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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Vice de Serra nega acordo de tucanos com lideranças 'anti-homossexuais'

Em ação para atrair lideranças evangélicas, Indio da Costa teria declarado que vai vetar projeto de lei contra discriminação a homossexuais. PSDB também tenta mostrar afinidades com verdes, em artigos publicados nesta 5ª

São Paulo – O vice de José Serra (PSDB), Indio da Costa (DEM), negou, pelo Twitter, que tenha feito declarações contra os direitos dos homossexuais. Segundo o jornal O Dia, Indio declarou que, caso Serra fosse eleito, vetaria o Projeto de Lei 122/2006, que transforma em crime a discriminação a homossexuais. O projeto foi apresentado em 2001, pela então deputada Iara Bernardi (PT).

“Defendemos direitos civis dos homossexuais e a liberdade de todos, inclusive de as igrejas orientarem os fieis segundo seus valores", afirmou pela rede de microblogs. Indio teria afirmado à lideranças evangélicas que a proposta atenta contra a liberdade de expressão ao prever penas de prisão para manifestações consideradas homofóbicas.

Ainda segundo o jornal, o vice de Serra teria dito também que se o projeto for transformado em lei, um dono de restaurante seria preso caso impeça um casal gay de fazer sexo em seu estabelecimento.


Vejam mais detalhes em REDE BRASIL ATUAL

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O "mensalão" tucano de Azeredo e as máscaras da direita

Editorial

A palavra mensalão entrou para o vocabulário político em 2005 pela voz da oposição de direita que promoveu acusações contra o governo tentando deslegitimar o mandato do presidente Lula, forçá-lo a renunciar à reeleição em 2006 e, quando ficou claro que ele se candidataria a um novo mandato, fazer o presidente "sangrar" até a eleição, tentando impor a vitória de um candidato do esquema PSDB/DEM. Não deu certo.

Naquela ocasião já haviam aparecido acusações mais consistentes de desvio de dinheiro público justamente contra o tucanato, para financiar, em 1998 - portanto em pleno domínio neoliberal, com Fernando Henrique Cardoso no comando do governo federal - a reeleição do então governador mineiro e ex-presidente nacional do PSDB Eduardo Azeredo, que hoje é senador.

O registro pela imprensa daqueles indícios ficou longe do enorme escândalo feito em torno de acusações muito menos consistentes a membros da base aliada do governo. Afinal, a mídia tem lado e partido - aliás, funciona como um -, sendo a ala mais estridente da emplumada fauna da direita brasileira.


Vejam no Portal Vermelho o texto completo deste editorial

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Kassab paga propaganda no exterior para Serra. Dinheiro do cofre público

Nota publicada na revista Época revela que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) pagou, com dinheiro da Prefeitura de São Paulo, informe publicitário na revista Foreign Affars, publicação mantida por um grupo privado de Nova Iorque que trata da política externa dos Estados Unidos.

Vejam o texto completo em Os Amigos da Presidente Dilma

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Contra PSDB, jornais exigem provas

(...)
Vocês se lembram da manchete da Folha de S. Paulo na época? Não? Então, relembremos:

"PT dava mesada de R$ 30 mil a parlamentares, diz Jefferson".

Agora, comparemos com o título da última sexta-feira (20/02/2009 - no "pé" da primeira página da Folha), sobre a denúncia do PSOL de Luciana Genro contra Yeda Crusius, governadora do PSDB:

"Sem provas, PSOL acusa tucanos de corrupção no RS".

Por que este "sem provas" tão cuidadoso, no título da última sexta-feira (20/02/2009)? Por uma questão de isonomia, o correto seria "Governo tucano tem corrupção e caixa dois, diz PSOL".

Por que o mesmo "sem provas" não apareceu na manchete quando Jefferson deu sua entrevista?

Hum...


Vejam o texto completo na Agência Carta Maior

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Garibaldi quer investigar "fantasma" de gabinete ACM Júnior

BRASÍLIA - O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), vai pedir à assessoria jurídica da Casa que examine o caso da ex-servidora Siméa Maria de Castro Antun, que durante cerca de 10 anos recebeu o maior salário pago a ocupantes de cargos comissionados, de R$ 8,2 mil, sem prestar nenhum tipo de serviço. Sua condição de "fantasma" se tornou pública em reportagem da revista "Veja" sobre o processo movido pelo seu filho para partilhar a herança deixada pelo senador Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA), que morreu em julho do ano passado.

Família de ACM se diz surpresa com filho de Luís Eduardo

SALVADOR - O senador Antonio Carlos Magalhães Junior (DEM-BA) disse ontem que a família foi surpreendida pelas ações movidas pela ex-modelo Siméa Maria de Castro Antun, de 40 anos. Ela alega que seu filho, Vítor Hugo Antun, 14 anos completados no último dia 13, é fruto de uma relação extraconjugal dela com o deputado Luís Eduardo Magalhães, morto em 1998.


Vejam na Tribuna da imprensa online

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Novo líder da extrema-direita austríaca era amante de Haider


Stefan Petzner, nomeado líder da extrema-direita na Áustria após a morte de Joerg Haider, afirmou num programa de rádio que mantinha uma relação amorosa com o falecido líder, um opositor extremista dos direitos LGBT. O partido tentou impedir a emissão do programa na rádio pública, mas sem sucesso. Em resultado da confissão, Petzner foi demitido.

Apesar desta sucessão ser encarada como um último desejo de Haider, o seu protegido não conseguiu manter-se uma semana na liderança da extrema-direita na Áustria. Muitos acusam-no de estar na origem da morte do presidente da Aliança para o Futuro da Áustria, a partir de relatos que testemunham uma discussão entre os dois amantes durante uma festa de lançamento duma revista. Haider abandonou abruptamente a festa e dirigiu-se a um bar gay de Klagenfurt, a capital do estado que governava, onde passou a noite a beber vodka com acompanhantes masculinos. Quem o viu a sair do bar diz que ele mal conseguia caminhar até ao carro.

Haider despistou-se no seu automóvel topo de gama quando conduzia a uma velocidade acima do dobro da permitida e com o quádruplo do limite legal de álcool no sangue. Deixa uma viúva de 32 anos que, segundo Stefan Petzner, tinha conhecimento e não se opunha à relação do marido com o político 31 anos mais novo.

Os rumores sobre a homossexualidade de Haider circulavam há mais de dez anos na Áustria e na Alemanha, tendo sido objecto de tratamento jornalístico quando liderava os neo-nazis do Partido da Liberdade. Quando foi votada a diminuição da idade de consentimento para as relações homossexuais, Haider foi dos maiores opositores à mudança da lei. Mas a comunidade LGBT austríaca, citada pelo Berlin Tageszeitung, já denunciara Haider por preferir o sexo com jovens abaixo da idade legal na Àustria (18 anos), recorrendo frequentemente à companhia de jovens da vizinha Eslováquia, onde as relações homossexuais são permitidas a partir dos 15 anos.


Vejam no Esquerda.Net