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sábado, 6 de agosto de 2011

A República se consolida

O Ministro Nelson Jobim, respeitemos os fatos, é um político singular na história recente do país. Ele surge no cenário nacional em 1987, ao eleger-se para a Câmara dos Deputados.
Rapidamente, impressionou seus pares pelo desembaraço. Sua vida acadêmica é rica:  professor-adjunto de Direito da Universidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, em que se formou, nela também  obteve o mestrado em Filosofia Analítica e Lógica Matemática. 
Não obstante esses títulos, Jobim é intelectualmente discreto: nunca demonstra todo o seu saber nos pronunciamentos políticos ou em seus escritos.
A vaidade ele a guarda para a prática cotidiana da política. É um homem que, em todos os  atos, parece dizer que nasceu para mandar. Mas, pelo que vemos, não entende que o poder depende da legitimidade.
Em seu caso, a legitimidade é conferida pela confiança da Presidente. Quando falta legitimidade a qualquer poder, ele é tão sólido quanto uma nuvem de verão. 


Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET

sábado, 20 de setembro de 2008

Fruet: Laudo da PF é "desconfortável" para Jobim

O resultado do laudo do Instituto Nacional de Criminalística (INC), da Polícia Federal, trouxe novo revés para o ministro da Defesa, Nelson Jobim. A perícia divulgada nesta quinta-feira, 18, atesta que os 16 equipamentos em poder da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) não podem realizar escutas telefônicas, ainda que sirvam para "interceptações de áudio ambiental".

O laudo contradiz as declarações de Nelson Jobim no início da crise aberta pelo grampo contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). Os dois tiveram uma conversa ao celular interceptada.

O texto continua no Terra Magazine.


sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Laudo da PF desmente afirmações de Jobim

CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, SEXTA-FEIRA, 19 DE SETEMBRO DE 2008

Ministro da Defesa disse a CPI que Abin podia fazer escutas telefônicas
Laudo do Instituto Nacional de Criminalística (INC), da Polícia Federal informa que os equipamentos da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) não têm capacidade para fazer escutas telefônicas, conforme denunciou o ministro da Defesa, Nelson Jobim. O documento de 38 páginas foi enviado ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e será analisado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 'Nenhum dos equipamentos analisados possui capacidade para realizar a decodificação e a conseqüente gravação de conversas telefônicas realizadas por sistema de telefonia fixa digital ponto a ponto', diz o laudo.
Em depoimento à CPI dos Grampos, na quarta-feira, Jobim evitou assumir a responsabilidade pela informação, que atribuiu ao Exército. 'O que eu afirmei ao presidente da República foi: ‘Eu tenho a informação de que esses aparelhos viabilizam a interceptação analógica’ (...) Foi a informação que meu deu o Exército.' As declarações que Jobim fez em uma reunião com Lula foram decisivas para o afastamento da cúpula da Abin, inclusive do diretor-geral Paulo Lacerda.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Maia, o embirrado

High society
Constrangimento na festa de poderosos em Brasília, descreve a repórter Rosa Costa, de O Estado. O presidente do Democratas, deputado Rodrigo Maia, foi aos ministros Walfrido dos Mares Guia e Nelson Jobim cobrar explicações sobre o assédio do governo aos senadores da oposição.
“Vocês precisam respeitar mais a oposição”, disse Rodrigo.
“Isso é futrica”, rebateu Mares Guia.
Jobim interveio: “No site do seu partido, eu sou chamado de ‘canastrão da sucuri’. E aí?”.
“Eu não tenho responsabilidade pelo site”, respondeu Rodrigo antes de deixar o local chutando a sombra.
Enquanto Rodrigo se afastava, Jobim devolveu: “Lá no Rio Grande se chama isso de um guri de merda.”
Mares Guia completou: “É o professor de Deus”.
A líder do governo no Congresso, Roseana Sarney, que acompanhou o bate-boca reclamou: “Isso vai sobrar para mim”.
“Não voto o Orçamento, esquece o Orçamento”, gritou Rodrigo Maia.

Deu aqui n'O Filtro.