sábado, 21 de fevereiro de 2015
O escândalo HSBC coloca em xeque a liberdade de expressão
Confira no Observatório da Imprensa.
terça-feira, 12 de março de 2013
Aécio não declara nenhum carro em seu nome, mas Joaquim Barbosa coloca culpa no banco, por ocultação de bens
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Greve Geral - Ação e Solidariedade
Cartaz da greve geral (Ação e Solidariedade) programada para 14 de novembro em Portugal, Espanha e Grécia.
Vejam aqui (em castelhano) a omissão e o discurso venal da mídia empresarial espanhola em relação ao protesto dos cidadãos.
Escárnio
O relator de um julgamento polêmico contra o maior partido de esquerda da América Latina estabelece um calendário desfrutável e acopla os trabalhos ao processo eleitoral em curso; na véspera do primeiro turno oferece as cabeças de algumas das principais lideranças partidárias à boca de urna; agora, alega consulta médica --na Alemanha-- para acelerar o anúncio das penas, 48 horas antes do 2º turno.
O candidato do conservadorismo em baixa nas pesquisas age com deselegância contra jornalistas, dispara ofensas no ar e boicota desairosamente os que não seguem a pauta de sua conveniência.
Os editoriais e colunistas da indignação seletiva emudecem miseravelmente.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
domingo, 23 de setembro de 2012
EUA sabiam o que ocorria na ditadura argentina, diz autor de documentário sobre as Avós da Praça de Maio
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, entrega às Avós da Praça de Maio prêmio de direitos humanos, em dezembro de 2010
É difícil pensar em alguém que não conheça o movimento argentino das Avós da Praça de Maio. Há 35 anos, a organização investiga o paradeiro de cerca de 500 bebês que foram apropriados ilegalmente durante a ditadura militar no país. Pois as abuelas, que recentemente encontraram o 106º neto, passaram despercebidas entre muitas pessoas nos Estados Unidos. Pior: a própria história dos abusos cometidos pelo regime militar argentino é desconhecida entre os norte-americanos. É o que relata Charlie Tuggle, professor de jornalismo da UNC (Universidade da Carolina do Norte - Chapel Hill) e produtor do documentário “Las abuelas de Plaza de Mayo – A busca por identidade”, recém-lançado no país. Segundo Tuggle, a reação ao filme pode ser resumida numa frase: as pessoas simplesmente não sabiam do ocorrido. “Os norte-americanos têm uma ideia muito vaga sobre isso. Somos mal informados sobre o que aconteceu, como isso nos afetou e como estávamos envolvidos”, diz.
Vejam mais em OPERA MUNDI
segunda-feira, 5 de março de 2012
A Privataria Tucana & o Silêncio dos INdecentes
O vídeo A Privataria Tucana & O Silêncio dos INdecentes basea-se no livro "A Privataria Tucana", de Amauri Ribeiro Jr., e no filme "O Silêncio dos Inocentes". O vídeo acaba por revelar o silêncio profundamente revelador que a grande mídia faz em torno do livro. Resta saber se o silêncio permanecerá com a abertura da CPI da Privataria no Congresso Nacional.
Vejam no PORTAL VERMELHO
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Confrontos na Líbia
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Jornalismo da Record "amarela" para a Globo e perde audiência
Nas eleições 2010, cresceu. Mostrou o que a Globo escondia.
Em 2011, a audiência do noticiário da Record perdeu cerca de 20% de seu público.
Há uma enorme janela de oportunidade para a Record crescer. Jornalismo depende de credibilidade, e o jornalismo da Globo está muito ruim e se expondo demais. Não apenas manipula, mas também está errando muito, e deixando transparecer seu partidarismo demo-tucano com matérias confusas, elitistas, lobistas, com seletivismo nas denúncias, forçando destaque para assuntos irrelevantes, e está chato igual àqueles pessimistas azedos que as pessoas gostam de evitar. Até telespectador conservador esclarecido não gosta de ser manipulado.
Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Charge do Maringoni
domingo, 25 de setembro de 2011
Os 99% que ocuparam Wall Street
Se dois mil ativistas do movimento conservador Tea party se manifestaram em Wall Street, provavelmente haveria a mesma quantidade de jornalistas cobrindo o acontecimento. Duas mil pessoas ocuparam de fato Wall Street no sábado. Não levavam cartazes do Tea party, nem a bandeira de Gadsden com a serpente em espiral junto à ameaça “Não te metas comigo”. Mas sua mensagem era clara: “Somos os 99% da população que não toleram mais a cobiça e a corrupção do 1% restante”, diziam. Ali estava uma maioria de jovens protestando contra a especulação praticamente incontrolável de Wall Street, que provocou a crise financeira mundial.
Vejam o texto completo em ESTRATÉGIA & ANÁLISE
segunda-feira, 14 de março de 2011
BAHREIN PERDE O CONTROLE SITUAÇÃO. TROPAS SAUDITAS DESEMBARCAM NO PAÍS
(Carta Maior; 3º feira, 15/03/2011)
terça-feira, 26 de outubro de 2010
O que não dizem os jurados do Premio Nobel: Quem é Liu Xiaobo?
Isto porque foi conferido o premio Nobel da Paz a um nostálgico da colonização e que é partidário da intervenção dos exércitos ocidentais para esmagar a cultura chinesa.
En 1988, Liu Xiaobo declarou em uma entrevista que a China tinha que manter-se submetida a 300 anos de dominação colonial para converter-se em um país decente, de corte evidentemente ocidental.
En 2007, Liu Xiaobo reafirmou sua tese e se pronunciou a favor de uma privatização radical de toda a economia chinesa.
Não estou fazendo mais que repetir as informações provenientes de um artigo de Barry Sautman e Yan Hairong publicado no South China Morning Post (Hong Kong) [1], que não é um diário precisamente favorável às posições de Pequim. Pelo contrário, nesse mesmo artigo critica-se o governo chinês por haver castigado uma opinião, por mais "ignobel" (trocadilho com "Nobel" e "ignóbil", NT) que fora, com o cárcere e com a crítica.
Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG
sábado, 11 de setembro de 2010
Romper o círculo vicioso da imprensa empresarial
Dona Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais, que reúne os principais diários do país, e diretora-superintendente da empresa que edita a Folha de S.Paulo, já afirmou publicamente que os partidos de oposição estão muito debilitados e que cabe aos jornais exercer esse papel. A posição oficial da entidade que congrega os maiores jornais vem sendo seguida à risca por todos eles, que, apesar do conhecimento publico da posição que defendem, tentam se passar por imparciais. Nesse pequeno clube fechado, que não aceita vozes dissidentes, todos rezam pela mesma cartilha. Se há governo popular, sou contra. Os principais meios de comunicação do país são controlados por meia dúzia de famílias ricas, que defendem seus interesses de classe. Seu compromisso não é com a informação e sim com a manipulação das notícias para atingir seus propósitos.
Meu avô foi vítima desse clubinho, Lula é perseguido por ele desde que se tornou uma liderança nacional, e Dilma será considerada uma inimiga permanente até o último dia de seu mandato. Contra os representantes das aspirações populares não há trégua. O objetivo é desestabilizá-los, se possível derrubá-los, recorrendo a meias verdades, informações falsas e atuação conjunta.
Vejam o texto completo no TIJOLAÇO.COM
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Colômbia: o cemitério que faz perguntas
Os cemitérios clandestinos e fossas comuns conhecidos até agora foram obra dos paramilitares, que o presidente direitista Álvaro Uribe desmobilizou parcialmente. Suas confissões em troca de vantagens jurídicas permitiram ao Ministério Público recuperar 3.299 corpos dos, pelo menos, 25.000 desaparecidos no país. A descoberta de uma vala comum gigante no município de La Macarena segue sob investigação. Em um pedaço da vala, há centenas de tabuletas numeradas: 054/09 é o morto número 54 enterrado em 2009. Nada mais do que isso. Os anos vão de 2004 até 2010. De quem são esses corpos? Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
terça-feira, 22 de junho de 2010
As notícias que Serra chama de "dossiê" continuam publicadas
De nossa parte não retiramos nada, continua onde sempre esteve, nas notas abaixo. E nunca teve nada a ver com Dilma Rousseff, nem com "dossiê". As notícias, há muito tempo, sempre tiveram como base documentos públicos dos arquivos oficiais do governo da Flórida (EUA):
Vejam o texto completo e os documentos públicos no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA antes que seja censurado a pedido das viúvas da ditadura militar.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Acidente no Golfo do México: E se fosse com a Petrobrás?
O acidente com a plataforma Deepwater Horizon, no Golfo do México, completa um mês e está longe do fim. O petróleo continua a vazar e chovem críticas contra a negligência das agências reguladoras americanas. Mas ele desapareceu do noticiário na imprensa brasileira. Se fosse com a Petrobrás, ela seria beneficiada com esse silêncio da mídia?Hoje completa um mês que a plataforma Deepwater Horizon explodiu no Golfo do México e o acidente ainda não está controlado. É possível imaginar o escândalo que a imprensa dos patrões estaria promovendo se, por infortúnio, um acidente semelhante tivesse ocorrido em uma plataforma da Petrobrás. Mas não foi, e o assunto sumiu do noticiário, ficando relegado a notas de menor importância nos grandes jornais.
(...)
Por isso ela tem razão ao esconder o assunto: o acidente no Golfo do México é pedagógico e expõe ao ridículo os fundamentos da ideologia neoliberal defendida pelos portavozes do grande capital neste lado do mundo.
Vejam o texto completo no PORTAL VERMELHO
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Washington Post atrasa publicação de reportagem para proteger tropas no Afeganistão
Vejam mais em JORNALISMO NAS AMERICAS
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Muros ruidosos, muros silenciosos
Desde su construcción, en 1961, en plena Guerra Fría, el Muro de Berlín fue noticia diaria. Día tras día, año tras año, los medios occidentales de comunicación nos «informaron» sobre el mismo: el muro de la vergüenza, el muro de la infamia, el telón de acero, los muertos al intentar huir, la maldad intrínseca del comunismo... Cuando se inició su caída, el 9 de noviembre de 1989, el acontecimiento fue retransmitido hasta el hastío y celebrado en directo como la victoria del «mundo libre», y, de paso, como el triunfo definitivo del capitalismo. Marxismo, socialismo, lucha de clases, imperialismo, explotación... todo eso eran antiguallas ante el famoso «fin de la historia» de Francis Fukuyama, que proclamaba que un pensamiento único, el «pensamiento de mercado», se mantendría hasta el final de los tiempos: la historia, entendida como conflicto, había llegado a su fin.
(...)
Pero de esos muros no se habla, o se habla poco: son muros silenciosos. Son muros mucho más largos, altos, dañinos y mortíferos que el de Berlín; pero son muros silenciosos y, a menudo, son muros admitidos e incluso aplaudidos.
Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
A midia escondeu a verdade sobre Elinor Ostrom, Nobel de Economia
O chamado Prêmio Nobel de Economia de 2009 mereceu destaque parcial porque foi destinado a uma mulher, mas a mídia brasileira e mesmo a internacional não ressaltaram com a devida ênfase o objeto dos estudos da premiada, a professora Elinor Ostrom (foto), da Universidade de Indiana (EUA).
O Prêmio Nobel de Economia, criado em 1969, foi concedido pela primeira vez a uma mulher. Elinor Ostrom, de 76 anos, doutora em ciência política e pesquisadora em gestão de recursos por comunidades. Ela dividiu o prêmio com Oliver Williamson, de 77 anos, professor da Universidade da Califórnia e doutor em economia. Ele estuda tomadas de decisão em empresas.
(...)
Na prática, o trabalho de Ostrom indica que políticas públicas, principalmente ambientais, têm mais resultados quando são baseadas na colaboração entre as partes, e não na simples imposição de regras ou o cumprimento de critérios privatistas de gestão - conforme ficou consagrado nos últimos trinta anos de hegemonia cultural do neoliberalismo.Vejam o texto completo em NOVAE
sábado, 17 de outubro de 2009
Muere en Honduras sindicalista herido en manifestación
Jairo Sánchez fue baleado en una protesta callejera pro retorno del presidente depuesto Zelaya.
AFP
Publicado: 17/10/2009 19:14
Tegucigalpa. Un dirigente sindical hondureño murió la tarde de este sábado después de casi cuatro semanas en estado grave al recibir un balazo durante las manifestaciones callejeras a favor del retorno del depuesto presidente Manuel Zelaqya, informaron fuentes del movimiento.
Jairo Sánchez, presidente del Sindicato de Trabajadores del Instituto de Formación Profesional (Sitrainfop), "murió en la tarde de un tiro que sufrió la noche del 22 de septiembre", dijo el coordinador del Frente de Resistencia contra el Golpe de Estado del 28 de junio, Juan Barahona.
Según el dirigente del Frente, Sánchez participaba en una toma de calles en la zona de la colonia San Francisco, sur de la capital, donde los manifestantes fueron reprimidos por las fuerzas policiales y militares leales al gobierno de facto de Roberto Micheletti.
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