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terça-feira, 20 de outubro de 2015

O Ministério da Justiça não é o único a confundir escravidão com imigração

A forma como uma campanha publicitária do Ministério da Justiça redefiniu a escravidão brasileira, colocando a diáspora africana no mesmo nível das levas de imigrantes que chegaram voluntariamente ao Brasil, mostra como a escravidão está longe de ser considerada uma ferida aberta na história do país.
Criada em apoio aos refugiados e contra a xenofobia, a campanha tem como tema “Eu Também Sou Imigrante ” e mostra diversas pessoas informando as suas ascendências. A polêmica ficou por conta da foto de um jovem negro sorridente e com os dizeres “Meu avô é angolano, meu bisavô é ganês. Brasil. A imigração está no nosso sangue”.
A peça pecou ao sugerir que a chegada de mais de 4 milhões de negros para servir como escravos tenha sido semelhante às imigrações de europeus e asiáticos, vindos para trabalhar livremente.

Continue lendo no Diário do Centro do Mundo

A proposta Levy para abrir o mercado de obras para capital externo

O Ministro da Fazenda Joaquim Levy está disposto a reescrever o governo Dilma Rousseff. Convocou grupos de juristas em diversos temas, visando um redesenho radical da economia brasileira.
Um desses projetos é o Programa Lei do Programa PPP Mais, sob coordenação do jurista Carlos Ari Sundfeld. Mantidas as regras de licitação previstas no estudo significará, na prática, o fim do mercado interno de empreiteiras de obras públicas.
Atrás de uma motivação legítima: acabar com a cartelização do mercado de obras públicas -  o projeto trabalha com dois objetivos claros:
1. Escancarar o mercado brasileiro às empresas estrangeiras, sem nenhuma contrapartida.
2. Inviabilizar a participação da atual geração de empreiteiras.
Por ele, nas licitações, será sempre admitida a participação de empresa estrangeiras, inclusive como líder de consórcio. Nenhuma condição prévia. Apenas a obrigação de constituir uma empresa no Brasil para a celebração do contrato.
O edital não poderá obrigar o licitante vencedor a se associar, a se consorciar ou a celebrar contratos com entidade estatal.

Confira no Blog do Luís Nassif

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A interminável armação do golpe do impeachment

Há duas posturas contrárias ao impeachment de Dilma Rousseff: um pequeno grupo dos que aprovam o governo em qualquer hipótese; e o grupo dos que, mesmo sendo críticos em relação a ele, encaram o impeachment como golpe contra a democracia.
De fato, significaria tirar do país o único grande diferencial positivo em relação aos demais emergentes: uma democracia que se acredita consolidada.
***
Tem-se, em uma das pontas, um exército disposto a tudo para derrubar o governo. Fazem parte dele uma oposição que perdeu o rumo, autoridades judiciais, como Gilmar Mendes, falsos varões de Plutarco como Aécio Neves e Agripino Maia, uma mídia enlouquecida, disposta a tudo, até a desorganizar totalmente a economia por um governo que a salve de uma crise estrutural.

Continue lendo no Blog do Luís Nassif

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Manoel Junior no Ministério da Saúde poderá ser a pá de cal no SUS

Os jornais de terça-feira, 22, vieram com a notícia: a presidenta Dilma Rousseff teria oferecido ao PMDB um Ministério prezadíssimo pelo PT – o da Saúde. Ao longo do dia, a notícia foi se confirmando.
Os jornais de quinta-feira, 24, já não deixam mais dúvidas: o Ministério da Saúde vai mesmo para o PMDB, que sugeriu três nomes para a pasta. Os dos deputados federais Manoel Junior (PMDB-PB), Marcelo Castro (PMDB-PI) e Saraiva Felipe (PMDB-MG), já vetado.
O mais cotado, preferido pelo partido, é o médico e deputado federal Manoel  Junior.
Lamentável por várias razões.

Confira no Vi o Mundo, via Jornal GGN

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

O Banco Central tornou-se um solista sem maestro

A economia precisa necessariamente de ser vista de forma sistêmica, assim como o organismo humano.
Um nefrologista não pode tratar da doença do seu paciente se não souber analisar as implicações do tratamento sobre seu organismo.
***
O equilíbrio econômico é assim, depende da combinação correta de um conjunto de políticas: a tributária-fiscal, a monetária, a cambial, a salarial, todas interdependentes.
Dependendo das circunstâncias, prioriza-se alguma dessas políticas e as demais se ajeitam em torno da prioridade maior.
***
Cabe ao Ministro-maestro compatibilizar as diversas políticas, afim de se obter o equilíbrio,
Em alguns momentos, esse papel foi do Ministro da Fazenda. Foi assim no governo Jango, com Celso Furtado, Castelo Branco, com Otávio Gouvêa de Bulhões, Médici, com Delfim Netto. Outras vezes pode ser o Ministro do Planejamento, como foi no governo Figueiredo, com Delfim. Mas tem que ter o maestro.
***
O grande nó do governo Dilma é que não existe esse maestro.

Confira o texto completo no Blog do Luís Nassif

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Como se descontroem governos, um raio X da crise

Em algum momento de 2013, Dilma perdeu o eixo. Queda do nível de crescimento, pressão da inflação e, depois de junho, a popularidade despencando. Por cima de tudo, o fenômeno das redes sociais acelerando drasticamente as demandas sociais, inclusive dos recém-incluídos.
Tornou-se um trem desgovernado, agindo de impulso, isolando-se, atropelando regras básicas de política, economia e sociabilidade.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

A direita perplexa e a esquerda indignada

Há um problema de origem na nova gestão.
Não se trata do fato de Dilma ter obtido sua vitória com menos de 3% de vantagem.
Mesmo que tivesse ganhado por um voto, estaria legitimamente eleita. Jogo democrático é assim. Leva quem tem mais sufrágios.
Seu vício de origem é que parte significativa de sua base social, o proletariado urbano, se dividiu. Metade votou nela e metade em Aécio.
A tarefa de qualquer líder com um pouco de política na cabeça seria recompor sua base. Anunciar ações de impacto para atrair de volta os que se afastaram.
Dilma faz o contrário. (...)

Confira o texto de Gilberto Maringoni, no Diário do Centro do Mundo

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Quem perdeu no pré-sal

Para quem avalia o sucesso e o fracasso de qualquer negócio pelo critério ideológico do privatômetro, o saldo é deprimente.
De cada 100 dólares extraídos do pré-Sal, a União irá receber, por caminhos diversos, um pouco mais do que 75%. É o caso de perguntar: os críticos estavam infelizes por que acham pouco? Ou acham que é muito?
Você decide.

Leia o texto de Paulo Moreira Leite

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

EXCLUSIVO: CHEGAM OS MÉDICOS CUBANOS


Nesta quarta-feira, como antecipou Carta Maior, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou o acordo com Cuba para a vinda imediata de 400  médicos ao Brasil. Outros 1.500 profissionais  cubanos desembarcam um pouco mais adiante, até completar quatro mil. A decisão reflete um novo momento do programa ‘Mais Médicos' que, progressivamente, furou o duplo bloqueio  da má vontade conservadora e do elitismo corporativista. Lançada em oito de julho, a iniciativa ataca fatores emergenciais e estruturais que multiplicam áreas desassistidas no país. O Brasil tem apenas 1,8 médico por mil habitante; a Argentina tem três. O governo quer elevar o índice brasileiro para 2,5 por mil. Precisará de mais  168.424 médicos. As escolas brasileiras formam cerca de 18 mil médicos por ano. Mais de 3.500 municípios aderiram ao programa. O ministro Padilha pretende acudir a emergência com a vinda imediata de profissionais estrangeiros; e corrigir o déficit estrutural incorporando as escolas de medicina à política da saúde pública brasileira. A clínica-geral será incentivada e a residência médica estará vinculada à prestação de serviço remunerado no SUS. O acordo com Cuba, bombardeado originalmente, foi revalidado pelo próprio boicote corporativista, que tornou explícita a indiferença das elites em relação aos segmentos mais vulneráveis da população. Foi obra da paciente argúcia política do governo. Hoje, mais de 54% dos brasileiros declaram-se favoráveis à vinda de estrangeiros para socorrer as regiões distantes e periferias conflagradas. Mais que uma vitória isolada, o Mais Médicos descortina uma nova família de políticas públicas, que convoca a universidade a se incorporar ao passo seguinte do  desenvolvimento brasileiro.(Leia mais: 1  , 2, 3, 4 e 5   
 
 

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Para a mídia nacional, o povo já foi longe demais

As "lindas" manifestações de rua, que emparedavam o governo Dilma, já não são mais tão belas; pelo menos, na visão dos meios de comunicação, que, até ontem, as incensavam; Estadão, de Francisco Mesquita Neto, condena a "demofilia" dos governantes; Globo, de João Roberto Marinho, teme que o PT se aproprie da agenda das ruas; Folha, de Otávio Frias Filho, fala em populismo e seus colunistas já reclamam do trânsito; Valor Econômico, associação entre Globo e Folha, diz que o pacote de bondades já custa R$ 115 bilhões por ano; enquanto isso, a presidente Dilma diz que seu governo "vai disputar a voz das ruas"

Vejam mais no 247

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Opinião: Dilma propõe participação popular e oposição reclama

A presidente Dilma Rousseff, ao propor um plebiscito para a reforma política, além de surpreender a todos lançando mão de um instrumento que prevê ampla participação popular, jogou luz sobre o jogo político e acabou com as ações veladas das elites que queriam se apropriar das manifestações das ruas nos últimos dias. A oposição reclamou da proposta e já vem afirmando que um plebiscito para discutir reforma política seria inconstitucional. No entanto, nem todos juristas e ministros do Judiciário concordam com essa posição.
A proposta de Dilma só estará completa se entre as questões que deverão ser colocadas em discussão no plebiscito estejam também o fim do nepotismo em todas as esferas de poder; a redução do número de parlamentares e melhoria da representatividade; o fim da indicação dos ministros do poder judiciário, para se evitar que haja votações tendenciosas de processos que envolvam interesse de toda a nação, e mais rigidez e transparência na doação de verbas para campanhas políticas. 


Vejam mais no JORNAL DO BRASIL

terça-feira, 25 de junho de 2013

MTST/Periferia Ativa: o que vai ser dito a Dilma

Militantes do MTST na Jornada Copa Resistência Urbana (Foto MTST) 

Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST)/Periferia Ativa foi convidado para uma reunião com a presidenta Dilma Rousseff. Veja qual é a pauta que será proposta 

Por Redação 

Abaixo, a íntegra do comunicado do MTST informando quais pontos relativos à reforma urbana serão levados à reunião com a presidenta da República:
Nesta tarde recebemos um convite da Secretaria Geral da Presidência para uma reunião amanhã com a Presidenta Dilma Roussef, às 14 horas. 

O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) / Periferia Ativa decidiu aceitar o convite e participar da reunião para que a pauta que estamos levando às ruas seja ouvida diretamente pela Presidenta. 

Entendemos como positiva a iniciativa do convite. O Governo precisa ouvir menos os empreiteiros e mais os movimentos dos trabalhadores. 

Vejam mais na REVISTA FÓRUM

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Um minuto do PAC, por favor! Para mostrar o Brasil que a Globo esconde.

O sétimo balanço do PAC-2 (Programa de Aceleração do Crescimento no período 2011-2014) mostrou o lado "oculto" do Brasil que a velha mídia esconde. Constata-se aumento dos investimentos em relação aos anos anteriores, canteiros de obras em todos os cantos do Brasil (que muita gente acha que é só da prefeitura), o que explica, em parte, a situação próxima do pleno emprego. E muita coisa pronta que mal é noticiada.

Justiça seja feita, o governo Dilma está sendo bastante austero em não gastar dinheiro com propaganda no PIG (Partido da Imprensa Golpista) para mostrar suas realizações, se limitando a divulgar campanhas ligadas à saúde e cidadania, ou de estatais que competem no mercado.

E o PIG, além de fazer oposição por ser demotucano, faz uma espécie de chantagem para obrigar o governo a fazer propaganda paga. Só noticia obras que estão com problemas, seja por embargos na justiça, seja pelo governo peitar empreiteiras que querem preços acima do que vale, seja para atender exigências do TCU, seja por causa de maus empresários e funcionários que se metem em fraudes e acabam em operações da Polícia Federal. Nada contra noticiar problemas, mas é um desserviço à cidadania não noticiar também aquilo que beneficia e é importante para a população.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=eIuLRVeHoLs


Visto no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quinta-feira, 30 de maio de 2013

OS DOIS LADOS DO ATLÂNTICO SUL

(HD)-A Presidente Dilma Roussef acaba de voltar da Etiópia, onde assistiu, como convidada, à Cúpula Presidencial do 50ª Aniversário da União Africana. Lá, além de reiterar os laços culturais e econômicos que nos ligam àquela região, ela anunciou, também, a eliminação de antigas dívidas de 12 países africanos com o Brasil, no valor de 980 milhões de dólares.
             Aqui, muita gente ficou sem entender o gesto, assim como muitos ainda desconhecem as razões que justificam a nossa política africana. A aproximação estratégica do Brasil com a África, como um todo, vem desde o regime militar. Nos anos 1970 e 1980, era para a África e o Oriente Médio que iam milhares de brasileiros, para forjar seu futuro, trabalhando para empresas como a Mendes Júnior no Iraque e a Mauritânia, entre outros países. Para lá exportávamos, antes da destruição da indústria bélica brasileira, tanques da Engesa e da Bernardini, mísseis da Avibrás e armas portáteis.   
Vejam mais no blog do MAURO SANTAYANA
        

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A elegante resposta de Dilma e a verdade sobre boatos do Bolsa Família


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Elegante e firme, a resposta da presidenta Dilma Rousseff em relação aos boatos sobre o falso fim do programa Bolsa Família está à altura do cargo que ela ocupa. Nós não temos esse limite, essa injunção do cargo, e dizemos com todas letras aqui no blog o que foi aquela irresponsabilidade: sabotagem com objetivos políticos e eleitorais.

A boataria espalhada há uma semana provocou corrida bancária e tumulto em 13 Estados e levou 920 mil dos 13,5 milhões de famílias beneficiárias do programa a sacar R$ 152 milhões.  A presidenta Dilma afirmou que os boatos sobre o Bolsa levam o governo federal a aprimorar o sistema de fiscalização do benefício. "O que a gente pode tirar de bom disso? Ficar sempre mais atentos para essa possibilidade (de boatos), porque durante 10 anos nunca houve isso", afirmou a presidenta.

Vejam mais no blog do ZÉ DIRCEU

terça-feira, 17 de julho de 2012

Greve de federais completa dois meses com impasse entre governo e professores

A greve de professores das instituições federais de ensino superior completa nesta terça-feira (17) dois meses, com governo e docentes em um impasse: os ministérios do Planejamento e da Educação apresentaram uma proposta de reajuste salarial; já o principal sindicato que representa a categoria, o Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), diz que ela não atende às demandas da categoria e pede sua rejeição.
A paralisação atinge 58 das 59 federais -a única que não aderiu foi a UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte).

Mais no UOL Notícias

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O que está acontecendo com a limpeza do Grupo Hospital Conceição?


O vereador Pedro Ruas pronunciou-se no plenário da Câmara de Vereadores da capital gaúcha sobre a relação entre o Hospital Conceição e uma prestadora de serviços de higienização, a Plansul. Praticamente ninguém deu bola. Ele me passou uma pasta cheia de documentos sobre o assunto. Como palomense, mescla de ingênuo e desconfiado, fiquei, depois de ler tudo, cheio de pontos de interrogação na cabeça. O Hospital Conceição é muito importante. Atende plenamente pelo SUS. Tem todas as especialidades. Em outubro de 2009, assinou contrato com a tal Plansul, de Florianópolis, para receber serviços de higienização. Passaria a pagar por ano R$ 529.960,18. Menos de três meses depois, foi feito o primeiro aditivo.
O HC passou a pagar R$ 545.587,50 pelos serviços. Passados menos de três anos, já são dez aditivos. Ai, ai, ai…
Está previsto na cláusula oitava do contrato que ele poderá ser alterado de acordo com o disposto no artigo 65 da Lei 8666/93, que rege as licitações. Até aqui tudo bem, dizia o Nicácio, em Palomas, prestes a cair do cavalo. O décimo aditivo, de 1º de janeiro de 2012, elevou o valor pago para R$ 918.575,97. Um salto de 73% em relação ao previsto inicialmente. O probleminha é que o tal artigo 65 da lei 8666 só permite acréscimos de “até 25% do valor inicial atualizado”. O que pode ter ocorrido? O mesmo contrato prevê fiscalização permanente dos serviços e punições em caso de descumprimento. Elementar, bagual! Pois a Comissão de Acompanhamento do Contrato, em outubro de 2012, pediu providências (multa) contra a Plansul por causa de uma série de falhas, entre as quais falta de pessoal e inadaqueda “higiene de leitos e enfermarias”.

Confira no blog do Juremir Machado da Silva.


19/07/2012 - Atualização: Nota de Esclarecimento a respeito - Confira aqui.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Professores, estudantes e jornalistas estão sob ameaça da PF em Rondônia, denuncia movimento grevista

A tantos quilômetros de distância e sem nenhum contato direto ainda com envolvidos na situação, ainda não tenho muita certeza do que está acontecendo no conturbado movimento grevista da Universidade Federal de Rondônia (Unir) há mais de 40 dias. Mas a situação parece estar realmente complicada. Recebi hoje (26) pela tarde, de uma amiga advogada e militante de movimentos populares, um e-mail de um professor ligado à greve que, para se ter uma ideia, encerra-se assim: “Peço socorro, pois corro risco de vida”.

Na mensagem, o professor denuncia atos de intimidação por parte da Polícia Federal a professores, estudantes e até jornalistas que têm coberto o caso. Não sei ainda qual o objetivo das supostas intimidações da PF nem o que as justifica (se é que algo justifica intimidação!). Mas dei uma averiguada nos veículos de informação rondonienses e encontrei notícias sobre agressões, inclusive, a um deputado federal que teria se colocado ao lado dos professores.


Continue lendo n'O Observador.




Confira também o blog Comando de Greve Unir.