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domingo, 30 de dezembro de 2012

Por que a mídia dos EUA ignorou a tentativa de Murdoch de assaltar a presidência?

Finalmente temos evidência irrefutável do último e mais audacioso atentado de Rupert Murdoch – frustado, ainda bem, pelas circunstâncias - contra as instituições democráticas estadunidenses. O assalto tinha escala similar ao sequestro e corrupção que o magnata da mídia realizou nas principais instituições democráticas da Grã-Bretanha.

No caso americano, o objetivo de Murdoch parece não ter sido menor do que usar seu império midiático – especialmente a Fox News – para financiar e apoiar a candidatura do general David Petraeus à presidência nas eleições deste ano.

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

segunda-feira, 19 de março de 2012

O massacre no Afeganistão não foi loucura

Robert Fisk
Parece que enlouqueceu, anunciaram jornalistas. Será? Querem que acreditemos nisso? Claro, se estivesse completamente louco, nosso sargento teria matado 16 de seus companheiros norte-americanos. Teria assassinado seus camaradas e depois ateado fogo aos corpos. Mas ele não matou norte-americanos; escolheu matar afegãos. Houve uma escolha. Por que, então, matou afegãos? Há uma pista interessante que não apareceu nos noticiários. O artigo é de Robert Fisk.

terça-feira, 28 de abril de 2009

CADELA, PUTA OU LÉSBICA


As mulheres que servem ao exército norte-americano no Iraque têm que enfrentar dois inimigos: os iraquianos , que querem matá-las, e os próprios americanos, que querem violentá-las se elas não os atendem em seus instintos sexuais. Leia o relato de Mickiela Montoya, que passou onze meses na guerra.

Montoya conta que, certa noite, quando terminava sua guarda, o companheiro que veio substitui-la lhe disse:

"Sabe de uma coisa, eu poderia te possuir agora mesmo e ninguém te ouviria gritar ou ficaria sabendo do que aconteceu".

Com presença de espírito, Montoya respondeu: "se você tentar, eu mato você com o meu punhal ".

Ela não tinha o punhal, mas daquele dia em diante passou a andar com um punhal amarrado à perna. Não para se defender dos iraquianos, mas dos próprios companheiros.

Montoya termina seu depoimento com uma afirmação que é, ao mesmo tempo, um desafio aos comandantes militares e ao próprio governo dos EUA: “Só há três coisas que eles deixam a mulher ser no exército: cadela, puta ou lésbica”.



Vejam o texto completo em Direto da Redação