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terça-feira, 30 de março de 2010

Refém mais antigo das Farc é libertado com ajuda do Brasil

Depois de mais de doze anos de cativeiro, o oficial do Exército colombiano Pablo Emilio Moncayo foi libertado pelas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) nesta terça-feira e entregue a uma missão humanitária que contou com o apoio do Brasil.

A informação foi confirmada na tarde desta terça-feira pelo pai de Pablo Emilio, Gustavo Moncayo, em declarações transmitidas ao vivo pela televisão.

"A emoção é muito grande, graças meu Deus (...), bem-vindo à liberdade Pablo Emilio, vamos romper essas correntes e lutar pela liberdade dos demais companheiros (reféns)", disse o professor Gustavo Moncayo, emocionado, ao mostrar as correntes que traz presas às mãos, símbolo de sua luta pela libertação do filho.

Moncayo pediu a ajuda dos governos latino-americanos, em especial dos presidentes do Brasil, Venezuela, Equador e Argentina, para mediar as negociações a favor de um acordo humanitário que prevê a libertação dos 22 reféns que ainda estão em poder das Farc em troca de centenas de guerrilheiros presos.

Continua na BBC Brasil.


sábado, 23 de maio de 2009

Otra amenaza cubana


En 2008 el Sydney Morning Herald daba cuenta de la “preocupación” de los gobiernos de EUA y Australia por la presencia de personal de salud cubano en el sur de Asia y el Pacífico.
En 2008 el Sydney Morning Herald daba cuenta de la “preocupación” de los gobiernos de EUA y Australia por la presencia de personal de salud cubano en el sur de Asia y el Pacífico.En 2008 el Sydney Morning Herald daba cuenta de la “preocupación” de los gobiernos de EUA y Australia por la presencia de personal de salud cubano en el sur de Asia y el Pacífico.
Es curioso que la potencia hegemónica mundial, embarcada en dos guerras coloniales en Asia, y su principal aliado en el Pacífico sur, se preocupen por un ejercicio de impecable solidaridad humanitaria de un pequeño país de poco más de 11 millones de habitantes, sometido, además, a la perenne hostilidad y la asfixia económica por la primera. A diferencia de las tropas y bases militares de Washington, los trabajadores de la salud cubanos están presentes para salvar vidas donde su concurso ha sido solicitado por los gobiernos nacionales, casi siempre en parajes remotos donde nunca ha ido un médico, sea porque la nación anfitriona carece del personal o porque este rehúsa trabajar en aquellos.

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