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domingo, 14 de outubro de 2012

Acidentes com engenhos explosivos provocam 7 mortes

Sete pessoas morreram e uma outra ficou gravemente ferida na província do Bié, em consequência de acidentes de engenhos explosivos registados desde Janeiro deste ano a presente data.

A informação foi veiculada hoje, na cidade do Kuito, pelo vice-governador cessante para área dos serviços técnicos e infra-estruturas, Andrade Adolfo, na cerimónia de abertura do seminário de capacitação sobre "Acção Contra as Minas e Outros Explosivos".

Andrade Adolfo sublinhou que no decurso deste ano, as instituições vocacionados na desminagem da província do Bié registaram seis acidentes, entre os quais, dois com minas anti-tanques e, quatro com outros engenhos explosivos.

Estes acidentes, segundo o vice-governador provocaram danos humanos, assim como a destruição parcial de uma viatura pesada.

Referiu que, os referidos incidentes ocorreram no troço rodoviário alternativo Kuito - Kunhinga. Um outro aconteceu numa lavra de produção agrícola na comuna do Kunje, município do Kuito.

Os engenhos explosivos, frisou, deflagraram devido ao manejo inadequado, principalmente, por crianças que desconheciam a perigosidade dos objectos letais.

Apelou os cidadãos desta parcela do país, no sentido de colaborar com as operadoras de desminagem, sempre que encontrarem ou suspeitarem de objectos estranhos, de forma a se evitar situações desastrosas nos próximos tempos, causado por engenhos explosivos.

Vejam em O PAÍS-O Jornal da Nova Angola

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Miss Universo angolana é vítima de racismo

A nova Miss Universo, a angolana Leila Lopes, foi vítima de ferozes ataques verbais de conteúdo racista.

As mensagens, escritas em português e em inglês, foram divulgadas pela página Stormfront (frente tempestade), cujos autores se definem como "comunidade nacionalista branca", e que está sob investigação da Polícia Federal brasileira por suspeita de vínculos com grupos neo-nazistas.

Vejam o texto original em CUBADEBATE ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION 

domingo, 31 de outubro de 2010

Heroínas sem nome

O Livro da Paz da Mulher Angolana, as Heroínas sem Nome, reúne em volume pequenas narrativas de mulheres angolanas que sobreviveram à guerra para contar as suas histórias. Por Margarida Paredes, do portal Buala.

Angola é um país cortado em dois, para usar uma expressão de Frantz Fanon no livro Peles Negras, Máscaras Brancas. A geografia social que se desenhou no pós-guerra separa e hierarquiza dois mundos diferentes, a fractura passa por uma realidade económica e social que mantém a maior parte da população na base da pirâmide social. Para tentar influenciar as políticas públicas e sair deste lugar, Teresa Domingos Morais da Huíla, a trabalhar numa ONG, diz É preciso ir à luta, batalhar pelos nossos direitos.


Vejam mais detalhes em ESQUERDA.NET

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Cuba y Angola: El Partido Comunista Cubano hace presencia en el congreso burgués y clasista del MPLA

(...)

Cuba, la Angola de ayer no es la de hoy.

Durante el segundo día del congreso hizo intervención el General cubano Leopoldo Cintra Frías, Viceministro Primero de las Fuerzas Armadas Revolucionarias y miembro del Buró Político, como representante del Partido Comunista Cubano, recordando el esfuerzo de los soldados cubanos muertos en la guerra de Angola que ayudaron solidariamente al gobierno del MPLA frente a la guerrilla de la UNITA respaldada por Estados Unidos y el gobierno del apartheid racista de Sudáfrica. Leopoldo también afirmó en su discurso que las relaciones cubanas y angoleños, iniciadas por Agostinho Neto y Fidel Castro tras la independencia de Angola de la metrópoli de Portugal en 1975, “continúan hoy fortaleciéndose”.

Nadie puede poner en duda la solidaridad internacionalista cubana hacia Angola en pleno conflicto entre 1977 y 1988, donde miles de militares y civiles voluntarios viajaron de la isla al país africano para hacer frente a la guerrilla de la UNITA, dejando a Cuba con servicios militares escasos para su defensa contra posibles acciones en su contra por parte del país vecino, el imperio de los Estados Unidos. Recordar las buenas acciones del pasado no debe dejar de lado el presente. Si Cuba ofreció todos los medios posibles para ayudar en el proyecto de Angola como estado socialista, llevando también médicos y profesores cubanos, pero finalmente no cuajó y el país africano pasó a ser un estado occidentalizado y pro-capitalista desde la actual Constitución de 1992, no debe ocultar el contexto actual de la sociedad clasista y bipolarizada de Angola, donde uno de los aparatos que permitió construir una sociedad de clases y la elevada desigualdad económica actual fue el mismo MPLA al aceptar el “libre” mercado y dejar de ser un partido marxista-leninista en octubre de 1990, después de su III Tercer Congreso.

Vejam mais em KAOSENLARED.NET

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Crianças Acusadas de Feitiçaria em Angola

Por Ingrid Schrijnemaekers, de Angola

No ano de 2007 assistindo a um documentário na TV, ouvi um relato de crianças serem acusadas de feitiçarias. Devido a este fato, elas são expulsas de sua comunidade. Aparentemente há muitas razões para isto acontecer, mas do que a pesquisa in loco.
Estas crianças são normalmente meninos porque as meninas podem ajudar em casa cozinhando e limpando. E, os meninos, sempre tem um mal comportamento ou algum problema familiar (falta de dinheiro ou outros problemas).

Pela tocante informação me sensibilizei, e estabeleci como meta pessoal ajudar estas crianças.

Em Agosto 2009, quando estive em Angola, tive a oportunidade de realizar um programa de treinamento internacional para uma empresa estatal, chamado “Spirit and Values” (Espírito e Valores) pela Souza Queiroz Academy. Lá, mencionei meu interesse a Isilda Silva, Diretora da Angola Telecom, de visitar as crianças feiticeiras, e ela comentou que precisava fazer uma visita para estas crianças, e assim saímos a este passeio.

Vejam o texto completo em NOVAE

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Intervenção de Angola no Congo é inevitável, dizem analistas


Luanda, 5 nov (Lusa) - Uma interferência de Angola no conflito que está acontecendo na República Democrática do Congo (RD Congo, Ex-Zaire), entre o governo de Joseph Kabila e os rebeldes do general tutsi Laurent Nkunda, é vista como incontornável por analistas angolanos ouvidos pela Agência Lusa.

Graça Campos, diretor da revista Semanário Angolense, não tem dúvidas de que Luanda só aguarda pelo “apoio formal” da comunidade internacional para mandar unidades militares em apoio ao presidente congolês, Joseph Kabila.

Vejam mais na Lusa-Agencia de Notícias de Portugal S.A.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Internet e ciberjornalismo em Angola

Trechos:

Quase 24 milhões de africanos têm acesso à Rede, sendo 170 mil em Angola. Isso equivale a 9,4% da população (cerca de 16 milhões), segundo dados da empresa Clickz, que, entre outras coisas, mede acesso à Rede. Apesar de o uso da Internet ser restrito a um pequeno grupo, o interesse pelo jornalismo praticado na Web é muito grande. A imprensa daquele país investe em treinamento de profissionais para melhorar a produção de conteúdo noticioso em todos os formatos de mídia.

AngolaPress (Angop)
Jornal de Angola
Rádio Nacional de Angola
Televisão Pública de Angola


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