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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Guiné proíbe reuniões 'subversivas' e anuncia luto nacional

O governo militar da Guiné, no oeste da África, proibiu o que chamou de "reuniões subversivas" e anunciou dois dias de luto nacional depois que soldados do Exército dispararam contra uma manifestação da oposição matando mais de 150 pessoas.

Em um pronunciamento transmitido pela televisão, o líder da junta militar que governa o país, capitão Moussa Dadis Camara, afirmou que "agitadores" serão "punidos com severidade".

"Qualquer reunião de qualquer lado e natureza e com caráter subversivo está proibida. Peço a todas as autoridades religiosas, líderes de opinião, líderes de partidos políticos, organizações da sociedade civil e a imprensa que evitem declarações e atividades que perturbem a ordem pública", disse.

"Agitadores e seus aliados serão punidos severamente", acrescentou.

Camara afirmou que o país ficará de luto na quinta e sexta-feira, as bandeiras serão hasteadas a meio mastro e as estações de rádio tocarão apenas músicas solenes.

O texto continua na BBC Brasil.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Repressão matou 87 na Guiné, diz Cruz Vermelha

CONACRI - A repressão ontem a um protesto pela volta da democracia a Guiné deixou 87 mortos, afirmaram funcionários da Cruz Vermelha. Hoje, médicos atendiam centenas de civis feridos, após soldados invadirem a área da manifestação e começarem a disparar na multidão. Automóveis incendiados eram observados nas ruas de Conacri nesta manhã, enquanto moradores temerosos não deixavam suas casas. Pelo menos duas delegacias de polícia foram incendiadas após a explosão de violência.

A notícia da Associated Press pode ser conferida na página do Estadão Online.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Líderes africanos se reúnem para discutir golpe na Guiné

Líderes da União Africana estão reunidos nesta quarta-feira em uma reunião de emergência em Adis-Abeba, na Etiópia, para discutir o golpe militar na Guiné.

O Exército da Guiné anunciou na terça-feira a dissolução do governo e a suspensão da Constituição do país, poucas horas depois da morte do presidente Lansana Conte.

A União Africana já havia condenado a intervenção militar como uma “violação da Constituição” da Guiné.

Mais na BBC Brasil.


terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Após morte do presidente, Exército da Guiné anuncia golpe de Estado

Um capitão do Exército da Guiné anunciou nesta terça-feira na rádio estatal a dissolução do governo e das instituições republicanas, além da suspensão da Constituição, poucas horas depois do anúncio da morte do general presidente Lansana Conté, que estava no poder desde 1984.

"A partir de hoje está suspensa a Constituição, assim como toda atividade política e sindical", declarou o capitão Musa Dadis Camara.

Mais no UOL Notícias.