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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Making a Murderer e a justiça americana

Steven Avery foi condenado em 1985 por tentativa de assassinato e agressão sexual, e passou 18 anos na cadeia. Apesar de seus parentes terem provado o álibi e da descrição que a vítima fez do agressor não bater com o físico de Avery, ele foi preso mesmo assim. Avery tivera meses antes uma rixa com a esposa de um dos policiais da região (o condado de Manitowoc, em Wisconsin).
Em 2003, graças a testes mais avançados de DNA, Avery foi solto ao ser comprovado que o agressor era outra pessoa. Decidido a processar o estado pelo tempo perdido, Avery foi, em 2005, acusado de assassinato e novamente preso. Encontra-se na cadeia até hoje.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Procurador do caso Swartz levou outro hacker ao suicídio, diz site

O hacker Aaron Swartz, que se suicidou na semana passada, em Nova York, não foi o primeiro processado pelo procurador Stephen Heymann a tirar a própria vida. Segundo o site BuzzFeed, em 2008, outro jovem programador, chamado Jonathan James, matou-se após ser indiciado em um caso processado por Heymann. Ele tinha 25 anos.

Primeiro jovem a ser preso em um caso de crime virtual federal, James, também conhecido como "c0mrade", foi encontrado morto duas semanas depois de o Serviço Secreto ter invadido sua casa como parte de uma investigação. Em uma carta, James escreveu que ele estava matando a si mesmo em resposta à investigação e suas "tentativas de amarrá-lo a um crime que ele não cometeu".


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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Vozes contra a infâmia

Deisy Francis Mexidor

"JAMAIS confiamos no sistema judicial estadunidense" mas esta jornada será "marcada para sempre como um dos dias mais vergonhosos da jurisprudência dos Estados Unidos", respondeu num e-mail ao jornal Granma, Alicia Jrapko, após conhecer-se, em 15 de junho, a decisão da Suprema Corte de não rever o caso dos Cinco antiterroristas cubanos, presos políticos naquele país desde 12 de setembro de 1998.

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