntarios una historia en la que Dios atiende a cinco problemas a la vez. Los creyentes de cualquier confesión monoteísta aceptan la narración con naturalidad, puesto que Dios tiene sobrados poderes cognitivos para ello. Pero si se les pide recordar la historia un rato después, casi todos cuentan que Dios atiende los cinco problemas uno por uno: su subconsciente ha humanizado al omnipotente Dios de la doctrina.

Vejam o texto completo no EL PAÍS.COM