Mostrando postagens com marcador PROER. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PROER. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O escândalo do Banco PanAmericano cada vez cresce mais, ganha (?) proporções espantosas. Silvio Santos diz “não ganhei nem perdi nada”, por que tanta gente envolvida da Caixa Econômica?

Começou com um escandalozinho pequeno, já está em números quase que inacreditáveis. Mas confirmados até mesmo por um sobrinho de SS, que trabalhou sempre para ele, Guilherme Stoliar.

Não existe mais dúvida: a Caixa Econômica comprou uma parte do PanAmericano quando o banco já estava falido, (Praticamente, a mesma negociação que houve entre o Banco do Brasil e o “banquinho” do senhor Ermírio de Moraes. Na época, como sempre, só este repórter contou a história verdadeira).

Afonso Castilho, ex-diretor da Caixa Econômica e conselheiro influente do Jóquei Clube, contou ao seu amigo, jornalista Pedro do Coutto: “Quando Maria Fernanda Coelho era presidente da Caixa, esse órgão comprou 36% do PanAmericano. Assim, a Caixa Econômica se tornou sócia de um prejuízo superior a 700 milhões”. Que República.
N.E. - Será por isto que a Sra. presidenta da Caixa foi defenestrada?

PS - neste 1º de abril, data tão significativa e torpe na história do Brasil, convém ler a notícia abaixo, que dá contas sobre a única DITADURA que subsiste na América do Sul, sustentada, como sempre, pelos EUA, o Estado que é propriedade dos fabricantes de armas e similares.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

DOS PRESIDENCIÁVEIS, SERRA É QUEM TEM MAIS PROCESSOS!

13/08/2010 14:40:13

Levantamento do Congresso em Foco sobre as certidões criminais dos presidenciáveis mostra que o tucano José Serra é quem mais responde a processos. De acordo com as certidões que ele mesmo apresentou, são 17 processos declarados à Justiça Eleitoral. Ao todo, foram analisadas as 222 certidões entregues ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos nove postulantes à Presidência da República e respectivos Vices. Michel Temer (PMDB), Vice da candidata petista Dilma Rousseff, aparece com três procedimentos criminais. José Maria Eymael, candidato a Presidente pelo PSDC, tem duas certidões positivas. Os demais candidatos à Presidência apresentaram certidões negativas, ou seja, que informam não haver processos contra eles.

Uma norma da legislação eleitoral obriga todos os candidatos a cargos eletivos a apresentarem, no ato do registro das suas candidaturas, certidões que informem a sua situação criminal, se respondem a processos e qual a situação de cada um deles. Sonegar essas informações, conforme a legislação, implica crime eleitoral. A novidade neste ano é que as declarações criminais tornaram-se públicas, e estão sendo divulgadas na página do TSE.

Na disputa presidencial, o caso que mais chama atenção é o de Serra. Além das 17 certidões positivas, ele soma três processos ativos, todos por improbidade administrativa. Os casos correm na Justiça Federal do Distrito Federal e referem-se ao Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (PROER). O PROER foi um programa implementado no primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso para sanear instituições financeiras que enfrentaram dificuldades na virada do período de hiperinflação para o início do Plano Real.


Vejam mais detalhes no BLOG DO BOECHAT

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Saudosos do Proer, tucanos não se conformam com MP 443

Após a publicação da Medida Provisória 443, a oposição saiu reclamando que, ao contrário do Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer), as ações adotadas pelo governo Lula possibilitam que os bancos públicos participem do controle acionário de bancos privados que, eventualmente, venham a ter problema de liquidez. “O critério mais transparente seria um semelhante ao Proer, em que o governo financiaria bancos privados para comprarem outras instituições. Agora está se partindo para a estatização sem licitação”, disse o deputado Paulo Renato de Souza (PSDB-SP).

Segundo o parlamentar tucano, “a negociação era no mercado. Agora, o governo vai comprar diretamente o banco. Estão injetando dinheiro público diretamente na veia. O Proer era um programa com início, meio e fim”.

Para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), o Estado ter controle sobre o sistema financeiro é “um passo atrás”, bom mesmo era o Proer, instituído por Fernando Henrique em 1995, que tinha início, meio e fim: “sanear” os bancos para possibilitar a concentração e a desnacionalização do setor. O programa consumiu oficialmente R$ 20,359 bilhões, mas os cálculos feitos pelos economistas Pedro Saínz e Alfredo Calcagno, da Cepal, apontam um total de R$ 43,4 bilhões. Em ambos os casos, em números da época.

Foi com base nesse “critério transparente” que o Excel Econômico foi transferido compulsoriamente pelo BC ao espanhol BBV pelo valor de um real, com o restante sendo lançado como prejuízo, e o Bamerindus, tomado pelo inglês HSBC.


Vejam o texto completo no Vermelho